Vacinas contra Covid e Doenças Renais
19/09/2021 | 10h52
sciencedaily
A Agência Européia de Medicamentos (EMA) está realizando pesquisas sobre a possível relação entre vacinas contra COVID-19 e doenças renais. 
Dados alarmantes sobre o desenvolvimento de glomerulonefrite e síndrome nefrótica em vacinados tem surgido em toda a Europa, principalmente associados às vacinas da PFIZER e MODERNA. 
Além dessas doenças, investiga-se também o surgimento de eritema multiforme, que são lesões na pele com coloração roxa ou avermelhada, na face e outras áreas devido a uma forte reação alérgica a componentes das vacinas.
Outras patologias investigadas incluem miocardite e pericardite, cujos casos se elevaram substancialmente após a vacinação. 
Como a investigação ainda é preliminar, a EMA não divulgou dados sobre os números de casos, mas espera-se que as conclusões sobre essas reações levem à suspensão de algumas vacinas, como o caso da AztraZeneca e da Jansen (Johnson e Johnson), que tiveram a compra suspensa pela Comissão Europeia. 
A nossa intenção aqui é informar, afinal ciência não é questão de opinião, mas de fatos. 
 
 
 
 
 
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Vacinas contra COVID e reações graves
12/09/2021 | 08h28
Pesquisadores do FDA (Food and Drug Administration), equivalente à nossa ANVISA e do CDC (Disease Control Center = Centro de Controle de Doenças), tem alertado sobre possíveis riscos graves à saúde após a aplicação de vacinas contra covid 19. 
As investigações surgiram quando vários casos de reações graves foram sendo relatadas por médicos de todo o mundo:
 _ O Dr. Hossein Sadrzadeh, do Boston Medical Center, sofreu uma brutal reação alérgica após a aplicação da vacina da Moderna. Segundo o próprio médico, "se eu não estivesse com minha caneta de Adrenalina, estaria entubado agora e em estado muito grave, senão morto."
Outros casos estão sendo investigados associados à vacina da Pfizer-BioNTech.
Nos EUA já existe a recomendação que pessoas alérgicas evitem essa vacina. 
Há fortes indícios que uma substância utilizada na preparação da vacina seja a responsável por essas reações alérgicas: O Polietilenoglicol (PEG). 
O PEG é um derivado de petróleo (não-degradável), usado amplamente tanto em áreas médicas quanto na indústria. 
Explicando: ambas as vacinas, Pfizer e Moderna utilizam partículas envolvidas por PEG (uma espécie de plástico) para levar o material (RNA) da vacina até as células. 
O problema é que são bilhões de nanopartículas e ao serem absorvidas pelo organismo fariam o sistema imune responder contra elas, o que reduziria a eficácia dessas vacinas, além do risco grave de reações alérgicas.  
O Dr. Peter Marks (Diretor do Centro de Avaliação e Pesquisas Biológicas do FDA) já alertava em dezembro de 2019, que o número de reações alérgicas ao PEG é bem maior do que se pensava. 
Um artigo recente *, publicado em agosto de 2020 na Advanced Drug Delivery Reviews alerta sobre os mesmos riscos citados acima.
O próprio Ken Frazier, Presidente e CEO da principal produtora de vacinas em todo o globo (a farmacêutica Merck & Co.) já alertava em 2019:
"_Se uma vacina será aplicada em bilhões de pessoas, é fundamental você saber o que essa vacina faz".
 Aviso este que parece ter sido ignorado por governantes de todo o mundo. 
"Vacinas devem ser aplicadas em pessoas saudáveis e não se aplicar em milhões de pessoas, sem um rígido processo de aprovação, particularmente quando os fabricantes se recusam a assumir qualquer ônus ou responsabilidade pelo seu produto." Conclui o Dr Peter Marks. 
 * Anti-PEG antibodies: Properties, formation, testing and role in adverse immune reactions to PEGylated nano-biopharmaceutical. 
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Anticorpos Defeituosos Agravam Covid 19
29/08/2021 | 07h58
bbc.com
Dois estudos bem recentes tentam explicar o porquê de algumas pessoas com Covid evoluírem com gravidade, enquanto outros se recuperam sem maiores consequências.
Há mais de uma ano, cientistas de um consórcio internacional afirmam que mais de 10% dos pacientes com Covid produzem auto anticorpos. OU seja, produzem anticorpos que não defendem, mas atacam o próprio organismo. 
Os novos estudos são abrangentes e analisaram 3500 pacientes. 
Os dados foram publicados na Science Immunology e mostram que 15% das pessoas com formas graves de Covid apresentavam esses anticorpos falhos ou defeituosos, e pior, a grande maioria falece. 
Segundo os pesquisadores, alguns linfócitos B (células do sistema imune que secretam anticorpos) passam a produzir anticorpos contra interferon tipo 1. 
Os interferons são moléculas produzidas pelo sistema imune e exercem um papel fundamental na resposta contra invasores, como os vírus.  
