Viva GUSTAVO!
01/04/2023 | 19h26
O nosso ironMan, Gustavo Taradão, continua a dar um show no esporte e na vida.
Segue matéria da folha (aqui) sobre mais uma vitória do nosso campeão. Bons Treinos!

 
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O verdadeiro papel da educação física escolar
26/03/2023 | 20h59
 
Desenvolvo, academicamente, uma teoria sobre a educação física escolar, ao qual defendo 100% de aulas com o estímulo ao movimento, também chamadas de aulas práticas, sem a inserção de teorias e afins. Consigo ver muito mais sentido nestas aulas apresentadas aos jovens frente a levar para sala de aula com teorias sobre regras de jogos, funcionamento do corpo humano e etc.
Esta teoria venho aplicando há vários anos e, hoje, muito mais maduro na práxis diária, combato algumas diretrizes que são recomendadas didaticamente, onde, não vejo sentido em aplicá-las em detrimento a uma possibilidade de oferecer qualidade de vida pelo movimento, que é o real papel da EF onde quer que esteja.
Alguns dados se mostrem importantes sob o aspecto de se provar que frente as observações que tenho feito, e com realidades distintas mas que muito se assemelham entre EUA e Brasil. Hoje, mais de 50% das crianças dos EUA estão acima do peso, números que também por aqui estão bem próximos.
O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, com dados de pessoas acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, aponta que, até meados de setembro de 2022, mais de 340 mil crianças de 5 a 10 anos de idade foram diagnosticadas com obesidade. Em 2021, a APS diagnosticou obesidade em 356 mil crianças dessa mesma idade.
Isso explica o verdadeiro papel da educação física escolar, sob o meu ponto de vista. Acredito, sem sombras de dúvidas, que a EF pode ajudar hoje um aluno para que tenha saúde no futuro, facilitando a sua vida e o seu esforço estudantil atual, além das já reconhecidas facilidades geradas pela oxigenação cerebral em prol de melhores aprendizagens, socialização e etc.
A educação física deve ensinar habilidades de movimentos e não habilidades esportivas ou regras de jogo, ou seja, mais movimentos e menos teoria, é o que defendo tacitamente. 
Claro que respeito opniões alheias e metodologias que podem ser desenvolvidas por cada um no seu local de trabalho, mas não concordo e não vejo de uma forma objetiva como a EF pode ajudar mais que através da motricidade. 
Acredito que com esta bandeira, ao qual muitos já desenvolvem, mas talvez sem uma defesa teórica, ajudaremos muitos jovens no atual presente e no breve futuro. Bons treinos!
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Mais educação física menos matemática
03/03/2023 | 05h46
Ao longo do tempo de vida fazer algum tipo de movimento se torna muito mais importante para a vida que fazer contas e etc. Concorda? Bons treinos!
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Preparação p/ correr fora do país: dicas de quem correu 156 vezes 42km
23/02/2023 | 20h08
 
Rodrigo Flores
CARTAGENA (COLÔMBIA)
Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

A minha resposta é fácil. Na semana passada, eu participei da minha primeira corrida de rua fora do Brasil. A convite da Asics, que aproveitou o evento como plataforma de lançamento do tênis Nimbus 25, corri 10 quilômetros na Media Maratón del Mar, em Cartagena, no litoral colombiano.

Corredor é naturalmente um bicho ansioso. Basta ver a apreensão dos atletas pouco antes do início de uma prova. Alguns conseguem disfarçar o nervosismo. Outros, nem tentam mais. A viagem para o exterior potencializa o frio na barriga. É como se as borboletas dentro do meu estômago disputassem uma maratona que não termina nunca. Clima, comida, idioma. Todas as delícias e descobertas do turista tornam-se potenciais ameaças para o desempenho do atleta, seja ele profissional ou amador, como eu.

Corredores participam da Maratona de Nova York, em 6 de novembro de 2022
Corredores participam da Maratona de Nova York, em 6 de novembro de 2022 - Michael Nagle/Xinhua
Antes de embarcar para a Colômbia, segui a cartilha do bom jornalista e procurei um especialista sobre o assunto. Conversei com a carioca Denise Amaral, um ícone das corridas de rua no Brasil. Ela já completou 156 maratonas e é a única mulher do mundo a ter três mandalas das Majors. Para quem não sabe, a mandala é uma medalha especial entregue aos corredores que completam as seis principais maratonas do mundo (Nova York, Chicago, Boston, Tóquio, Londres e Berlim). Em novembro, Denise vai correr a sua 29 maratona de Nova York.

Abaixo, separei as principais dicas da Denise. Foram muito úteis para mim, e podem ajudar os próximos marinheiros de primeira viagem. Vamos a elas.

