Prefeitura transforma academias populares em lixão.
21/01/2017 | 11h53
Campos dos Goytacazes, cidade que beira meio milhão de habitantes espalhados na planície Goytaca , agoniza em todos os seus seguimentos produtivos. A falta de políticas públicas para a saúde  não morre nos corredores dos hospitais sem leitos, das UBSs sem dipirona, nem mesmo dos corredores cheios de doentes no HGG, mas nasce do descaso das autoridades municipais quando demitem profissionais de educação física das academias populares, quando transformam o equipamento público em lixão( academia que foi popular , no jardim Carioca, Guarus) e deixam milhares de centenas de campistas absolutamente desprovidos de seu direito inalienável a prática de atividade física. 1044804_1799184533686532_1479123989858964298_n A crise é muito maior que se imagina e de certo modo, estamos vendo pelo gargalo, os problemas que deveriam ser mitigados, diminuídos se tratados com prevenção através da prática da atividade física orientada. A Educação física , segundo a ONU e UNESCO  , se constituíram ao longo dos anos em uma forte aliada ao desenvolvimento humano desenvolvimento da  saúde e envelhecimento saudável. Em Campos é diferente. Publicamente as autoridades municipais se glorificam em investimentos bilionários em remédios, que nem sempre chegam aos postos de saúde, no asfalto que esconde a ausência de saneamento, mas o que nos chama atenção, é o descaso com a educação física e os seus profissionais, por consequência a toda população. 14457358_1799184567019862_7235953825804616785_nEsperava-se muito mais de uma gestão que nos quatro primeiros anos foi tocada por um campeão olímpico, por um governo que em 2011 , já projetava as falsas vilas olímpicas, mas o resultado foi outro. No início, os horários reduzidos em quase 6 horas diárias, em seguida a demissão em massa dos profissionais de educação física que ora atuavam nas academias. Esse governo rosáceo chega a ser de um despreparo de envergonhar qualquer campista. Ainda ontem era possível ouvir do candidato da prefeita, que depois que as vilas , que não são olímpicas estiverem funcionando, ele pretende se eleito, realizar os jogos estudantis. 14440765_1799184523686533_4461800943379772571_nParece bizarro, mas é real. Na cidade do R$1,00, não há um programa de políticas públicas de prevenção a doenças, de sistematização dos programas das diversas secretarias e o esporte e a educação física são golpeados de todos os lados. Seja pela negação ao valor que há na prática e consequentemente na importância do profissional de educação física na estrutura do governo, seja pelo descaso com que as autoridades cuidam do patrimônio público ou até mesmo pela incompetência técnica . É o fundo do poço! Hoje Suzy monteiro publica (aqui) os milhões gastos com a empresa que cuida dos jardins da cidade. Temos que concordar que talvez cuidar de jardins esse governo pode ser livre docente, mas daí a cuidar de gente, há uma grande diferença.    
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Prefeitura de Campos, ignora idosos. Como Crivella no Rio.
21/01/2017 | 11h53
Deveria ser uma prioridade da Prefeitura rosácea ,promover o envelhecimento ativo e saudável da população  que hoje beira os 500 mil habitantes morando em uma cidade na qual o governo   não desenvolve nem fomenta nenhuma política pública em favor dos que envelhecem. Me lembra o Crivella,(aqui) candidato a prefeito do Rio de Janeiro, com o apoio dos Garotinhos, que não demonstra sensibilidade e competência , para lidar com o envelhecimento enquanto saúde pública. img3 Campos, pelos dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia Estatística- possui 12% de sua população com mais de 60 anos . Se em Campos o governo rosáceo não investe nas pessoas, fica claro quando apontamos que  nem se quer há  uma política para o esporte e atividades físicas  nos bairros, fator que mitigaria na raiz um problema grave que é de uma população que envelhece com sedentarismo, consequentemente potencializa a obesidade hipertensão arterial e diabetes para a idade adulta. No Rio Crivella prega a extinção da  -Secretaria Municipal de Envelhecimento , Resiliência e Cuidado.  A SEMEARC foi criada pela hoje Deputada Federal Cristiane Brasil (PTB RJ), que é  vice presidente da Federação Inter Americana para o envelhecimento  nas  Américas, com sede no Canadá.cristiane2014b  A SEMEARC , tornou-se então um modelo de gestão para o envelhecimento ativo e saudável para o Brasil , cerca de 500 mil idosos, com uma rede de proteção social, que através de indicadores, uma equipe multidisciplinar.Academia-Carioca-Saude

Mas em Campos não há se quer por parte desse governo rosáceo ,indicadores de obesidade infanto  juvenil, um índice tão fácil de se obter, através das escolas municipais. Convenhamos, trabalhar sem indicadores é enxugar gelo, caminhar no escuro e desperdiçar dinheiro público.