Os novos dados mostram também, que pessoas com mais idade tendem a apresentar esses anticorpos falhos com muito mais frequência.
Os pesquisadores acreditam que muito em breve será possível identificar com rapidez as pessoas que produzem esses anticorpos, prevendo assim um caso mais grave de Covid.  
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Ômega 3 aumenta expectativa de vida em cinco anos
18/08/2021 | 07h56
Após onze anos de estudo, acompanhando 2.200 indivíduos acima dos 65 anos, pesquisadores espanhóis afirmam que o consumo regular de ácidos graxo da família ômega-3 aumenta a expectativa de vida em cerca de 5 anos. 
Os dados não são novos, pois há muito se sabe que esses óleos são benéficos à saúde em geral.
O estudo traz como novo o fato de que esses nutrientes não auxiliam apenas a saúde cardiovascular, mas também o sistema imunológico, na prevenção de tumores e a saúde hormonal. 
Há ainda dados promissores sobre a prevenção de desordens neurológicas, como Alzheimer, Parkinson e Esclerose Múltipla. 
De acordo com a pesquisa, cerca de 1000 mg de ômega-3 diariamente já trariam os benefícios citados. 
Importante ressaltar que não adianta ingerir uma grande quantidade em um dia e levar semanas sem ingerir esses lipídios insaturados.
O ideal é que o consumo seja diário.
A ingestão pode ser em suplementos alimentares ou alimentos. 
Lembro aqui que a sardinha é uma fonte excelente e ainda fornece proteínas nobres, zero carboidratos e mesmo a enlatada contem pouco sódio e não contem conservantes. 
Isso mesmo, se algum "entendido" demonizar aquela sardinha enlatada superprática, se desculpe, dê as costas e saia andando ...
OBS: nunca consuma enlatados amassados ou enferrujados.  
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Mistério inglês: número de casos de Covid 19 despenca.
08/08/2021 | 06h47
A comunidade científica está diante de uma "sinuca de bico" com o que vem ocorrendo na Inglaterra. 
O país europeu com o maior número de óbitos por covid, cerca de 130.000, tem mostrado uma redução pronunciada no número de casos confirmados pelo novo coronavírus. 
Noticia excelente!
Pois bem, o que não se consegue explicar é que essa queda vertiginosa se dá no momento em que as restrições à população foram quase totalmente removidas pelo governo Boris Johnson, a partir de 19 de julho.  
Na verdade, as autoridades inglesas esperavam um aumento nos casos, que superavam 50.000 por dia, mas para a surpresa de pesquisadores e infectologistas, as infecções se reduziram por mais de uma semana seguida. 
O número de casos se estabilizou e, mesmo com uma pequena retomada de crescimento, as taxas de infecção ficam bem abaixo do observado antes da suspensão das restrições sociais.
Milagre? Certamente não.
O governo inglês apostou forte em vacinação em massa e liberação da população para voltar ao "normal".
O epidemiologista Neil Ferguson (Imperial College of London), popularmente apelidado de "Doutor Confinamento", por ter sido enfático ativista de restrições, reconhece que levará várias semanas para que se entenda a relação entre o fim das restrições e essa redução.
Ressalto aqui que esperava-se 200.000 casos diários em agosto, exatamente devido à flexibilização na conduta dos cidadãos ingleses. 
A chamada imunidade de rebanho não explica o fato, pois a redução seria bem mais gradual, se fosse o caso... 
O risco é que se considere que a epidemia já passou e a população relaxe de vez. Lembrando que as temperaturas altas observadas naquele país favorecem encontros ao ar livre...só que o outono inglês vem aí, com encontros em locais fechados e lotados...do jeito que o Covid 19 gosta.
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Rebeca Andrade Ouro no Salto!
01/08/2021 | 06h53
Neste domingo, acaba de se eternizar a atleta brasileira e do Clube de Regatas do Flamengo Rebeca Andrade:
medalha olímpica de ouro no salto feminino!!!
Importante ressaltar que todos os atletas do flamengo possuem suplementação nutricional altamente específica e individualizada.
Ciência e esporte são indivisíveis!    Parabéns Rebeca!!!
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Estresse e cabelos brancos
04/07/2021 | 07h51
purepeople
A frase clássica "estou ficando de cabelos brancos com esse problema" ganhou suporte científico, de acordo com um estudo do Centro Médico da Universidade de Columbia. 
Acreditava-se que cabelos que tivessem saído dos folículos pilosos não mudariam mais de cor. 
Segundo os pesquisadores, não é bem assim. 
Os cabelos perdem pigmentação em períodos de estresse e, parece que quanto maior esse estresse, mais rápido ocorre o clareamento.
