Casas abandonadas em Campos sob risco de desabamento
10/05/2025 | 08h30
Casas abandonadas em Campos vão se multiplicando por ene motivos. Na Rua do Ipiranga, duas correm risco de desabamento. Uma que fica na rua Marechal Deodoro (antiga Rua do Príncipe) também chama a atenção. É que virou um depósito de lixo.

A Prefeitura, ao que parece, não está nem aí. E a vizinhança sofre, porque fica exposta ao surgimento de doenças geradas pela sujeira no local.

Na Rua 13 de Maio, quase esquina com a Siqueira Campos, uma outra casa, em situação de abandono, corre o risco de desabar. A Prefeitura precisa agir.

Os pedestres que passam ali são alertados por uma fita sobre o risco. Não basta. O imóvel tem que ser demolido. Do jeito que está vai acabar ruindo ante uma chuva mais forte.
Compartilhe
Jornalista critica falta de uísque em festa e é afastado da coluna social
09/05/2025 | 07h47
Anos 70. Recém chegado do Rio, o jornalista Celso Cordeiro Filho substitui Carlos Alberto Sampaio como colunista social em A Notícia.
Jovem, vindo da metrópole e confessadamente influenciado pelo polêmico, mas muito lido, Daniel Más, do Correio da Manhã, Celso põe em prática um colunismo ágil, informativo e recheado de pontuações irônicas.
A seção da coluna de maior ibope é a “entregação do dia”, uma descrição ácida de algumas festas pomposas.
Em uma delas, Celso detalha as comemorações dos 15 anos de uma jovem endinheirada que recebeu seus convivas num belíssimo espaço, muito bem decorado com profusão de flores.
Mas, por volta das duas da manhã, o uísque — chamado de amarelinho — começa rarear.
Na coluna, Celso é taxativo: "é preferível ter economizado no décor e garantido o néctar dos deuses”.
Maria Izabel, mulher de Hervé Salgado Rodrigues, diretor do jornal, protesta:
— Hervé, meu filho. Minhas amigas insistem em querer explicações sobre o comportamento desse menino. Ele é inteligente, mas muito revoltado.
Por algum tempo, Celso ainda faz a coluna. Mas a pressão é grande e Hervé acaba trocando-o de função.
Na despedida, Celso coloca a sua própria foto fazendo um gesto fenício para espantar o mau olhado.
Compartilhe
Jornalista faz um livro sobre Alair Ferreira, mas esconde autoria
07/05/2025 | 09h21
Ano -1970. O jornalista Osório Peixoto, socialista, acossado por violenta crise financeira, vira a noite fazendo um livro de cordel para Alair Ferreira, líder da Arena no Estado do Rio de Janeiro.
No dia seguinte, Osório vai ao escritório do deputado, na rua 13 de Maio, e apresenta-lhe o cordel de sua vida política.
Alair lê, atento, e pergunta:
— Quanto vou pagar por isto?
— Não sei, o senhor é quem faz o preço. Se eu pedir, peço muito pouco. E tem mais! O cordel deve sair com o pseudônimo de Zé dos Campos — recomenda Osório.
Alair concorda com o pedido. Quanto pagou pelo livro não se sabe, mas o jornalista e poeta assegurou pelo menos três meses de comida, água, luz e outras coisas.
Como tudo não são flores na vida de um poeta, Osório, dias depois, encontra-se com o advogado Elmar Martins. Com um sorriso sarcástico, Elmar dispara:
— Descobrimos o Zé de Campos, essa pessoa que, de vez em quando, goza alguém na cidade!
— De que maneira descobriram o tal sujeito? Quem é? — pergunta Osório, aflito.
Elmar estende ao poeta um livro branco, miudinho, com o título “O Deputado da Gente”.
A princípio, Osório não entende nada, mas Elmar pede que dê uma olhada mais atenta no livro.
Na segunda página, em destaque, está lá:
“Obrigado, Osório Peixoto! Somente você, com sua inteligência e sensibilidade, poderia escrever tão bem sobre minha vida. Muito obrigado! Alair Ferreira”.
Osório, atônito, sai em direção à rodoviária, onde pega um ônibus com destino a Atafona.
E se enfurna ali por 15 dias para passar a ressaca moral com o fato de as pessoas tomarem conhecimento de que ele, crítico da ditadura, produzira um livro para um deputado da Arena.
Sorte dele que o período era de inverno e havia pouca gente na praia.
Compartilhe
Cachorrinhos na porta de igrejas...
06/05/2025 | 07h20

Em um giro por cidades históricas de Minas Gerais, como Ouro Preto, Congonhas, Tiradentes, Diamantina, não se encontra moradores em situação de rua.
Mas é cena comum ver cachorrinhos na porta das igrejas.
São animais mansos, dóceis. Eles ficam ali, muitas vezes dormindo, mesmo durante o dia.
Estudiosos do catolicismo avaliam que a presença junto aos templos sinaliza que os cachorrinhos podem ser vistos como um sinal de que até mesmo os animais são atraídos pela energia e pela presença de fé que existe nesses locais.
Alguns casos demonstram como cães até entram nos templos durante missas ou procissões, mostrando que a Igreja pode ser um espaço de acolhida para todos, inclusive os animais.
Compartilhe
A vocação da Prefeitura de Campos para demolir prédios históricos
05/05/2025 | 08h08
A Prefeitura de Campos, também na gestão de Wladimir Garotinho (PP), e na contramão da preservação do seu patrimônio cultural, não demonstra interesse em cuidar dos prédios históricos que pertencem à municipalidade, alguns por doação.

