Castramóveis foram lançados, mas os animais precisam de políticas públicas completas
11/09/2021 | 20h29
Texto e fotos por: Thaís Tostes - jornalista (MTE/RJ 37750), graduanda em Ciências Sociais e pós-graduanda em Direito Animal.
Aconteceu neste sábado (11), no estacionamento do Boulevard Shopping, em Campos-RJ, o lançamento dos dois castramóveis para cães e gatos, uma grande conquista dos animais viabilizada pelo ativismo de Natália Dutra que refletiu em duas emendas parlamentares assinadas pelos deputados Soraya Santos e Cabo Daciolo, e cuja verba já estava há 3 anos nos cofres da Secretaria Municipal de Saúde de Campos-RJ, com o risco de ser "cancelada" por sua não utilização. A licitação foi feita na gestão atual municipal. Segundo o Centro de Controle de Zoonozes Arnaldo Rosa Vianna (CCZ-Campos), o cadastramento para castrações terá início na próxima segunda-feira (13), pelo site do órgão (https://cczcampos.com.br) e será feita uma triagem para a seleção dos tutores que realmente não possuem condições de castrar seus animais. O projeto também visa castrar os animais resgatados pelos protetores do município e os animais em situação de rua.
Um dos pontos destacados por Natália e solicitados ao poder público municipal é que a cirurgia dos animais em situação de rua seja no formato micro-invasiva, visto que se os animais forem devolvidos às ruas depois das castrações eles precisam estar em condições mínimas para que não tenham problemas pós-cirúrgicos. Em castrações convencionais, a cirurgia é invasiva e os animais precisam de acompanhamento contínuo.
Comemoramos a licitação dos castramóveis mas devemos fiscalizar seus funcionamentos bem como o formato de política pública animalista que possa vir a ser feita pelo município.
No caso específico dos animais em situação de rua, nós protetores antiespecistas (que defendemos o Direito Animal por completo) entendemos que DEVEMOS ZERAR A POPULAÇÃO DE ANIMAIS EM SITUAÇÃO DE RUA porque a situação de rua, por si só, viola o princípio da Dignidade Animal e outros direitos, garantidos na Constituição Federal de 88 e em outros dispositivos.
No evento, também foi assinado um convênio entre Município e Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro) para veterinários que atuarão nos castramóveis fazerem residência no Hospital Veterinário da Uenf, e para que o Hospital dê suporte aos animais castrados pelo CCZ nas 24 horas pós-operatório. Achamos importante mas ainda é muito pouco.
Precisamos de UBS's animal com atendimento 24 horas, Centro Cirúrgico para animais de pequeno e grande portes e para diferentes tipos de cirurgias (como ortopédicas), emergência, UTI e outros setores de internação, bem como farmácias populares públicas para animais, equipes especializadas em resgate de animais ("Bombeiros" para animais) com carros adaptados para esses resgates, um setor de busca a animais desaparecidos (assim como existem para seres humanos), educação sobre Direito Animal nas escolas. Precisamos de uma Polícia Militar e uma Polícia Civil empáticas e defensoras do Direito Animal, que não comparem crimes contra animais com crimes contra pessoas, colocando os primeiros como menos importantes.
Campos-RJ precisa acabar de uma vez por todas com a exploração de animais em carroças, capacitando e realocando os carroceiros em uso de veículos motorizados e destinando os animais a um santuário de proteção; precisa pôr um fim nas já criminosas rinhas de galo, caça, envenenamento de animais, exposição de animais para entretenimento em locais públicos (como no Jardim São Benedito - assine, clicando aqui, a petição pelo fim dos viveiros), dentre outras inúmeras práticas de exploração que se arrastam há séculos nesse território.
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ASSINE A PETIÇÃO pelo fim dos viveiros de animais no Jardim São Benedito, em Campos-RJ
31/08/2021 | 15h30
ASSINEM E COMPARTILHEM URGENTE! SOS PROTEÇÃO ANIMAL! ANIMAIS NÃO SÃO ENTRETENIMENTO - Assine pelo fim dos "viveiros"/jaulas de animais (pássaros, coelhos, porquinhos-da-Índia) que há muitos anos são mantidos no Jardim São Benedito, na área central de Campos dos Goytacazes-RJ, no Norte Fluminense. CLIQUE AQUI NESSE LINK E ASSINE >> AQUI  
Na gestão atual da Prefeitura de Campos-RJ, assinada pelo prefeito Wladimir Garotinho, o Jardim está sendo reformado e a previsão é que a reabertura do espaço aconteça em breve.
Solicitamos à Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes-RJ, à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Campos dos Goytacazes-RJ, ao Centro de Controle de Zoonoses de Campos-RJ e/ou outros órgãos que porventura sejam os responsáveis pela questão desses animais e da estrutura do espaço que NÃO REATIVEM OS VIVEIROS/JAULAS DE ANIMAIS NO JARDIM SÃO BENEDITO, e que no lugar de animais coloquem plantas ou desativem por completo tais viveiros, visto que ANIMAIS NÃO SÃO ENTRETENIMENTO e colocar animais em exposição nessa praça pública, enjaulados, vai de encontro a todos os esforços progressistas, humanitários e políticos que vêm sendo feito no Brasil e no mundo!
 
