Haverá estandes com várias carnes suínas
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Foto: Divulgação
Após passar recentemente por cidades como Itaboraí, Belo Horizonte e Arraial do Campo, o Festival do Torresmo Autêntico chega a Campos nesta semana. A edição campista do evento começa nesta quinta-feira (6) e vai até domingo (9), no Cais da Lapa, com estandes de torresmo de rolo, várias carnes suínas e cervejas artesanais, além de seis shows. Entrada gratuita.
Estão confirmados como atrações Ângelo Nani e Eletrics Blues Sound, nesta quinta, e a banda Retrovisor, na sexta-feira (7), ambos às 20h. No sábado (8), os shows serão de Rico Sardinha e Madame Bardot, às 17h e às 20h, respectivamente, mesmos horários do Marcelo Benjá Trio e da banda Produto de Rock no domingo.
No que se refere aos expositores, o festival contará com estandes de estabelecimentos como Big Ben (torresmo e costela), DW (torresmo e costela), Chef Dindo (baião de dois e porco espalmado), Toro Burguer (hambúrgueres) e Torre de Pedra (espetos). As empresas campistas Deft Craft e Tatanka participarão vendendo chopes artesanais, bem como as marcas visitantes Hebling e Chopp do Barba. Também haverá presença de estabelecimentos como Rubinho Drinks, Laranja e Cia (suco natural), Seo Lelo (refrigerante e água), Petruchio Churros, entre outras. Complementam o cardápio de opções doces em geral, pastéis e cachorros-quentes.
Segundo a realização do Festival do Torresmo, o público contará com feira de artesanato e área infantil. É permitido ao público levar animais de estimação. Produzido pela Comedaria da Praça, o evento da secretaria de Turismo de Campos.
Maique reforça o garrafão rubro-negro
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Foto: Reprodução/Time Flamengo
Natural de Campos, o pivô Maique de Oliveira vai defender o Flamengo no basquete. O anúncio foi feito nessa terça-feira (4) pelo clube rubro-negro, que está montando um forte time para tentar recuperar a hegemonia recente na próxima temporada.
Oriundo do Parque Rosário e atualmente com 30 anos, o gigante de 2,11m de altura, com 108kg, tem uma carreira de destaque no esporte da bola laranja. Em Campos, defendeu o Automóvel Clube Fluminense. A nível nacional, teve passagens por Franca, Macaé, Liga Sorocabana, Botafogo, Vitória, Paulistano, Minas Tênis Clube e Corinthians, clube em que alcançou média de 12,1 pontos, 6,3 rebotes, 1,0 assistência e 15,9 de eficiência na última edição do Novo Basquete Brasil (NBB). Inclusive disputou mais uma edição do Jogo das Estrelas, fazendo parte do time de Olivinha, agora seu companheiro no Fla.
– Estou muito feliz em fazer parte desse clube grandioso, que é o Flamengo. Que seja uma temporada vitoriosa, com muitos títulos. Vamos juntos, Nação – disse o pivô.
Na última temporada, o Flamengo foi heptadecacampeão estadual de basquete de forma consecutiva, mas ficou com os vices do Torneio Super 8 e da Champions League Americas, além de ter sido eliminado na semifinal o NBB. Para a temporada 2023/2024, alem de vencer os torneios nacionais, o clube almeja também o título da Liga Sul-Americana, com objetivo de retornar à Champions League Americas, para qual não se classificou via NBB.
Auxiliadora já conta com aval de Wladimir
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Foto: Reprodução/Instagram
Ainda faltam 15 meses para a próxima eleição municipal, mas alguns nomes já movimentam o tabuleiro em Campos. Um deles é o da presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Auxiliadora Freitas, que oficializou a sua pré-candidatura a vereadora.
Presidente da Fundação Trianon durante o mandato da ex-prefeita Rosinha Garotinho, Auxiliadora já esteve na Câmara Municipal. Foi eleita em 2012, com 2.647 votos, ocupando uma cadeira de 2013 a 2016. Atualmente, está na presidência da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima desde o início da gestão Wladimir Garotinho, em 2021, e já era vista como natural candidata do governo a vereadora para o próximo ano. A pré-candidatura foi oficializada após reunião com o prefeito, definindo questões relacionadas à cultura e às mulheres como suas principais bandeiras para a campanha.
A Câmara de São Fidélis aprovou nesta quarta-feira (28) uma lei que determina a presença de artistas locais em eventos realizados pelo poder público municipal. Proposta pelo vereador Rodrigo Santana e aprovada por unanimidade, a Lei 025/2023 define que deve ser contratada uma atração local a cada três atrações externas. Havendo menos de três artistas ao todo, pelo menos um deve ser local.
