Um novo protocolo para as câmeras corporais da polícia
26/01/2024 | 20h05
Justiça- O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio das Promotorias de Justiça que atuam junto à Auditoria Militar, e a Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) reuniram-se na manhã de quarta-feira (24/01), para estabelecerem um protocolo de trabalho que garanta de forma célere o acesso às imagens produzidas pelas câmeras corporais, independente da colaboração espontânea dos policiais militares.
Na reunião, foram discutidas formas de inibir a possibilidade dos agentes de manipularem as gravações dolosamente e a padronização das requisições remetidas ao órgão para acesso ao material produzido pelos equipamentos.

Atualmente, as imagens produzidas pelas câmeras, relatando o dia a dia do policial militar, ficam salvas no servidor da empresa contratada por 60 dias. Nos casos em que o botão de ocorrência, fixado junto ao equipamento, é acionado manualmente pelo policial militar – assim que se inicia uma dinâmica de atuação – esses registros são retidos por 12 meses.
No entanto, foram observados pelos promotores de Justiça Paulo Roberto Mello Cunha Júnior e Allana Alves Costa Poubel, a possibilidade de, no momento da ocorrência, a gravação não depender puramente da colaboração do policial e sim de controle direto também dos batalhões para que as cenas registradas não se percam e possam ser requisitadas quando houver necessidade de análise da conduta policial.

"O que queremos é que o armazenamento dessas imagens, por um período maior, não dependa apenas da ação voluntária do policial. Queremos que os registros das ações sejam descentralizados para os batalhões. Que os setores administrativos das unidades possam garantir que essas gravações sejam geradas ainda que não haja o acionamento do botão ocorrência pelo policial", esclareceu a promotora de Justiça Allana Poubel.

Foram discutidas, ainda, formas de padronização das requisições para que não haja duplicidade nos pedidos enviados pelos órgãos à PMERJ, além de meios para coibir a manipulação dos vídeos ou a falta de utilização do equipamento obrigatório no uniforme. Participaram da reunião o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais, promotor de Justiça Átila Pereira de Souza; os defesores públicos André Luís Machado de Castro e Maria Júlia Miranda; o corregedor-geral da PMERJ, coronel Márcio César Monteiro; os oficiais da PMERJ, tenente Rafael Vicente Meneses e a capitã Daniele Teodoro Ferreiras. 
Texto enviado pela Ascom do MPERJ
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Anvisa aprova novo tipo de anticorpo no tratamento de linfoma difuso
23/01/2024 | 16h19
 
Saúde- A AbbVie anuncia que a ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária,  aprovou o anticorpo biespecífico EPKINLY™(epcoritamabe) indicado para o tratamento de pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B (LDGCB) recidivo ou refratário após duas ou mais linhas de terapia sistêmica.
O medicamento é o primeiro da classe aprovado no Brasil para o tratamento de LDGBC e chega para uma necessidade não atendida para pacientes que possuem poucas opções de tratamento quando já estão na terceira linha de cuidado s2,3,4.

“O LDGCB é um tipo agressivo de câncer que cresce rapidamente e pode ser resistente a diferentes tratamentos. O epcoritamabe, é de administração subcutânea, agora aprovado no Brasil, é um tratamento com um mecanismo de ação inovador, opção não-quimioterápica, benefícios clínicos substanciais com a conveniência de ser um medicamento pronto para uso, quando esta for a indicação”, explica Maria Duran, líder médica de Oncologia na AbbVie Brasil.

A aprovação da ANVISA está baseada nos resultados do estudo multicêntrico EPCORE™ NHL de fase 1b/2 GCT 3013-01, que avaliou a eficácia e segurança de epcoritamabe em pacientes adultos com LDGCB R/R. O Brasil faz parte do programa de desenvolvimento da terapia em linfomas com centros de pesquisa em todo o país.



Atualmente, o tratamento padrão para LDGCB é a imuno-quimioterapia. Entretanto, estima-se que cerca de 30 a 40% dos pacientes5,6 que seguem essa linha de tratamento acabam apresentando doença refratária ou então acabam recidivando pós-tratamento.
No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou que para cada ano do triênio 2020/2022, surgiram cerca de 12.000 novos casos de Linfoma Não-Hodgkin (LNH), dentre eles o LDGCB7.

