Doenças Crônicas não transmissíveis na lista da OMS como as 10 que mais causam morte..
10/02/2020 | 14h01
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) foram incluídas, em 2019, na lista das dez ameaças à saúde a serem combatidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As enfermidades classificadas desta maneira – como diabetes, alguns tipos de câncer, doenças cardiovasculares, como a hipertensão, e doenças respiratórias -, causam 70% de todas as mortes no mundo: cerca de 41 milhões de pessoas.
O aumento da expectativa de vida no Brasil, sem garantia de acesso ao serviço de saúde e à promoção de saúde para todos, gera uma população cada vez mais idosa, mas que acumula riscos potenciais para doenças crônicas:  Viver mais tempo não significa que está vivendo bem, com qualidade de vida. E envelhecer não significa ficar doente, a gente pode envelhecer com saúde.
  A população contemporânea, com a velocidade da vida e as oportunidades do mundo de mais conforto, novas tecnologias disponíveis para consumo, se vê de muitas vezes acomodada ao controle remoto, da inatividade física, da má alimentação, consumindo produtos alimentícios(com corantes, potássio em excesso e açucares), em detrimento da alimentação com comida de verdade. Comida de verdade é chamada a todo e qualquer alimento, sem aditivos. Mais ainda, a sociedade contemporânea ainda esbarra em dois desafios, o sedentarismo e a obesidade.
 
 Segundo a Organização Pan Americana de Saúde as Doenças Cronicas não transmissíveis, estão se tornando uma pandemia e se constituem em um dos maiores índices de causa de mortes. Diabetes, doenças coronarianas,como por exemplo a hipertensão, obesidade e até mesmo o sedentarismo estão em crescente índices, sendo um fator de grande risco a morte.
Viver mais , viver melhor é uma opção, que, conduz a um estilo de vida preventivo, com ações rotineiras voltadas para a boa alimentação, bons hábitos de vida diária, como atividades físicas, qualidade do sono, manutenção da autonomia funcional( realizando suas atividades da vida diária) e das atividades cognitivas.
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Pets ajudam no processo de envelhecimento saudável
26/01/2020 | 22h44
Quem acha que ter um pet em casa junto com uma pessoa idosa é má ideia, está errado. Um estudo realizado pelo National Center for Biotechnology Information, em 2018, constatou que a convivência entre idosos e animais faz com que esses humanos sejam mais felizes e saudáveis. Além de ficarem mais ativas, as pessoas acima dos 60 anos sentem mais bem-estar do que quando estão sozinhas ou na companhia de humanos.
Muitas vezes, os idosos precisam de cuidados especiais, e podem até se sentir um pouco sozinhos. Ao juntarmos idosos e animais de estimação, os idosos se sentem mais amparados e recebem carinho o tempo todo. Segundo o estudo da National Center, dois terços das pessoas idosas entrevistadas consideram o pet como seu melhor amigo e se sentem mais dispostas na presença deles.
Mas isso não é tudo. Além destes benefícios, os animais foram apontados como os "remédios" que diminuem os sintomas da depressão. Os idosos ficam mais ativos na presença dos animais, e isso faz com que os altos níveis de colesterol, glicemia e pressão alta diminuam. De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, cuidar de um bicho de estimação e estabelecer um laço com eles também reduz a agressividade causada pela demência.
Além disso, cuidar da higiene e levar o pet para passear faz com que o idoso crie um senso de responsabilidade, se sentindo importante por ter que cuidar de alguém, e não ter que ser o tempo todo cuidado. Como os animais oferecem amor e carinho incondicional aos seus donos, os idosos podem se sentir muito mais seguros e amados ao lado deles quando não podem estar com a família.
*Com informações do site Canaldopet
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Restaurante contrata "avós" e agora tem a melhor comida caseira
20/01/2020 | 20h44
Às vezes não é necessário ir a um restaurante de classe mundial para desfrutar de uma refeição deliciosa. Basta visitar a avó ou a mãe e ela vai oferecer os pratos caseiros feitos com todo o amor do mundo. O proprietário de um restaurante em Staten Island, Nova York, se apropriou desse conceito para obter a receita do sucesso.
Na Enoteca Maria, ao invés de chefs profissionais das mais altas escolas de culinária do mundo, apenas avós de diferentes partes do mundo trabalham e oferecem, por meio de “receitas de família” um passeio pela infância e momentos inesquecíveis.
Jody Scaravella, proprietário do restaurante, foi inspirado a fazer isso depois de perder a avó, a mãe e a irmã. Em entrevista ao site Gothamist, ele admite que "estava inconscientemente tentando remendar os buracos da própria vida”.
Para começar o negócio, Scaravella postou um aviso em um jornal de língua italiana que dizia “donas de casa italianas querem cozinhar pratos regionais”. Em seguida, expandiu a equipe de chefs para avós de diferentes culturas e etnias a fim de adicionar pratos italianos de outras partes do mundo.
Agora ela tem cozinheiros da Síria, Polônia, Nigéria, Venezuela, Equador, Turquia e França, entre outras nações. Até mesmo sua equipe tem um “avô” que faz massas frescas como nhoque ou ravioli.
O restaurante é um grande sucesso em Staten Island e em todo o mundo porque tem receitas antigas que passaram de geração em geração.
 
