Rafael Diniz quer ser renovação de fato na Câmara
21/01/2017 | 16h38
Após duas semanas de entrevistas com os vereadores eleitos em Campos, o Folha no Ar encerrou a sua cobertura especial das eleições 2012. O último entrevistado foi Rafael Diniz do PPS, eleito com 4.384 o vereador mais jovem da próxima legislatura aos 29 anos. Filho e neto dos saudosos Sérgio Diniz e Zezé Brabosa, respectivamente, Rafael aposta não só no referencial familiar para ser um bom político, mas também no seu próprio perfil em lidar com determinadas situações.
Apontado como principal figura da renovação do Legislativo, Diniz foi eleito na coligação do PPS, PDT e PPL, que tinha também como candidato o vereador e presidente da Câmara, Nelson Nahim, que, apesar de ter obtido mais votos que muitos eleitos, não conseguiu uma vaga, porque a coligação só fez votos suficientes para eleger um.
Conversas nos bastidores da política dão conta que a eleição de Rafael interessava mais que à oposição, já que a não reeleição de Nahim seria um desejo do próprio irmão Anthony Garotinho, líder maior da situação e desafeto declarado do presidente da Câmara. Perguntado se acredita que houve ajuda indireta de Garotinho para a sua vitória, Rafael disse que desconhece isso e que nunca aconteceria com o seu consentimento. “Posso dizer que o Nahim vai fazer muita falta na Câmara”, destacou.
Outros assuntos abordados no programa foram os aumentos de cadeiras e salarial na Câmara, formação da Mesa Diretora, além de projetos. “Como filho de professores, meu compromisso é com a Educação, mas também vou focar na Saúde, no jovem e no idoso. Quero abrir espaço para a participação de pessoas com conhecimento técnico, pois é importante que certos assuntos tenham esse parecer a mais”, afirmou.
Mais informações na edição da Folha deste sábado.
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Fred diz que presença do povo na Câmara será a oposição
21/01/2017 | 16h38
O vereador Fred Machado teve que mostrar durante a campanha que tinha mais que o referencial da irmã — a prefeita de São João da Barra, Carla Machado — para convencer aos seus 4.956 eleitores de que pode ser um bom vereador em Campos. Mas foi no trabalho desenvolvido enquanto secretário de Assistência Social, na gestão da irmã, que Fred acredita ter conseguido se preparar para atuar como vereador. Ele reconhece de todas as vantagens de ter seu nome atrelado a quem ele chama de “líder maior na política”, mas também sabe que a ligação pode lhe trazer ataques e perseguições.
— Digo que tenho muito orgulho de ter essa ligação com a minha irmã e que estou preparado para fazer por Campos o mesmo que eu fiz enquanto fui secretário dela. Quero estar perto do povo e quero que o povo também tenha mais participação na Câmara, pois é lá que a população vai ver de fato quem está trabalhando e fará a oposição. Se por algum motivo eu sofrer algum tipo retaliação, por ser apontado como oposição, o povo vai ver porque não é bobo. Se eu for atacado, pode ter certeza que tenho muito mais para mostrar do que eles têm para falar de mim — destacou o vereador, que não teme que as recentes denúncias feitas contra sua irmã reflitam em sua imagem. “Tudo vai ser esclarecido e o que eu tiver que responder, vou fazer na maior tranquilidade”, completou.
Fred disse ainda que independente da ligação com a irmã, tem um compromisso o PSD, partido pelo qual foi eleito. “As minhas decisões na Câmara também serão tomadas de acordo com a orientação do meu partido”, afirmou o vereador, que espera, inclusive, um posicionamento sobre a escolha da mesa diretora. “Com certeza não vamos ter espaço, mas isso não me impedirá de fazer o melhor trabalho”, ressaltou.
Mais informações podem ser conferidas na edição da Folha desta sexta-feira. O último entrevistado será o vereador Rafael Diniz do PPS.
De volta aos Garotinhos, Adbu diz que vai acatar decisões do grupo
21/01/2017 | 16h38
Reeleito com 4.997, o vereador Abdu Neme foi o mais votado do PR e o terceiro entre os 25. Tal expressão, segundo ele, só foi possível diante do trabalho desenvolvido na luta, principalmente, por uma Saúde melhor no município. Ao participar do Folha no Ar, Abdu demonstrou satisfação não só com a reeleição, mas com sua reaproximação com o grupo dos Garotinhos, no qual iniciou na política.
Antes na oposição, Adbu durante esta legislatura voltou também a fazer parte do mesmo partido do casal Garotinho. No PR, o vereador viu também seus pedidos atendidos com mais facilidade pela bancada governista e, sucessivamente, pela prefeita Rosinha Garotinho. O hospital da Baixada, que muitas vezes foi dado como esquecido por ter sido solicitado por ele, finalmente está saindo do papel, coincidentemente ou não, após a sua volta para o grupo político.
