Campos, pelos dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia Estatística- possui 12% de sua população com mais de 60 anos .
Se em Campos o governo rosáceo não investe nas pessoas, fica claro quando apontamos que nem se quer há uma política para o esporte e atividades físicas nos bairros, fator que mitigaria na raiz um problema grave que é de uma população que envelhece com sedentarismo, consequentemente potencializa a obesidade hipertensão arterial e diabetes para a idade adulta.
No Rio Crivella prega a extinção da -Secretaria Municipal de Envelhecimento , Resiliência e Cuidado.
A SEMEARC foi criada pela hoje Deputada Federal Cristiane Brasil (PTB RJ), que é vice presidente da Federação Inter Americana para o envelhecimento nas Américas, com sede no Canadá.
A SEMEARC , tornou-se então um modelo de gestão para o envelhecimento ativo e saudável para o Brasil , cerca de 500 mil idosos, com uma rede de proteção social, que através de indicadores, uma equipe multidisciplinar.
Mas em Campos não há se quer por parte desse governo rosáceo ,indicadores de obesidade infanto juvenil, um índice tão fácil de se obter, através das escolas municipais. Convenhamos, trabalhar sem indicadores é enxugar gelo, caminhar no escuro e desperdiçar dinheiro público.
O papel da prefeitura de Campos, deveria ser o de avaliar os desafios de saúde pública associados com o envelhecimento da população de Campos e apresentar uma rede de proteção social e estratégias para resolvê-los.
Trata-se de mostrar como a boa saúde vinda da atividade física ao longo da vida pode ajudar na velhice a ter uma vida plena e produtiva, e como é possível ainda desempenhar um papel ativo nas nossas famílias e da sociedade.
Significaria, entre outros fatores, valorizar a autonomia e preservar a independência física e psíquica da população idosa, prevenindo a perda de capacidade funcional ou reduzindo os efeitos negativos de eventos que a ocasionem, ou seja criar uma rede de proteção social para os que envelhecem .
Mas não basta a instalação de equipamentos para ginástica de idosos, e diga-se de passagem, sem nenhum planejamento prévio, sem a intervenção de profissionais de saúde e educação física, ciências humanas e sociais. É necessário um programa, interligado aos diversos instrumentos e organismos do governo.
Reconhecer a necessidade e executar uma política verdadeiramente pública e de olhar técnico para os que envelhecem , será um grande desafio para o prefeito eleito no dia 2 de outubro.



