São João da Barra sediou o Grito Rock (o maior festival colaborativo do mundo!) na noite do último sábado. Veja as fotos!
21/01/2017 | 20h27
O pequeno município de São João da Barra, que fica ao lado de Campos-RJ, recebeu, na noite desse sábado (30), sua primeira edição do Grito Rock, o maior festival colaborativo do mundo! jovens - Copia O evento reuniu dezenas de pessoas na Praça São Pedro, no centro do município, que assistiram a apresentações de diferentes grupos de dança e, também, aos shows das bandas Anesthesia of Beer e Rock Mais. Crianças, adolescentes e adultos formavam o público do festival. Integrantes de motoclubes também estiveram presentes no evento, assim como músicos e artistas da localidade e da região. O Grito Rock São João aconteceu em menos de um mês após o Grito Rock Goytacá, que lotou o Galpão da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Campos, no último dia 2 de abril. A edição sanjoanense do festival foi organizada pelo coletivo Casinha em parceria com o grupo Multiplural Produções. Saiba mais sobre o festival na página nacional do Grito Rock, no Facebook. blue - Copia amigos galeraaa grito2 - Copia rock mais 2 - Copia galera - Copia [caption id="attachment_514" align="alignnone" width="726"]anesthesia of beer - Copia Cenas do Grito Rock São João, na noite do último sábado (30). (Foto: Thaís Tostes)[/caption]
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Escola João Barcelos Martins, em Campos-RJ, OCUPADA! São 26 no Estado todo! "E se reclamarem, vamos ocupar mais!" #OcupaTudo!
21/01/2017 | 20h27
[Por Thaís Tostes, para a Mídia Ninja] Com as unidades de ensino que foram ocupadas nesta segunda-feira (11), já somam 26 escolas ocupadas por estudantes em todo o Estado do Rio de Janeiro. Os alunos exigem melhorias no setor e disseram que não recuarão nessa luta! 12512399_1585709918423022_4566844088835006353_n A Educação do Estado do Rio de Janeiro vive, há tempos, um colapso. São protestos atrás de protestos, negociações, paralisações: tudo para tentar uma melhoria no setor, que está nitidamente mega-sucateado. E essa história toda ganhou outro capítulo: a educação fluminense entrou, mais uma vez, em período de greve. Esta greve teve início no início de março e completa, hoje (11), 40 dias. No último dia 5, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), após quase três horas de tentativas de negociações, terminou sem acordo a reunião entre o Sindicato dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe) e o secretário de Estado de Educação, Antonio Vieira Neto, sobre as reivindicações da categoria. Professores e demais funcionários de escolas estaduais são contra os ajustes fiscais promovidos pelo então governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, e têm uma lista imensa de reivindicações. Os estudantes da rede pública de ensino do Estado resolveram entrar na fita e tomaram as escolas, ocupando 26 unidades de ensino (até a tarde desta segunda-feira, 11) em diferentes cidades do Estado. Eles apoiam a greve dos profissionais de Educação e deixaram claro que não darão nem um passo atrás na luta pela mudança completa desse cenário caótico que está a educação no Estado do Rio. “Nós vamos virar a educação fluminense do avesso! E se reclamarem, vamos ocupar mais!”, eles dão o recado. bd O secretário de Estado de Educação chegou a afirmar que as ocupações das escolas “fugiram ao controle da Secretaria”. “Não há mais o que fazer. Não sabemos, sequer, com quem negociar”. Os estudantes, no entanto, sentaram com ele e expuseram o que querem. Dentre as mais de 50 reivindicações, estão: ventilação e refrigeração nas salas de aula, melhor infraestrutura por completo, merenda, livre acesso a ônibus municipais e intermunicipais (inclusive nos finais de semana), mais funcionários (porteiros, profissionais específicos da área pedagógica, dentre outros), eleição direta para professores, exoneração de profissionais considerados autoritários, criação de disciplinas eletivas, fim do currículo mínimo, transparência nos recursos gastos, fim do Sistema de Avaliação do Estado do Rio de Janeiro (Saerj) e mais aulas de sociologia e filosofia. [caption id="attachment_492" align="aligncenter" width="480"]#OcupaBangu, em Bangu, no Rio #OcupaBangu, em Bangu, no Rio[/caption] [caption id="attachment_493" align="aligncenter" width="496"]Colégio Estadual Prefeito Mendes de Moraes, na Ilha do Governador, na capital Colégio Estadual Prefeito Mendes de Moraes, na Ilha do Governador, na capital[/caption] [caption id="attachment_494" align="alignnone" width="768"]#OcupaGlória, em Volta Redonda-RJ #OcupaGlória, em Volta Redonda-RJ[/caption] A Secretaria afirmou que, apenas quando os estudantes cessarem o movimento de ocupação das escolas e “liberarem” as unidades, o órgão tomará as seguintes medidas: em relação à reivindicação de melhor infraestrutura das escolas, “será encaminhada uma equipe para as correções que se fizerem necessárias”; “tão logo as aulas sejam retomadas, o secretário fará uma visita às unidades”; e que “os casos específicos de cada unidade escolar serão analisados após a desocupação”. [caption id="attachment_495" align="alignnone" width="692"]#OcupaCompositor, em Manguinhos, na capital #OcupaCompositor, em Manguinhos, na capital[/caption] [caption id="attachment_496" align="alignnone" width="960"]Nas ocupações, os estudantes limpam e organizam os espaços, cozinham e promovem atividades como debates e intervenções culturais. Na foto, os estudantes da Faetec Bacaxá, em Saquarema-RJ (Foto: Leonardo Cohen, em sistema colaborativo