Mas a reaproximação pode dar a Abdu Neme ainda mais visibilidade nessa próxima legislatura, ou até mesmo fora dela, já que ele é um dos cogitados a assumir a secretaria municipal de Saúde. O vereador não confirma nada, mas também não descarta. O discurso é de alinhamento com a decisão do grupo político. Perguntado se o distanciamento do passado poderia atrapalhar o futuro, inclusive à frente da presidência do Legislativo. “Esse distanciamento não existe mais. Mas todas essas questões só serão colocadas após o dia 28, já que o Garotinho e a Rosinha ainda estão empenhados em eleições que acontecem em municípios, onde há interesse do grupo”, destacou o vereador com um fiel escudeiro. "O que o grupo decidir, eu vou acatar", completou.
Mais informações sobre a entrevista de Abdu podem ser conferidas na edição da Folha desta quinta-feira. O entrevistado deste dia será o vereador Fred Machado do PSD.
Dayvison Miranda: novo salário vai dar mais condições de trabalho
21/01/2017 | 16h38
Mais do que concorrer com cerca de 630 candidatos a vereador, o eleito Dayvison Miranda do PRB teve também pela frente uma disputa forte dentro da própria coligação com o PR, no chamado “Pacto Republicano”. Apontado como o candidato da Igreja Universal e apoiado pelo vereador Vieira Reis, Dayvison teve concorrentes fortes na coligação, como o comunicador Alexandre Tadeu (o segundo mais votado com 5.341 votos), além de vários candidatos apoiados pelo governo, que antes da eleição ocupavam cargos na atual gestão, inclusive secretarias. No PR também tinham atuais vereadores, como Kellinho, que não conseguiu se reeleger.
— Foi uma disputa difícil e com a ajuda de amigos e pastores não só da minha igreja, mas também de outras religiões, eu consegui os 4292 votos. Eu tinha uma atuação na Câmara, onde era subchefe de gabinete do Vieira Reis, que me ajudou muito na conquista dos votos. As pessoas que não sabiam que ele não era mais candidato, ele pedia voto para mim — destacou Dayvison, ao participar do Folha no Ar desta terça-feira, ressaltando que o PRB já tem um plano para Vieira Reis, mas sem revelar qual.
Eleito dentro do “Pacto Republicano”, Dayvison Miranda está disposto a seguir as orientações do grupo na formação da mesa diretora da Câmara. Outros assuntos comentados durante a entrevista foram o aumento no número de cadeiras no Legislativo e o reajuste salarial de mais de 60% para os vereadores. “Para quem quer trabalhar d verdade e fazer uma boa gestão, o salário vai dar mais condições para isso”, disse.
Toda entrevista com o vereador pode ser conferida na edição da Folha da Manhã desta quarta-feira. Neste dia, o Folha no Ar recebe o vereador reeleito Abdu Neme do PR.
Eleito na oposição, José Carlos já se alinha com a situação
21/01/2017 | 16h38
Dando sequência às entrevistas com os vereadores eleitos em Campos, o Folha no Ar desta segunda-feira recebeu José Carlos do PSDC, eleito com 2.931 votos, na coligação com o PMN, que fez parte do grupo de oposição do município. Mas mesmo se elegendo em uma coligação ligada à oposição a prefeita Rosinha Garotinho, José Carlos afirmou que já se alinha com a situação.
O partido ao qual José Carlos faz parte é presidido no estado pelo deputado João Peixoto, ligado ao governador Sérgio Cabral, um dos desafetos do casal Garotinho. “Já estive como o deputado estadual e ele me deixou a vontade quanto a me posicionar favorável à prefeita Rosinha Garotinho”, disse o vereador eleito, sem demonstrar qualquer preocupação quanto a infidelidade partidária.
O eleito também demonstrou personalidade quanto o reajuste salarial e a formação da mesa diretora da próxima legislatura. “Eu estou satisfeito com o salário e acho que ele dará mais condições aos vereadores de trabalhar. Acredito que muitos não se reelegeram porque não tiveram recursos para bancar transporte e celular para atender bem à população. Pretendo inclusive levar a discussão na Câmara a possibilidade dos vereadores terem suporte com veículo, celular e combustível dentro de uma cota”, destacou José Carlos, ressaltando que pretende ocupar uma vaga na mesa diretora.”Já fui procurado por dois vereadores que querem a apoio para a presidência, mas eu não decidi ainda. Pretendo ocupar sim uma vaga da mesa”, destacou.
Nesta terça-feira será publicada matéria na íntegra na Folha. À tarde é a vez do estreante na Câmara, Dayvison Miranda do PRB, participar do Folha no Ar.
