Bolsonaro, Cláudio Castro e Clarissa são os mais votados em São Fidélis
02/10/2022 | 22h17
Apesar de a primeira urna divulgada ter apontado Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com três votos de vantagem em relação a Jair Bolsonaro (PL) em São Fidélis, o restante da apuração mostrou resultado local muito diferente. Com 100% das urnas apuradas, Bolsonaro foi o mais votado, tendo 59,92% dos votos, contra 34,15% de Lula. Cláudio Castro (PL) liderou a disputa ao Governo do Estado entre os fidelenses, e Clarissa (União) foi a mais votada ao Senado.
Presidente:
Jair Bolsonaro (PL) - 59,92% (13.737 votos)
Lula (PT) - 34,15% (7.828 votos)
Simone Tebet (MDB) - 2,94% (674 votos)
Ciro Gomes (PDT) - 2,28% (523 votos)
Soraya Thronicke (União) - 0,38% (86 votos)
Felipe d'Avila (Novo) - 0,20% (45 votos)
Padre Kelmon (PTB) - 0,07% (17 votos)
Sofia Manzano (PCB) - 0,03% (8 votos)
Leonardo Péricles (UP) - 0,02% (5 votos)
Constituite Eymael (DC) - 0,00% (1 voto)
Vera Lucia (PSTU) - 0,00% (0 voto)
Governador:
Cláudio Castro (PL) - 78,74% (16.792 votos)
Marcelo Freixo (PSB) - 15,73% (3.355 votos)
Rodrigo Neves (PDT) - 2,57% (549 votos)
Paulo Ganime (Novo) - 2,78% (593 votos)
Juliete (UP) - 0,09% (20 votos)
Eduardo Serra (PCB) - 0,05% (11 votos)
Cyro Garcia (PSTU) - 0,02% (5 votos)
Luiz Eugênio (PCO) - 0,00% (1 voto)
Senador:
Clarissa (União) - 31,70% (6.632 votos)
Romário (PL) - 30,22% (6.324 votos)
Daniel Silveira (PTB) - 16,70% (3.494 votos)
André Ceciliano (PT) - 9,92% (2.076 votos)
Alessandro Molon (PSB) - 9,72% (2.033 votos)
Cabo Daciolo (PDT) - 1,47% (307 votos)
Bárbara Sinedino (Psol) - 0,08% (17 votos)
Itagiba (Avante) - 0,08% (16 votos)
Sued Haidar (PTB) - 0,06% (12 votos)
Raul (UP) - 0,04% (8 votos)
Prof. Helvio Costa - 0,02% (4 votos)
Hiran Roedel (PCdoB) - 0,00% (1 voto)
Antonio Hermano (PCB) - 0,00% (0 voto)
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Lula tem três votos de vantagem sobre Bolsonaro em primeira urna de São Fidélis
02/10/2022 | 17h42
A primeira urna com votos divulgados no estado do Rio de Janeiro foi de São Fidélis, com 85 votos válidos para presidente:
Lula (PT) - 42 votos
Jair Bolsonaro (PL) - 39 votos
Simone Tebet (MDB) - 3 votos
Ciro Gomes (PDT) - 1 voto
Para o governo do estado, a urna apontou o seguinte:
Cláudio Castro (PL) - 57 votos
Marcelo Freixo (PSB) - 10 votos
Rodrigo Neves (PDT) - 2 votos
Paulo Ganime (Novo) - 1 voto
O equilíbrio na urna foi maior entre os candidatos ao Senado:
Clarissa (União) - 22 votos
Romário (PL) - 21 votos
André Ceciliano (PT) - 12 votos
Daniel Silveira (PTB) - 12 votos
Alessandro Molon (PSB) - 2 votos
Os demais candidatos não foram votados na urna.
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Votemos pensando nas Carolinas do Brasil
02/10/2022 | 09h26
São aproximadamente 6h15. O despertador toca numa casa simples em Ururaí, e assim começa mais um dia na vida da jovem Carolina. Ela lava o rosto, escova os dentes, faz café e, depois de algumas goladas no mesmo, ajeita a bolsa da filha para levá-la à casa da avó materna, em Ibitioca.
Aos 18 anos, Carolina tem nos braços uma menina de quase dois, e nas costas a realidade de uma vida adulta que se apresentou cedo demais. Tão cedo quanto o horário em que teve que deixar a cama para cumprir os afazeres matinais, a tempo de pegar a van rumo à casa da mãe, onde deixa a pequena Maria. De lá, segue para a escola e cumpre com os estudos do dia, quase sempre tendo que achar espaço no cérebro para os conteúdos não se perderem em meio aos demais compromissos.