para a Mídia Ninja) Nas ocupações, os estudantes limpam e organizam os espaços, cozinham e promovem atividades como debates e intervenções culturais. Na foto, os estudantes da Faetec Bacaxá, em Saquarema-RJ (Foto: Leonardo Cohen, em sistema colaborativo para a Mídia Ninja)[/caption] Estão ocupadas as escolas: Prefeito Mendes de Moraes, na Ilha do Governador, Rio; Gomes Freire de Andrade, na Penha, Rio; Heitor Lira, também na Penha, Rio; Visconde de Cairu, no Méier, Rio; Euclydes Paulo da Silva, em Maricá-RJ; Dr. João Nery, em Mendes-RJ; Matias Neto, em Macaé-RJ; Clóvis Monteiro, no Jacaré, na capital; Irineu Marinho, em Duque de Caxias, no Rio; Stuart Edgar Angel Jones, no bairro Senador Camara; Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho – Iepic, em Iguaba Grande-RJ, Região dos Lagos; Doutor Francisco de Paula Paranhos, em Niterói-RJ; Compositor Luiz Carlos da Vila, em Manguinhos, também na capital; Escola Chico Anysio, no Andaraí, Rio; Ciep 295 Professora Glória Roussim, em Volta Redonda-RJ; Escola Técnica Estadual Helber Vignoli Muniz (Faetec Bacaxá), em Saquarema-RJ; Colégio Estadual Guanabara, em Volta Redonda-RJ; e Ciep 460 Thiophyla Bragança, em Araruama-RJ. Na manhã desta segunda-feira (11), foram ocupadas as escolas: Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins, em Campos dos Goytacazes-RJ, no Norte do Estado; o Colégio Estadual Bangu, em Bangu, Zona Oeste do Rio; o Ciep 403 Professora Maria Lurdes Giovanette, em Volta Redonda; o Ciep 335 Professor Joaquim de Freitas, em Queimados; a Faetec Juscelino Kubitschek, no Jardim América, Zona Norte do Rio; o Colégio estadual Professor Alfredo Balthazar da Silva, em Magé-RJ; o Colégio Estadual Herbert de Souza, no Rio Comprido, no Rio; e o Colégio Estadual Hispano Brasileiro, no Méier, na capital. Assim, são 26 escolas ocupadas, até a tarde desta segunda-feira, em todo o Estado.         [caption id="attachment_497" align="alignnone" width="1280"]Escola Técnica João Barcelos Martins, de Campos-RJ, ocupada na manhã desta segunda-feira. São 26 escolas ocupadas em todo o Estado do Rio de Janeiro Escola Técnica João Barcelos Martins, de Campos-RJ, ocupada na manhã desta segunda-feira. São 26 escolas ocupadas em todo o Estado do Rio de Janeiro[/caption] [caption id="attachment_500" align="aligncenter" width="504"]Instalações da Escola Visconde de Cairu, no Méier, que está ocupada por estudantes Instalações da Escola Visconde de Cairu, no Méier, que está ocupada por estudantes[/caption] [caption id="attachment_498" align="alignnone" width="720"]#OcupaClovis, no Jacaré, capital do Rio #OcupaClovis, no Jacaré, capital do Rio[/caption]
"É um movimento muito inspirador. Pra nós, que acreditamos na arte como forma de militância, é uma honra podermos chegar junto e contribuir, de alguma forma, pra essa mobilização. Todo apoio à luta unificada dos estudantes e professores da rede pública!" - disse o grupo musical El Efecto, da capital do Rio, que se apresentou na última sexta-feira, ao lado dos grupos Música na Calçada e Magoo Punx, na #OcupaMendes, ocupação do Colégio Estadual Prefeito Mendes de Moraes.
[caption id="attachment_499" align="alignnone" width="960"]El Efecto, Magoo Punx e Música na Calçada, na #OcupaMendes, na última sexta-feira (8). El Efecto, Magoo Punx e Música na Calçada, na #OcupaMendes, na última sexta-feira (8).[/caption] 12938072_1528717767434712_3458428831317601933_n Na última semana, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro invadiu o Colégio Chico Anysio para impedir que os estudantes ocupassem essa unidade de ensino. A Polícia passou por cima do posicionamento do governador do Estado em exercício, Francisco Dornelles, que disse que: nesses 30 dias em que ele estiver como governador, “polícia não entra em escola”. O comandante do 6o Batalhão de Polícia Militar (Tijuca), Marcos Vinícius Mello, disse que a Polícia foi chamada pela própria direção da escola. Em entrevista ao Ninja, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) classificou a ocupação dos estudantes como “invasão” e afirmou que a Polícia foi chamada à Chico Anysio por “vizinhos da escola”. Os estudantes da ocupação da Chico afirmaram que a Polícia Militar e integrantes da Seeduc pressionaram para que os alunos deixassem a escola e que a Seeduc chegou a ligar para pais de estudantes dizendo que o Conselho Tutelar seria chamado e que os pais poderiam responder a processo judicial caso os estudantes continuassem ocupando a Chico Anysio. [caption id="attachment_502" align="alignnone" width="960"]#OcupaBacaxá, em Saquarema-RJ (Foto: Leonardo Cohen) #OcupaBacaxá, em Saquarema-RJ (Foto: Leonardo Cohen)[/caption] [caption id="attachment_503" align="alignnone" width="960"]Confecção de faixas e cartazes, para a #OcupaBacaxá, em Saquarema-RJ Confecção de faixas e cartazes, para a #OcupaBacaxá, em Saquarema-RJ[/caption] [caption id="attachment_504" align="alignnone" width="768"]#OcupaGomes, na escola Gomes Freire de Andrade, na Penha, capital do Rio #OcupaGomes, na escola Gomes Freire de Andrade, na Penha, capital do Rio[/caption] O secretário de Educação chegou a afirmar que haveriam organizações por trás das articulações dos estudantes. No entanto, o coordenador geral da representação estadual do Sepe, Marcelo Santana, disse que, afirmando que há grupos coordenando a ação dos estudantes, o secretário tem o objetivo de tirar o foco do sucateamento das escolas. “O movimento estudantil é livre e feito pelos próprios estudantes. Eles não estão sendo orientados por ninguém. Acho que o secretário está subestimando a