Me movimento logo existo
23/02/2023 | 05h52



O exercício físico é o melhor remédio para a vida vivida com funcionalidade e alegria. 

Não há comparação com nenhum outro produto, substância, subterfúgio. 

Uma pena que na sua ausência o nosso organismo fica muito debilitado, onde não acredito que mesmo iniciando tardiamente, recupera-se o que foi perdido - em casos de idades mais avançadas. Mas sempre se terá ganho.

Fomos desenhandos para o movimento. Evoluímos com e pelo movimento. Vivemos pelo movimento.

“Mas então o movimento é mais importante que Td que faço na minha vida?”

Sim!

Se eu uso meu organismo eu o tenho em boas condições, nas mínimas condições; se eu não estímulo eu não o tenho. Simples assim. 

Portanto, me movimento logo existo, parafraseando o Descartes, bons treinos!
 
 
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O exercício simples que traz benefícios surpreendentes para o cérebro
15/02/2023 | 06h02

Cientistas tentam entender o tipo de atividade adequada para melhorar a saúde do órgão
"Sob perspectiva da evolução, nós desenvolvemos cérebros realmente grandes, cuja manutenção é especialmente custosa."

"Eles são grandes demais, muito ineficientes e precisam de muita energia para funcionar, mesmo em repouso", diz Damian Bailey, diretor do Instituto de Pesquisa em Saúde e Bem-Estar da Universidade de South Wales, no Reino Unido.

Bailey, que também é o líder do Laboratório de Pesquisa Neurovascular da Universidade, explicou que seu grupo a atividade física porque "não há tratamento curativo para a neurodegeneração e o exercício surgiu como uma contramedida muito, muito poderosa".
Mas a grande questão, segundo ele, é: quanto exercício se deve fazer, de que tipo e com que frequência.

"Muito do que fazemos no laboratório é observar diferentes aspectos do exercício, em termos de tipo, intensidade e duração, tentando encontrar o ponto ideal onde podemos ver uma adaptação otimizada", diz Bailey.

Sabemos que com a atividade física podemos aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro, o que é crucial porque isso ajuda o cérebro a reconhecer as substâncias químicas úteis de que precisa para crescer, diz o cientista.

Esse suprimento de sangue também é importante porque nosso hipocampo, a parte do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória, tende a encolher à medida que envelhecemos, recebendo menos sangue ao fazê-lo.

Graças aos recentes avanços tecnológicos, os cientistas podem entender como a atividade física beneficia o cérebro.

Eles podem medir o fluxo sanguíneo para o cérebro através do pescoço e do cérebro.

"E o que nossa pesquisa está mostrando é que você não precisa fazer exercícios de tirar o fôlego ou se esforçar ao máximo na academia para beneficiar certas partes do cérebro".

"Você pode fazer alguns grandes movimentos que quase não parecem que você está fazendo esforço físico e que realmente estimulam o cérebro."

QUAIS EXERCÍCIOS

"O que identificamos é que, principalmente para pessoas que não estão muito em forma ou que não podem fazer exercícios pesados, o agachamento é uma opção muito útil".

É isso mesmo: agachar-se e levantar-se repetidamente foi descrito como uma forma "inteligente" de exercício porque "desafia o cérebro" e, portanto, o beneficia.

O melhor de fazer agachamentos, explica o cientista, é que quando você se levanta, você está indo contra a gravidade; quando você desce, você trabalha com a gravidade.

"O que acontece é que o fluxo sanguíneo para o cérebro sobe e desce repetidamente conforme você o faz o movimento, e é essa mudança no fluxo que pode estimular o endotélio vascular, o revestimento interno dos vasos sanguíneos, a fornecer mais sangue ao cérebro."

É PRECISO FAZER MUITAS REPETIÇÕES?

No mínimo, Bailey recomenda fazer agachamentos por três minutos, três vezes por semana.

Ele diz que quando eles medições da rapidez com que o sangue entra no cérebro em voluntários mostraram que os melhores resultados acontecem com um regime de agachamentos de 4 a 5 vezes por dia, 3 a 4 vezes por semana.

Ele diz que esses resultados são melhores do que os apresentados por outros exercícios, como correr, caminhar ou pedalar em dispositivos estacionários por 30 a 40 minutos.