Não bastassem os dois últimos anos, em que as aulas deixaram de ser presenciais devido à pandemia, no retorno à normalidade a jovem tem que se virar para aprender tudo ali mesmo, no colégio, pois nem pensar em revisar as matérias em casa. Com que tempo? Logo após sair da escola, já no início da tarde, ela pega um ônibus rumo ao Jóquei, em Campos, para fazer serviços domésticos na casa da prima e poder ajudar com algum dinheiro em casa. Almoça por lá. Depois, varre, passa pano, lava o que tiver que lavar e, quando termina o trabalho, já é por volta das 16h30. Até dá para falar que terminou "cedo". Entre aspas mesmo, porque sua carteira de identidade venceu, e ela ainda precisa passar no Detran para tirar a via atualizada.
Aí surge um problema, pois a previsão do tempo tinha indicado chuva e acertou. No Detran, quase tudo é agilizado, mas os procedimentos finais da nova identidade ficam marcados para o dia seguinte. Abre sombrinha, corre para pegar a van, e tudo parece estar bem a caminho do terminal rodoviário, no Centro. Só que, por conta do trânsito caótico, Carolina chega instantes depois de ter saído o último ônibus para voltar a Ibitioca. Até descobre que passará outro, intermunicipal, em uns 20 minutos, mas este não aceita o seu passe escolar, e no bolso ela não tem os R$ 4 e alguns centavos necessários para comprar a passagem.
Por providência divina, a jovem encontra um senhor solidário, que lhe dá R$ 5. Ou melhor, daria R$ 5, mas, com dificuldade para trocar a nota de R$ 10 e percebendo a sua aflição, decide lhe dar a quantia inteira ao saber da missão que ela ainda tem pela frente na reta final do dia. Agradecida, Carol aguarda a chegada do ônibus e, enfim, embarca de volta para a casa da mãe. Provavelmente vai levar uma chamada quando chegar, já que Dona Matilde tinha lhe avisado para não voltar tarde. Se esforçou, coitada, mas logo naquele dia tinha que chover para prejudicar o trânsito!
É nos cerca de 30 minutos passados na poltrona do ônibus que Carolina lembra dos seus sonhos. São muitos, mas se destaca o de ter um futuro tranquilo. O pai sonha em vê-la numa farda policial. Porém, ela pensa mesmo é em fazer medicina, já que tem agonia só de pensar numa arma disparando, enquanto se encanta com a ideia de tratar um machucado até sará-lo, além de levar jeito para cuidar de idosos. Pensando nisso, vai fazer o Enem em novembro, com foco em conseguir uma bolsa quando terminar o ensino médio, no final deste ano. Está confiante. Se não der certo de primeira, talvez busque um curso de técnica em enfermagem no IFF ou noutra instituição pública. O sonho de ser médica ainda parece distante, confessa, “mas não é impossível”.
Acontece que estes são planos futuros. Bem mais próximo está o dia seguinte, em que mais uma vez pode ter que lidar com o motorista de van mal-humorado que insiste em mudar o caminho para não passar em frente à sua casa, só para não ter que aceitá-la com seu passe livre. Quando consegue se sentar, ouve que precisa levantar caso entre alguém que compre passagem. Nunca quis denunciar as mudanças de rota do motorista, pois não gosta de arrumar confusão. Também não denunciou uma diretora de creche que disse não ser sua responsabilidade caso a filha chegue em casa com um braço mordido. Acabou adiando a matrícula de Maria, pretendendo agora conseguir colocá-la numa creche mais perto de casa e que tenha uma diretora menos problemática.
Ainda no ônibus, por ser simpática e talvez tentando evitar um cochilo que a faça passar da casa da mãe, Carolina bate papo com um rapaz que conhecera minutos antes. Conversa saudável, com os dois falando das suas vidas. Ao descobrir que o colega de poltrona é jornalista, ela aproveita para lembrar da própria facilidade para colocar vírgulas e pontos nos lugares certos (ao contrário de muita gente estudada Brasil afora). “Sonho com a medicina, mas sinto que posso trabalhar com alguma coisa ligada a textos também”, confidencia.