capacidade de articulação dos estudantes”, comentou Marcelo, afirmando, ainda, que a adesão à greve dos professores chega a 70% em Campos-RJ, Porciúncula-RJ e Natividade-RJ. [caption id="attachment_505" align="aligncenter" width="574"]#OcupaCeca - Colégio Estadual Chico Anysio, na Tijuca #OcupaCeca - Colégio Estadual Chico Anysio, na Tijuca[/caption] [caption id="attachment_506" align="aligncenter" width="576"]Instalações da Escola Visconde de Cairu, no Méier, que está ocupada por estuda Instalações da Escola Visconde de Cairu, no Méier, que está ocupada por estudantes[/caption] [caption id="attachment_507" align="aligncenter" width="672"]#OcupaGomes, na escola Gomes Freire de Andrade, na Penha, capital do Rio #OcupaGomes, na escola Gomes Freire de Andrade, na Penha, capital do Rio[/caption] [caption id="attachment_508" align="alignleft" width="404"]#OcupaMatiasNeto, em Macaé-RJ #OcupaMatiasNeto, em Macaé-RJ[/caption] "Me lembro de professores que, vergonhosamente, agrediram colegas de trabalho, pularam muro para furar a greve; de relatos de ofensas raciais e de gênero. Há má gestão da escola, que determina, por exemplo, que numa sala pequena possa ter dois aparelhos de ar condicionado e, em outra maior, nem ventilador. São salas cheias de livros não distribuídos! Trabalhadores da redondeza estão dando dando apoio à Matias Neto; o Sindicato dos Petroleiros apoiou, divulgando no site e no jornal da categoria. A galera do hip hop e graffiti também chegou junto. Já rolou batalha de MC, exposição de filmes e outras ações. Seria legal um apoio maior para que os alunos não sofram ataques por parte do Estado, por meio de seus agentes, ou gestores", comentou, em entrevista ao Ninja, um trabalhador que apóia a ocupação do Colégio Matias Neto, em Macaé-RJ. [caption id="attachment_509" align="alignnone" width="672"]#OcupaMatiasNeto, em Macaé-RJ #OcupaMatiasNeto, em Macaé-RJ[/caption]          
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Veja as fotos do maior festival colaborativo do mundo, que rolou em Campos nesse final de semana! #Lacrou!
21/01/2017 | 20h27
O festival internacional Grito Rock – o maior festival colaborativo do mundo! -, idealizado pela Rede Fora do Eixo, promoveu uma edição em Campos, no último sábado (2). O Grito Rock Goytacá, que em Campos ficou sob a organização do coletivo Casinha, reuniu uma média de duas mil pessoas no Galpão Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF), com uma programação que envolveu diferentes linguagens. Foram várias bandas de diversas vertentes do rock (incluindo a banda Chintatá, de Cusco, Peru, que mixa rock com sons tradicionais peruanos); grafiteiros (Dog Jam, Keisy, Gouk, Jhony MisterBod, Pablo MalafaiaMV Curi) mandando graffiti em tempo real no muro do Galpão; e apresentações de teatro e de vários grupos e nomes da dança (dentre eles, a dançarina Teena Starling). Mais de 300 pessoas montaram todo o festival, no sistema de colaborativismo.  gerrr Também teve venda de lanches veganos, exposição de desenhos e quadros artísticos, venda de roupas, produção de mídia colaborativa, um set com as melhores músicas eletrônicas da atualidade (montado e tocado pela DJ Lydia Tucci) e, ainda, debates sobre direitos LGBTs e empoderamento da mulher negra – este último, coordenado pela rapper Ellen Corrêa. — As expectativas para esse festival foram a de curtir muito e de levar amor para as pessoas, pois foi amor que recebemos desde que chegamos ao Brasil — comentou o músico Jorge Vargas, que toca violino e controlador midi na banda Chintatá. Além da Chintatá, o line-up do festival englobou as bandas: Eixo Nacional, Anesthesy of Beer, Varney, Tubarão Martelo, Attività Power Trio, Facção Caipira e Des Plaines 4. A estudante Helena Moraes, de 20 anos, marcou presença no debate sobre empoderamento da mulher negra. “Acho que esse tipo de debate é muito importante para que as pessoas fiquem atualizadas sobre o feminismo”, comentou a estudante. Veja algumas fotos do festival, que foram feitas em sistema colaborativo por: Rodrigo Sobrosa, Mateus Gomes, Pâmella Corrêa, Duda Quintanilha, Mariah Leal, Victoria Tinoco, Boca, Thayna Carvalho, Keven Ras e Thaís Tostes. 12495068_10156891896820393_1256981759451224156_n 12938285_10156891897415393_3421376927323660559_n 12961751_10156891896995393_4934336737918321300_n keven tttttt ttttttttttttttttttttttttttttttttt 12592642_10156899332850393_6773713394204903502_n 12718214_10156899327825393_5381040768899560443_n 12919634_10156899326435393_6622275296636649559_n 12920527_10156899326225393_2246006455360816389_n 12961458_10156899326695393_6781863513577411260_n 12961614_10156899327310393_2753734897393762392_n pppp sss1 ssssrrr ssssss uuuuu vvvvv yyyy 944928_905995702853702_6353222825132732244_n 1916378_906350779484861_5806803095495344073_n 10399753_904890809630858_3875312124940808767_n 10403556_906036736182932_4905005476360249721_n 12321354_904800162973256_1353273713794978533_n 12321367_905986899521249_634766692829729580_n 12439436_906246702828602_1525334761007966274_n 12494698_904695402983732_8392145036939398183_n 12592262_905972499522689_4383560898333253436_n 12923230_905073822945890_2244957215484237125_n 12924358_904684256318180_9064945686750648683_n 12963481_906243392828933_2810210658065232927_n 12963526_905995412853731_8193048761034679940_n
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O mundo ocupa as ruas, amanhã, contra o golpe político no Brasil. Ato em Campos-RJ será às 17h! Impeachment sem crime é GOLPE DE ESTADO!
21/01/2017 | 20h27
[Por Thaís Tostes, para a Mídia Ninja e o blog Na Lata]