 
*Fonte: Site Revista CarpeDiem
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Janeiro Branco: A prioridade é você!
12/01/2020 | 18h23
No primeiro mês do ano – janeiro – temos o costume de refletir sobre nossa história, o sentido e o propósito da vida. Também pensamos sobre a qualidade de nossos relacionamentos, revisitamos nossas emoções, nossos últimos desafios da vida, pensamentos e comportamentos. E foi considerando isso que o mês de janeiro foi escolhido para representar a saúde mental no Brasil, tornando-se o “Janeiro Branco“.
Muitas pessoas, quando pensam no tema “Saúde Mental” acabam na verdade fazendo uma associação com “Doença Mental”. Entretanto, a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais.
Estar mentalmente saudável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) é o estado de bem-estar no qual uma pessoa consegue desempenhar suas habilidades, lidar com as inquietudes da vida, é capaz de trabalhar de forma produtiva e contribuir para a sua comunidade.
Um indivíduo mentalmente saudável compreende que não existe a perfeição e que todos os seres humanos possuem limites. Também compreende que a vida real é regada de diversas emoções, como por exemplo: alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração.
Além disso, são capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida.
Resumindo, a Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e como lida com os seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções.
 
 
 
 
*Fonte: https://www.ostomais.com/janeiro-branco-saude-mental/ 
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Chegamos a 2020...vamos viver o que há sem perder a esperança jamais
04/01/2020 | 22h21
Entramos em uma nova década. É uma era que se inicia com a chegada de 2020, com novos desafios. Dias melhores acontecerão se você estiver andando no direcionamento deles. Anota aí: A vida é um dom e merece ser bem vivida, mesmo com seus altos e baixos!!!
É natural que, no fim do ano, a gente busque varrer da consciência tudo o que nos parece desconfortável. A passagem do ano contém emoções mais amplas ainda, porque costumamos fazer um balanço geral de todos os aspectos de nossas vidas. Surgem muitos questionamentos quanto ao que realizamos, e o que prometemos e deixamos de cumprir. Costumamos ficar frustrados e decepcionados com o que não cumprimos, e nos martirizamos com isso.
É comum termos ansiedades e expectativas quanto ao novo ano que vai começar. Perguntamo-nos: “Será que o próximo ano vai ser melhor?” “Será que vou conseguir realizar os meus sonhos?”
Mas, ao invés de nos criticarmos por aquilo que não fizemos no ano que passou, vamos ser mais tolerantes com nós mesmos e aprender com nossos erros, sem culpa, e ficarmos abertos para realizar todas as oportunidades que surgirem.
Vamos procurar reconciliar os nossos sonhos com nossas realidades, não criar grandes expectativas e nunca estabelecer metas inatingíveis. O importante é nunca desistirmos de nós mesmos, aceitar nossas limitações, valorizar as nossas qualidades e não perder a esperança jamais.
*Trecho do Texto de Solange Quintaniha
Psicóloga Médico-Hospitalar, Psicanalista e Psicóloga Motivacional. Especialista na Terceira Idade
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Excelente oportunidade! Nestlé abre vagas de emprego para pessoas com mais de 60 anos