Eis que chega o destino de Carol, que acabara de ganhar ali alguém que torce pelo seu sucesso. Ela se despede educadamente, desejando “que Deus nos abençoe”, e segue para explicar à mãe que não se atrasou de propósito. Só uns 40 minutos depois, com o troco da passagem anterior, vai poder embarcar com a filha no último ônibus do dia, que passa por ali vindo de outra cidade. Enfim chegará à casa, lá por volta das 21h.
O jornalista com quem a jovem conversou é este que aqui escreve, e isso aconteceu no início da chuvosa noite de quarta-feira (28). Carolina tomou seu destino, focada em encontrar o também jovem marido, que trabalha como servente de pedreiro boa parte do dia e a quem fez elogios por ocasionalmente ajudá-la em alguns afazeres domésticos. Naquela noite, ela ainda teria que fazer comida, ajeitar a casa e aproveitar algum tempo dando atenção à pequena Maria antes de tomar banho, comer (se o cansaço deixasse) e dormir.
Eu segui minha viagem, que deixou de ser pós-expediente quando passei a rascunhar no celular um pouco do que aprendi com aquela lição de vida. Em casa, encontrei janta pronta e vi na TV o segundo tempo de um frustrante Fortaleza 3 x 2 Flamengo. Depois, tomei o meu banho e fui ao computador terminar este texto. Quando me deitei para dormir, provavelmente aquela jovem já tinha adormecido, porque em algumas horas o despertador voltaria a tocar em sua casa, novamente por volta das 6h15, para começar tudo outra vez. Seu nome, os nomes de familiares e os dos bairros em que vive foram alterados para preservar detalhes da vida pessoal, mas sua essência está presente em incontáveis pessoas guerreiras e sonhadoras desta cidade, deste estado, deste país. Pensemos nelas quando formos às urnas neste domingo (2). Em meio a tanta bravata, eu acredito é nas Carolinas do Brasil.
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Elenco do Americano treina no Aryzão, onde receberá o Volta Redonda no sábado
28/09/2022 | 17h10
Treino do Americano no Aryzão
Treino do Americano no Aryzão / Foto: Reprodução
Semifinalista da Copa Rio, o elenco do Americano realiza na tarde desta quarta-feira (28) um treino de reconhecimento de gramado do estádio Ary de Oliveira e Souza, do Goytacaz. O Aryzão será palco da partida de ida contra o Volta Redonda, sábado (1º), às 15h.
O treino faz parte do acordo do Americano com o Goytacaz para utilização do estádio, após o Cano ter custeado as pendências para a emissão do laudo Laudo de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico do Aryzão. Além de atuar no local até o término da gestão do presidente Vagner Xavier, prevista para maio de 2023, o Cano tem direito a uma atividade preparatória no campo em cada semana de jogo, como também a comercializar os ingressos de arquibancadas. Já o acesso às cadeiras sociais e à tribuna de honra é comercializado pelo próprio Goytacaz, bem como os itens de bar do estádio.
Para a partida contra o Volta Redonda, o Americano definiu a venda de ingressos a R$ 20, cada, com meia-entrada a R$ 10. Já o acesso ao setor das cadeiras custará R$ 200, e à tribuna, R$ 350, pagos ao Goytacaz.
Treino do Americano no Aryzão
Treino do Americano no Aryzão / Foto: Reprodução
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Goytacaz vende ingressos a R$ 40, com acesso a cadeiras a R$ 200 e tribuna a R$ 350
28/09/2022 | 14h18
Com todos os laudos enfim emitidos, o estádio Ary de Oliveira e Souza receberá nesta quinta-feira (29) o primeiro jogo do Goytacaz na temporada, pela quinta rodada da Série B2 do Campeonato Estadual. A principal novidade será a comercialização de acesso a cadeiras e à tribuna de honra ao público geral, com preços a R$ 200 e R$ 350, respectivamente. Os valores motivaram críticas de torcedores nas redes sociais, mas, na visão da diretoria, estão de acordo com a atual realidade do clube, que tem lidado frequentemente com a possibilidade de o Aryzão ser leiloado por conta de dívidas trabalhistas. O ingresso para a arquibancada custa R$ 40, com meia-entrada a R$ 20.
De acordo com o presidente do conselho deliberativo do Goytacaz, Rodolfo Laterça, a comercialização do acesso às cadeiras cativas e à tribuna de honra é permitida pelo estatuto do clube a partir do momento em que há alto índice de inadimplência. Sobre os valores adotados, Laterça justificou que os setores serão destinados a torcedores que desejam ajudar o clube a pagar dívidas trabalhistas, além de custos de manutenção das próprias cadeiras, bem como os gastos com o elenco e borderôs. Outro entendimento da diretoria alvianil é de que o futebol passa por uma transição, aderindo atualmente à chamada cultura do espetáculo.