Londres, Barcelona, México, Amsterdã, Buenos Aires, Paris, Berlim, Copenhage e inúmeros outros locais do mundo estão discutindo a crise política pela qual passa o Brasil e ocuparão as ruas amanhã (31) em atos contra a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A quinta-feira será marcada por dezenas de atos no Brasil e no mundo. Estarão lotadas as ruas de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e de dezenas de outras cidades. Em Campos-RJ, o ato contra a tentativa de impeachment ilegal de Dilma será às 17h, na Praça São Salvador. Acesse aqui a página do ato em Campos, no Facebook. E confira aqui a agenda de todos os atos no Brasil!

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Para convocar a população às ruas e repudiar a tentativa de impeachment de Dilma, brasileiros que vivem em Londres, na Inglaterra, por exemplo, criaram o evento “Vem pra rua”, no Facebook, onde eles dizem, em inglês: “O Brasil enfrenta sua maior crise política em mais de 50 anos e a democracia duramente conquistada depois de 21 longos anos de ditadura militar está sendo colocada em jogo. A direita brasileira e a mídia de massa uniram forças para desestabilizar o país, desmoralizar o governo e derrubar a presidente eleita, Dilma Rousseff, integrante do Partido dos Trabalhadores (PT)”. Carolina do Norte, nos Estados Unidos, também vem discutindo o cenário político do Brasil. Na terça-feira (29), o debate sobre a tentativa de impeachment de Dilma aconteceu na Global Brazil Lab at Duke University.