A alternativa para evitar desabamento de parte de imóveis em risco é a demolição. Tudo porque é o mais simples e barato. Assim se posiciona o governo no tocante ao Museu Olavo Cardoso, cuja fachada está seriamente ameaçada.

A demolição só não vai ocorrer pelo posicionamento contrário do Conselho da Preservação do Patrimônio Arquitetônico Municipal (Coppam) exposta em reunião na última terça-feira.

A posição da Defesa Civil Municipal, manifestada na reunião, foi a do caminho mais em conta: o da demolição. O órgão buscou a alternativa para evitar o desabamento da fachada.

O Museu Olavo Cardoso foi todo restaurado no governo Alexandre Mocaiber. A partir daí não sofreu manutenção nas administrações de Rosinha Garotinho, de Rafael Diniz e agora de Wladimir.

A propósito, vale citar a observação do conselheiro do Instituto Histórico e Geográfico de Campos, Renato Siqueira, sobre a decisão da Prefeitura em demolir, e não de recuperar, a fachada do museu.
CTRIC+CTRIV 
Segundo Renato, demolir prédios históricos é mais um Ctrlc+Ctrlv da indiferença e da irresponsabilidade da Prefeitura com o patrimônio do município.

Renato Siqueira lembra que o caminho da demolição foi o adotado com o Hotel Flávio. “A Prefeitura deixa o estágio de deterioração avançar a ponto de só restar a demolição do imóvel”.
Compartilhe
Divertida história envolvendo a Festa da Penha, em Atafona
03/05/2025 | 07h57
Ao ensejo da realização da Festa da Penha, em Atafona, vale dar uma conferida nesta divertida historinha, que me foi passada por um amigo, mas já não lembro qual foi.
É tradição em dia de festa de Nossa Senhora da Penha cada familiar enfeitar um andor, de forma que um fique mais bonito do que o outro.
Certa feita, entre tantos andores, eis que surge o de São Jorge, causando grande empolgação aos frequentadores do bar do Laerte Gambá (Meireles), ao lado da peixaria.
Movidos à cachaça e caju, os bebuns rodearam o andor em saudação.
O padre, para evitar enbaraços, decidiu dar início logo à procissão. Mas o andor, ao ser posicionado, ficou virado ao contrário.
Do alto da escadaria do Santuário, o padre gritava, usando todo ar que tinha nos pulmões:
— Vira, vira São Jorge.
No que o povo respondia:
—Viva! Viva!
Compartilhe
Loja Leader, no centro de Campos, permanecerá fechada
29/04/2025 | 06h55
Uma loja do grupo Leader Magazine, localizada na Rua 13 de Maio, no centro de Campos, e que é uma das maiores naquela área comercial, está há meses fechada.

A loja permanecerá sem atividade. É que o juiz Leonardo de Castro Gomes, da 3ª Vara
Empresarial do Rio de Janeiro, decretou falência das empresas do grupo Leader.

A Leader foi fundada em 1951, no município de Miracema, na região Noroeste Fluminense. A tradicional loja de departamentos acumula uma dívida de 1,2 bilhão.

Ao Globo, o grupo Leader anuncia que não aceita a decisão do juiz Leonardo Gomes e que está estudando com o corpo jurídico o recurso cabível para a reversão da decisão do magistrado.

Comerciantes da Rua 13 de Maio, vizinhos da Leader, torcem para que a varejista reabra. É que o comércio, como um todo, perde com lojas fechadas.

E o que não está faltando, no centro de Campos, é estabelecimento comercial encerrando as atividades. O que mais se vê é loja com placa de aluguel e venda.

Na Av. 7 de Setembro, por exemplo, entre as ruas do Rosário e a Rua do Ouvidor, quase todas os pontos comerciais foram fechados. O último, e já faz algum tempo, foi a Padaria Nossa Senhora da Penha.

O trecho viveu um passado valoroso, que envolveu o Restaurante Capital, Casa da Carne, Casa do Arroz, Bar e Mercearia São Jorge, Mina de Ouro Loterias, A Notícia, Gráfica Barros e a Refrigeração Ilson.

Outros estabelecimentos, ali situados, podem ser citados, porque fizeram história no comércio: Daniel Modas, Sorveteria Americana, Casa do Rolamento, Móveis Paquetá, Drogamap, Casa do Ciclista, White Martins.

