Com União, Murillo diz que não se mete em Campos e nem Rodrigo em Itaperuna
De olho em 2024
Único deputado federal eleito na região e em seu primeiro mandato, o itaperunense Murillo Gouvêa tem contribuído para temas importantes do Norte e Noroeste Fluminense e se fortaleceu politicamente ao conseguir lugar de destaque dentro da executiva do União Brasil no estado do Rio Janeiro, assumindo a segunda vice-presidência. Ao participar do Folha no Ar, da Folha FM 98,3, nessa sexta-feira (5), ele falou sobre o seu trabalho em 2023 na Câmara Federal e projetou o ano de 2024 para além da atuação em Brasília, de olho nas eleições municipais na região, confiante no bom desempenho do seu partido.
Único deputado federal eleito na região e em seu primeiro mandato, o itaperunense Murillo Gouvêa tem contribuído para temas importantes do Norte e Noroeste Fluminense e se fortaleceu politicamente ao conseguir lugar de destaque dentro da executiva do União Brasil no estado do Rio Janeiro, assumindo a segunda vice-presidência. Ao participar do Folha no Ar, da Folha FM 98,3, nessa sexta-feira (5), ele falou sobre o seu trabalho em 2023 na Câmara Federal e projetou o ano de 2024 para além da atuação em Brasília, de olho nas eleições municipais na região, confiante no bom desempenho do seu partido.
Com Bacellar
Prestes a fazer parte da nacional do União Brasil, já prevê para fevereiro, depois do Carnaval, uma reunião “com o presidente estadual, que é o Rodrigo Bacellar, para discutir em todo o estado como vai ficar o partido, inclusive o interior, com muito diálogo, muita conversa, sempre tentando compor e buscar o entendimento do grupo”. Ainda, segundo ele, às vezes, quem está na capital não está vendo a realidade do que está no interior para lançamento de candidatos a prefeito, a vereador e até vice-prefeito. “A gente vai ter esse diálogo para fazer um dos maiores partidos do interior do estado do Rio de Janeiro, que é o União Brasil, liderado pelo deputado estadual e presidente da Alerj”.
Prestes a fazer parte da nacional do União Brasil, já prevê para fevereiro, depois do Carnaval, uma reunião “com o presidente estadual, que é o Rodrigo Bacellar, para discutir em todo o estado como vai ficar o partido, inclusive o interior, com muito diálogo, muita conversa, sempre tentando compor e buscar o entendimento do grupo”. Ainda, segundo ele, às vezes, quem está na capital não está vendo a realidade do que está no interior para lançamento de candidatos a prefeito, a vereador e até vice-prefeito. “A gente vai ter esse diálogo para fazer um dos maiores partidos do interior do estado do Rio de Janeiro, que é o União Brasil, liderado pelo deputado estadual e presidente da Alerj”.
Baixa no União
O União do Brasil está prestes a ter uma importante baixa, que está movimentando a política na capital e já é mais um indicativo que o pleito deste ano refletirá nas eleições de 2026 para o Governo do Rio de Janeiro. “A gente teve agora a notícia de que o vice-governador vai sair do União Brasil, vai para o MDB. É uma conversa muito fresca, eu ainda não estive com o vice-governador. Tenho um bom relacionamento com ele”. Murillo não deu detalhes, mas não é segredo a intenção de Pampolha de estar no comando do Palácio Guanabara. O vice-governador, porém, teme não ter espaço no União, nas mãos de Rodrigo Bacellar, visto também como um potencial candidato ao Governo.
O União do Brasil está prestes a ter uma importante baixa, que está movimentando a política na capital e já é mais um indicativo que o pleito deste ano refletirá nas eleições de 2026 para o Governo do Rio de Janeiro. “A gente teve agora a notícia de que o vice-governador vai sair do União Brasil, vai para o MDB. É uma conversa muito fresca, eu ainda não estive com o vice-governador. Tenho um bom relacionamento com ele”. Murillo não deu detalhes, mas não é segredo a intenção de Pampolha de estar no comando do Palácio Guanabara. O vice-governador, porém, teme não ter espaço no União, nas mãos de Rodrigo Bacellar, visto também como um potencial candidato ao Governo.
Cada um no seu quadrado
O deputado itaperunense sabe que terá que participar dessas discussões também na capital, mas está focado mesmo no interior. “Tenho acompanhado de perto, estou bem atualizado da política do interior do estado. Sempre que eu posso, vou me atualizando, dia a dia. Vai haver lugar com disputa muito acirrada, vai ter lugar em que vai ser mais tranquila. Em Campos, está uma disputa acirrada, mas eu não vou me meter, e nem o presidente Rodrigo Bacellar se mete aqui em Itaperuna. Tem lugares com pessoas às vezes mais eufóricas em discursos, o que torna o clima da política às vezes muito pesado, muito tenso. A gente tem que ter discernimento para não sair da política, para ficar dentro da política”.
O deputado itaperunense sabe que terá que participar dessas discussões também na capital, mas está focado mesmo no interior. “Tenho acompanhado de perto, estou bem atualizado da política do interior do estado. Sempre que eu posso, vou me atualizando, dia a dia. Vai haver lugar com disputa muito acirrada, vai ter lugar em que vai ser mais tranquila. Em Campos, está uma disputa acirrada, mas eu não vou me meter, e nem o presidente Rodrigo Bacellar se mete aqui em Itaperuna. Tem lugares com pessoas às vezes mais eufóricas em discursos, o que torna o clima da política às vezes muito pesado, muito tenso. A gente tem que ter discernimento para não sair da política, para ficar dentro da política”.