29/12/2019 | 13h30
Excelente oportunidade para pessoas acima dos 60 anos. A Nestlé vai abrir, em janeiro, 60 vagas temporárias para profissionais com mais de 60 anos. Segundo informações da empresa, os profissionais vão atuar como promotores. Eles farão divulgação de produtos em uma nova ação promocional da companhia.
Segundo informações de vagas, são 60 vagas temporárias em 11 Estados, para trabalho no período compreendido entre 16 de janeiro e 16 de fevereiro.
Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão se inscrever até o dia 10 de janeiro de 2020, no site oficial. As vagas são para atuação nos estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
Além da idade superior a 60 anos, o candidato precisa ter concluído o ensino médio. Os selecionados vão passar por um treinamento na Nestlé, antes de iniciar o trabalho nos pontos-de-venda. O objetivo é que os promotores participem da divulgação de produtos que farão parte de uma nova ação promocional que a Nestlé lança no início de janeiro de 2020.
*Site: Noticias concursos
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Festas de fim de ano podem desencadear um quadro depressivo nos idosos
22/12/2019 | 10h45
O período de festas de final de ano pode desencadear um sentimento nocivo ao bem-estar dos idosos. Muitas vezes esse sentimento de desamparo e desânimo é provocado por datas que nos trazem lembranças tristes. Ou ainda, por perdas, como a de entes queridos, separações, desemprego, doenças. Todos esses fatos provocam o que podemos chamar de depressão natural. É normal que uma pessoa se deprima quando sofre uma perda.
Essa situação pode demorar para ser identificada pelos familiares ou cuidadores mais atentos. Os sintomas geralmente são confundidos como aqueles já esperados nos idosos como: fadiga, desejo de dormir mais, apatia, desejo de ficar sozinho, pouca energia e ganho de peso.
Período de final de ano contribui para a depressão para idosos
Durante a temporada de festas, os idosos podem começar a experimentar uma maior sensação de perda, à medida que as memórias vêm à tona e se intensificam.
Perda de membros da família 
Marido, a mãe ou mesmo a avó, seus filhos, seus irmãos e seus animais de estimação. Esses pensamentos ocorrem durante as visitas de familiares, relembrando os “bons tempos” e a partilha familiar.
Perda de tradições 
O cheiro dos biscoitos que a avó fazia quando era criança, o prato familiar especial que só era servido na véspera de Natal, assistir a um programa especial e muitos outros desencadeantes que trazem memórias de infância e longas tradições familiares perdidas.
Perda da independência
À medida que os idosos olham para o Ano Novo, eles podem se perguntar como estará a sua condição de saúde já em declínio no próximo ano ou a inevitabilidade da vida acontecerá. Eles podem já ter experimentado declínios de saúde e ter que continuar a lutar em termos de aceitação.
Perda de habilidades funcionais
Caminhar, cuidados pessoais, tarefas domésticas e ter que permitir que outras pessoas façam coisas para que elas possam continuar a viver e fazer coisas que gosta, como a perda de habilidade de ir à igreja.Quando não podem estar em sua própria casa com suas próprias decorações de Natal quando eles estão vivendo em um residencial ou com os filhos.
 