Além do mais: você pode matar dois coelhos com uma cajadada só se, enquanto se exercita, lê ou faz palavras cruzadas porque, como explica Bailey, "sabemos que podemos melhorar ainda mais o fluxo para o cérebro fornecendo o que chamamos de estressor cognitivo, a carga cognitiva".

NOS EXTREMOS

A privação de oxigênio experimentada em alguns esportes radicais também pode ser usada como um estressor para forçar os limites do cérebro e entender como funcionam seus mecanismos de defesa.

Como Bailey é um ex-atleta, ele próprio é objeto de sua própria investigação.

"Você tem que praticar o que prega."

"Usamos toda uma gama de esportes radicais para desafiar o cérebro a obter uma visão diferente desses mecanismos", diz ele, citando mergulho livre, paraquedismo e montanhismo.

Somos tão sensíveis à falta de oxigênio que quando vamos, por exemplo, a altitudes extremas com níveis de oxigênio extremamente baixos, há um aumento do fluxo sanguíneo.

"O cérebro está compensando o tempo todo. É como se estivesse andando em uma corda bamba bioenergética. Ele constantemente precisa fazer ajustes para não cair."

O rastreamento das respostas cerebrais a condições extremas pode esclarecer não apenas como tratar doenças como a demência, mas também como tornar possíveis as missões espaciais de longo prazo.

O cérebro é particularmente sensível a mudanças na gravidade, diz Bailey.

"Com a falta de gravidade no espaço e o sangue fluindo para a cabeça... você só precisa olhar para os rostos vermelhos e inchados e as pernas finas dos astronautas."

E uma das possíveis complicações disso é que, a longo prazo, pode aumentar a pressão dentro do cérebro, o que pode influenciar sua visão.

"Esse é um dos maiores problemas que enfrentamos e é por isso que estamos fazendo experimentos para tentar entender, resolver e desenvolver contramedidas para um voo humano para Marte."

Na Universidade de Milão, pesquisadores italianos também estão investigando o assunto.

"Pensamos: 'O que acontece quando você não consegue se mexer?'", diz Daniele Bottai, do Departamento de Ciências da Saúde da universidade.

"Porque há situações, como quando as pessoas passam muito tempo em seus sofás durante a pandemia, ou quando você está doente ou está em órbita no espaço há meses."

"Nós costumamos nos preocupar com a circulação, com os ossos, com os músculos, mas também temos que pensar no desempenho do cérebro."

A inatividade reduz o fluxo sanguíneo para o cérebro e não receber oxigênio suficiente pode ter consequências terríveis.

"Quando as coisas dão errado com o cérebro, você só precisa de uma janela muito pequena para receber danos, e é por isso que estamos interessados em atividade física", reiterou Bailey.

"É a única contramedida que existe no momento, e estamos começando a arranhar a superfície no que diz respeito ao cérebro".
Fonte: aqui com matéria original, aqui. Bons treinos!
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Cheirinho...
07/02/2023 | 18h52
Nunca, jamais, sob hipótese nenhuma, tenha certeza de algo, ainda mais se esta certeza esteja relacionada ao esporte, e mais especificamente em competições, onde o imponderável - dia bom ou muito ruim - podem influenciar, substancialmente. Bons treinos!
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Professores de Educação física na bronca
05/02/2023 | 16h49
Professores de Educação física do município de Campos dos Goytacazes na bronca pela mudança do tempo nas aulas, pois além de não serem chamados para discutir o novo formato ainda se sentem abandonados pela sua gestão específica de educação física escolar. Bons treinos!
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Boas sensações
22/01/2023 | 19h39
Apesar de ser do meio e labutar por quase 33 anos como profissional da área esportiva, ainda muito me encanta vivenciar experiencias no meu dia a dia, via alunos e amigos, sobre o imprescindível papel do esporte na vida das pessoas. 
Não é sobre ter disciplina, resiliência, superação, e sim sobre o que de fato muda no ser humano após a prática de algum tipo de exercício físico, em especial as atividades aeróbias e, mais especial ainda, as que envolvem Endurance (que são atividades de média a longa duração).
A mente fica muito mais clara e a imensa satisfação pessoal parecem ser transferidas para a vida refletindo no relacionamento interpessoal assim como na sua relação intrapessoal consigo mesmo. 
Ah, liga não, viagens de um cara que é muito apaixonado pelo movimento. Bons treinos!
 
