Alzheimer: Nova descoberta de tratamento.
21/01/2017 | 11h53
nature-cover-1-septUma nova e promissora terapia contra o mal de Alzheimer aparentemente consegue reduzir o característico acúmulo de placas no cérebro de pacientes, retardando a taxa de declínio mental que acompanha a doença. Num estudo envolvendo 165 pacientes de Alzheimer, metade recebeu um placebo e a outra metade tomou uma injeção mensal de aducanumab, um anticorpo monoclonal humano. Ao longo de um ano, a substância causou a retração das placas no cérebro e, mais importante, desacelerou a degeneração cognitiva que acompanha a doença. Os anticorpos visam seletivamente no cérebro a proteína beta-amiloide (A-beta), que forma as placas neurotóxicas, liga-se a ela e reduz suas formas solúveis e insolúveis. Os resultados da nova terapia desenvolvida por pesquisadores dos Estados Unidos e da Suíça foram publicados no fim de agosto pela revista científica "Nature". A DW conversou com o doutor Christian Haass, professor de bioquímica e especialista em Alzheimer do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas (DZNE), para esclarecer alguns pontos da descoberta e o seu contexto.aqui  
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Campos, meio milhão de habitantes envelhecendo.
21/01/2017 | 11h53
populcao   Com base nos dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia Econômica- 2016 (leia aqui), a população do município de Campos beira quinhentos mil habitantes. Para ser mais exata, 487.186 habitantes. Esse número ultrapassa uma fria estatística, revelando que  o crescimento da população inevitavelmente gera a necessidade de serviços públicos de qualidade aumentando consideravelmente a demanda para a educação, saúde e consequentemente de  outras áreas como o transporte mais eficiente, por exemplo. A cidade passa definitivamente   para porte médio, com um contingente humano expressivo, sendo obrigado a conviver com situações caóticas tais como trânsito abarrotado de carros  e engarrafamentos, ruas em péssimas condições de tráfego, hospitais e postos públicos de saúde que não conseguem atender a demanda mínima de pronto socorro e escolas públicas sucateadas. O mínimo que a população  espera de uma cidade moderna, é que os serviços básicos de atendimento ao cidadão funcionem em suas potencialidades para que possa ser considerada uma cidade humanizada. Considerando que em 2010, a população era composta de 463.731habitantes, qual foi a política pública adotada nestes últimos seis anos para que a população cresça e envelheça com saúde, infraestrutura de saneamento e educação voltada para a saúde? Que esforços foram empregados no sentido de mitigar os desafios do envelhecimento? Decerto que há muito a ser feito, sempre haverá e as estatísticas mostram que grande parte dessa população sobrevive sem o mínimo de infraestrutura: esgoto sanitário, mobilidade urbana e rural, acesso a internet livre, educação de qualidade, habitação. No entanto, é preocupante a forma desordenada que a cidade vem crescendo, e consequentemente o aumento das dificuldades de envelhecer vivendo sob tais condições. Das calçadas mal arrumadas, ao transporte ineficiente para aqueles que precisam de inclusão. Da ausência de uma política para o envelhecimento saudável, à educação que poderia ser uma excelente estratégia para diminuir as filas em hospitais e criar novos hábitos alimentares, incentivar a prática de atividades físicas, esporte e cultura... São questões que não podem ficar fora de discussões no cenário político que estamos vivenciando. Na realidade, esse número de 487.186 habitantes, é o número de órfãos, que envelhecem a cada dia, em uma cidade que não proporciona qualidade de vida nem mesmo uma expectativa de envelhecimento saudável.
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Vida Ativa para você
21/01/2017 | 11h53
Começamos hoje uma jornada que pretende dialogar com você leitor  com a intenção de difundir a ciência do envelhecimento e assuntos correlatos as experiências do envelhecimento saudável, ativo e os contrapontos impostos por uma sociedade que segue além dos limites suportáveis pelo relógio biológico, uma desenfreada correria em busca de uma vida melhor. Mas qual será mesmo o conceito de vida melhor dessa sociedade toda mecanizada, cronometrada, da correria de imensos compromissos com valores que nem sempre refletem a necessidade básica para uma vida saudável e consequentemente uma expectativa de longevidade. Que sociedade é essa que no século XXI domina as tecnologias de ponta em favor da saúde, com exames de imagens tridimensionais, ressonâncias de primeiríssimo mundo...e paralelamente essa mesma sociedade se vê refém das tecnologias...que a levam ao sedentarismo... quando se prefere o elevador  a subir um  ou dois lances de escadas,  quando trocamos as verduras e frutas, pelas batatas fritas tecnológicas dos fast foods ...a mesma tecnologia dominada pela humanidade e  que proporciona a descoberta de vacinas...prevenção das mais diversas enfermidades...é a mesma que vem ao longo das últimas décadas dominando a humanidade com a força das mais diversas mídias tornando cada vez mais obesas e sedentários nossos jovens e adolescentes. Essa é a sociedade que envelhece par e passo com a chuva de propagandas  enganosas de remédios milagrosos garantindo juventude e longevidade para os que insistem em ser sedentários e não resistem aos apelos do super sanduba com dois hamburguers ,cheddar, dentre outras guloseimas, afinal com tanta correria para alcançar o nada, que sucesso é esse que a sociedade contemporânea pretende abocanhar na correria desenfreada ,do transito caótico, dos diversos compromissos , no contra relógio, riqueza, poderes, fortunas que em um estalar de dedos, escorrerá pelas mãos, uma vez que o mundo dessa sociedade se tornou altamente tecnológico mas os conceitos de vida dessa mesma sociedade a condenam a uma vida sem qualidade, em virtude é claro das suas próprias opções.  
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Na balança.
21/01/2017 | 11h53
2_z8XlCKLEstar acima do peso diminui cerca de um ano da expectativa de vida. Esse preço sobe para cerca de 10 anos em casos de obesidade severa, de acordo com um estudo amplo publicado na revista médica "The Lancet". A pesquisa refuta estudos anteriores que concluíram que ter alguns quilos extras não traz riscos para a saúde. Em vez disso, o novo estudo revelou evidências de que o risco de morrer antes de seu aniversário de 70 anos aumenta, "de forma gradual e acentuada", conforme a cintura se expande. Esse estudo mostra, definitivamente, que o excesso de peso e a obesidade estão associados a um risco de morte prematura e os riscos de doença cardíaca coronária, acidente vascular cerebral, doenças respiratórias e câncer aumentaram todos. E você ? Pratica atividades físicas? Se alimenta de forma a contribuir para sua saúde ?
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Sobre o autor

Helô Landim

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