O papel  da prefeitura  de Campos, deveria ser o de avaliar os desafios de saúde pública associados com o envelhecimento da população de Campos e apresentar uma rede de proteção social e estratégias para resolvê-los. images Trata-se de mostrar como a boa saúde vinda da atividade física ao longo da vida pode ajudar na velhice a ter uma vida plena e produtiva, e como é possível ainda desempenhar um papel ativo nas nossas famílias e da sociedade. Significaria, entre outros fatores, valorizar a autonomia e preservar a independência física e psíquica da população idosa, prevenindo a perda de capacidade funcional ou reduzindo os efeitos negativos de eventos que a ocasionem, ou seja criar uma rede de proteção social para os que envelhecem . Mas não basta a instalação de equipamentos para ginástica de idosos, e diga-se de passagem, sem nenhum planejamento prévio, sem a intervenção de profissionais de saúde e educação física, ciências humanas e sociais. É necessário um programa, interligado aos diversos instrumentos e organismos do governo. Reconhecer a necessidade e executar uma política verdadeiramente pública  e  de olhar técnico para os que envelhecem , será um grande desafio para o prefeito eleito no dia 2 de outubro.        
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O glope das " vilas olímpicas" e o enterro dos jogos estudantis de Campos.
21/01/2017 | 11h53
2016-02-23_12_00_52_Vila%20Olímpica%20(14)Festejada, ainda em 2011, como um dos projetos mais importantes da prefeita Rosinha Garotinho, as Vilas Olímpicas estão longe de ser uma referência na formação de atletas e na oferta de atividades esportivas a toda a população de Campos. Aliás, estão longe de ser VILAS OLIMPICAS. A premissa de conceito técnico esportivo de Vilas olímpicas, passa muito longe de ser uma construção com uma quadra poliesportiva coberta, uma piscina semi olímpica e áreas de lazer, contemplar o atletismo o esporte mãe de qualquer empreendimento olímpico torna-se necessário para dar legitimidade ao conceito arquitetônico além de garantir o olimpismo .villas-olimpicas-1-1-678x365 Fato é que , uma pista de 100 metros com 5 ou seis raias, com piso de pó de pedra, uma caixa de areia para saltos em distância, uma estrutura mínima para salto em altura, lançamento de disco, arremesso de peso, dentre outras modalidades, é muito barato. Talvez não interesse ao governo municipal tal empreitada. O sonho às vésperas das Olimpíadas parecia que se tornaria realidade pelo fato de a cidade  ser reconhecida como celeiro de atletas em diversas modalidades, entre outras questões, como por exemplo ser terra de Welber Barreto, campeão sul americano de 110 metros com barreiras, oriundo do Colégio  Municipal 29 de maio, Welber fora descoberto nos JOGOS ESTUDANTIS na década de 70 , de Raphael Thouin , mega nadador  de reconhecimento internacional, de Diana Quitete entre tantos outros nomes , principalmente de ter sido Campos uma referencia no esporte estudantil, para todo Estado do Rio de Janeiro, desde os anos 60.2016-03-17_09_18_14_Parque%20Guarus Curiosamente o governo que projeta nove Vilas projetadas, a um custo total de R$ 22 milhões, das quais muitas inacabadas e todas as outras FECHADAS desde a conclusão das obras, é o mesmo Governo que enterrou os JOGOS ESTUDANTIS nesses 9 anos de mandato do grupo rosáceo. É o mesmo governo que durante quase uma década não realizou nas pracinhas dos bairros a promoção de qualidade de vida, através de escolinhas esportivas, de um programa de qualidade de vida que venha a justificar a construção de um monumento ao desperdício, por falta de utilização , por falta de política pública e competência para tal.2015-10-24_15_38_13_Vila%20Olímpica%20do%20parque%20Santa%20Clara%20vira%20alvo%20de%20invasões%2024-10-15%20Foto%20Mauro%20de%20Souza%20(35) É  o mesmo governo que, desde o início do seu mandato reduziu o horário de funcionamento das academias populares, proibindo aos comerciários por exemplo a praticarem em seu horário de almoço. No total a redução atingiu a quase seis horas de praticas de atividade física diariamente , além de ter dispensado dezenas de profissionais de educação física. A despeito da construção das diversas " vilas olímpicas" , o Esporte Estudantil  ficou enterrado durante 9 anos do governo rosáceo, seja por falta de vontade política, seja por falta de competência , uma geração inteira de crianças e jovens teve o seu direito negado,  de participar, vivenciar e realizar sonhos , através do esporte. villas-olimpicas-300x200 As imagens dos terrenos com mato alto, água parada, animais, cadeados e portões fechados, o que muitasvezes levam moradores a “invadir” as unidades, são a prova maior de que o esporte não teve sequer atenção do atual governo, nem às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio.
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Jogos do C.E DR. Triers Cardoso : Uma resposta ao Governo Temer.
21/01/2017 | 11h53
14457396_1797883140483338_5639826272914853097_nA Medida Provisória apresentada nesta quinta-feira, 22/09, pelo Governo Michel Temer,  altera os parágrafos 1º, 2º, 3º e 7º do Art.26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com a modificação, a disciplina de Educação Física que antes era prevista em todas as etapas da educação básica (infantil, fundamental ...e médio) passa a ser obrigatória apenas nos ensinos infantil e fundamental.14446103_1797882987150020_2756302174245433563_n Considerando que o Brasil circula entre os cinco países do mundo nos quais os índices de obesidade chega a 48% de seus habitantes, que aos adolescentes brasileiros em sua maioria é negado o direito de prática esportiva por falta de uma política pública que comtemple programas nas periferias e  nos centros de maior poder aquisitivo, chega a ser de um despreparo pedagógico a postura desse governo. Me lembra a Prefeitura de Campos, que há 9 anos não realiza os Jogos Estudantis, reunindo alunos de escoas públicas, particulares e cumprindo o seu papel de fomentador de oportunidades no campo do desporto estudantil. Em sua maioria, os jovens tem seu primeiro contato com a atividade física regular, na escola o que muito auxilia na promoção de saúde preventiva, no combate a obesidade, na formação de uma sociedade comprometida com hábitos de vida saudáveis, na integração, no aprendizado para a vida, pois nela ganha-se e perde-se. 14368921_1797883013816684_1966340891821544071_n O esporte, a prática  de atividade física pressupõem o respeito ao outro, a superação de limites, a participação comunitária e principalmente a oportunidade de exercer a o direito inalienável e garantido pela constituição: Da prática esportiva, do lazer e da educação.