A AbbVie tem o compromisso de transformar os padrões de tratamento em diferentes tipos de câncer no sangue e, para isso, investe e avança na pesquisa e desenvolvimento de novas soluções, incluindo parceria com centros e pesquisadores brasileiros.
“A aprovação no Brasil representa um importante avanço na jornada do paciente com LDGCB, que hoje enfrenta uma série de necessidades não atendidas”, completa Maria Duran, líder médica de Oncologia na AbbVie Brasil.

O que é epcoritamabe

Epcoritamabe é um anticorpo biespecífico IgG1 criado a partir da tecnologia DuoBody de propriedade da Genmab. Esta tecnologia foi desenhada para atuar diretamente nas células T, de forma seletiva para gerar uma resposta imunológica nas células alvo8. CD20 é expressa nas células B e é um alvo clinicamente validado para uso em várias malignidades, incluindo linfoma difuso de grandes células B, linfoma folicular, linfoma de célula manto e leucemia linfocítica crônica.9,10 No Brasil, será comercializado no Brasil pelo nome comercial EPKINLY™.




 
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TRE-RJ quer biometrizar 100% do eleitorado
19/01/2024 | 07h50
Eleitoral- Nesta segunda-feira (22), o presidente do TRE-RJ, desembargador Henrique Carlos Figueira, concederá uma entrevista coletiva, às 10h, na sede do Tribunal, no Centro do Rio, para falar sobre o lançamento da campanha para a biometrização de 100% do eleitorado fluminense. O objetivo é atingir a meta até 8 de maio, data que marca o fechamento do cadastro eleitoral para o pleito de 2024. Atualmente, o estado tem cerca de 65% dos eleitores biometrizados. O sistema biométrico reforça a segurança do processo eleitoral.

Serviço: Entrevista Coletiva
Assunto: Campanha de biometrização do eleitorado
Local: Sede do TRE-RJ - Auditório da EJE-RJ (2º andar)
Endereço: Av. Presidente Wilson 198 - Centro
Dia: 22 (segunda-feira)
Horário: 10h


Fonte-  Imprensa TRE-RJ
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Itaperuna: Novidade no Ramo de Pneus
18/01/2024 | 11h25
Visual do complexo logístico
Visual do complexo logístico / Assessoria Timbozão
De primeira
Negócios- Está sendo construído no espaço do antigo posto da Capil, um complexo de lojas, e uma delas, a principal, segundo o empresário Marcos Bartholazzi Timbozão, será uma das maiores das regiões Norte e Noroeste do estado em revenda de pneus, com geração direta de 10 vagas de trabalho. 
A bandeira é da marca Continental, além de outras do mercado, e a previsão é de que em abril deste ano já esteja funcionando.


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Mais de 5 mil corretores imobiliários se formaram em 2023
17/01/2024 | 19h01
Formatura
Formatura / Creci
 
Em todo o Estado do Rio de janeiro, a classe soma cerca de cem mil inscritos, sendo 58.315 profissionais ativos na profissão. O destaque continua sendo para o aumento da representatividade feminina, que no início do ano de 2023 registrava 33%, finalizando em dezembro na marca dos 35%. Hoje, 20.730 corretoras de imóveis compõem o quadro de profissionais ativas em todo o Estado do Rio.

A solenidade de entrega de registros profissionais segue o formato dinâmico e acessível pensado pela gestão atual do Conselho, com transmissão ao vivo no canal da TV Creci-Rio no You Tube, exibição de vídeo institucional, interatividade com os participantes do chat ao vivo, assim como momentos de descontração e inovações. Todos os detalhes são minimamente pensados para tornar o momento inesquecível na memória dos novos profissionais.
É importante esclarecer o fato de que a profissão de corretor de imóveis é regulamentada por Lei Federal. Para exercê-la, é necessário concluir o Curso Técnico de Transações Imobiliárias (TTI) ou o Curso Superior de Gestão em Negócios Imobiliários.