Que a gente consiga ter uma democratização dos meios de comunicação porque não adianta a gente falar que tem democracia num país onde 70% da mídia está concentrada na mão de quatro ou cinco famílias. (Tico Santa Cruz, músico)

https://www.youtube.com/watch?v=OZw-FhE7n3g

Ações como a condução coercitiva do ex-presidente Lula e o vazamento, na mídia, de conversas grampeadas (incluindo áudios da presidente da República, Dilma Rousseff) fomentaram um clima de ódio e intolerância e caracterizam a partidarização da justiça e da mídia no Brasil. Eles insuflaram às ruas grupos que buscam intimidar e agredir quem pensa diferente - escreveu a Frente Brasil Popular.

Em Brasília, o ato de amanhã começará às 14h, com concentração no Estádio Nacional Mané Garrincha, e em seguida seguirá para o Congresso Nacional, onde haverá um ato político-cultural. Em São Paulo (onde esse cenário explodiu, com a medida de condução coercitiva que obrigou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a prestar depoimento à Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas), a movimentação contra o golpe político e midiático também segue a todo vapor e promove hoje, às 15h, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), o ato “Audiovisual brasileiro pela democracia”. “Nós, cineastas, roteiristas, atores, produtores, distribuidores, críticos, professores, pesquisadores e técnicos do audiovisual brasileiro, nos manifestamos para defender a democracia ameaçada pela tentativa de impeachment da Presidenta Dilma Rousseff”, diz a página do evento, no Facebook.

https://www.youtube.com/watch?v=iouMUlOZYYw

LIGUE PARA OS GABINETES DOS DEPUTADOS E PRESSIONE PELA DEFESA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

Já está na rede o Mapa pela Democracia! Clique aqui neste link e escreva para os deputados que estão INDECISOS em votar CONTRA ou a favor do impeachment de Dilma! Você pode escrever pelo Face, por e-mail, Twitter, ou pode ligar pro gabinete deles! Pressione pela democracia!  #CorridaContraOgolpe #VemPraDemocracia  #31VaiSerMaior

[caption id="attachment_448" align="alignnone" width="960"]Foto: Ninja Foto: Ninja[/caption]

ENTENDA POR QUE ESSA TENTATIVA DE IMPEACHMENT É GOLPE POLÍTICO

O impeachment é um mecanismo previsto na nossa Constituição?