A Padaria Nossa Senhora da Penha resistiu o quanto pôde. O cenário hoje, no trecho que ela existiu, e em parte do centro, é de uma cidade fantasma. 
Compartilhe
Loja Leader, no centro de Campos, permanecerá fechada
29/04/2025 | 06h50
Uma loja do grupo Leader Magazine, localizada na Rua 13 de Maio, no centro de Campos, e que é uma das maiores naquela área comercial, está há meses fechada.

A loja permanecerá sem atividade. É que o juiz Leonardo de Castro Gomes, da 3ª Vara
Empresarial do Rio de Janeiro, decretou falência das empresas do grupo Leader.

A Leader foi fundada em 1951, no município de Miracema, na região Noroeste Fluminense. A tradicional loja de departamentos acumula uma dívida de 1,2 bilhão.

Ao Globo, o grupo Leader anuncia que não aceita a decisão do juiz Leonardo Gomes e que está estudando com o corpo jurídico o recurso cabível para a reversão da decisão do magistrado.

Comerciantes da Rua 13 de Maio, vizinhos da Leader, torcem para que a varejista reabra. É que o comércio, como um todo, perde com lojas fechadas.

E o que não está faltando, no centro de Campos, é estabelecimento comercial encerrando as atividades. O que mais se vê é loja com placa de aluguel e venda.

Na Av. 7 de Setembro, por exemplo, entre as ruas do Rosário e a Rua do Ouvidor, quase todas os pontos comerciais foram fechados. O último, e já faz algum tempo, foi a Padaria Nossa Senhora da Penha.

O trecho viveu um passado valoroso, que envolveu o Restaurante Capital, Casa da Carne, Casa do Arroz, Bar e Mercearia São Jorge, Mina de Ouro Loterias, A Notícia, Gráfica Barros e a Refrigeração Ilson.

Outros estabelecimentos, ali situados, podem ser citados, porque fizeram história no comércio: Daniel Modas, Sorveteria Americana, Casa do Rolamento, Móveis Paquetá, Drogamap, Casa do Ciclista, White Martins.

A Padaria Nossa Senhora da Penha resistiu o quanto pôde. O cenário hoje, no trecho que ela existiu, e em parte do centro,
Compartilhe
Rodrigo Bacellar lança programa de capacitação de professores
26/04/2025 | 23h16
No exercío do cargo de governador, o presidente da Assembléia Legislativa Rodrgo Bacellar (União) lançou o programa Educautismo RJ, que vai atuar na capacitação de futuros professores.
— Vamos ter mestres ainda mais conscientes sobre a importância do acolhimento e da inclusão — disse Bacellar.
Ele acrescentou: "É isso que faz a diferença. É por isso que estamos na política!".
Rodrigo Bacellar salentou que toda grande transformação começa pela educação. E agradeceu a todos que se empenham diariamente para fortalecer o setor no Estado.

Compartilhe
Luto na Diocese de Campos pela morte do Papa Francisco
22/04/2025 | 09h47
A Diocese de Campos decretou luto oficial de 3 dias pela morte do Papa. No período todo o encontro de grupos, movimentos e pastorais ficam suspensos.
O Bispo Dom Roberto Francisco informa que toda a Igreja Particular de Campos recebeu com pesar o anúncio da morte do pontífice.
"Toda a sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor e de Sua Igreja. Domingo (20/04), o Pontífice apareceu na sacada da Basílica de São Pedro para a mensagem de Páscoa Urbi et Orbi, deixando sua última mensagem para a Igreja e o mundo".
O Papa Francisco foi o primeiro latino-americano que fez transparecer o espírito da Conferência de Aparecida, além do seu amor aos pobres, o serviço incansável pela paz do mundo”, declarou Dom Roberto em nota oficial.
No período todas as celebrações eucarísticas devem ser oferecidas em sufrágio pelo Papa. “Nós que pudemos usufruir desta sua vida, tempo em que se dedicou com generosidade à Igreja, especialmente à nossa Diocese, rezemos agora para que ele encontre a felicidade plena junto de Deus, o que sempre buscou”, disse Dom Roberto.

No mês de outubro de 2022, Dom Roberto esteve em Roma, para a visita visita Ad Limina Apostolorum com todos Bispos do Regional Leste 1. Oportunidade que esteve com o Papa Francisco na Pontifícia Comissão da América Latina.
A comitiva é composta pelas Arquidioceses de São Sebastião do Rio Janeiro e Niterói, além das Dioceses de Campos dos Goytacazes, Barra do Piraí – Volta Redonda, Duque de Caxias, Itaguaí, Nova Iguaçu, Nova Friburgo, Petrópolis, Valença e a Administração Apostólica Pessoal de São João Maria Vianney.

“Os orientais chamam ainda de pope aos padres, nome afetuoso que evoca paternidade espiritual, como certamente o Pater Patrum o Pai dos Padres e da família católica faz lembrar. Ofício de amor ou do amor ou como dizia santo Inácio de Antioquia, a Igreja que tem a primazia ou o primado do amor.  Tudo isso encontramos no Papa Francisco, que na sua espontaneidade e simplicidade nos dá um testemunho de alegria, esperança e firme ternura". 
Compartilhe
Sobre o autor

Saulo Pessanha

[email protected]