Você não vai resistir a essas coisas lindas! Clica aqui pra ver
17/03/2021 | 17h27
Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que mais de 30 milhões de animais vivem nas ruas do Brasil. Mas esse número já deve estar muito maior, visto que esses dados, que são os mais recentes, já são de mais de dez anos atrás. É possível mudar essa realidade. Adote um animal que foi vítima de abandono, como esses cachorrinhos das fotos abaixo.
Eles já foram vermifugados e serão vacinados. As castrações, quando eles estiverem na idade ideal para isso, também estão garantidas. Podemos levá-los até você. Campos dos Goytacazes-RJ e locais próximos. A adoção é feita diante da assinatura, pelo adotante, de um termo de responsabilidade. Adote um amigo, enviando um whatsapp para Mainã Martinez: (27) 99938-7633
 
 
 
 
 
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Minas Gerais promulga lei e reconhece os animais como sujeitos de direito! LUTA JURÍDICA
22/12/2020 | 01h48
Texto e fotos por: Thaís Tostes (www.instagram.com/thaistostesoficial)
O governo do Estado de Minas Gerais promulgou, na última sexta-feira (19 de dezembro), a Lei nº 23.724/2020, que reconhece os animais como seres sencientes, sujeitos de direito despersonificados. Minas se torna, então, o quarto estado do Brasil a reconhecer os animais como sujeitos de direito, ao lado de Paraíba, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A luta jurídica pelo Direito Animal no país segue firme com centenas de ativistas, advogados, juízes, delegados, e a sanção dessa lei é mais uma conquista dos animais, que estão presentes no nosso ordenamento jurídico apenas como “coisas”, objetos, e como recursos naturais/economia!
NENHUM PASSO ATRÁS NA LUTA!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS,
 O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte lei:
Art. 1º – Fica acrescentado ao art. 1º da Lei nº 22.231, de 20 de julho de 2016, o seguinte parágrafo único:
“Art. 1º – (…)
Parágrafo único – Para os fins desta lei, os animais são reconhecidos como seres sencientes, sujeitos de direito despersonificados, fazendo jus a tutela jurisdicional em caso de violação de seus direitos, ressalvadas as exceções previstas na legislação específica.”.
Art. 2º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
 Belo Horizonte, aos 18 de dezembro de 2020; 232º da Inconfidência Mineira e 199º da Independência do Brasil.
 ROMEU ZEMA NETO
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LIVE: Plantações dos quilombos de Campos-RJ e políticas públicas para mulheres quilombolas
21/08/2020 | 21h12
Campos-RJ é terra de quilombos e de mulheres quilombolas! Na próxima segunda-feira, dia 24, com início às 20h, convido pra mais uma live da minha série de lives "Passa a Visão" a agricultora e quilombola Erica Martins, coordenadora geral do Coletivo Dandaras do ABC, dos quilombos Aleluia, Batatal e Cambucá!
 
 
No meu Instagram, www.instagram.com/thaistostesoficial , Erica e eu vamos trocar uma ideia sobre toda a realidade dos quilombos de Campos dos Goytacazes-RJ, sua produção de legumes, frutas e verduras, e também sobre políticas públicas para mulheres quilombolas, dentre outras questões mega importantes!
Chega mais! Segunda, 24 de agosto, com início às 20h!
 
 
 
 
 