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Governo educando para o sedentarismo.
21/01/2017 | 11h53
14440825_1311360742207348_6847636756470405183_nO Conselho Federal de Educação Física se posiciona radicalmente contra a Medida Provisória apresentada nesta quinta-feira, 22/09, pelo Governo Michel Temer, que altera os parágrafos 1º, 2º, 3º e 7º do Art.26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com a modificação, a disciplina de Educação Física que antes era prevista em todas as etapas da educação básica (infantil, fundamental ...e médio) passa a ser obrigatória apenas nos ensinos infantil e fundamental. O CONFEF considera um contrassenso que no momento em que inúmeras pesquisas apontam o crescimento da obesidade e do sedentarismo infanto-juvenil, e sabendo que a atividade física é a medida mais eficaz para evitar esse mal, o Governo Federal proponha a retirada da Educação Física do Ensino Médio. Sobretudo por se tratar do país que acabou de atravessar a década de megaeventos esportivos, sediando recentemente os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, onde ficou clara a importância da atividade física na manutenção da saúde e da formação cidadã. Desta forma, o Conselho Federal de Educação Física se compromete a fazer todo o esforço possível junto ao Congresso Nacional a fim de rejeitar a medida. Contamos ainda com o apoio dos Profissionais de Educação Física e da sociedade em geral para trabalhar junto aos Deputados e Senadores dos seus respectivos estados a reprovação da proposta.
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Hábitos para manter seu coração Saudável.
21/01/2017 | 11h53
13103446_10153616954124639_2002983846265167488_nVocê é desses que sempre adia o assunto saúde e acha que cuidar do coração, por exemplo, é coisa para idosos? Uma notícia para você, camarada: a saúde cardíaca tem que ser cuidada hoje para seguir assim a vida toda. Hoje mesmo. Agora. Comece lendo esse texto e, depois, é sair cumprindo cada item e manter o compromisso com um coração cheio de vitalidade. 1 – Conheça seus números Fazer exames regulares ajuda a saber como, em particular, seu coração funciona. Assim é possível entender como é sua pressão arterial, triglicérides e outros números importantes para conhecer seu coração e, a partir daí, estabelecer uma base. Melhor ainda se isso for feito ali pelos 30 anos. 2- Acrescente uns heróis à sua dieta1 Quando for fazer um lanchinho vendo TV ou se quiser levar consigo um belisco, opte por castanhas, por exemplo: elas ajudam a colocar Omega-3 na sua vida, um apoio para prevenir entupimento das artérias. Abacate, salmão e brócolis são outros bons alimentos aliados para adotar. 3 – Desconecte-se ! Ter o hábito de  desconectar dos noticiários, seus e-mails de trabalho, as situações que mais aceleram sua vida. Comece cortando uns 15 minutos de conexão com celular, tablet e TV e vá aumentando até ter uma hora ou duas de desconexão por dia. O estresse aumenta a pressão arterial, o pulso cardíaco e os níveis de hormônios que podem prejudicar o organismo. Mas ele pode ser contido com uma comédia de duas horas ou encontrando um amigo para um café. 4 – Aliás, ache um amigo do coração8_PART1-300x300 A dica de caminhar por 30 minutos ao dia é sempre dada pelos profissionais da saúde. Mas nem todas as pessoas se empolgam tão facilmente. E se você achasse um amigo que também quer cuidar do coração? Fazer exercícios com companhia aumenta as chances de continuar fazendo. 5 – Feche a conta do cigarro Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todo ano mais de cinco milhões de pessoas morrem no mundo por causa do cigarro. O tabagismo está relacionado a mais de 50 doenças (assista aqui ao vídeo)
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Cuide de seu coração,Dr. Roberto Calil dá a dica ao vivo.
21/01/2017 | 11h53
14369996_1741905952727750_9027939858998111205_nLevantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indica que 40%  da população brasileira está fora do peso, ou seja, são cerca de 38,6 milhões de pessoas com peso acima do ideal. Destes, 10,5 milhões são obesos.Infelizmente, não existe milagre nem mágica para emagrecer, e um dos fatores mais importantes nesta tarefa está ligado à motivação, autoestima e, principalmente, a maneira como o indivíduo lida com seus problemas do cotidiano. A  importância da atividade física regular e orientada por profissionais qualificados e autorizados pelo Conselho Federal de Educação Física  é enorme nesse processo de cuidar da saúde.        
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USP revela:Na crise econômica, idoso aquece mercado.
21/01/2017 | 11h53
Estudo da USP - Universidade de São Paulo- afirma que por ano, 670 mil pessoas no Brasil ultrapassam a barreira dos 65 anos e entram na terceira idade. Independente financeiramente e com tempo livre, essa população busca serviços e produtos que se adequem a seu perfil. "Há uma mudança na estrutura etária da sociedade. A indústria, o varejo e o setor de serviços precisam se adaptar a isso" diz Claudio Felisoni de Angelo, professor da FIA (Fundação Instituto de Administração), ligada a USP. A previsão é que o país tenha 30 milhões de idosos até 2025. É uma oportunidade de negócio, sem dúvida, porque investir na terceira idade permite uma diferenciação de produto e serviço. Isso cria uma barreira em relação à concorrência.
295294_192807287498842_100003087178160_296042_115148760_nO perfil do idoso mudou. Hoje ele quer agir igual ao jovem, tem dinheiro e saúde, e pretende desfrutar dos prazeres da vida.