Sim. Está previsto nos artigos 85 e 86 da Constituição de 1988 e na Lei nº 1079/50 (Lei do Impeachment).

Como ele funciona?

Para que ocorra o impeachment ou impedimento, em português, o presidente só pode ser afastado após comprovação de crime de responsabilidade.

A presidenta Dilma é acusada de algum crime?

Não. O processo de impeachment em andamento acusa a gestão da presidência da república de uso de “pedaladas fiscais”. Pedaladas fiscais são atrasos no repasse do Tesouro a bancos públicos encarregados da operação financeira de alguns programas sociais. Pode-se argumentar que é uma maneira de cumprir artificialmente o orçamento, mas não é crime de responsabilidade. Portanto, não, a presidenta Dilma não é acusada de nenhum crime.

Então, por que está em andamento o processo de impeachment?

Porque o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para escapar do processo de cassação devido a inúmeras denúncias de corrupção que pesam sobre ele, decidiu tocar fogo no país. A oposição, por sua vez, abraçou a causa, já que não se conforma de ter perdido nas urnas as eleições de 2014! O processo de impeachment, como está colocado, é um golpe contra a democracia. Seus articuladores, em sua grande maioria, são investigados e réus em processos. Na comissão do impeachment são 34 investigados pelo Supremo Tribunal Federal. Caso aprovada, a votação irá para a Câmara dos Deputados onde 271 deputados enfrentam acusações que vão da fraude ao homicídio. Contra a Dilma não há absolutamente nada! Sim, é GOLPE!

Insatisfação com o governo ou não gostar da presidenta é motivo legal para o impeachment?

Não. De forma alguma o processo de impeachment pode ser confundido com baixa popularidade, descontentamento com o governo ou antipatia com a figura da presidente. Esses motivos não existem como argumento jurídico e não podem ser base para um processo de impeachment. Portanto, a legalidade do seu mandato é baseada na nossa própria constituição e foi legitimamente conquistado nas eleições de 2014, com mais de 54 milhões de votos. Nenhum crime pesa contra a presidenta e seu mandato deve ser preservado e defendido.
Se tiver de cair, que caia todo mundo que está sendo citado. A única pessoa que não está é Dilma. E acho muito engraçado que ela seja a única que caia. Tem alguma coisa errada aí. (Gregório Duvivier, ator e comediante)
https://www.youtube.com/watch?v=EdSPpzmuVxs
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Após morte do menino Ryan, na guerra do tráfico, ônibus são incendiados. "Drogas não matam crianças de 4 anos, mas a proibição mata!", diz delegado da Polícia Civil
21/01/2017 | 20h27
[caption id="attachment_425" align="aligncenter" width="703"]Fotos: Divulgação Foto da família: jornal Extra Fotos: Divulgação / Foto da família: jornal Extra[/caption] Ônibus e a estação do BRT em Madureira, na Zona Norte da capital do Rio de Janeiro, foram queimados na tarde desta segunda-feira (28), em protesto por conta da morte do menino Ryan Gabriel, de apenas 4 anos, que, nesse domingo (27), levou um tiro no peito, que teria vindo de uma guerra do tráfico entre favelas. Ryan morreu na manhã desta segunda-feira, e estava internado no Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Quando foi atingido, Ryan brincava na porta da casa de seus avós, em Morro do Cajueiro. Uma adolescente de 17 anos também ficou ferida. O tiroteiro teria ocorrido por volta das 16h, quando o tráfico do Morro da Serrinha teria tentado invadir o Morro do Cajueiro, que é de facção rival. — Drogas não matam crianças de 4 anos, mas a proibição mata! A legalização das drogas pode proteger muitas vidas. A proibição produz um dano à sociedade maior do que o produzido pelas drogas. Mais pessoas morrem na guerra contra as drogas do que direta ou indiretamente pelo consumo dessas substâncias — comentou o delegado de Polícia Civil Orlando Zaccone, porta-voz do braço brasileiro da Law Enforcement Against Prohibition (Leap), organização sem fins lucrativos formada por integrantes das forças policiais e da justiça criminal que falam claramente sobre a falência das atuais políticas de drogas. [caption id="attachment_426" align="aligncenter" width="960"]12472835_790067151128286_7400664176537604559_n Orlando Zaccone[/caption]
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“Há um meio infalível de acabar com os traficantes. Basta acabar com o tráfico. E para acabar com o tráfico basta fazer o mesmo que os EUA fizeram em 1933, em relação ao álcool. Puseram fim à proibição. Sem tráfico, deixou de haver traficantes. Sem facções em guerra pelo controle do mercado do álcool, acabaram os antigos tiroteios. O proibicionismo é um modelo macabro, que produz mortes principalmente de pessoas pobres, que não têm voz e morrem como baratas no Brasil inteiro" - Jorge da Silva, coronel reformado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeirooooooo

