Exclusivo Artigo de Nathália Schwartz
A vaidade e o orgulho têm naturezas diferentes, apesar de ser comum o emprego dos dois termos como sinônimos. A vaidade é decorrente do orgulho e caminham bem próximos, mas tem mais a ver com narcisismo. Quem é vaidoso tende a se preocupar excessivamente com sua imagem diante dos outros.
Se a vaidade é o que desejamos que os outros pensem de nós, o orgulho está mais relacionado à opinião que temos de nós mesmos, à autopercepção.
Na vida pública já ouvi muita gente boa aconselhando político, a “diminuírem o ego” ou seja, uma dica para as pessoas de quem gostam, a se livrarem da vaidade e do orgulho.
Mas uma coisa é certa, “A vaidade é o caminho mais curto para o paraíso da satisfação, porém é, ao mesmo tempo, solo onde a burrice melhor se desenvolve”.
De fato, há que se ter muito cuidado para que a presunção e a soberba não tragam infelicidade ao minar relacionamentos ou destruir projetos como de melhorias para a sociedade .
A vaidade precede a queda, seguida da ganância, e foi dessa forma que o último rei, ressurgiu à noite para não ser visto em público, para vislumbrar uma obra, e tentar se promover, buscando não ser rejeitado e através da vaidade que antecede a queda , terminar na tolice, que sobressai-se sobre a vaidade de ser notado .
É o desespero do despreparo, acompanhado de perdas e danos eleitorais e emocionais.
Vale mesmo a pena se perder pelo PODER DA VAIDADE ?
Em uma cidade de povo acolhedor, é triste ver a decadência seguida do vislumbre desenfreado em busca de aceitação, essa, deveria ser natural e espontânea. Num dia ganha e no outro perde, e quando perde para a ambição, marca de forma negativa uma geração
