Rosinha quer trocar a política pela arte
Dora Paula Paes 03/03/2017 09:20 - Atualizado em 06/03/2017 11:55
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As especulações sobre o destino político da ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), não param. Segundo o colunista Saulo Pessanha, da Folha, no Calçadão de Campos — onde Rosinha foi prefeita durante oito anos —, fala-se que ela será candidata ao governo do estado em 2018, cargo que já exerceu. Mas, na edição do Informe do O Dia dessa quinta (2), o jornalista Paulo Capelli revela que Rosinha não vai se candidatar a nenhum cargo eletivo ano que vem. Ela quer se dedicar a projetos pessoais, como artes plásticas. Bom lembrar, que em outros períodos que antecederam anos eleitorais, Rosinha sempre dizia que não pretendia participar do processo eleitoral, mas seu nome nos últimos 15 anos apareceu sucessivamente nos pleitos. Atualmente, ex-prefeita está focada nos papéis de esposa de Anthony Garotinho, presidente estadual do PR, mãe, avó e pastora.
A nota de Capelli diz que foi Rosinha quem organizou e pintou a decoração temática de zoológico no quarto do neto, Vicente, filho da deputada federal licenciada, Clarissa Garotinho, que atua no primeiro escalão do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PR). Antes disso, durante todo o último mandato como prefeita de Campos, Rosinha já vinha exercendo com afinco sua veia artística. Em rede social, a ex-prefeita demonstrava muito gosto pelo artesanato e, principalmente, pela pintura. Outra vocação artística de Rosinha é a música. A ex-prefeita tinha até um microfone rosa e por onde passava, se tinha palanque, soltava a voz.
Pela Justiça, hoje, não há nenhum impedimento para uma futura candidatura da ex-prefeita de Campos. Rosinha e o ex-vice prefeito Dr. Chicão chegaram a responder pela acusação de irregularidade nas eleições de 2012. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) chegou a julgar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apontava abuso de poder econômico, de poder político, uso indevido de meio de comunicação social, crime eleitoral por propaganda política, propaganda eleitoral, em 2012. O Ministério Público Eleitoral chegou a pedir a cassação do registro, do diploma e inelegibilidade dos dois, o que não aconteceu.

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