São considerados artistas locais aqueles nascidos em São Fidélis, que moram e/ou realizam atividades artísticas com frequência no município. A lei vale para as programações da Festa de São Fidélis, da Exposição Agropecuária e de "qualquer festividade de alta relevância econômica para o município que traga atrações de renome nacional".
Ainda de acordo com o texto, não havendo interesse de artistas locais em participar de determinado evento, fica desobrigada a aplicação da lei, desde que haja comprovação. Quando os artistas desejarem participar, estes devem ser contratados, com a quantidade mínima determinada, ficando reservados ao palco alternativo, conhecido na cidade como segundo palco. Não havendo segundo palco, fica facultado ao poder público alocar a apresentação para a abertura ou o encerramamento de um show nacional no palco principal.
Alei será enviada ao prefeito de São Fidélis, Amarildo Alcântara, para sanção ou veto. Uma vez aprovada, seu cumprimento deve ser acompanhado pelo Conselho Municipal de Cultura. Fica o chefe do Poder Executivo autorizado a regulamentar o texto por decreto ou atos regulamentares, quando necessário.
Honrarias de Ao Livro Verde
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Foto: Rodrigo Silveira
Iniciado por lideranças empresariais, da cultura e do turismo de Campos, o movimento para evitar o fechamento da livraria mais antiga do Brasil chegou à Câmara Municipal. Foi lançada na sessão desta terça-feira (27) a campanha SOS Ao Livro Verde, com objetivo de tornar a livraria um patrimônio imaterial da cidade, e não apenas o seu prédio, tombado pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural de Campos dos Goytacazes (Coppam) desde 2013. Já assinado por 14 vereadores, um documento será enviado ao Coppam e também à Procuradoria geral do município.
— Vamos tentar salvar esse patrimônio, que é nosso e não podemos perder — disse na sessão o vereador Nildo Cardoso, destacando que seu primeiro emprego foi na Ao Livro Verde, em 1973.
Nildo participou da sessão usando uma camisa da Ao Livro Verde. Além de fazer o requerimento verbal para o envio do documento ao Coppam e à Procuradoria do município, aprovado por unanimidade, ele sugeriu outras medidas. Uma delas foi destinada ao presidente da Câmara, Marquinho Bacellar, pedindo que solicite ao seu irmão e presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, uma ajuda à Ao Livro Verde. Segundo Nildo, quase R$ 1,5 milhão das dívidas, totalizadas em 1.886.264,91, são débitos junto ao Banco do Brasil, ao Itaú, ao Bradesco e à Caixa Econômica Federal. Foi sugerida pelo vereador a renegociação desses débitos, com parcelamento sem juros. Por fim, Nildo pediu que seja marcada uma audiência pública na Câmara, para o tema ser debatido pelos vereadores com entidades culturais.
Conforme divulgado jornalista Vitor Menezes e confirmado pelo blog nessa segunda-feira (26), desde o dia 31 de maio tramita na 5ª Vara Cível da Comarca de Campos um pedido de autofalência de Ao Livro Verde. Fundada em 1844, a livraria consta no “Guinness Book”, o livro dos recordes, como a mais antiga do Brasil. Desde que a Folha da Manhã noticiou o risco de fechamento de Ao Livro Verde, no último dia 14, foi fortalecido um movimento com intuito de evitar tamanha perda histórico-cultural. Um abraço no prédio de Ao Livro Verde está marcado para a próxima sexta-feira (30), às 15h, com participação de representantes do setor cultural de Campos.
Bar fechou as portas no ano passado
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Foto: Wellington Cordeiro
Fechado há quase um ano, o tradicional bar Ao Gato Preto pode reabrir as portas. O nome e a placa do centenário empreendimento foram comprados por Edu Cabeça, dono do Boteco do Cabeça, que tem se destacado no cenário dos bares campistas. O objetivo do empresário é promover a reativação, mas na praça do Santíssimo Salvador ou em endereço próximo, em ponto ainda indefinido.
— Temos essa esperança de voltar com o Gato. Na verdade, a gente não o quer longe do Centro. Então, a gente está buscando um ponto, fazendo uma pesquisa para reabrir esse bar centenário — afirmou Edu ao blog.
A aquisição da marca de Ao Gato Preto por Edu Cabeça pode representar novos ares ao bar, que fez história por seus peculiares aperitivos e por ser um ambiente ambiente de convivência democrática. Edu vem obtendo sucesso com seu Boteco do Cabeça, atualmente um ponto de encontro da boemia, especialmente em momentos pós-expediente, na praça do Canhão. Seu principal petisco, o torresmo de rolo, foi o campeão do 1º Festival de Comida de Boteco de Campos, promovido em abril pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade.
