Ato falho em cerimônia de casamento
Saulo Pessanha - Atualizado em 06/04/2026 16:07
O saudoso advogado Gil Wagner Quintanilha era um grande contador de histórias, muitas vividas por seus clientes. Uma delas, relatada por ele, ocorreu na localidade de Mussurepe.

Durante cerimônia de casamento no cartório do 5º Distrito, o juiz de paz José Custódio de Almeida, na hora da troca das alianças, dirigiu-se ao noivo, por mímicas, perguntando pelas duas argolas.

Em gestos, usou os dedos da mão esquerda simulando um anel e introduziu o indicador da outra mão no círculo formado. Só que fez o gesto de forma lenta.

O noivo, reparando a gesticulação, deu uma gargalhada e foi logo dizendo:
— O que há, senhor juiz? Isto é para logo mais, na cama!

José Custódio de Almeida pediu mais compostura ao moço e encerrou a cerimônia em meio a risos e cochichos entre os convidados.


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