Pois bem... depois de um catastrófico ano de 2022, onde os brasileiros se digladiaram por idiotices, esfacelando amizades e minando famílias, tudo por conta de uma horda descontrolada de dirigentes extremistas que tangiam seu “rebanho” à base de mentiras, fantasias e invenções, sempre no sentido de cindir o Povo, privilegiando a casta abastada em detrimento do Povo sofrido, uma luz nasceu e o ano que se finda veio cheio de antigas novidades (afinal, defender o Povo e lutar por seus interesses sempre deveria ser o “norte” dos governantes), com muitas reconquistas e o renascimento da esperança de um mundo melhor. Deixamos para trás a bestial pandemia (mas que não pode ser esquecida), voltando a conviver em grupo, sem as mazelas e sequelas de uma virose que dizimou milhões da humanidade. Enfim, as coisas começaram a trilhar o que poderia se dizer como o ”bom caminho”!
Iniciando pela seara da análise administrativa municipal, nesta breve e singela retrospectiva política do ano de 2023, tivemos, o que não se pode deixar de afiançar, um governo municipal classificado como exitoso, pois a despeito de algumas variáveis que escapam ao controle (tipo ordenamento do trânsito, segurança patrimonial e a multidão de pedintes exógenos que enxameiam nossa cidade) e outras um pouco nebulosas, inclusive na área contratual, é fato que o atual prefeito imprimiu um bom ritmo de obras e feitos que tem contemplado a população, associado à alta dos royalties (que não pode ser esquecida) e um excelente relacionamento político em outras esferas estatais que culminaram com boas realizações e a esperança que o Município possa ser, ainda, muito mais agraciado com obras e, principalmente, investimentos na Educação e na Saúde, estas duas áreas ainda carentes de melhorias. Foi um ano muito bom, querelas políticas á parte, pois a presença de um campista na presidência da Assembleia Estadual também esperamos, obrigatoriamente, deve (ou deveria) se reverter em benefícios para nosso Município.
No âmbito estadual, investigações, suspeitas e acusações à parte, tivemos um bom ano, com muitos investimentos em Campos dos Goytacazes. É curial ressaltar que a repactuação fiscal do Estado com a União, postergando pagamentos, foi um dos principais pilares deste ano bom, pois ao deixar de pagar (o que deve) a União, o Estado capitalizou para investir em obras e segurança (ainda muito falha), principalmente. O problema é que os ventos que se avizinham não nos parecem muito alvissareiros, pois a União deve recrudescer na relação tributária, o que deve dificultar as coisas. Veremos!
No âmbito federal, gostem ou não, tivemos muitas melhorias, com o Povo voltando a ser ouvido (e não apenas o empresariado, o agronegócio e alguns profissionais liberais, boa parte enganada pelo discurso liberal ou engajada no ódio pelas minorias), o que redundou em claros avanços sociais, com o retorno do zelo pela Coisa Pública (e não sua mera alienação desmedida e imediatista), com investimentos e proteção à produção nacional e ao meio ambiente.
É óbvio que muito falta, bem como muitos dos atores do primeiro escalão governamental federal não são as melhores escolhas (talvez as “possíveis” ante o “sujo” jogo das negociatas políticas, via de regra comandadas pelo asqueroso presidente da Câmara Federal) e, muitas vezes embaçam o que poderia ser, certamente, melhor, mas o progresso sócio comunitário, financeiro e, principalmente, do clima social é inegável. Deixamos de ser o País sitiado pelo ódio (que ainda persiste em bolsões de xenófobos e extremistas) para poder pensar mais na Família, no lazer, no trabalho edificante e na possibilidade de ascensão social para todos (e não apenas para alguns “patriotas”).
Que 2024 venha com ares de Bonança, de Paz e de Concórdia, principalmente porque será ano eleitoral e, como é sabido, em nosso País, ser político é profissão, logo a quase totalidade somente pensará, no ano vindouro, em sua reeleição, pouco se importando, de fato, com o Povo, mas lançando as mais fantasiosas promessas (que serão todas esquecidas após a eleição), com o fulcro de ludibriar a população e, mais uma vez, surfar nas verbas públicas, esquecendo-se, quase sempre, de seu manus público. Resumindo: a mesma mixórdia política de sempre!
Mas, a despeito disso, rogamos ao Grande Arquiteto do Universo que derrame suas Graças sobre nós e nossas Famílias, a fim de que naveguemos em “mares de almirante” e possamos estar incólumes ao findar do ano vindouro. Bem vindo 2024! Que assim seja... AMÉM!