Gil pede paciência com governo Rafael
Dora Paula Paes 11/02/2017 11:00 - Atualizado em 10/02/2017 21:05
Com todo gás, o deputado estadual Gil Vianna (PSB), que assumiu a suplência na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aberta com a saída do deputado Jair Bittencourt (PPS) para a pasta da Agricultura do Estado, disse que seu estilo de trabalho é com base no diálogo. As conversas irão ocorrer com os deputados da bancada do interior, com os prefeitos e com o governo do Estado. Nessa sexta, no programa Folha no Ar Entrevista, Gil falou sobre várias questões, desde a problemática com a segurança pública no Estado, pediu paciência para com o governo do prefeito de Rafael Diniz (PPS) que, segundo ele, pegou o município cheio de problemas, até sobre o que ocorreria se a atual suplência na Alerj for reivindicada por outro suplente. Em poucos dias, Gil Vianna já conseguiu junto a Bittencourt, uma patrulha mecanizada para ajudar a agricultura em Campos.
Na última eleição para deputado, Gil Vianna, que era do PR, obteve 22.500 votos. Segundo ele, o momento é muito difícil no Estado e no País. “É preciso acabar com os boatos de que vou votar contra os militares. Eu vim de lá, conheço todas as dificuldades. Nenhum servidor pode estar isolado. No caso da Polícia Militar do Rio, ela é muito disciplinada. Se o que está acontecendo no Espírito Santo acontecer no Rio, a situação será bem pior. Será um caos no país”, respondeu o parlamentar, quando questionado sobre o momento de tensão, com manifestações na Casa, com possibilidade da votação do pacote do governo Pezão. Ela atende exigência da União como pré-requisito para ajudar o Rio.
Na última eleição, Gil compôs chapa com Caio Viana, mas, conta se identificar com a forma do prefeito de Campos, Rafael, fazer política. “Ele, como eu, gostamos do contato com o povo. Sabemos que Rafael assumiu uma Campos cheia de problema, devemos esperar três, quatro, oito meses, se preciso, para que ele consiga resolver os problemas. Levo fé em Rafael”, ressaltou.
Sobre a possibilidade ventilada, na qual o Pastor Eber Silva, segundo suplente na coligação da Alerj, ele disse que seria um direito dele fazer isso. “A vaga não é minha é de Jair Bittencourt e se for reivindicada na Justiça, o que poderá ocorrer é ele voltar para a Alerj e eu assumir seu lugar no governo. Foi um acordo político”, disse.
Com o vereador Igor Pereira na presidência do diretório municipal do PSB, em Campos, Gil considera pertinente e abre espaço na agenda liberdade para focar na próxima eleição de deputado, no ano que vem.

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