"Eu gostaria muito, antes de me aposentar na polícia, de ver o fim da insanidade dessa ‘guerra às drogas’, que não interessa à polícia e nem à sociedade." - Francisco Chao de La Torre, detetive inspetor da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro

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Chintatá: de Cuzco (Peru), diretamente para a edição campista do Grito Rock, o maior festival colaborativo do mundo! Faltam 5 dias!
21/01/2017 | 20h27

Diretamente de Cusco, Peru, a banda Chintatá está chegando com tudo para bombar com sua música cusquenha nas caixas de som do Grito Rock Goytacá, neste sábado, 2 de abril, em Campos-RJ! O grupo formado por seis integrantes e produzido pela gravadora Casa Pisonay integra o line da edição campista do maior festival colaborativo do mundo!

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Chintatá já está no Brasil - a banda de andinos tocou, nos últimos dias, nas edições do Grito Rock de Belo Horizonte-MG e de João Monlevade-MG. No sábado, ela ocupará o Galpão da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Campos, dividindo o palco com várias bandas de Campos, Varre-Sai e Niterói. No segundo palco (o Movimenta Goytacá), simultaneamente estarão rolando intervenções de dança (com sete companhias de dança, incluindo passinho), teatro, cinema e artes plásticas. No murão do Galpão, os meninos do graffiti Dog Jam, Gouk e MV Curi vão mandar os sprays de tinta!

[caption id="attachment_413" align="aligncenter" width="538"]O grafiteiro Dog Jam (Campos-RJ) O grafiteiro Dog Jam (Campos-RJ)[/caption]

A mostra de cinema terá curadoria de Antônio Luiz Baldan e da professora Elis Miranda (UFF). Debates urgentíssimos vão esquentar ainda mais o festival. O festival convidou para falar sobre cultura, feminismo, racismo, homofobia e cultura coletiva nomes como o produtor cultural do Circuito Carioca de Ritmo e Poesia, Djoser Botelho; um dos idealizadores da Rede Fora do Eixo, Pablo Capilé; o representante do Núcleo de Gênero, Diversidade e Sexualidade - Nugedis (do Instituto Federal Fluminense-IFF), Fael Borges, e o assessor especial do ministro da Cultura, Juca Ferreira, Frederico Maia.

[caption id="attachment_411" align="aligncenter" width="363"]Djoser Botelho Djoser Botelho[/caption]

O Grito Rock

Promovido pela rede Fora do Eixo, em Campos o festival está a cargo do coletivo Casinha, que reúne produtores e artistas de diversos segmentos na região. A expectativa dos organizadores é reunir 5 mil pessoas. O evento acontecerá a partir das 14h, com uma line-up formada pelo grupo Chintatá e pelas bandas Facção Caipira (Niterói), Attività Power Trio (Varre-Sai), Tubarão Martelo, Eixo Nacional, Anesthesia of Beer, Varney e Des Plaine 4. Clique aqui para acessar a página do evento, no Facebook, onde há todas as informações sobre o festival, incluindo locais de vendas de ingressos! A fim de propiciar a circulação dos artistas, o festival mantém sua característica de criar rotas que facilitam turnês, através da articulação entre cidades que recebem o Grito Rock e podem dialogar com bandas e grupos diversos. Os artistas que se interessaram em compor a programação do festival foram selecionados pelos produtores por meio da plataforma Toque no Brasil. Toda a arrecadação obtida com a venda de ingressos do Grito Rock Goytacá será investida em editais para projetos das áreas de cultura, educação e cidadania. É o festival colaborativo ocupando as lacunas do Estado! Toda a arrecadação deste evento cultural voltará para o próprio circuito cultural de Campos e região, propulsionando uma área que necessita de cada vez mais apoio e atenção. 1530387_572757909558284_9138470943173662438_n
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Polícia agride estudantes da PUC-SP que protestavam contra impeachment! Veja o vídeo! Não vai ter golpe!
21/01/2017 | 20h26