— Pessoas de bom gosto, torcedores de verdade do Goytacaz Futebol Clube que queiram colaborar com as quitações de dívidas trabalhistas, suspendendo os sucessivos leilões que ameaçam a extinção do estádio Ary de Oliveira e Souza, podem resolver esta questão de maneira simbólica — disse o presidente do conselho deliberativo.
A partida entre Goytacaz e Carapebus está marcada para as 15h desta quinta-feira. Os preços de cadeiras e tribuna também valerão para os próximos jogos do Goyta em casa, como igualmente para Americano x Volta Redonda, sábado (1º), pela ida da semifinal da Copa Rio. No acordo feito para o Cano atuar no Aryzão, ambos os setores serão explorados comercialmente pelo Goytacaz. Já o ingresso de arquibancada será vendido diretamente pelo Americano, a R$ 20, com meia-entrada a R$ 10.
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Aryzão obtém laudo da PM e vai receber jogos do Goytacaz e também do Americano
26/09/2022 | 16h01
Aryzão, estádio do Goytacaz
Aryzão, estádio do Goytacaz / Foto: Genilson Pessanha
Enfim, o estádio Ary de Oliveira e Souza poderá receber partidas de futebol profissional nesta temporada. O último laudo faltante, da Polícia Militar, foi recebido pelo Goytacaz nesta segunda-feira (26), possibilitando que os jogos do clube na Série B2 do Campeonato Estadual aconteçam no estádio, inclusive o da próxima quinta-feira (29), contra a Carapebus, pela quinta rodada. O laudo também beneficia o Americano, que tem parceria firmada com o Goyta para atuar como mandante no estádio e o fará no próximo sábado (1º), pelo jogo de ida da semifinal da Copa Rio, contra o Volta Redonda.
A liberação para jogos no Aryzão já foi homologada junto à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), que atualizou em seu site a planilha de laudos técnicos dos estádios utilizados na quarta divisão do Rio. Além da partida contra a Carapebus, às 15h da próxima quinta, o Goyta também atuará em seu estádio nos dias 9, 20 e 23 de outubro, contra Búzios, Ceres e Campos Atlético, respectivamente. 
Procurado pelo blog, o presidente do Americano, Vagner Xavier, confirmou que também será confirmada no Aryzão a partida do Alvinegro contra o Volta Redonda, às 15h de sábado, abrindo as semifinais da Copa Rio. 
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São Fidélis sedia 15º Encontro de Motociclistas com 11 shows neste fim de semana
21/09/2022 | 14h41
Programação do evento
Programação do evento / Divulgação
O próximo fim de semana vai marcar a retomada de um evento que se tornou tradicional em São Fidélis. Em sua 15ª edição, o Encontro Nacional de Motociclistas e Triciclistas do São Fidélis Moto Clube acontecerá de sexta-feira (23) a domingo (25), com 11 shows nos dois primeiros dias, no Centro. O encontro tem apoio da Prefeitura.
Na sexta-feira, o evento será aberto às 18h. Estão confirmados shows de Betinho Assad Rock Blues, às 19h; Banda Calango 4, às 21h; e Helena de Tróia, às 23h, com Edu Gomes fechando o dia no segundo palco. Já no sábado, (24), as atrações serão Don Capone, às 14h; Riversade Jack, às 16h; 78 Rock e Blues Band, às 18h; Route 69, às 20h; Faixa Etária, às 22h; e Banda Status, à meia-noite, tendo novamente Edu Gomes no palco dois. Além dos shows, haverá praça de alimentação, espaço infantil e café da manhã para motociclistas.
Como em edições anteriores, haverá participantes de cidades vizinhas e também de outros estados. Nas últimas semanas, inclusive, tem sido grande a procura por vagas em hotéis e pousadas da cidade. Outra opção é o camping do Moto Clube São Fidélis, montado no Colégio Estadual Barão de Macaúbas.