Esquecer os nomes de pessoas importantes em sua vida 
O nome dos netos, ou mesmo o nome dos próprios filhos, quando eles fazem uma visita pode evidenciar que a função e a cognição realmente diminuíram.
Como ajudar a aliviar a depressão?
Renove as esperanças do seu idoso. Literalmente! Leve-os ou incentive uma caminhada ao ar livre, sente-se ao ar livre em um dia ensolarado ou mesmo nublado (mas que não esteja chovendo), abra as cortinas ou mantenha acessas algumas lâmpadas de maior potência onde se sentam habitualmente. Baixos níveis de luz podem piorar a depressão.
Permanecer fisicamente ativo através de atividades de caminhada ou outras atividades de movimento.
Continue a viver! Fique envolvido com passatempos, eventos e atividades para aliviar o tédio e a solidão. 
Todos queremos que nossos idosos sejam saudáveis, ativos e felizes – não apenas durante o período do Natal, mas durante todo o ano. Podemos sentir que a partilha das festas de final de ano traga aos nossos entes queridos apenas alegria e felicidade. No entanto, devemos nos lembrar de permanecer atentos a pistas não-verbais que possam estar preparando os idosos para a depressão.
*Com informações do site Hospital Santa Mônica
 
 
 
 
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Mídias sociais digitais: aliado na luta contra o ócio e um meio de distração
17/12/2019 | 08h38
Favorecer o acesso do idoso ao convívio social pelos diversos meios disponíveis é um direito regulamentado pelo Estatuto do Idoso que, em seu Artigo 3, prevê a viabilização de formas alternativas de participação, de ocupação e de convívio de pessoas da terceira idade com as demais gerações. Assim, o Artigo 21, Parágrafo Primeiro, garante que os cursos especiais para idosos incluirão conteúdo relativo às técnicas de comunicação, computação e demais avanços tecnológicos para a sua integração à vida moderna (Lei Federal nº 10.741, 2003). 
 
Por conseguinte, promover ações comunitárias e políticas públicas de inclusão digital aos idosos de todas as classes sociais é uma forma não apenas de atender à legislação vigente, mas um meio de oportunizar a eles a possibilidade de interação com os demais grupos etários, usufruindo, assim, da gama de conhecimento que, na atualidade, está disponível por meio da internet, através de revistas, jornais, portais acadêmicos, blogs, redes sociais etc.
Dentro dessa realidade, a internet não se apresenta apenas como uma ferramenta voltada para o lazer, mas é totalmente viável para a aquisição de aprendizados e inserção social. Frente a esse novo contexto, a informática assume um papel no auxílio cotidiano aos idosos, pois proporciona a eles a vitória sobre seus medos e desafios com relação à utilização de equipamentos eletrônicos (computadores, notebooks, tablets, smartphones, caixas eletrônicos etc.).
Com isso, o usuário idoso alcança uma nova consciência, passa a ser capaz de resgatar a importância do “eu” em detrimento da visão inadequada de pessoa improdutiva e esquecida, seja por si próprio ou pela sociedade que o rodeia, despontando, dentro de si, uma nova maneira de auto-compreensão do mundo e do futuro.
 
* Com informações do site isaúde
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Avô com Alzheimer canta música que neto fez para ele e viraliza na web
10/12/2019 | 18h10
"Vê se não me esquece mais, eu tô cantando só para te dizer que eu te amo". Muito mais do que lidar com a doença, os versos compostos pelo cantor Lucas Laypold, 20 anos, funcionam como uma prova de amor ao avô Daniel Casagrande; carinhosamente chamado de "Vô Cabelo", que sofre há seis anos de Alzheimer. O vídeo dos dois cantarolando a letra, lembrada sem titubear pelo patriarca da família, viralizou nas redes sociais e já tem mais de 4 milhões de visualizações.
 