Magal diz que vai sentir falta de Odisséia e Miguelito aposta na diferença
21/01/2017 | 16h38
Um já é conhecido por estar indo para o seu quarto mandato como vereador; outro chega ao Legislativo depois de uma eleição marcante e de muita aceitação. No Folha no Ar desta sexta-feira, Magal e Miguelito mostraram disposição e que são fiéis às decisões tomadas pelo grupo político. Na pauta das entrevistas assuntos como: renovação do Legislativo, aumento no número de vereadores, reajuste salarial e eleição da mesa diretora.
Líder do governo na câmara, Magal foi o 12º mais votado com 3.894 e o primeiro a ser a beneficiado pela sobra na coligação PR e PRB. Na linha de frente de muitas polêmicas nesta atual legislatura, o vereador pretende seguir como líder e até arriscar uma oportunidade na presidência da câmara, mas ressalta que tudo será feito de acordo com a vontade do seu grupo político.
Mesmo tendo protagonizado discussões acaloradas com a vereadora Odisséia Carvalho do PT, Magal afirmou que vai sentir falta da colega de trabalho. “Falo isso sem deboche e ironia. Acho que a câmara perdeu com a não reeleição da Odisséia, pois ela acrescentava nas discussões do Legislativo. Nossos embates sempre foram dentro do campo político”, destacou, salientando que vai ser o mesmo Magal de sempre e que não vai fugir de polêmicas.
Já o vereador estreante Miguelito do PP foi eleito com 3.566 votos. Esta foi a sua terceira tentativa para entrar no Legislativo, dentro da linha de grande renovação da atual formação da câmara, já que dos 17 vereadores apenas seis permaneceram. “Posso garantir a população que sou diferente, a começar pela minha voz”, brincou o vereador, que por conta de um problema de saúde ficou com as cordas vocais comprometidas.
Morador da área do Parque São Benedito, Miguelito foi apontado como uma das investidas de Garotinho na área de votação do irmão e desafeto, Nelson Nahim, para o enfraquecimento de sua candidatura e, consequente, derrota confirmada no pleito. Mas o vereador eleito afirma desconhecer isso. “Sou morador da área assim como Nahim e outros candidatos. Trabalho há 12 anos para isso e a reposta veio nas urnas”, disse Miguelito que dobrou a sua votação nesta eleição se comparada com a de 2008.
Hirano não descarta ficar na Saúde e Tadeu fala em vereador mais presente
21/01/2017 | 16h37
Mais dois estreantes na Câmara de Vereadores de Campos estiveram no Folha no Ar desta quinta-feira. O primeiro entrevistado foi o médico Paulo Hirano do PR, quinto mais votado com 4.836. Sempre com uma postura de fiel escudeiro, Hirano mais uma vez se colocou à disposição do grupo político. Seu plano inicial, segundo ele, é assumir a vaga no Legislativo, mas também não descartou a possibilidade de permanecer na secretaria municipal de Saúde, de onde saiu para se candidatar e, mesmo sendo alvo de críticas por parte da população e oposição, conseguiu uma votação expressiva.
Outro entrevistado do programa foi vereador eleito Alexandre Tadeu do PRB, o segundo mais votado com 5.341. Assim como Hirano, ele falou sobre assuntos como: a renovação do Legislativo, aumento de cadeiras de 17 para 25, formação da mesa diretora da câmara e o recente reajuste salarial dos vereadores, quando ambos destacaram a legalidade. “O reajuste não é ilegal, mas sim imoral diante do que foi dado aos servidores em 5,1%”, destacou Tadeu.
O jornalista, que tem um programa diário em uma emissora de Campos, ficou conhecido na cidade por uma postura combatente. “O fato do meu partido está coligado a base do governo não quer dizer que eu não vá manter a minha posição. A minha votação revelou o que eu percebia nas minhas caminhadas e reuniões. A população quer um vereador mais presente e atuante, por isso sei do meu compromisso em honrar cada um dos meus 5.341”, finalizou.
Nesta sexta-feira, os entrevistados são o vereador reeleito Jorge Magal do PR e o estreante Miguelito do PP.
Jorge Rangel diz que revisão salarial é conversa fiada de antes da votação
21/01/2017 | 16h37
Uma das polêmicas desta eleição ficou evidenciada no Folha no Ar desta quarta-feira durante as entrevistas dos vereadores Jorge Rangel do PSB (reeleito) e o estreante da Câmara Fábio Ribeiro do PR. O PSB, que só fez um vereador, já entrou com um recurso na Justiça para validar os mais de 530 votos dados ao candidato do partido Alexandre Mocaiber, que podem alterar a composição da próxima Câmara, tirando uma das vagas da coligação do PR, que seria justamente a do ex-secretário de Administração Fábio Ribeiro, que passaria a ser ocupada pelo atual vereador Altamir Bárbara. Mas durante a entrevista Fábio demonstrou tranquilidade e aposta na jurisprudência aplicada em outras questões que só consideram o voto válido para aquele candidato que obtém o registro deferido no momento da votação, o que não aconteceu com Mocaiber.