Depois  da conclusão do curso o próximo passo é dar entrada nos trâmites de inscrição no Conselho profissional. Uma informação importante: só é de fato corretor de imóveis aquele que possui registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis de seu estado de origem. Exija o Creci! Dessa forma você vai estar negociando com um profissional devidamente habilitado no Conselho, o único que transmite toda a segurança nas negociações imobiliárias.
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Campos dos Goytacazes e da Energia Solar
16/01/2024 | 17h36
Ilustração
Ilustração / Arquivo
Segundo a Firjan, Campos dos Goytacazes já tem mais 10 mil usinas solares instaladas em residências, pontos comerciais e industriais:10.218 unidades.
Um número maior do que a de 10 capitais brasileiras, como Vitória (ES), Recife (PE) e Curitiba (PR) - as últimas, com população três vezes superior à campista. Os dados fornecidos pela Aneel.



De acordo com o Atlas Solarimétrico do Rio, estudo realizado pelo governo estadual que, analisou dados de incidência solar em todo o Estado, as regiões Norte e Noroeste são as que oferecem os maiores índices do Rio. A média estadual de irradiação solar global anual varia de 1.460 a 2.010 kWh/m² - superior, por exemplo, à Alemanha, líder mundial na instalação de sistemas fotovoltaicos, cujo nível médio é de 1.700 kWh/m².



“A indústria do Norte Fluminense foi pioneira nos investimentos em energia solar na região. Tivemos um gigantesco salto nessa produção nos últimos anos, e até a próxima década nos tornaremos referência nacional nos mais diversos tipos de energia limpa. Para isso, é preciso que o poder público acompanhe a iniciativa privada, em especial o Porto do Açu, cujos projetos necessitam de regulações e de infraestrutura adequada, como a ferrovia 118”, destacou o presidente da Firjan Norte Fluminense, Francisco Roberto de Siqueira.


O salto na instalação de usinas solares em Campos começou a ser observado em 2018: de 220, aumentou para 825 instalações no ano seguinte, chegando a 1.292 em 2020, 2.837 em 2021 e 3.444 no ano passado.
Mais de 90% correspondem a residências, e o restante se divide entre instalações comerciais e rurais, principalmente. A cidade está atrás apenas da capital (19.879), e a frente de Niterói, que tem a mesma densidade demográfica que Campos. Em seguida vem Maricá, São Gonçalo, Nova Friburgo, Macaé, Rio das Ostras e Itaperuna.



Em Campos, entre os pioneiros estão as indústrias de cerâmica. Segundo Matheus de Azevedo Henriques, presidente do Sindicato dos Ceramistas de Campos, mais de um terço das cerâmicas campistas (45 das 112 indústrias) contam com energia fotovoltaica, com capacidade de gerar 15 mil kwh por mês – o suficiente para abastecer um condomínio de 75 casas, considerando um consumo médio de 200 kwh, segundo estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).



“É uma energia mais limpa, que por si só já é de suma importância, e faz com que tenhamos maior competitividade pois conseguimos também reduzir nosso custo. Com isso podemos gerar mais emprego e desenvolver ainda mais o setor”, afirma Matheus.



Energia solar pode tornar a indústria mais competitiva

Também na Região Norte Fluminense, além de Macaé (3.549), destacam-se São Fidélis (1.481) e São João da Barra (1.025). O Rio de Janeiro é a oitava capital com maior quantidade de usinas fotovoltaicas, cujo ranking é liderado por Florianópolis-SC.


Além disso, o setor elétrico tem passado por grandes mudanças estruturais, com destaque para as fontes renováveis, como a solar e a eólica offshore, que criam oportunidades para o Norte Fluminense.
Nessa região estão previstos cerca de US$ 85 bilhões em investimentos em eólica offshore nos próximos anos.
A geração limpa associada à digitalização do setor e a ampliação do mercado livre criará um ambiente de negócios mais eficiente e equilibrado para o setor industrial, que se tornará mais competitivo e sustentável.



De acordo com um estudo da Firjan, o Estado do Rio continua disparado com a maior tarifa de energia elétrica para o setor industrial em toda a federação. Segundo dados da ANEEL do último ano, são, em média, R$ 1.035,11 por hora de megawatt (MWh), para o segundo lugar, Mato Grosso, com uma tarifa média de R$ 925,52 por MWh.