O Alzheimer é uma doença degenerativa que, aos poucos, corrói as memórias. Aos 71 anos, “Vô Cabelo”, vive uma luta diária. Além de esquecer o nome de algumas comidas, ele já não reconhece familiares próximos e convive com o cansaço causado pela doença. Conforme Laypold, escrever a música em homenagem ao avô foi uma maneira de enfrentar a nova empreitada e, acima de tudo, reforçar o carinho pelo fiel amigo.
 
— A música sempre foi uma válvula de escape para mim. É onde expresso todos os meus sentimentos. Nos últimos tempos, ficou difícil lidar com a doença do meu avô. A composição foi uma forma de demonstrar todo o meu carinho por ele — reforça Lucas.
 
Natural de Porto Alegre, o cantor conta que é comum o avô pedir para ele cantar. Certo dia, percebeu que seu Daniel recitava os versos da canção na sala. Foi aí que aconteceu um momento definido pelo jovem como "mágico".
 
— "Vô, senta aqui", falei para ele. Em apenas um take, gravamos o vídeo e ele lembrava da música. Precisava registrar esse momento, entrei em êxtase — relata Lucas, destacando que não esperava a repercussão do vídeo com o avô.
 
— Quando a gente faz as coisas por amor, tocamos as pessoas. Quando focamos nos problemas, não conseguimos aproveitar as pessoas que ainda estão aqui. Não conheço nada da vida, mas aprendi a lidar com os problemas com muita felicidade — reforça o neto do “Vô Cabelo”.
 
De acordo com a geriatra Dra. Deborah Casarsa, a memória musical é a última que se perde na demência. Os benefícios da musicoterapia para pessoas com Alzheimer são gigantescos e, mesmo já sendo conhecidos, os efeitos positivos da música ainda surpreendem o mundo todo.
 
— A música proporciona imensos benefícios para o nosso corpo e alma. A ligação emocional entre música e o ser humano tem explicações biológicas. A região do cérebro responsável pela música fica muito próxima à área das emoções, contribuindo para tornar tão forte essa associação entre a música e a emoção. Por isso a música é considerada a “linguagem da emoção” — explicou a especialista.
 
 
 
*Dra. Deborah é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Campos (1999) e tem especialização em Gerontologia e Geriatria Interdisciplinar pela Universidade Federal Fluminense(2001). Tem vasta experiência em Geriatria com participação em Congressos Nacionais e Internacionais.
 
 
Com informações do site gauchazh
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Comissão aprova novas regras para prioridade de idosos em processos judiciais
02/12/2019 | 18h10
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 22, proposta que obriga o juiz a garantir, de ofício, a prioridade de idosos em processos e procedimentos judiciais (Projeto de Lei 2759/11).
Atualmente, a prioridade aos maiores de 60 anos só é assegurada após o idoso solicitar a medida ao juiz e comprovar a idade. Com o texto aprovado, o ônus caberá à Justiça, que terá que garantir o benefício de ofício, sem a necessidade de manifestação do idoso.
O projeto, que altera o Estatuto do Idoso, é de autoria do ex-deputado Edson Pimenta (BA) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Denis Bezerra (PSB-CE). Ele recomendou a aprovação da mesma versão aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família em junho deste ano, que é um substitutivo do deputado Sérgio Vidigal (PDT-ES).
“Sabemos que a maioria das pessoas que litigam contra órgãos previdenciários e órgãos da Justiça são idosas ou gravemente doentes e, por isso, merecedoras de tratamento diferenciado”, disse Bezerra. “Por isso, é de extrema importância a adoção de medidas que priorizem a tramitação processual”.
Informação
O texto aprovado determina que os sistemas da Justiça deverão ter campos específicos para cadastrar a data de nascimento e a idade das partes e dos intervenientes do processo, para que seja gerado um aviso quando um deles for maior de 60 anos.
A proposta estabelece ainda que, no curso do processo, as decisões judiciais (como despacho e sentença) que envolverem idosos devem ser proferidas em até 30 dias após estarem prontas (autos conclusos).
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
 
 
*Com informações do site camara.leg.br
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Sobre o autor

Helô Landim

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