Jorge Vercillo recorda shows do início da carreira e passagem pela base do Flamengo antes do sucesso na música
Matheus Berriel 12/04/2026 13:16 - Atualizado em 12/04/2026 13:22
Jorge Vercillo se apresentou no Rancho da Ilha neste sábado
Jorge Vercillo se apresentou no Rancho da Ilha neste sábado / Foto: Bianca Trindade
O show de Jorge Vercillo no Rancho da Ilha, na noite deste sábado (11), foi mais uma demonstração da resiliência musical mantida pelo cantor e compositor. Em meio aos sucessos dos mais de 30 anos de carreira, incluindo trilhas sonoras de novelas, o repertório incluiu o chamado lado B, tão cantado pelos fãs quanto os principais hits. Antes de subir ao palco, o artista carioca também mostrou um pouco do lado B da vida pessoal, em entrevista ao blog. Falou, por exemplo, sobre a antiga vontade de ser jogador de futebol, que o levou a defender a base do Flamengo, seu clube do coração. Também citou a recente homenagem recebida da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que o concedeu a Medalha Tiradentes após indicação da deputada estadual Carla Machado, de São João da Barra, em reconhecimento à sua contribuição para a cultura brasileira. Por fim, lembrou do início da trajetória na música, mencionando com carinho os shows intimistas em bares.
Confira abaixo a íntegra do bate-papo.
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Blog do Matheus Berriel - Jorge, você possui uma relação com Campos, onde fez alguns shows, mas já tinha bastante tempo da sua última apresentação na cidade. Se recorda da última vez?

Jorge Vercillo - Eu já vim muito para Campos, mas tinha uns dois ou três anos que não vinha. Tenho altas recordações de São João da Barra, que é aqui perto. Recentemente (em novembro de 2025), a deputada Carla Machado me prestigiou com a Medalha Tiradentes, lá na Alerj. Ela é aqui da região, até mandei mensagem para ela hoje. Foi uma data muito importante e significativa para mim, pelo conjunto da minha obra. Acho que, de qualquer maneira, o povo de Campos esteve representado por ela.
Blog do Matheus Berriel - Um episódio interessante e não tão divulgado da sua vida é que, antes de fazer sucesso na música, você jogou nas categorias de base do Flamengo. Como é a sua relação com o futebol?
Jorge Vercillo - Eu comecei a tentar treinar na base do Flamengo, principalmente na categoria juvenil, que é anterior à júnior, e também jogava bola no Areia, (tradicional time de futebol de praia) do Leme. Só que eu passei a tocar na noite, então, comecei a chegar cansado. Hoje, o futebol é um hobby maravilhoso.
Blog do Matheus Berriel - Você continua sendo rubro-negro...

Jorge Vercillo - Continuo, com certeza.

Blog do Matheus Berriel - Inclusive, participou do álbum "O Canto do Urubu", com músicas de Altay Veloso e Paulo César Feital sobre o Flamengo.

Jorge Vercillo - Exatamente! É um projeto maravilhoso, que eu indico a todos conhecerem.

Blog do Matheus Berriel - Um dos maiores sucessos da sua carreira diz que "a saudade é que nem maré". Com mais de 30 anos como artista profissional, há algo que tenha te marcado e dê saudade?
Jorge Vercillo - Acho que às vezes a informalidade de um barzinho, de uma roda de violão; puxar uma música que há muito tempo você não canta. Isso me dá saudade, e eu procuro reproduzir isso no show, no momento em que eu abro para os pedidos dos fãs.

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