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A Inteligência Artificial no Jornalismo
16/01/2024 | 08h33
 
I.A.
I.A. / Google
Por Nino Bellieny
Ela ainda não atingiu a perfeição, mas não está muito longe e será difícil em qualquer campo a identificação do que é ou não I.A.: Inteligência Artificial.
No jornalismo, já atua, ajudando aos preguiçosos, aos inexperientes, aos não- criativos e aos que são tudo ao mesmo tempo. Por enquanto, é possível saber se o texto é feito ou não por I.A., assim como sabe-se pelo estilo, vocabulário e outras técnicas de construção, se é mesmo o humano que assina, quem fez.
Há os que usam a I.A. editando-a: Texto pronto, um corte ali, outro lá, uma palavra acrescentada, e pronto, engana melhor.
Evidente que é um direito, usar o cérebro digital, e não há escapatória, veio para ficar, com regras ou não, ficará. 
Mas e o leitor mais atento, é isto o que deseja? Se houver honestidade nos veículos de mídia assumindo o uso do recurso, será mais fácil a assimilação.
Por enquanto, quem a usa não admite, e produz em série quantos textos quiser, matérias inteiras feitas na engrenagem invisível da artificialidade.
COMO IDENTIFICAR
Dependerá do olhar cultural do leitor e conhecimento prévio sobre quem está assinando determinado material; o estranhamento da súbita mudança de estilo; o uso das palavras vazias; a repetição de começo de parágrafos; o ritmo semelhante em longos períodos; a mecanização de frases, e a falta do lide jornalístico, com as clássicas perguntas sem as quais quem lê pouco entenderá quando, onde, como, quem, por quê, porque, o quê, só para ficar no basal. 
São informações vazias e geladas, sem as respostas às indagações acima, perda de tempo de quem realmente quer saber uma informação correta. Em tempos de leitura rápida, é terra adubada para fakes news.
Quem não escreve bem, e quase sempre lê mal, não conseguirá usar a I.A. de forma plena, pelo menos não ainda.
A Inteligência Artificial é mais uma ferramenta dependente do caráter e intenções de quem a usar, e pode ser do bem, ou não, não demorando muito para os impactos acontecerem.
Ela já está espalhada, nos blogs, nas assessorias de imprensa, na mídia em geral, não se dando conta, quem dela se aproveita, do fim da própria atividade.
Todavia, quem escreve com personalidade, coloca a cara na reta, se dedica, se reinventa, não deve temer, haverá sempre lugares para humanos com talento, ainda que, cada vez, mais raros.
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Hábitos para manter o equilíbrio da Saúde Mental
12/01/2024 | 18h49


Neste “Janeiro Branco”, mês de conscientização sobre os cuidados com a saúde mental e emocional, a Secretaria de Estado da Mulher (SEM-RJ) alerta para a importância de uma atenção especial à população feminina.
Estudos indicam que, seja pelas oscilações hormonais ou por fatores socioculturais, elas são mais suscetíveis a questões de saúde mental e estão mais vulneráveis a transtornos como depressão e ansiedade, por exemplo.
Nos casos de sensação de tristeza profunda, tensão pré-menstrual (TPM) com sintomas muito fortes ou até mesmo de um desânimo generalizado que atrapalha a rotina, a mulher deve ligar o sinal vermelho e procurar ajuda profissional.

A psicóloga Maria Fernanda Calixto, da equipe da Secretaria de Estado da Mulher, explica que praticar o autocuidado também ajuda a manter o equilíbrio da saúde mental.

- Nós, mulheres, somos ensinadas a cuidar do outro, mas precisamos aprender a nos cuidar também. Precisamos olhar para nós mesmas e observar os sinais que nosso corpo nos dá. A mulher precisa considerar ter momentos de lazer, higiene do sono e priorizar uma alimentação balanceada – indica Maria Fernanda.

Mas se a pessoa estiver se sentindo triste por muitos dias seguidos, ao ponto de isso estar atrapalhando seu relacionamento com os familiares e sua rotina, ela deve procurar ajuda profissional na rede pública de saúde.