 
 
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Ferj revoga suspensão do Ceres e marca partida contra o Goytacaz para 20 de outubro
20/09/2022 | 17h14
Ao contrário de Tigres do Brasil e Campos Atlético, que venceram o Ceres por WO nas duas primeiras rodadas da Série B2 do Campeonato Estadual, o Goytacaz vai ter que enfrentar o clube carioca. Isto porque o Ceres ajustou a forma de regularização da dívida com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e teve a suspensão revogada nessa segunda-feira (19). Porém, o confronto foi adiado para o dia 20 de outubro, como complemento da terceira rodada, cujos demais jogos acontecem nesta quinta (22).
Com mando de campo do Goytacaz, o jogo do dia 20 de outubro deve acontecer no estádio Ary de Oliveira e Souza, em Campos, que atualmente depende do laudo da Polícia Militar para receber partidas profissionais. Com duas vitórias, o Goyta é o vice-líder da quarta divisão do Rio, somando seis pontos, atrás do Barra da Tijuca pelo saldo de gols. Já o Ceres é o lanterna, ainda zerado, e só agora poderá estrear.
O Goytacaz volta a campo no próximo domingo (25), às 15h, fora de casa, contra o Rio de Janeiro. No mesmo dia, o Ceres encara o Bonsucesso, às 15h, em casa. Os jogos são válidos pela quarta rodada.
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Campos Blues & Jazz Festival é adiado para 7, 8 e 9 de outubro devido à previsão de mau tempo
15/09/2022 | 18h06
Evento acontecerá no Jardim do Liceu
Evento acontecerá no Jardim do Liceu / Foto: Divulgação
Antes marcada para acontecer desta sexta-feira (16) até domingo (18), no Jardim do Liceu, a terceira edição do Campos Blues & Jazz Festival foi adiada para os dias 7, 8 e 9 de outubro. O motivo, segundo os organizadores, é previsão de mau tempo para o atual fim de semana.
— Sabemos da ansiedade de vocês, e mais ainda a nossa, para nos encontrarmos novamente. Queremos fazer mais um festival inesquecível, mas, devido ao mau tempo previsto para o fim de semana, fica difícil entregar o que projetamos com tanto carinho. Teremos que esperar mais um pouquinho só para esse grande reencontro — informou o perfil oficial de Instagram do evento, realizado por cervejeiros e produtores culturais independentes, com apoio da Prefeitura.
Estavam confirmados na programação do fim de semana nove shows, sendo os de Ângelo Nani Eletric Blues Sound e Blues Band Vidro nesta sexta-feira, a partir das 18h; os de A Malta Jazz Trio, Big Ed Gomes Band, Ralph e os Lannes, e Univibe Trio no sábado, e os de Lounge Mix Café, Moonshine Mojo e Expresso Blues no domingo, a partir das 18h, além de apresentações do DJ Romualdo Braga todos os dias. Outras atrações são food-trucks ou estandes de cervejarias, restaurantes e gastrobares.
Atualmente na terceira edição, o Campos Blues & Jazz Festival aconteceu em 2018 e 2019, inspirado em evento similar organizado pela Prefeitura no início dos anos 2000. Não houve realização do festival em 2020 e 2021 por conta da pandemia da Covid-19.
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Campos paga despesas da estreia na Série B2 e tem suspensão revogada
15/09/2022 | 16h51
Durou menos de 24 horas a suspensão do Campos Atlético da Série B2 do Campeonato Estadual. O diretor de competições da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), Marcelo Vianna, emitiu na tarde desta quinta-feira (15) uma nota informando que o clube regularizou a pendência financeira referente à estreia na competição, ocorrida no último domingo (11), e por isso a suspensão foi revogada.
No último domingo, Campos Atlético e Belford Roxo empataram por 0 a 0 no estádio Antônio Ferreira de Medeiros, em Cardoso Moreira, com mando de campo do Roxinho, pela primeira rodada da quarta divisão do Rio. Segundo o borderô da partida, as despesas ficaram em R$ 6,790,05, sendo de R$ 6.400,05 os custos para o mandante. Como estas despesas não haviam sido pagas, a Ferj suspendeu o Roxinho nessa quarta-feira (14). Porém, procurado pelo blog nesta quinta, o presidente do Campos, Márcio Reinaldo, informou que a situação já havia sido resolvida, o que se confirma agora com o fim da suspensão.
O Roxinho volta a campo pela Série B2 apenas no próximo dia 22, às 15h, contra o Rio de Janeiro, novamente no Ferreirão. Isto porque está previsto WO para o jogo da segunda rodada, no próximo fim de semana, contra o Ceres, pois o adversário já está suspenso devido a dívidas com a Ferj anteriores à Série B2.
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