 
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Aprovado PL 735/20, auxílio emergencial para agricultores familiares, quem nos alimenta
20/07/2020 | 22h17
A agricultura familiar é responsável pela produção de 70% dos alimentos consumidos pelos habitantes do Brasil, e ainda assim o setor foi totalmente ignorado pela Câmara dos Deputados e pelo presidente Jair Bolsonaro. O presidente que não gosta de animais, mulheres, negros, índios, LGBTTQI+ e tantos outros grupos também não gosta dos agricultores familiares e vetou a esses trabalhadores o auxílio emergencial de R$600, que foi pago a grande parte da população.
Além disso, foi adiada por várias vezes, na Câmara dos Deputados, a votação do Projeto de Lei (PL) 735/2020, que prevê um pacote de medidas emergenciais para os agricultores familiares enquanto durar o caos da Covid-19. No entanto, depois de muita pressão de movimentos sociais, o PL foi aprovado nesta segunda-feira (20), em votação.
Organizações como a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Movimento Pela Soberania Popular da Mineração (MAM), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) alertaram para o risco da demora na votação desse Projeto de Lei, uma demora que além de deixar os pequenos agricultores em uma situação muito difícil poderia levar a um colapso no abastecimento alimentar (que é feito pela agricultura familiar), que não conseguiria suprir a demanda de alimentos para a população.
O PL 735/2020 prevê um auxílio emergencial de R$3 mil para os trabalhadores da agricultura familiar (sendo R$6 mil para mulheres pequenas agricultoras que sejam chefes de família) e, também, a renegociação de dívidas e a liberação de crédito para a produção rural. Sem essa renegociação, sem o crédito para produção, sem o fortalecimento do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Brasil que voltou a sofrer com a insegurança alimentar vai passar fome, como informam as associações acima citadas.
Diz a ementa do PL 735, cuja autoria é dos deputados Paulo Pimenta (PT/RS) e Enio Verri (PT/PR): "Fica criado o abono destinado a feirantes e agricultores familiares que se encontram em isolamento ou quarentena em razão da pandemia do COVID-19, consoante a Lei 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e que apresentam-se impossibilitados de comercializar sua produção também por medidas determinadas pelos executivos municipais".
Quando o auxílio emergencial de R$600 foi aprovado pelo Congresso, no PL 873/20, os agricultores familiares e outras categorias foram vetados para receberem esse auxílio, excluídos por 11 vetos assinados por Bolsonaro, quando o presidente sancionou a Lei 13.998/20.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2017 o Brasil registrava 3,9 milhões de agricultores familiares. Segundo o relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2020, a população brasileira afetada pela insegurança alimentar moderada e aguda aumentou de 37,5 milhões para 43,1 milhões, entre 2016 e 2019.
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Daqui a pouco, às 20h, falo de Direito Animal no canal Perícia Criminal Animal
17/07/2020 | 18h59
É HOJE! ÀS 20h, no Instagram da PERÍCIA CRIMINAL ANIMAL! www.instagram.com/periciacriminalanimal
Bora colar!
Daqui a pouco vou trocar uma ideia com Letícia Teodoro @_teodoroleticia , no canal @periciacriminalanimal , sobre veganismo e a luta pelo Direito Animal! No insta do @periciacriminalanimal
Nessa live do canal, também participam os ativistas @matheuscroco e @kazveg
Não perde!
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Hoje falo de soberania alimentar e hortas urbanas, com o permacultor Leandro Pagnoncelli
15/07/2020 | 23h42
Hoje, quinta-feira, dia 16 de julho, às 20h, na série de lives “Passa a visão!”, convido Leandro Pagnoncelli, permacultor urbano, ativista vegano com foco em empreendedorismo e consultor de marketing para iniciativas sustentáveis, pra uma live de peso transmitida pelos nossos perfis no Instagram: www.instagram.com/thaistostesoficial
Vamos trocar uma ideia massa sobre: soberania alimentar - abordando reforma agrária, apoio a pequenos produtores nas cidades, nos campos e nas florestas-; hortas urbanas; veganismo acessível; comunidades de suporte à agroecologia e sociedade do bem viver; e outros temas tão urgentes que Campos-RJ e inúmeros territórios do país merecem discutir para implementar com eficiência! Vem com a gente! Vai ser lindoooo!
 