FAÇA UM SEGURO

Denise foi incisiva sobre a principal prioridade para o corredor-viajante. "Os seguros são baratos, simples de contratar, e podem salvar você de enrascadas", afirma. Ela lembra que certa vez, na Espanha, seu marido caiu e teve uma grave lesão no quadríceps. Ela só foi reencontrá-lo de noite, na maca de um hospital público local. "Só a passagem de retorno para ele custaria 8 mil euros". Convenhamos, um seguro que custa no máximo algumas centenas de reais. Ou seja, representa um custo irrisório perto das outras despesas envolvidas na viagem.

O seguro é especialmente importante no caso da corrida, uma atividade que leva o físico ao limite. A simples participação em uma prova naturalmente aumenta o risco da viagem e, consequentemente, a necessidade de proteção.

Um outro motivo para contratar seguros é que eles costumam cobrir outros perrengues, como extravio de bagagem, por exemplo. Ninguém quer ficar horas ou dias que antecedem uma corrida usando a mesma roupa, certo?

Alguns cartões de crédito oferecem seguro-viagem para seus clientes. Antes de embarcar, é importante verificar as regras e as coberturas. Em geral, as bandeiras exigem que o cliente compre a passagem aérea com o cartão para ser elegível ao benefício. A maioria também solicita que a apólice seja emitida antes da viagem – embora seja algo simples, requer alguma organização e planejamento do viajante.

LEVE O MAIS IMPORTANTE COM VOCÊ

Denise conta que já teve a bagagem extraviada antes das maratonas de Lisboa, Berlim e Londres. Se a corrida é o principal motivo da viagem, por que arriscar a participação na prova por conta de um contratempo? "Não corro mais riscos. Prefiro levar o tênis comigo no avião", afirma.

CHEGUE PRÓXIMO À DATA DA CORRIDA

Em uma prova internacional, o ideal é chegar dois ou três dias antes. "Em uma corrida no domingo, em outro continente, chegue na quinta ou na sexta-feira. Com isso você tem tempo de descansar, curtir os eventos que antecedem a prova, retirar seu kit com calma e fazer uma boa prova", recomenda Denise.

Chegar muito antes, pode? Denise desaconselha. "Você naturalmente vai querer aproveitar o tempo livre para fazer turismo, caminhar, experimentar comidas diferentes. E essa mudança de rotina pode comprometer o seu desempenho. Lembre-se que há espaço para tudo isso, mas prefira fazer depois da corrida".

Se mesmo num calendário apertado sobrar tempo livre para turismo, prefira atividades que não sejam fisicamente cansativas. "Eu opto por ônibus turísticos. Assim consigo passear e, ao mesmo tempo, economizo as pernas para a corrida".

CUIDADO COM A ALIMENTAÇÃO

Conhecer um outro país inclui necessariamente experimentar alimentos e temperos típicos – e, às vezes, exóticos. Cuidado com seu trato digestivo antes da prova. "Macarrão é algo que você encontra em qualquer lugar do mundo. Deixe as delícias locais para depois da corrida". Além de pasta, Denise cita pão e queijo como alimentos de baixo risco para o corredor,e que são acessíveis a qualquer atleta.

CONVERSE COM QUEM JÁ PARTICIPOU DA PROVA

Aproveite o conhecimento dos outros a seu favor. "Tente achar alguém que já correu a prova da qual você vai participar. Não tente desbravar tudo sozinho." Ela lembra que há grupos de WhatsApp de brasileiros que correm a maratona de Nova York, por exemplo. "Eu corro desde antes de surgirem as redes sociais. Agora ficou muito mais fácil encontrar pessoas que já viveram a experiências semelhantes antes de você, e que podem dar dicas preciosas e específicas sobre aquele evento". A troca de informações também ajuda a reduzir a ansiedade, que é naturalmente alta em qualquer corrida fora do país.

TENTE SE HOSPEDAR PERTO DA LARGADA

No dia da prova, o ideal é economizar energias antes da largada. "Tento sempre me hospedar perto do ponto de início da corrida. Depois que a prova terminar, a gente dá um jeitinho pra voltar", conta Denise. Claro que essa regra vale caso ela não comprometa o orçamento (não raro as corridas começam em lugares icônicos – e caros – da cidade) e fica ainda mais desejável quando largada e chegada são no mesmo ponto.

ESTIQUE AO MÁXIMO A VIAGEM

Viajar é caro, e nem só de corrida vive o atleta amador. "A viagem começa antes do embarque. Curta o planejamento, pesquise, leia, desperte a curiosidade. E, depois que a corrida terminar, estique ao máximo possível a sua estadia. Faça valer o investimento emocional e financeiro. Sem falar que você vai construir recordações lindas e associá-las ao ato de correr".