Histórico — Com cerca de 100 anos de funcionamento até 2022, Ao Gato Preto foi tombado como patrimônio imaterial histórico e cultural de Campos em 2014. Por conta do alto valor de aluguel em seu endereço histórico, à rua 21 de Abril, no Centro, o bar fechou as portas em março de 2019. Esse fechamento ocorreu apenas dois meses após a morte de José Carlos Barbosa, o Zé Psiu, proprietário desde a década de 1980. Visando manter o legado, Paulo César Barbosa, filho de Zé Psiu, chegou a reabrir o bar na rua Barão de Amazonas, quase na avenida XV de Novembro, poucos dias depois do adeus à rua 21 de Abril. Porém, um novo fechamento aconteceu em agosto do ano passado.
Ao Livro Verde foi fundada em 1844
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Foto: Rodrigo Silveira
Desde que a Folha da Manhã noticiou o risco de fechamento de Ao Livro Verde, no último dia 14, foi fortalecido um movimento com intuito de evitar tamanha perda histórico-cultural. Afinal, a livraria não apenas é a mais antiga de Campos, como também a mais antiga do Brasil, fundada em 1844. O que a população campista ainda desconhecia é que, desde 31 de maio, já tramita na 5ª Vara Cível da Comarca de Campos um pedido de autofalência do empreendimento. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo jornalista Vitor Menezes e confirmada pelo blog na tarde desta segunda-feira (26).
De acordo com a petição inicial, Ao Livro Verde possui R$ 1.886.264,91 em dívidas, enquanto seu ativo total é de R$ 735,808,55, entre estoque de mercadorias, saldo em caixa, saldo em conta bancária e recebíveis de cartão de crédito. Inclusive, foi solicitada gratuidade de Justiça, provisoriamente deferida após embargos de declaração.
Em entrevista à Folha no último dia 13, quando a livraria completou 179 anos, seu atual proprietário, Ronaldo Sobral, demonstrou preocupação com o futuro da mesma. "Meu interesse é vender a livraria para um grupo forte. Com o crescimento das vendas pela internet, imagina o valor que pode ter o site da Ao Livro Verde, pelo nome e pela tradição que esta livraria possui", disse na ocasião.
O comentário de Ronaldo Sobral foi feito durante um café da manhã organizado pelo presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campos, Edvar Júnior, como forma de buscar alternativas para que o fechamento seja evitado. Além de Ronaldo e Edvar, também participaram do encontro o responsável técnico pelo escritório regional do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) no Norte Fluminense, Geovani Laurindo Filho; o presidente do grupo de Comerciantes e Amigos da Rua João Pessoa e Adjacências (Carjopa), Expedito Filho; o presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejo) de Campos, Maurício Cabral; o superintendente da CDL Campos, Nilton Miranda; a subsecretária municipal de Turismo, Patrícia Cordeiro; o arquiteto Renato Siqueira; o guia turístico Everaldo Reis; o jornalista e poeta Aluysio Abreu Barbosa, diretor de Redação da Folha; e o também jornalista Aloysio Balbi.
No último dia 21, vários membros da Academia Campista de Letras (ACL) celebraram o 84º aniversário da entidade com um café da manhã em Ao Livro Verde, reforçando o movimento de apoio. Estiveram presentes acadêmicos como o advogado, professor e escritor Christiano Fagundes, presidente da ACL; o jornalista e professor Fernando da Silveira, frequentador assíduo da livraria; o advogado Levy Quaresma; o poeta e escritor Adriano Moura; o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Campos, Genilson Paes Soares; a historiadora Sylvia Paes, atual gerente de Artes e Culturas da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima; a médica e escritora Vanda Terezinha Vasconcellos, ex-presidente da ACL; o professor Hélio de Freitas Coelho, ex-presidente da Câmara Municipal, entre outros. Nas redes sociais, um abraço em Ao Livro Verde é convocado pela professora, escritora e poeta Sol Figueiredo, presidente da seccional campista da Academia de Letras do Brasil (ALB). A iniciativa está prevista para sexta-feira (30), às 15h, com os participantes vestindo roupas verdes.