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ASSINE A PETIÇÃO pelo fim dos viveiros de animais no Jardim São Benedito, em Campos-RJ
30/08/2021 | 16h34
ASSINEM E COMPARTILHEM URGENTE! SOS PROTEÇÃO ANIMAL! ANIMAIS NÃO SÃO ENTRETENIMENTO - Assine pelo fim dos "viveiros"/jaulas de animais (pássaros, coelhos, porquinhos-da-Índia) que há muitos anos são mantidos no Jardim São Benedito, na área central de Campos dos Goytacazes-RJ, no Norte Fluminense. CLIQUE AQUI NESSE LINK E ASSINE >> AQUI  
Na gestão atual da Prefeitura de Campos-RJ, assinada pelo prefeito Wladimir Garotinho, o Jardim está sendo reformado e a previsão é que a reabertura do espaço aconteça em breve.
Solicitamos à Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes-RJ, à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Campos dos Goytacazes-RJ, ao Centro de Controle de Zoonoses de Campos-RJ e/ou outros órgãos que porventura sejam os responsáveis pela questão desses animais e da estrutura do espaço que NÃO REATIVEM OS VIVEIROS/JAULAS DE ANIMAIS NO JARDIM SÃO BENEDITO, e que no lugar de animais coloquem plantas ou desativem por completo tais viveiros, visto que ANIMAIS NÃO SÃO ENTRETENIMENTO e colocar animais em exposição nessa praça pública, enjaulados, vai de encontro a todos os esforços progressistas, humanitários e políticos que vêm sendo feito no Brasil e no mundo!
 
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Você não vai resistir a essas coisas lindas! Clica aqui pra ver
17/03/2021 | 17h27
Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que mais de 30 milhões de animais vivem nas ruas do Brasil. Mas esse número já deve estar muito maior, visto que esses dados, que são os mais recentes, já são de mais de dez anos atrás. É possível mudar essa realidade. Adote um animal que foi vítima de abandono, como esses cachorrinhos das fotos abaixo.
Eles já foram vermifugados e serão vacinados. As castrações, quando eles estiverem na idade ideal para isso, também estão garantidas. Podemos levá-los até você. Campos dos Goytacazes-RJ e locais próximos. A adoção é feita diante da assinatura, pelo adotante, de um termo de responsabilidade. Adote um amigo, enviando um whatsapp para Mainã Martinez: (27) 99938-7633
 
 
 
 
 