O jornalista Rodrigo Flores viajou a convite da Asics.
Fonte: Folha de São Paulo
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Me movimento logo existo
23/02/2023 | 05h52



O exercício físico é o melhor remédio para a vida vivida com funcionalidade e alegria. 

Não há comparação com nenhum outro produto, substância, subterfúgio. 

Uma pena que na sua ausência o nosso organismo fica muito debilitado, onde não acredito que mesmo iniciando tardiamente, recupera-se o que foi perdido - em casos de idades mais avançadas. Mas sempre se terá ganho.

Fomos desenhandos para o movimento. Evoluímos com e pelo movimento. Vivemos pelo movimento.

“Mas então o movimento é mais importante que Td que faço na minha vida?”

Sim!

Se eu uso meu organismo eu o tenho em boas condições, nas mínimas condições; se eu não estímulo eu não o tenho. Simples assim. 

Portanto, me movimento logo existo, parafraseando o Descartes, bons treinos!
 
 
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O exercício simples que traz benefícios surpreendentes para o cérebro
15/02/2023 | 06h02

Cientistas tentam entender o tipo de atividade adequada para melhorar a saúde do órgão
"Sob perspectiva da evolução, nós desenvolvemos cérebros realmente grandes, cuja manutenção é especialmente custosa."

"Eles são grandes demais, muito ineficientes e precisam de muita energia para funcionar, mesmo em repouso", diz Damian Bailey, diretor do Instituto de Pesquisa em Saúde e Bem-Estar da Universidade de South Wales, no Reino Unido.

Bailey, que também é o líder do Laboratório de Pesquisa Neurovascular da Universidade, explicou que seu grupo a atividade física porque "não há tratamento curativo para a neurodegeneração e o exercício surgiu como uma contramedida muito, muito poderosa".
Mas a grande questão, segundo ele, é: quanto exercício se deve fazer, de que tipo e com que frequência.

"Muito do que fazemos no laboratório é observar diferentes aspectos do exercício, em termos de tipo, intensidade e duração, tentando encontrar o ponto ideal onde podemos ver uma adaptação otimizada", diz Bailey.

Sabemos que com a atividade física podemos aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro, o que é crucial porque isso ajuda o cérebro a reconhecer as substâncias químicas úteis de que precisa para crescer, diz o cientista.

Esse suprimento de sangue também é importante porque nosso hipocampo, a parte do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória, tende a encolher à medida que envelhecemos, recebendo menos sangue ao fazê-lo.

Graças aos recentes avanços tecnológicos, os cientistas podem entender como a atividade física beneficia o cérebro.

Eles podem medir o fluxo sanguíneo para o cérebro através do pescoço e do cérebro.

"E o que nossa pesquisa está mostrando é que você não precisa fazer exercícios de tirar o fôlego ou se esforçar ao máximo na academia para beneficiar certas partes do cérebro".

"Você pode fazer alguns grandes movimentos que quase não parecem que você está fazendo esforço físico e que realmente estimulam o cérebro."

QUAIS EXERCÍCIOS

"O que identificamos é que, principalmente para pessoas que não estão muito em forma ou que não podem fazer exercícios pesados, o agachamento é uma opção muito útil".

É isso mesmo: agachar-se e levantar-se repetidamente foi descrito como uma forma "inteligente" de exercício porque "desafia o cérebro" e, portanto, o beneficia.

O melhor de fazer agachamentos, explica o cientista, é que quando você se levanta, você está indo contra a gravidade; quando você desce, você trabalha com a gravidade.

"O que acontece é que o fluxo sanguíneo para o cérebro sobe e desce repetidamente conforme você o faz o movimento, e é essa mudança no fluxo que pode estimular o endotélio vascular, o revestimento interno dos vasos sanguíneos, a fornecer mais sangue ao cérebro."

É PRECISO FAZER MUITAS REPETIÇÕES?

No mínimo, Bailey recomenda fazer agachamentos por três minutos, três vezes por semana.

Ele diz que quando eles medições da rapidez com que o sangue entra no cérebro em voluntários mostraram que os melhores resultados acontecem com um regime de agachamentos de 4 a 5 vezes por dia, 3 a 4 vezes por semana.

Ele diz que esses resultados são melhores do que os apresentados por outros exercícios, como correr, caminhar ou pedalar em dispositivos estacionários por 30 a 40 minutos.

