Leonardo Gama
30/10/2022 06:48 - Atualizado em 30/10/2022 07:44
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O chamado Jejum Intermitente já é bem conhecido da grande maioria das pessoas que se envolvem em algum tipo de dieta.
Há várias justificativas a favor e algumas contra a sua aplicação. No nosso ponto de vista, nada é bom para todos, de forma que adaptações podem tornar os protocolos mais suaves, dependendo do caso.
Que parece haver redução nos níveis de insulina, aumento da queima de tecido adiposo pardo e melhora em alguns outros dados do hemograma, isso não pode ser contestado.
Mas segundo pesquisadores da Universidade de Illinois, Chicago, o jejum intermitente pode afetar de forma importante a produção de alguns hormônios, principalmente nas mulheres.
Após um estudo acompanhando mulheres pré e pós menopáusicas em diferentes tipos de jejum, bem como alimentando-se normalmente, o estudo mostrou redução importante nos níveis de DHEA no grupo do jejum.
A dehidroepiandrosterona (DHEA) é um hormônio associado à fertilidade, humor, qualidade de óvulos, etc e a sua redução em mulheres antes da menopausa pode provocar grandes alterações de humor, perda de massa muscular e redução em outros hormônios fundamentais à gestação, como estradiol, estrona e progesterona.
Os dados sobre a pesquisa servirão de base para novos estudos, para que saibamos o quanto alterações drásticas na alimentação podem ocasionar alterações na fertilidade das mulheres...humor, etc.