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Minas Gerais promulga lei e reconhece os animais como sujeitos de direito! LUTA JURÍDICA
22/12/2020 | 01h48
Texto e fotos por: Thaís Tostes (www.instagram.com/thaistostesoficial)
O governo do Estado de Minas Gerais promulgou, na última sexta-feira (19 de dezembro), a Lei nº 23.724/2020, que reconhece os animais como seres sencientes, sujeitos de direito despersonificados. Minas se torna, então, o quarto estado do Brasil a reconhecer os animais como sujeitos de direito, ao lado de Paraíba, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A luta jurídica pelo Direito Animal no país segue firme com centenas de ativistas, advogados, juízes, delegados, e a sanção dessa lei é mais uma conquista dos animais, que estão presentes no nosso ordenamento jurídico apenas como “coisas”, objetos, e como recursos naturais/economia!
NENHUM PASSO ATRÁS NA LUTA!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS,
 O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte lei:
Art. 1º – Fica acrescentado ao art. 1º da Lei nº 22.231, de 20 de julho de 2016, o seguinte parágrafo único:
“Art. 1º – (…)
Parágrafo único – Para os fins desta lei, os animais são reconhecidos como seres sencientes, sujeitos de direito despersonificados, fazendo jus a tutela jurisdicional em caso de violação de seus direitos, ressalvadas as exceções previstas na legislação específica.”.
Art. 2º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
 Belo Horizonte, aos 18 de dezembro de 2020; 232º da Inconfidência Mineira e 199º da Independência do Brasil.
 ROMEU ZEMA NETO
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LIVE: Plantações dos quilombos de Campos-RJ e políticas públicas para mulheres quilombolas
21/08/2020 | 21h12
Campos-RJ é terra de quilombos e de mulheres quilombolas! Na próxima segunda-feira, dia 24, com início às 20h, convido pra mais uma live da minha série de lives "Passa a Visão" a agricultora e quilombola Erica Martins, coordenadora geral do Coletivo Dandaras do ABC, dos quilombos Aleluia, Batatal e Cambucá!
 
 
No meu Instagram, www.instagram.com/thaistostesoficial , Erica e eu vamos trocar uma ideia sobre toda a realidade dos quilombos de Campos dos Goytacazes-RJ, sua produção de legumes, frutas e verduras, e também sobre políticas públicas para mulheres quilombolas, dentre outras questões mega importantes!
Chega mais! Segunda, 24 de agosto, com início às 20h!
 
 
 
 
 
 
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Aprovado PL 735/20, auxílio emergencial para agricultores familiares, quem nos alimenta
20/07/2020 | 22h17
A agricultura familiar é responsável pela produção de 70% dos alimentos consumidos pelos habitantes do Brasil, e ainda assim o setor foi totalmente ignorado pela Câmara dos Deputados e pelo presidente Jair Bolsonaro. O presidente que não gosta de animais, mulheres, negros, índios, LGBTTQI+ e tantos outros grupos também não gosta dos agricultores familiares e vetou a esses trabalhadores o auxílio emergencial de R$600, que foi pago a grande parte da população.
Além disso, foi adiada por várias vezes, na Câmara dos Deputados, a votação do Projeto de Lei (PL) 735/2020, que prevê um pacote de medidas emergenciais para os agricultores familiares enquanto durar o caos da Covid-19. No entanto, depois de muita pressão de movimentos sociais, o PL foi aprovado nesta segunda-feira (20), em votação.
Organizações como a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Movimento Pela Soberania Popular da Mineração (MAM), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) alertaram para o risco da demora na votação desse Projeto de Lei, uma demora que além de deixar os pequenos agricultores em uma situação muito difícil poderia levar a um colapso no abastecimento alimentar (que é feito pela agricultura familiar), que não conseguiria suprir a demanda de alimentos para a população.
O PL 735/2020 prevê um auxílio emergencial de R$3 mil para os trabalhadores da agricultura familiar (sendo R$6 mil para mulheres pequenas agricultoras que sejam chefes de família) e, também, a renegociação de dívidas e a liberação de crédito para a produção rural. Sem essa renegociação, sem o crédito para produção, sem o fortalecimento do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Brasil que voltou a sofrer com a insegurança alimentar vai passar fome, como informam as associações acima citadas.
Diz a ementa do PL 735, cuja autoria é dos deputados Paulo Pimenta (PT/RS) e Enio Verri (PT/PR): "Fica criado o abono destinado a feirantes e agricultores familiares que se encontram em isolamento ou quarentena em razão da pandemia do COVID-19, consoante a Lei 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e que apresentam-se impossibilitados de comercializar sua produção também por medidas determinadas pelos executivos municipais".
Quando o auxílio emergencial de R$600 foi aprovado pelo Congresso, no PL 873/20, os agricultores familiares e outras categorias foram vetados para receberem esse auxílio, excluídos por 11 vetos assinados por Bolsonaro, quando o presidente sancionou a Lei 13.998/20.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2017 o Brasil registrava 3,9 milhões de agricultores familiares. Segundo o relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2020, a população brasileira afetada pela insegurança alimentar moderada e aguda aumentou de 37,5 milhões para 43,1 milhões, entre 2016 e 2019.
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Daqui a pouco, às 20h, falo de Direito Animal no canal Perícia Criminal Animal
17/07/2020 | 18h59
É HOJE! ÀS 20h, no Instagram da PERÍCIA CRIMINAL ANIMAL! www.instagram.com/periciacriminalanimal
Bora colar!
Daqui a pouco vou trocar uma ideia com Letícia Teodoro @_teodoroleticia , no canal @periciacriminalanimal , sobre veganismo e a luta pelo Direito Animal! No insta do @periciacriminalanimal
Nessa live do canal, também participam os ativistas @matheuscroco e @kazveg
Não perde!
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Hoje falo de soberania alimentar e hortas urbanas, com o permacultor Leandro Pagnoncelli
15/07/2020 | 23h42
Hoje, quinta-feira, dia 16 de julho, às 20h, na série de lives “Passa a visão!”, convido Leandro Pagnoncelli, permacultor urbano, ativista vegano com foco em empreendedorismo e consultor de marketing para iniciativas sustentáveis, pra uma live de peso transmitida pelos nossos perfis no Instagram: www.instagram.com/thaistostesoficial
Vamos trocar uma ideia massa sobre: soberania alimentar - abordando reforma agrária, apoio a pequenos produtores nas cidades, nos campos e nas florestas-; hortas urbanas; veganismo acessível; comunidades de suporte à agroecologia e sociedade do bem viver; e outros temas tão urgentes que Campos-RJ e inúmeros territórios do país merecem discutir para implementar com eficiência! Vem com a gente! Vai ser lindoooo!
 