Além do mais: você pode matar dois coelhos com uma cajadada só se, enquanto se exercita, lê ou faz palavras cruzadas porque, como explica Bailey, "sabemos que podemos melhorar ainda mais o fluxo para o cérebro fornecendo o que chamamos de estressor cognitivo, a carga cognitiva".

NOS EXTREMOS

A privação de oxigênio experimentada em alguns esportes radicais também pode ser usada como um estressor para forçar os limites do cérebro e entender como funcionam seus mecanismos de defesa.

Como Bailey é um ex-atleta, ele próprio é objeto de sua própria investigação.

"Você tem que praticar o que prega."

"Usamos toda uma gama de esportes radicais para desafiar o cérebro a obter uma visão diferente desses mecanismos", diz ele, citando mergulho livre, paraquedismo e montanhismo.

Somos tão sensíveis à falta de oxigênio que quando vamos, por exemplo, a altitudes extremas com níveis de oxigênio extremamente baixos, há um aumento do fluxo sanguíneo.

"O cérebro está compensando o tempo todo. É como se estivesse andando em uma corda bamba bioenergética. Ele constantemente precisa fazer ajustes para não cair."

O rastreamento das respostas cerebrais a condições extremas pode esclarecer não apenas como tratar doenças como a demência, mas também como tornar possíveis as missões espaciais de longo prazo.

O cérebro é particularmente sensível a mudanças na gravidade, diz Bailey.

"Com a falta de gravidade no espaço e o sangue fluindo para a cabeça... você só precisa olhar para os rostos vermelhos e inchados e as pernas finas dos astronautas."

E uma das possíveis complicações disso é que, a longo prazo, pode aumentar a pressão dentro do cérebro, o que pode influenciar sua visão.

"Esse é um dos maiores problemas que enfrentamos e é por isso que estamos fazendo experimentos para tentar entender, resolver e desenvolver contramedidas para um voo humano para Marte."

Na Universidade de Milão, pesquisadores italianos também estão investigando o assunto.

"Pensamos: 'O que acontece quando você não consegue se mexer?'", diz Daniele Bottai, do Departamento de Ciências da Saúde da universidade.

"Porque há situações, como quando as pessoas passam muito tempo em seus sofás durante a pandemia, ou quando você está doente ou está em órbita no espaço há meses."

"Nós costumamos nos preocupar com a circulação, com os ossos, com os músculos, mas também temos que pensar no desempenho do cérebro."

A inatividade reduz o fluxo sanguíneo para o cérebro e não receber oxigênio suficiente pode ter consequências terríveis.

"Quando as coisas dão errado com o cérebro, você só precisa de uma janela muito pequena para receber danos, e é por isso que estamos interessados em atividade física", reiterou Bailey.

"É a única contramedida que existe no momento, e estamos começando a arranhar a superfície no que diz respeito ao cérebro".
Fonte: aqui com matéria original, aqui. Bons treinos!
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Cheirinho...
07/02/2023 | 18h52
Nunca, jamais, sob hipótese nenhuma, tenha certeza de algo, ainda mais se esta certeza esteja relacionada ao esporte, e mais especificamente em competições, onde o imponderável - dia bom ou muito ruim - podem influenciar, substancialmente. Bons treinos!
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Professores de Educação física na bronca
05/02/2023 | 16h49
Professores de Educação física do município de Campos dos Goytacazes na bronca pela mudança do tempo nas aulas, pois além de não serem chamados para discutir o novo formato ainda se sentem abandonados pela sua gestão específica de educação física escolar. Bons treinos!
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Boas sensações
22/01/2023 | 19h39
Apesar de ser do meio e labutar por quase 33 anos como profissional da área esportiva, ainda muito me encanta vivenciar experiencias no meu dia a dia, via alunos e amigos, sobre o imprescindível papel do esporte na vida das pessoas. 
Não é sobre ter disciplina, resiliência, superação, e sim sobre o que de fato muda no ser humano após a prática de algum tipo de exercício físico, em especial as atividades aeróbias e, mais especial ainda, as que envolvem Endurance (que são atividades de média a longa duração).
A mente fica muito mais clara e a imensa satisfação pessoal parecem ser transferidas para a vida refletindo no relacionamento interpessoal assim como na sua relação intrapessoal consigo mesmo. 
Ah, liga não, viagens de um cara que é muito apaixonado pelo movimento. Bons treinos!
 
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Esporte eletrônico X Esporte
17/01/2023 | 22h36
Ministra do Esporte, Ana Moser, afirmou que Esporte eletrônico é uma indústria de entretenimento, mas que não é esporte. Curto e compartilho. Bons treinos!
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Sobre o autor

Marcos Almeida

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