Durante o programa uma declaração do vereador Jorge Rangel chamou a atenção, ao desafiar os novos vereadores a colocar em discussão a revisão do reajuste salarial. “É conversa fiada de antes da votação. Quero ver quando chegar lá e conhecer todos os encargos, se vão pensar da mesma forma. Bom deixar claro, que o reajuste aprovado pela gente foi apresentado pela mesa da Câmara, levando em consideração os salários dos deputados estaduais, que por sua vez são baseados nos vencimentos dos deputados federais. Na verdade, o que precisa ser revisto é forma como este reajuste é dado, já que só acontece a cada quatro anos e ainda inclui as férias e o décimo terceiro. O reajuste deveria ser como é para o servidor, anual e nos mesmos patamares para todo o país”, completou.
Mas este não foi o único assunto abordado com os entrevistados, que fazem parte do grupo de 19 dos 25 vereadores da base aliada. Os dois se sentem aptos a ocuparem a mesa diretora na próxima legislatura, mas entendem também que a decisão deverá ser tomada em grupo.
Os entrevistados desta quinta-feira são os novatos na Câmara: Paulo Hirano e Tadeu.
Genásio e Auxiliadora são mais dois estreantes na Câmara
21/01/2017 | 16h36
Dois estreantes na Câmara de Vereadores de Campos participaram do Folha no Ar desta terça-feira. Em um dos blocos, o entrevistado foi o vereador eleito Genásio do PSC, que foi o mais votado do seu partido com 3.305 votos, ficando inclusive na frente do vereador Dante, que não conseguiu se reeleger. Policial Militar, Genásio ficou mais conhecido em 2010, quando disputou a uma vaga de deputado estadual, conquistando mais de sete mil votos.
— Em 2010, as pessoas puderam conhecer um pouco mais de mim e viram que eu prego muito a transparência e a presença nos bairros — destacou Genásio, que opinou ainda sobre o aumento salarial dos vereadores e a formação da mesa diretora da câmara. Segundo ele, todas essas decisões serão tomadas de acordo com a discussão do grupo, mas já adiantou que não concordou com o reajuste salarial dado aos vereadores.
No último bloco do programa, a entrevistada foi a professora Auxiliadora Freitas, que participou de pela primeira como candidata em uma eleição e sagrou-se vencedora pelo PHS com 2.647 votos. Uma das integrantes de frente do grupo dos Garotinhos, Auxiliadora se diz motivada para este novo desafio e pretende focar sua legislatura na Educação e Cultura. “Vou fazer uma política seguindo os bons costumes cristãos, trilhando o mesmo caminho que sempre percorri dentro da dignidade”, destacou.
Para o Folha no Ar desta quarta-feira já está confirmada a entrevista do vereador Jorge Rangel do PSB, reeleito com 4.558 votos. O outro convidado é outro estreante na Câmara, o ex-secretário municipal de Administração Fábio Ribeiro, eleito com 3.557 votos.
Gil sugere que vereadores doem parte do seu salário
21/01/2017 | 16h36
Nesta semana o Folha no Ar segue com a rodada de entrevista com os vereadores eleitos para os próximos quatro anos. Hoje, o programa recebeu o reeleito Gil Vianna do PR. Ele é um dos seis vereadores que permanece no legislativo, já que houve uma grande renovação no quadro. Com 4.328, Gil Vianna enfrentou um grupo forte até mesmo dentro da coligação do seu partido com o PRB, que fez sete vereadores. Além dele, era aguardado também no Folha no Ar o vereador Ozéias do PTC, que teve um imprevisto e terá sua entrevista remarcada.
Gil falou sobre projetos na Câmara, aumento de cadeiras para 25 para a próxima legislatura, formação da mesa diretora e ainda sobre o aumento salarial de mais de 60% dado recentemente pelos vereadores a eles mesmos. “Ainda não nos reunimos para discutir nada depois da eleição. Sobre a mesa diretora eu não gosto de ficar especulando, mas vou respeitar a decisão do grupo, mas se tiver uma oportunidade vou agarrar”, disse o vereador. Ele ainda comentou que os vereadores que não concordam com o reajuste salarial deveriam fazer como ele doar uma parte para alguma instituição, a exemplo do que ele faz com a Apape. “Falar em fazer o bem é fácil, quero é fazer. Sugiro que o vereador que não concorde com o reajuste doe parte dele para alguma instituição”, destacou.
Nesta terça-feira os entrevistados são dois vereadores eleitos pela primeira vez: Tadeu do PRB (o segundo mais bem votado) e Genásio do PSC com 3.305 votos.
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Rodrigo Gonçalves
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