 
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Pecuaristas desmatam mil hectares dentro do maior quilombo do país, em Goiás. Entenda
02/07/2020 | 21h54
Texto e fotos por: Thaís Tostes (Instagram: @thaistostesoficial)
Essas crianças das fotos são de Cavalcante-GO, município com o menor IDH do Estado de Goiás, cenário triste que entrou para a história no país por conta de inúmeros casos de exploração sexual infantil, e onde está a maior comunidade quilombola do Brasil, o povo Kalunga. Nesse mês de junho, foram desmatados cerca de mil hectares dos kalunga, como apurado numa operação da Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema). O que rolou foi o seguinte: pecuaristas tombaram todos esses hectares de cerrado, destruindo a flora e matando animais, usando a técnica chamada “correntão” (dois tratores, um de cada lado, com uma corrente esticada entre eles, que “tomba” o que tiver pela frente).
Isso aconteceu dentro do território kalunga e foi assinado pelo agronegócio: especificamente as fazendas Pequi e Alagoas. Um dos grupos envolvidos no crime é a Agropecuária do Rio Prata. Crimes como este acontecem sempre no Brasil, geralmente de madrugada e, também, quando a imprensa está dando foco em qualquer outra coisa, e a motivação desses crimes contra animais, povos originários e meio ambiente é simplesmente a produção de soja (para alimentar os animais que serão mortos na produção da carne, leite, ovos e derivados) e abertura de pasto - a pecuária. Ou seja, o que financia práticas como esta nada mais é do que a alimentação com carnes, leites, ovos e derivados. Até a última terça-feira, dia 30 de junho, foram descobertos mais de 20 outras áreas desmatadas, totalizando mais 2 mil hectares para o garimpo e monocultura em terras públicas e privadas.
Existem basicamente duas maneiras imediatas e muito simples de lutar contra crimes como este: 1) Parar de financiar a pecuária (líder do trabalho escravo no país, área em que 82% das pessoas escravizadas são negras), se tornando vegano (ou seja, parando de consumir carnes, leites, ovos e derivados, bem como adquirir produtos que foram testados em animais, por gigantes como a Unilever); e 2) Assinando um abaixo-assinado que está sendo disponibilizado na Internet, aqui nesse link da Plataforma Change: www.change.org/p/destrui%C3%A7%C3%A3o-ambiental-em-cavalcante-chapada-dos-veadeiros-salve-o-cerrado
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A pecuária (extermínio animal) e o trabalho escravo, índios, quilombos e outras lutas: LIVE HOJE
12/06/2020 | 14h28
Qual a relação da pecuária (violação do Direito Animal) com a escravização de pessoas e com o ataque a direitos de índios, quilombolas e trabalhadores pobres de periferia? Qual a conexão entre veganismo e a luta das mulheres e outras frentes? Hoje, às 20h, vamos ocupar o Instagram, nos perfis @thaistostesoficial e @renato269life , com um debate urgente sobre a conexão das lutas contra as violências e injustiças contra grupos historicamente marcados pela injustiça e indiferença (Animais, Negros, Povos Originários, Mulheres, Comunidade LGBTQIA+ e tantos outros cuja existência é marcada pelo estigma da violência).
 
 
Chama aquelxs amigxs que não podem ficar de fora dessa Live! Segue aí pros curiosos de plantão: @thaistostesoficial é repórter, blogueira da Folha 1, ativista de Direito Animal e Direitos Humanos, pré-candidata a vereadora (Campos-RJ) e integrante do @coletivovegano) / @renato269life é professor de Filosofia do Instituto Federal de Alagoas, pesquisador na área da Bioética e Lutas Interseccionais e ativista membro do @269lifenordeste e @movliberdadeanimal
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JUNHO DE 2013 CONTINUA! RUAS EXPLODEM EM PROTESTOS! 32 DETIDOS EM SP! FOTOS
08/06/2020 | 02h04
JUNHO DE 2013 CONTINUA! RUAS EXPLODEM NESSE DOMINGO EM PROTESTOS E REPRESSÃO 
Por Thaís Tostes - Jornalista MTE/RJ 37750
A morte de George Floyd, um homem negro, por um policial branco foi o gatilho para centenas de protestos começarem em todo o mundo. No Brasil, torcidas organizadas foram unidas às ruas no dia 31 de maio, em São Paulo-SP, num protesto pela democracia, quando vários manifestantes anti-governo Bolsonaro foram presos, e depois disso o país inflamou em atos antifascistas, antirracistas e pró-democracia. A História dá looping e temos mais um Junho de resistência nas ruas do país. Hoje (7), várias cidades explodiram em protestos e, também, repressões das forças de segurança. Veja logo aqui nesse link a PM agredindo manifestantes, em SP.
Candelária-Rio
Candelária-Rio
 
 
 
