Com base nos dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia Econômica- 2016 (leia aqui), a população do município de Campos beira quinhentos mil habitantes. Para ser mais exata, 487.186 habitantes. Esse número ultrapassa uma fria estatística, revelando que o crescimento da população inevitavelmente gera a necessidade de serviços públicos de qualidade aumentando consideravelmente a demanda para a educação, saúde e consequentemente de outras áreas como o transporte mais eficiente, por exemplo.
A cidade passa definitivamente para porte médio, com um contingente humano expressivo, sendo obrigado a conviver com situações caóticas tais como trânsito abarrotado de carros e engarrafamentos, ruas em péssimas condições de tráfego, hospitais e postos públicos de saúde que não conseguem atender a demanda mínima de pronto socorro e escolas públicas sucateadas.
O mínimo que a população espera de uma cidade moderna, é que os serviços básicos de atendimento ao cidadão funcionem em suas potencialidades para que possa ser considerada uma cidade humanizada.
Considerando que em 2010, a população era composta de 463.731habitantes, qual foi a política pública adotada nestes últimos seis anos para que a população cresça e envelheça com saúde, infraestrutura de saneamento e educação voltada para a saúde? Que esforços foram empregados no sentido de mitigar os desafios do envelhecimento?
Decerto que há muito a ser feito, sempre haverá e as estatísticas mostram que grande parte dessa população sobrevive sem o mínimo de infraestrutura: esgoto sanitário, mobilidade urbana e rural, acesso a internet livre, educação de qualidade, habitação. No entanto, é preocupante a forma desordenada que a cidade vem crescendo, e consequentemente o aumento das dificuldades de envelhecer vivendo sob tais condições.
Das calçadas mal arrumadas, ao transporte ineficiente para aqueles que precisam de inclusão. Da ausência de uma política para o envelhecimento saudável, à educação que poderia ser uma excelente estratégia para diminuir as filas em hospitais e criar novos hábitos alimentares, incentivar a prática de atividades físicas, esporte e cultura... São questões que não podem ficar fora de discussões no cenário político que estamos vivenciando.
Na realidade, esse número de 487.186 habitantes, é o número de órfãos, que envelhecem a cada dia, em uma cidade que não proporciona qualidade de vida nem mesmo uma expectativa de envelhecimento saudável.
Com base nos dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia Econômica- 2016 (leia aqui), a população do município de Campos beira quinhentos mil habitantes. Para ser mais exata, 487.186 habitantes. Esse número ultrapassa uma fria estatística, revelando que o crescimento da população inevitavelmente gera a necessidade de serviços públicos de qualidade aumentando consideravelmente a demanda para a educação, saúde e consequentemente de outras áreas como o transporte mais eficiente, por exemplo.
A cidade passa definitivamente para porte médio, com um contingente humano expressivo, sendo obrigado a conviver com situações caóticas tais como trânsito abarrotado de carros e engarrafamentos, ruas em péssimas condições de tráfego, hospitais e postos públicos de saúde que não conseguem atender a demanda mínima de pronto socorro e escolas públicas sucateadas.
O mínimo que a população espera de uma cidade moderna, é que os serviços básicos de atendimento ao cidadão funcionem em suas potencialidades para que possa ser considerada uma cidade humanizada.
Considerando que em 2010, a população era composta de 463.731habitantes, qual foi a política pública adotada nestes últimos seis anos para que a população cresça e envelheça com saúde, infraestrutura de saneamento e educação voltada para a saúde? Que esforços foram empregados no sentido de mitigar os desafios do envelhecimento?
Decerto que há muito a ser feito, sempre haverá e as estatísticas mostram que grande parte dessa população sobrevive sem o mínimo de infraestrutura: esgoto sanitário, mobilidade urbana e rural, acesso a internet livre, educação de qualidade, habitação. No entanto, é preocupante a forma desordenada que a cidade vem crescendo, e consequentemente o aumento das dificuldades de envelhecer vivendo sob tais condições.
Das calçadas mal arrumadas, ao transporte ineficiente para aqueles que precisam de inclusão. Da ausência de uma política para o envelhecimento saudável, à educação que poderia ser uma excelente estratégia para diminuir as filas em hospitais e criar novos hábitos alimentares, incentivar a prática de atividades físicas, esporte e cultura... São questões que não podem ficar fora de discussões no cenário político que estamos vivenciando.
Na realidade, esse número de 487.186 habitantes, é o número de órfãos, que envelhecem a cada dia, em uma cidade que não proporciona qualidade de vida nem mesmo uma expectativa de envelhecimento saudável.