Curiosamente, a pesquisa mostra que uma vez removida a fonte do estresse, os cabelos tendem a retornar a cor original.  
Os pesquisadores pretendem agora elucidar quais as vias envolvidas no processo. Provavelmente há uma ligação entre a atividade das mitocôndrias e a atividade de certas áreas do cérebro. 
Resta saber como evitar uma população inteira grisalha com essa pandemia...
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Dieta Planetária ou Universal
20/06/2021 | 06h58
go outside
Um estudo conduzido de 1960 a 2013, analisou o consumo de 18 grupos de alimentos em 173 países e a conclusão é que comemos cada vez mais parecido, não importa aonde.
Os resultados foram publicados na Nature Food e exibem profundas mudanças nessas 5 décadas, na maioria dos países.
O desenvolvimento econômico de países asiáticos, notadamente China, fez com que se passasse de uma dieta de subnutrição, para uma de superalimentação. 
O consumo de vegetais, que era dominante, foi trocado pelo aumento no consumo de carnes, ovos e leite. 
Os EUA permanecem sendo grandes consumidores de carnes, enquanto na América Latina observou-se aumento no consumo de fast foods. 
As mudanças no comércio internacional de gêneros alimentícios fizeram com que países que não tinham naturalmente acesso a certas frutas, por exemplo, pudessem tê-las o ano todo e em quantidade. 
Da mesmo forma a importação de carnes (suína, de aves e bovina) por países asiáticos, alterou as características milenares de suas dietas.
Apesar do aumento no consumo de proteínas nobres, infelizmente o que vemos é a disseminação do que não deveria ser popularizado, como o consumo de açúcares e gorduras...
Apesar do aumento no fluxo de informações científicas, a globalização alimentar tem se pautado pelo que nos aproxima de doenças, como obesidade, diabetes, hipertensão, etc. 
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Em Documento interno, Nestlé assume que mais da metade de seus produtos não são saudáveis
13/06/2021 | 09h13
Na semana passada, uma edição do Financial Times trouxe uma reportagem impactante: um documento interno, enviado a diretores da Nestlé seria categórico sobre muitos de seus produtos não serem nada saudáveis.
A empresa suíça é a maior do mundo em gêneros alimentícios e, com exceção de produtos infantis, rações animais, café e nutrição hospitalar, cerca de 60% de seus produtos não seriam saudáveis. 
De acordo com um sistema australiano de classificação de alimentos, que vai de 0 a 5, onde 5 representa um alimento saudável, apenas 37% dos produtos da Nestlé alcançariam nota superior a 3,5. 
96% das bebidas (exceto café), 99% dos doces e sorvetes são considerados nada saudáveis de acordo com a classificação citada. 
Surpreendentemente 18% das águas também foram classificadas como não saudáveis. 
Na verdade a notícia não surpreende quem é da área de nutrição e lê o mínimo sobre o tema.
Alguém considera que produtos como Kit Kat, Chokito, sorvetes como Prestígio ou Napolitano, bebidas como Nescau, e Nesquik, cereais matinais como Crunch e preparados congelados como Maggi sejam saudáveis?
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Bafômetro para COVID
29/05/2021 | 06h33
sciencedaily
Uma unanimidade em termos de abordagem a essa pandemia é a necessidade de testagem em massa. 
Quanto mais dados epidemiológicos se tem sobre uma dada patologia infecciosa e transmissível, mais eficientes se tornam as medidas de combate e controle de uma pandemia.
O exame mais preciso atualmente é o RT-PCR, onde é necessário coletar material da nasofaringe e orofaringe do indivíduo, procedimento longe de ser considerado confortável por todos. 
Pensando nisso, uma empresa holandesa (Breathomix) está desenvolvendo um novo método de testagem: um aparelho semelhante a um "bafômetro".
O dispositivo batizado de SpiroNose, não faz a detecção do vírus propriamente, mas de partículas em suspensão na expiração dos infectados: os chamados VOCS (Compostos Orgânicos Voláteis).
Acredita-se que pessoas infectadas apresentem alterações na função de linfócitos B, células de "defesa" produtoras de anticorpos. Os linfócitos B seriam responsáveis pela produção dos VOCS, liberados na expiração. 
A coleta é simples, feita com cinco a seis expirações no aparelho. O resultado sai em cerca de 3 minutos, segundo a empresa fabricante. 
 Os testes iniciais mostram eficácia de 95% na precisão do diagnóstico. 
A questão agora é aguardar a liberação dos órgãos reguladores e o valor de comercialização desse bafômetro. 
 
 
 
 
 
 
 
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Sobre o autor

Leonardo Gama

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