"É um mercado que sofre pouco nas crises, porque o aposentado tem pouco risco de interrupção de renda", diz Carlos Pascotto Junior, 51. Há dois anos ele deixou a área de TI, na qual atuava, para abrir a Vincere, uma academia especializada em pessoas acima de 40 anos em Moema (zona sul de São Paulo).

"Antes só havia a previdência como forma de preparar para a velhice, hoje a conscientização é maior. Fazer musculação é uma poupança de tendões e articulações, eles serão os responsáveis pela liberdade amanhã", diz. 16260492Com faturamento de R$ 100 mil por mês e crescimento de 20% ao semestre, ele se prepara para transformar o negócio em franquia. Processo parecido foi feito pelo médico Benjamin Apter, 51, que criou há 12 anos a academia B-Active, também voltada à terceira idade. Há três anos foi aberta a primeira franquia da marca. Atualmente, há quatro unidades de parceiros e duas próprias -uma em Campinas e o restante na capital paulista. O investimento para abrir uma unidade é de R$ 385 mil, com retorno previsto para 19 meses. "Estamos crescendo em termos de rede e de faturamento porque a prevenção é um fator chave hoje", diz. Para De Angelo, da FIA, o empresário que investir nesse nicho precisa se preocupar com a qualidade, já que exigência dos clientes é maior. Já Mecate destaca que é preciso ter um bom atendimento ao cliente e adaptar o espaço para receber os idosos . Em compensação, diz ela, o idoso é mais fiel do que o jovem. "É uma pessoa madura que não precisa se preocupar em poupar. Então se ela gosta de uma marca, vai continuar comprando sempre." Entre os setores com maior potencial de crescimento, ela lista a área de exercícios físcos, a de moda e a de turismo. Essa última chamou a atenção de Cintia Paoleschi, 43. Ao lado da mãe, ela é dona da Cinthe Tur, agência de viagens especializada na terceira idade. A empresa fatura cerca de R$ 600 mil por ano. "As senhorinhas antes ficavam fazendo tricô em casa e agora querem mais passear e viajar" explica.