Foco nas prefeituras
Sobre apoiar candidaturas na região e reeleições, Murillo diz que tem prefeito com quem vai fechar, e tem prefeito com quem não vai se envolver e nem atrapalhar. “Quando eu fui, só tive apoio de um prefeito, que foi o Alfredão (pai dele), aqui de Itaperuna. Mas, tem prefeito também que não me atrapalhando já estava me ajudando. Então, tem prefeito que eu não vou atrapalhar. Mas, combinado com o prefeito. Tem prefeituras em que eu não vou me envolver, em outras eu vou. Mas, há projeções do nosso grupo político de sair aí com umas 13 a 15 prefeituras. Estamos adotando a mesma estratégia que adotamos na nossa campanha de deputado federal”.
Sobre apoiar candidaturas na região e reeleições, Murillo diz que tem prefeito com quem vai fechar, e tem prefeito com quem não vai se envolver e nem atrapalhar. “Quando eu fui, só tive apoio de um prefeito, que foi o Alfredão (pai dele), aqui de Itaperuna. Mas, tem prefeito também que não me atrapalhando já estava me ajudando. Então, tem prefeito que eu não vou atrapalhar. Mas, combinado com o prefeito. Tem prefeituras em que eu não vou me envolver, em outras eu vou. Mas, há projeções do nosso grupo político de sair aí com umas 13 a 15 prefeituras. Estamos adotando a mesma estratégia que adotamos na nossa campanha de deputado federal”.
Emendas
O parlamentar também falou no programa sobre algumas ações do seu primeiro ano de mandato, destacando uma emenda R$ 1,8 milhão para estudos contra o avanço do mar em Atafona, a busca por mais recursos para a saúde da região e sua luta pelo desenvolvimento do Noroeste, inclusive com estruturação do aeroporto da sua cidade natal. “Em Campos, eu já botei quase R$ 3 milhões para a saúde. Estamos botando emenda de bancada, outros colegas deputados também, para restaurar o Ceasa aí, em que a gente colocou R$ 1 milhão (...) Para este ano, a gente vai botar em todas (as cidades), sem exceção de A ou B. Também vou ajudar os municípios em questões de shows, com o ministério do Turismo”.
O parlamentar também falou no programa sobre algumas ações do seu primeiro ano de mandato, destacando uma emenda R$ 1,8 milhão para estudos contra o avanço do mar em Atafona, a busca por mais recursos para a saúde da região e sua luta pelo desenvolvimento do Noroeste, inclusive com estruturação do aeroporto da sua cidade natal. “Em Campos, eu já botei quase R$ 3 milhões para a saúde. Estamos botando emenda de bancada, outros colegas deputados também, para restaurar o Ceasa aí, em que a gente colocou R$ 1 milhão (...) Para este ano, a gente vai botar em todas (as cidades), sem exceção de A ou B. Também vou ajudar os municípios em questões de shows, com o ministério do Turismo”.
No “Centrão”
Em Brasília, também participou de discussões e votações importantes, como a Reforma Tributária, e diz estar aprendendo a cada dia na Câmara Federal, onde faz parte do “Centrão”. “Sobre a condução, o centro é quem está definindo muita coisa ali. Há um grupo do Centrão que junta pessoas de direita e de esquerda e consegue definir umas coisas com mais calma. Atribuo ao Arthur Lira, nosso presidente, que conduz a Câmara com muita lealdade. Ele é um cara que tem diálogo com os deputados e tem uma firmeza muito boa para presidir aquela Casa. Se não for firme, tem deputados lá que bagunçam o coreto”.
Em Brasília, também participou de discussões e votações importantes, como a Reforma Tributária, e diz estar aprendendo a cada dia na Câmara Federal, onde faz parte do “Centrão”. “Sobre a condução, o centro é quem está definindo muita coisa ali. Há um grupo do Centrão que junta pessoas de direita e de esquerda e consegue definir umas coisas com mais calma. Atribuo ao Arthur Lira, nosso presidente, que conduz a Câmara com muita lealdade. Ele é um cara que tem diálogo com os deputados e tem uma firmeza muito boa para presidir aquela Casa. Se não for firme, tem deputados lá que bagunçam o coreto”.
Ministros na região
Sobre o governo do presidente Lula (PT), o deputado acha que foi um ano de muita adaptação. “A gente não tem um perfil agressivo na política. Tenho um bom relacionamento com o governo federal, principalmente com o ministro do Turismo, Celso Sabino, que é meu amigo”, disse Murillo, ressaltando que no dia 7 de fevereiro, Sabino e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, vão descer em Campos e seguirão até Itaperuna, para anunciar obras no aeroporto do município e investimentos no turismo da região, em parceria com o Cidennf.
Sobre o governo do presidente Lula (PT), o deputado acha que foi um ano de muita adaptação. “A gente não tem um perfil agressivo na política. Tenho um bom relacionamento com o governo federal, principalmente com o ministro do Turismo, Celso Sabino, que é meu amigo”, disse Murillo, ressaltando que no dia 7 de fevereiro, Sabino e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, vão descer em Campos e seguirão até Itaperuna, para anunciar obras no aeroporto do município e investimentos no turismo da região, em parceria com o Cidennf.