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Esporte eletrônico X Esporte
17/01/2023 | 22h36
Ministra do Esporte, Ana Moser, afirmou que Esporte eletrônico é uma indústria de entretenimento, mas que não é esporte. Curto e compartilho. Bons treinos!
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Meia Maratona de Buenos Aires x Meia Internacional do Rio
22/08/2022 | 15h23
 
Duas meias maratonas tradicionais disputadas ontem, uma no Rio de Janeiro e outra em Buenos Aires, com grandes diferenças na sua parte técnica - percurso, temperatura (diga-se de passagem pela frente fria que estamos passando esta diferença foi minimizada), nível técnico - em BA do 1º a0 10º fizeram de 1:00:29 até 1:02:31 e no RJ de 01:03:47 até o 10º fazendo 01:09:51). Eles continuam como uma das melhores meias maratonas do mundo. Bons treinos!
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Quesitos visando Qualidade em eventos RUN
24/07/2022 | 18h53
 
Quando se pensa em organização de eventos esportivos, seja ele qual for, nas suas mais variadas modalidades, algumas premissas são extremamente importantes para o seu sucesso. Ao meu ver, a segurança dos atletas estará sempre em primeiro lugar, independente da modalidade, hora do dia, número de participantes, dentre outros.
Deixarei aqui neste espaço, e por ordem de importância, itens que se mostram fundamentais para que um evento de corrida de rua  obtenha sucesso, no sentido mais amplo da palavra, afinal, eventos necessitam de continuidade e para isso a qualidade tem que ser muito bem pensada antes, pois uma experiência não muito agradável faz com que o participante não retorne.
1- Segurança dos atletas 
2- Pontualidade na largada 
3- Percurso bem definido e que não deixe dúvidas  
4- Atenção com o atleta no pós prova - alimentação e hidratação 
5- Qualidade do material distribuído no kit 
6- Clima bacana no evento - música, espaço para interação no pré e pós prova 
 
Deixando claro que após muitos anos participando de grandes e pequenas provas - corrida de rua, ciclismo, triathlon e etc. - onde sempre observo todo o seu contexto, construi através de observações premissas interessantes, sob o meu ponto de vista, onde espero que sejam úteis em avaliações dos tais eventos. Bons treinos! 
 
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40 anos
13/07/2022 | 21h38
 
Neste mês de julho a revista mais antiga e importante do mundo no mundo do Triathlon - Triathlete -  faz 40 anos. Um salve ao importante magazine e que tive a oportunidade de conhecer e ser leitor, na década de 80, quando era estudante no Rio de Janeiro. Tenha um breve visão, por aqui. Bons treinos! 

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Torcendo pela construção da Ciclofaixa na Formosa
10/07/2022 | 19h59
 
Torcendo muito para que o poder público, em nome do prefeito, ao qual perece ser o responsável pelo voto Minerva em construir ou não uma Ciclovia na Formosa, ou seria ciclofaixa, como a que foi feita na rua Ouvidor. Bem, o que de fato mesmo importa é que os ciclistas sejam agraciados e que por tabela todos irão se beneficiar, sob o ponto de vista de menos poluição, transito e mais saúde para todos.
Abaixo, breve definição entre ciclovia e ciclofaixa 

É bastante comum as ciclovias e ciclofaixas serem consideradas, equivocadamente, como um único sistema. Alguns municípios, inclusive, chegam a tratar esses dois modelos de forma homogênea, causando ainda mais confusão para o usuário. Mas há especificidades, principalmente quanto à segurança, que impactam na forma de pedalar.

Ciclovias são espaços segregados para o fluxo de bicicletas. Utilizam uma separação física, como grades, blocos de concreto ou balizadores, que isolam – e protegem! – os ciclistas dos veículos, vide a ciclovia da Avenida 28 de Março, que em geral, são utilizadas em locais de tráfego intenso, como avenidas e vias expressas, ou nas orlas das praias.

Já a ciclofaixa é aquela que tem faixas pintadas, geralmente na cor vermelha, na pista de rolamento, vide a Rua Ouvidor, e diferencia-se das ciclovias por não utilizar nenhuma separação física. Eventualmente pode incluir sinalizações do tipo “olho de gato” ou tachões, como os que separam as faixas de ônibus. Na torcida pelo melhor para a população. Bons treinos!
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Sobre o autor

Marcos Almeida

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