Fonte: Ariadne Mecate, do Sebrae-SP

EXPERIÊNCIA CONTAenvelhecimentosaudavel Ouvidos abertos A população mais idosa tem mais tempo livre e quer ser bem atendida. Vendedores precisam ser treinados para saber explicar os detalhes e responder todas as questões com paciência Cuidado na rede Cresce o uso de internet por pessoas mais velhas e, por isso, é interessante direcionar a elas um conteúdo on-line. Por outro lado, manter o atendimento pessoal ou por telefone é essencial Caminho livre Facilidade no acesso é fundamental, pois esse cliente exige mais comodidade. Ter estacionamento próprio conta pontos, assim como estar perto de uma estação de metrô ou de um ponto de ônibus Ambiente seguro É importante adaptar o espaço físico, colocando rampas no lugar de escadas, por exemplo. A lógica também se aplica ao material escrito, que não deve conter letras muito pequenas  
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Alzhiemer : Como prevenir?
21/01/2017 | 11h53
thL0ADXRC5Considerado que a população brasileira tem ampliada a estimativa de vida elevada pelo aumento demográfico e pela diminuição da mortalidade infantil. Sendo assim, é natural que , ao longo das décadas e com o estilo de vida que proporciona todas as facilidades de alimentação em  fast foods, a obesidade aliada ao sedentarismo causem danos irreparáveis a população.

Há no entorno do envelhecimento duas das mais severas doenças que podem ser prevenidas e causam um grande estrago quando atingem aos que envelhecem.th

Ao contrário do que se imagina, o Mal de Alzhimer é uma doença da sociedade, principalmente pelo estilo de vida sedentário e glutão que foi desenvolvido no século passado.(Assista o vídeo aqui)
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Envelhecimento , caminho sem volta. Previdência ,trabalho e aposentadorias.
21/01/2017 | 11h53

Enquanto a ONU projeta que a população com mais de 60 anos, 12,3% da parcela global no ano passado, dobre daqui a 55,8 anos, o Brasil terá o seu quinhão em apenas 24,3 anos. Por aqui, a fatia de habitantes idosos é de 11,7%, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). No mesmo 2015 como marco, 75,6% das pessoas com mais de 60 anos estavam aposentados e/ou eram pensionistas.

A vulnerabilidade está exposta. E se a aposentadoria não está garantida, trabalho também é recurso escasso para quem envelhece. Na década encerrada em 2015, o nível de ocupação dessa faixa etária caiu de 30,2% para 26,3%. Acumular aposentadoria e trabalho também ficou mais difícil, reverberam os números: a proporção de idosos nessa condição caiu de 62,7% para 53,8%.

O tempo que se tem, por sua vez, é cada vez maior. Ganhamos três meses a mais de vida, segundo as Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil, também do IBGE: a expectativa anunciada  é que a vida se prolongue até os 75,5 anos.

Em 2014, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era de 75,2 anos. Parece pouco, mas é melhor não pedir muito mais, pelo menos por enquanto, já que ninguém sabe ainda quem vai resolver a encrenca.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em seu Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde, lançado no ano passado, uma das dificuldades em se estabelecer uma resposta ampla para o envelhecimento da população é a diversidade de percepções e suposições que circundam os velhos que estão no mundo. Partindo de estereótipos ultrapassados, permanecemos limitados na tarefa de conceituar os problemas.

Não existe um idoso “típico” e as capacidades e necessidades de saúde, especificamente, dos mais velhos não é aleatória, mas estão vinculadas às circunstâncias e eventos que ocorrem ao longo da vida. É preciso, portanto, superar o impasse, alerta a própria OMS, e enxergar que os mais  velhos estão em todos os lugares.

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Sobre o autor

Helô Landim

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