- Não tenha receio de procurar um profissional de saúde, já que há um tabu relacionado à saúde mental. Vá a uma clínica da família ou ao posto de saúde e marque uma consulta. Muitas vezes, a mulher está tão inserida num contexto que não percebe que está adoecendo. Gosto de usar a metáfora das máscaras de oxigênio no avião: primeiro coloque a sua, para depois poder ajudar os outros – diz a psicóloga da SEM-RJ.

Praticar meditação e fazer exercícios físicos regulares também são boas estratégias para fortalecer a saúde mental das mulheres, recomenda a psicóloga Natália de Cerqueira, da Casa Abrigo Lar da Mulher, que acolhe vítimas de violência no estado.

- Nós viemos de uma construção cultural em que a mulher é responsável por todo o cuidado da família e, quando isso se reformula, com a dupla jornada de trabalho, ela passa a ter que equilibrar as responsabilidades domésticas, além da maternidade, o que a leva a um nível bem elevado de estresse, ocasionado a exaustão mental. E com isso ela passa a ter menos tempo para ela e para as coisas que ela tem mais prazer de fazer analisa.

Em mulheres vítimas de violência, explica a psicóloga da Casa Abrigo Lar da Mulher, o apoio de um profissional de saúde é fundamental. Muitas delas chegam ao abrigo com sintomas de depressão, transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

- O acompanhamento de um profissional especializado vai auxiliar esta mulher no processo de recuperação e apresentar ferramentas para que ela possa usar na vida dela - diz Natália.

O que é o Janeiro Branco


Criada em 2014 pelo psicólogo e palestrante Leonardo Abrahão, em Minas Gerais, a campanha Janeiro Branco virou lei em 25 de abril de 2023 (lei 14.556/2023). No mês de janeiro, são realizadas campanhas nacionais de conscientização, visando alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico.
Texto- Assessoria da Secretaria de Estado da Mulher- Rio
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Semana Carioca de Diversidade Religiosa
12/01/2024 | 15h04
 
De 15 a 19 de janeiro, a Secretaria Municipal de Inclusão e Diversidade Religiosa do Rio, vai realizar a Semana Carioca de Diversidade Religiosa, com encontros, debates e rodas de conversa.
O evento vai ser no auditório do Instituto de Medicina Social da UERJ, no Maracanã, Zona Norte, e conta com a participação de líderes religiosos, representantes do poder público e da sociedade civil.

No primeiro dia, a 10ª Reunião da Rede Intermunicipal de Liberdade Religiosa marca o início do evento.
Das 11h às 14h, representantes do poder executivo de diversos municípios que integram a Rede Intermunicipal de Liberdade Religiosa, vão debater sobre políticas públicas para a promoção da diversidade religiosa e de medidas contra a intolerância.

Destaque também para o Colóquio Inter-Religioso, que acontece no dia 18, quinta-feira, das 9h às 12h, reunindo líderes para a difusão de conhecimentos sobre as mais diversas religiões e crenças cultuadas no município do Rio.

A Semana termina com uma Roda de Conversa no dia 19, das 11h às 13h, debatendo a laicidade e a diversidade nos ambientes públicos e privados.
O Instituto de Medicina Social da UERJ fica na Rua São Francisco Xavier 524, 7º andar, Blocos D e E, no Maracanã.
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Terminam nesta sexta-feira, 12/01 as inscrições para as colônias de férias Firjan-Sesi
11/01/2024 | 11h12
 
COLÔNIA DE FÉRIAS

Para crianças com idades de 4 a 14 anos, as Colônias de Férias acontecem entre 15 e 26 de janeiro de 2024 em na unidade Firjan Sesi de Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, as duas maiores cidades do Noroeste, e em mais 15 espalhadas pelo Estado do Rio de Janeiro. As colônias contam com a infraestrutura dos Centros de Promoção da Saúde Firjan SESI.

A inscrição pode ser feita pelo WhatsApp 21-999250363, fechando nesta sexta-feira 12/01.

Na programação, oficinas de saúde, alimentação saudável, mindfulness kids, dança, diversas modalidades esportivas, atividades maker, jogos cooperativos, torneios esportivos, gincanas e desafios em equipe.

Neste ano as atividades serão realizadas no período da tarde, das 13h às 17h.


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Sobre o autor

Nino Bellieny

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