As fotos acima são do ato na Candelária, Rio. Em Fortaleza-CE, onde vêm acontecendo inúmeros protestos em repúdio ao homicídio do menino Miguel, assinado por uma "patroa branca", o Choque reprimiu fortemente o ato deste domingo, como você pode ver num vídeo clicando aqui nesse link. Vários manifestantes foram detidos.
Em São Paulo, também aconteceram confrontos, e a Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, afirmou que usou o protocolo de "progressão da força". Os policiais lançaram muitas bombas de efeito moral nos manifestantes, no final do ato que aconteceu de forma totalmente pacífica em pontos da capital como o Largo da Batata.
Como jornalista pesquisadora de linguagem, destaco aqui o tratamento que as forças de segurança e a grande imprensa dão às narrativas de protestos. Assim como os ativistas de Junho de 2013 foram etiquetados como "vândalos", "baderneiros", "arruaceiros" e "mascarados", os ativistas de Junho de 2020 (agora podendo estar mascarados, por conta da Covid-19) vêm sendo rotulados da mesma maneira, em inúmeros discursos, como neste do coronel da Polícia de São Paulo, num vídeo ao vivo transmitido pela CNN Brasil: "A Polícia está impedindo que esses vândalos provoquem um mal maior". 
Em São Paulo, o ato terminou com 32 manifestantes detidos, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.
Em Campos-RJ, o ato antirracista realizado na última sexta-feira (5), no Centro, no Pelourinho, foi reprimido pela Polícia Militar, com spray de pimenta e bomba de gás lacrimogêneo, como divulguei aqui nessa matéria.
As fotos são do Ninja e são de atos realizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza. As fotos abaixo são do ato da última sexta-feira (5) em Campos-RJ e são do Keven Oliveira.
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PM joga bomba em ato antirracista em Campos/No Rio, proibidas op. nas favelas
06/06/2020 | 09h06
Por Thaís Tostes - Jornalista - MTE-RJ 37750
Fotos do ato em Campos-RJ: Keven Oliveira
OPERAÇÕES POLICIAIS EM FAVELAS DO RIO, DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19, ESTÃO PROIBIDAS PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu, nesta sexta-feira (5), numa decisão liminar, que é provisória, as operações policiais em favelas do Rio durante a pandemia da Covid-19. Essa decisão permite operações apenas em "hipóteses absolutamente excepcionais", mas não diz que hipóteses são essas. Nesses casos, serão necessárias justificativas por escrito, e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) deve ser comunicado de imediato, já que o MP é responsável pelo controle externo de atividades policiais. Em caso de descumprimento, cabe responsabilização civil e criminal.
O Governo do Estado do Rio afirmou que cumprirá a decisão assim que for notificado, segundo orientações da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Essa ação foi uma iniciativa do Partido Socialista Brasileiro (PSB), numa ação, movida em novembro do ano passado, que pedia ainda que o governo não fizesse operações com helicópteros como plataforma de tiro no estado do Rio.
EM CAMPOS-RJ, POLÍCIA MILITAR REPRIME COM SPRAY DE PIMENTA E GÁS LACRIMOGÊNEO ATO ANTIRRACISTA, REALIZADO NO CENTRO
 
 
Com centenas de atos antirracistas sendo realizados em cidades de todo o mundo, iniciados com o homicídio de George Floyd, Campos-RJ, cidade composta por uma população formada em mais de 50% por pessoas negras, segue na luta e realizou um ato antirracista na tarde dessa sexta-feira (5), começando por volta de 16h.
O ato contou com a presença de 20 manifestantes, integrantes do movimento negro, e ocorreu de forma pacífica e livre de aglomerações, respeitando as normas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de um metro de distância entre as pessoas.
- Em menos de uma hora de ato, policiais militares chegaram até nós e falaram que a manifestação não poderia ocorrer, e nós alegamos que o ato de manifestar não é proibido - o que é proibido são aglomerações, por conta da pandemia. Mas nosso ato não estava gerando aglomerações. Havia uma jornalista que chegou para cobrir o ato e, assim que ela saiu, eles chamaram reforços, com dois camburões e com muitos policiais, que já chegaram jogando bomba de gás e a todo o momento ameaçando usar a força, armados e com cacetetes em um ATO estremamente pacífico, em um ATO contra essa violência contra o povo preto e o genocídio - comentou, em entrevista a esse blog, uma das ativistas negras, que estavam no ato, Luanna Silva.
Vale lembrar que aglomerações não podem ocorrer durante a Covid-19, mas o direito ao protesto é garantido no Brasil, pelo artigo 5* da nossa Constituição Federal, numa combinação de três direitos:
Inciso IV, que trata da Liberdade de Expressão: é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.
Inciso XVI, que trata da Liberdade de Reunião: todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local.
Inciso XVII, que trata da Liberdade de Associação: é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar.
 
 
TODO O MEU APOIO À LUTA!
VIDAS NEGRAS IMPORTAM!
#BLACKLIVESMATTER #CAMPOSRESISTE
 
 
 
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Sobre o autor

Thaís Tostes

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