 
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Pecuaristas desmatam mil hectares dentro do maior quilombo do país, em Goiás. Entenda
02/07/2020 | 21h54
Texto e fotos por: Thaís Tostes (Instagram: @thaistostesoficial)
Essas crianças das fotos são de Cavalcante-GO, município com o menor IDH do Estado de Goiás, cenário triste que entrou para a história no país por conta de inúmeros casos de exploração sexual infantil, e onde está a maior comunidade quilombola do Brasil, o povo Kalunga. Nesse mês de junho, foram desmatados cerca de mil hectares dos kalunga, como apurado numa operação da Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema). O que rolou foi o seguinte: pecuaristas tombaram todos esses hectares de cerrado, destruindo a flora e matando animais, usando a técnica chamada “correntão” (dois tratores, um de cada lado, com uma corrente esticada entre eles, que “tomba” o que tiver pela frente).
Isso aconteceu dentro do território kalunga e foi assinado pelo agronegócio: especificamente as fazendas Pequi e Alagoas. Um dos grupos envolvidos no crime é a Agropecuária do Rio Prata. Crimes como este acontecem sempre no Brasil, geralmente de madrugada e, também, quando a imprensa está dando foco em qualquer outra coisa, e a motivação desses crimes contra animais, povos originários e meio ambiente é simplesmente a produção de soja (para alimentar os animais que serão mortos na produção da carne, leite, ovos e derivados) e abertura de pasto - a pecuária. Ou seja, o que financia práticas como esta nada mais é do que a alimentação com carnes, leites, ovos e derivados. Até a última terça-feira, dia 30 de junho, foram descobertos mais de 20 outras áreas desmatadas, totalizando mais 2 mil hectares para o garimpo e monocultura em terras públicas e privadas.
Existem basicamente duas maneiras imediatas e muito simples de lutar contra crimes como este: 1) Parar de financiar a pecuária (líder do trabalho escravo no país, área em que 82% das pessoas escravizadas são negras), se tornando vegano (ou seja, parando de consumir carnes, leites, ovos e derivados, bem como adquirir produtos que foram testados em animais, por gigantes como a Unilever); e 2) Assinando um abaixo-assinado que está sendo disponibilizado na Internet, aqui nesse link da Plataforma Change: www.change.org/p/destrui%C3%A7%C3%A3o-ambiental-em-cavalcante-chapada-dos-veadeiros-salve-o-cerrado
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Sobre o autor

Thaís Tostes

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