Ontem (21), a Polícia Militar do Estado de São Paulo agrediu (com cassetetes, bombas e outros recursos) estudantes da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) que protestavam contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Hoje, os estudantes que são contra o golpe ao Estado Democrático de Direito fizeram um ato, na própria Universidade, em repúdio à violência da Polícia Militar. Veja, no link abaixo, o vídeo dos Jornalistas Livres:

Polícia agride estudantes em protesto contra impeachment

  [caption id="attachment_393" align="aligncenter" width="640"]Foto: Une Os estudantes contra o golpe fizeram uma grande projeção, dentro do ato anti-governo.[/caption] Salve Latuff!

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Na última sexta-feira (18), quando vários atos pela democracia aconteceram em muitas cidades do país, Campos-RJ promoveu um ato no centro da cidade. Os manifestantes ocuparam a rua em frente ao prédio da Justiça Federal, em protesto contra os golpes midiático e democrático. Eles levantaram cartazes e lançaram gritos de guerra como "Tá de palhaçada! Bate panela, mas quem lava é a empregada!". Eles repudiam o posicionamento da Justiça Federal de Campos, que apoiou as decisões do juiz Sérgio Moro.

— Os senhores da Justiça Federal, que estão aí em cima olhando pra nossa cara, agem como se estivesse tudo certo no Brasil. Vamos investigar, também, Aécio Neves, o senhor Delcídio, vamos investigar todo mundo! O que está parecendo é que só existe um partido no país - o PT, e que foi o PT que inventou a corrupção. O que está acontecendo no país, hoje, aconteceu em 1964, e nós de maneira alguma vamos deixar isso acontecer! — disse o manifestante e pesquisador de Exclusão e Desigualdade Filipe Coutinho.

(Fotos: Thaís Tostes, para o blog Na Lata e a Mídia Ninja)

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Sobre moral, atendado ao pudor e afins
21/01/2017 | 20h26

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O melhor de Campos, nesta noite de sábado, é a Casinha! Saiba mais!
21/01/2017 | 20h26

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Hoje, sábado (30), rola mais uma edição do Sábado na Casinha! O play será às 20h! Vai ter a potência da voz de Ellen Corrêa e do som da DJ Ana Clara (Selecta di Mina). A festa vai até quando todo mundo se cansar de dançar! A página do evento no Facebook está aqui.

A entrada é livre, mas a <<Casinha>> conta com um caixa colaborativo, para todos que quiserem ajudar nesse projeto. "Essa festa é uma celebração da diversidade!", disse uma das articuladoras do espaço, Mariana Fagundes.

A <<Casinha>> fica na Rua Barão de Miracema, nº 360, perto do Palácio da Cultura, no Centro, em Campos. Ela é um espaço que mixa disciplinas e saberes nas áreas de cultura, livre formação e novas formas de comunicação. Saiba mais sobre essa iniciativa irada aqui na página da <<Casinha>> no Facebook.

  [caption id="attachment_375" align="alignnone" width="758"]Ellen Corrêa e DJ Ana Clara Ellen Corrêa e DJ Ana Clara[/caption] [caption id="attachment_379" align="alignnone" width="960"]Foto: Casinha Foto: Casinha[/caption] [caption id="attachment_373" align="alignnone" width="960"]Logo da >, feita por Carol Souza. Logo da <Casinha>, feita por Carol Souza.[/caption]
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Bolsonaro recebe chuva de **purpurina**! Veja o vídeo exclusivo!
21/01/2017 | 20h26

Veja abaixo o vídeo dos Jornalistas Livres que mostra o deputado federal Jair Bolsonaro (Partido Progressista) nesta terça-feira (26), num escracho, em Porto Alegre-RS, feito pelo jovens do movimento Levante Popular da Juventude.

Bolsonaro é famosão por atacar os direitos humanos de forma agressiva, desrespeitando, principalmente, os LGBTs e as mulheres. Dá o play!

https://www.youtube.com/watch?v=gEqRDSDTvBU  
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Sobre o autor

Thaís Tostes

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