Stand-up será no dia 10 de agosto
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Foto: Divulgação
Em alta com o programa “Que história é essa, Porchat?”, do GNT, o ator e humorista Fábio Porchat se apresentará no Teatro Municipal Trianon, em Campos, no dia 10 de agosto. E a procura por ingressos tem sido enorme, o que levou à abertura de uma segunda sessão. A primeira, agendada para as 21h, está com a plateia esgotada e apenas um ingresso restante para o balcão. A nova sessão foi programada para as 19h e também já teve vários ingressos comercialiados pelo site megabilheteria.com.
O perfil do Trianon no Instagram divulgou nesse domingo (25) que o show de humor “Histórias do Porchat” está em cartaz. Foi o suficiente para praticamente acabarem os ingressos da sessão das 21h, vendidos em sua maioria com antecedência, a partir da noite da última segunda-feira (19). Na tarde desta segunda (26), a assessoria da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL) confirmou ao blog que a produção do evento viabilizou a sessão das 19h. As duas primeiras filas da plateia já foram completadas para a nova sessão, além de já haver ingressos vendidos em várias outras fileiras.
Em “Histórias do Porchat”, o humorista conta várias situações já vividas por ele em suas inúmeras viagens pelo mundo. São momentos que vão desde uma massagem na Índia até encontro com gorilas, safaris na África e dor de barriga no Nepal. O ingresso inteiro custa R$ 120, com meia-entrada a R$ 60 para professores e outros funcionários do quadro escolar, estudantes e idosos. A meia também é válida para pessoas com deficiência, com direito a um acompanhante, cada.
Nos dias 7, 8 e 9 de julho, será realizada a primeira edição do Festival Gastronômico de São Fidélis. A iniciativa é da Associação Cultural Paulo Fernando Abreu Valente, com uma programação que incluirá barracas de comidas e bebidas, workshop com o chef Vicente Maia, roda de samba e shows de artistas locais. Todo o evento acontecerá no Centro da cidade, com movimentação na praça Guilherme Tito de Azevedo e na Biblioteca Municipal Corina Peixoto de Araújo, onde haverá o workshop.
A Associação Cultural Paulo Fernando Abreu Valente foi fundada em setembro do ano passado pela psicóloga Glorinha Abreu, cujo filho Paulo Fernando foi uma das vítimas da Covid-19, aos 28 anos, em julho de 2021. O objetivo da associação é promover o desenvolvimento cultural e educacional em São Fidélis, em forma de homenagem a Paulo Fernando, que era jornalista e publicitário. Apaixonado pela literatura, ele mantinha no Instagram o projeto Bibliotecagram, em que divulgava e comentava livros.
Dois eventos já foram realizados pela Associação Cultural Paulo Fernando de Abreu Valente. No seu lançamento, em setembro, o Anfiteatro da Biblioteca Municipal recebeu exposições e apresentações de artistas fidelenses. Já em dezembro, houve o espetáculo teatral “Itacolomi - Um conto de Natal”, apresentado por alunos do Colégio Particular de União e Construção (Cepuc) no salão nobre do Colégio Estadual de São Fidélis. A novidade agora é o Festival Gastronômico, que já tem confirmados diversos estabelecimentos fidelenses, como Reservado, Fontenele Forneria, House 972, Parças Bar e Choperia, Restaurante da Pedreira, Sobrado Bar e Restaurante, Parada do Caldo de Cana, Tok Oriental, Cantinho do Sabor e Com amor, Talyta; além da Kiberia de Italva e do chef Vicente Maia, de Niterói.
O município de Campos será beneficiado com R$ 3.796.166,61 do Governo Federal para icentivar a cultura. Um plano de ação já foi enviado ao Ministério da Cultura pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima e pelo Fundo Municipal de Cultura, na última sexta-feira (16), reivindicando a utilização dos recursos, oriundos da Lei Paulo Gustavo.
De acordo com a Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, R$ 2,701.731,78 serão destinados ao setor audiovisual, enquanto o restante, equivalente a R$ 1.094.434,83, irá para outros segmentos culturais. Editais serão lançados em breve, via Fundo Municipal de Cultura e com aprovação do Governo Federal, sendo essa a etapa final para que a verba prevista chegue ao município.
No dia 2 de maio, diversos artistas e produtores culturais de Campos se reuniram no Teatro Municipal Trianon para um encontro de imersão na Lei Paulo Gustavo. Promovido pela gerência de Formação em Arte e Cultura da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, o evento teve como finalidade ouvir sugestões, tirar dúvidas e dialogar sobre os termos da lei. Durante o encontro, inclusive, foi realizada uma palestra por Clarissa Semensato, especialista em pesquisa e gestão em políticas culturais, com objetivo de preparar os artistas e produtores culturais para os editais que serão lançados.