Morre Adalberto, um dos pilares do Americano no eneacampeonato campista
17/01/2025 | 12h13
Adalberto tinha 79 anos
Adalberto tinha 79 anos / Foto: Divulgação/Americano FC
Pouco mais de um mês após ter se despedido do seu maior ídolo, Paulo Roberto, a torcida do Americano lamenta mais uma grande perda. Morreu na noite de quarta-feira (15) o ex-meio-campista Adalberto Silva Laurindo, outro pilar da geração que conquistou o eneacampeonato campista, de 1967 a 1975. Segundo o radialista e colunista Arnaldo Garcia, Adalberto tinha 79 anos e enfrentava um câncer. Pouco repercutidos, o velório e o sepultamento aconteceram nessa quinta (16), no cemitério Campo da Paz, em Campos.
— Adalberto disputou todos os campeonatos que culminaram no eneacampeonato, sendo o segundo jogador que mais vestiu a camisa alvinegra entre os anos de 1967 e 1975. Foram 99 jogos — lembrou nas redes sociais o futebolista Júnior Brasília, ex-supervisor do Americano e companheiro de Adalberto em peladas. — O meio-campista alvinegro tinha visão de jogo, muita habilidade, preparo físico, lançamentos precisos e um chute certeiro, que ajudaram o Glorioso a colocar as nove estrelas no peito — pontuou.
Ao contrário da homenagem prestada a Paulo Roberto, o Americano não realizou publicação permanente sobre a morte de Adalberto em suas redes sociais. O clube se limitou a uma postagem nos stories do Instagram, em que mencionou o ex-jogador como "um dos heróis do eneacampeonato".
— Adalberto Silva Laurindo, que completaria 80 anos em maio, lutava contra o câncer, foi vencido e deixa muita saudade naqueles que (o) viram brilhar nos campos. Nossos sinceros sentimentos — diz a publicação temporária.
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Karine volta aos palcos com shows em Campos e Grussaí neste fim de semana
09/01/2025 | 19h45
Artista tem dois shows marcados para este fim de semana
Artista tem dois shows marcados para este fim de semana / Foto: Divulgação
Pouco mais de quatro meses após ter anunciado uma pausa na carreira de cantora, Karine voltará a ser presença constante nas tardes/noites em Campos. O retorno acontecerá na noite desta sexta-feira (10), retomando sua prestigiada roda de samba no Barriga Pra Fora do Calção Sport Bar, no Centro. Durante o verão, a cantora e compositora campista também fará show no Casuarina, bar a ser inaugurado em Grussaí, São João da Barra, do qual ela será a atração principal no sábado (11).

— A pausa foi realizada num momento em que eu precisava repensar algumas coisas a respeito do meu trabalho, para que ele pudesse evoluir e sair do comodismo — explica Karine, que recentemente se mudou de Campos para o Rio de Janeiro. — Queria retornar com um trabalho mais maduro, com uma agenda de shows que me permita ter tempo para focar nas minhas composições, realizar novos projetos, estando em contato com um novo mercado e com jeitos de trabalhar diferentes do que eu já estava acostumada. Agora, vou continuar morando no Rio, mas vou vir a Campos para realizar projetos pontuais com a minha galera — detalha.

Embora estivesse oficialmente longe dos palcos, Karine não deixou de viver o cotidiano do samba. Usou os últimos meses para mergulhar em eventos do gênero no Rio de Janeiro, tanto curtindo quanto fazendo participações, em busca de novas referências para compor e ampliar o seu repertório. Foi uma continuação do que ela havia iniciado em 2021, quando se tornou parceira de Xande de Pilares na composição e no clipe de "Matilha", que lhe abriu muitas portas.

— Pude conhecer muitos gigantes do samba, escutá-los, aprender com eles — ressalta a artista, de 27 anos. — Tive a honra de dividir palco com alguns nomes que admiro, como Xande, Mamute, Feyjão, Mosquito, Inácio Rios, Vinny Santafé; o grupo Som do Subúrbio, a banda do Beco do Rato. Pude cantar e ser felizmente recebida, calorosamente, em lugares importantes para o samba carioca, como Beco do Rato, Taberna da Vila, Casarão do Firmino; Tô no Trabalho, Amor; Savana, Galeria M3, Armazém Senado, Tropik e Bar do Zeca — destaca.

Muitas das novas conexões refletiram em mudanças para a sequência da carreira. Algumas delas, inclusive, já estão inseridas no processo de reencontro com as raízes.

— Até então, o formato do show nessa retomada será bem parecido com o que fazíamos antes da pausa, mas no repertório teremos novidades. Essa imersão na noite da boemia carioca me trouxe grandes inspirações e um novo repertório. Estou muito animada pra rever minha galera — afirma Karine.

Com agenda atualmente limitada aos shows no Barriga e no Casuarina, ela planeja um projeto para os meses seguintes ao verão. A ideia é conciliar os shows em Campos com o processo de consolidação do seu nome no Rio.

— Pretendo trazer para Campos um projeto que eu possa fazer do meu jeitinho; me encontrar com meu público com uma frequência “refrescante”, para que não aconteça o que é de costume na cidade: a saturação dos trabalhos artísticos e dos artistas. Por isso, vou retomar as atividades em Campos com outra frequência comparada aos últimos anos. Terei uma agenda mais enxuta, porém mais específica, de um jeito que me permita conciliar com minha atual vida na capital e as novas oportunidades que estão aparecendo por lá — salienta Karine, campeã do Festival da Canção de Cardoso Moreira em 2022 e com cinco prêmios no Festival Sanjoanense da Canção, em 2023 e 2024. — Sempre me preocupei em pensar como poderia expandir meu trabalho para além das fronteiras da minha região, entendendo as limitações que envolvem o mercado musical e artístico de qualquer cidade de interior — reforça.

Simultaneamente aos trabalhos atuais, Karine mantém a expectativa pelo lançamento do seu primeiro projeto audiovisual, gravado em julho de 2023, no Quintal da Vovó. A previsão é de que chegue em breve às plataformas digitais, funcionando como registro de um dos seus maiores shows na planície goitacá.

— Sou grata demais ao público que Campos me deu, adoro minha turma. Temos uma relação um tanto carinhosa e próxima. Devo muito a eles, afinal de contas, são eles que fazem tudo acontecer e que trouxeram esse reconhecimento tão bacana para o meu trabalho — enfatiza.
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Supermercados Super Bom vão patrocinar o Bangu no Estadual e na Copa Rio
08/01/2025 | 22h24
Patrocínio master foi divulgado nesta quarta-feira
Patrocínio master foi divulgado nesta quarta-feira / Foto: Reprodução
Após se expandir para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a rede campista de supermercados Super Bom resolveu investir no futebol em um clube da capital. Foi anunciada nesta quarta-feira (8) como a nova patrocinadora master do Bangu, que nesta temporada vai disputar a Série A do Campeonato Estadual e a Copa Rio.
— Nascida em 1997 em Campos dos Goytacazes, a rede de supermercados Super Bom se consolida cada vez mais no estado do RJ, com lojas na região Norte, Noroeste, Lagos, Baixada Fluminense e também com lojas na Capital — destacou o Bangu no anúncio, via redes sociais, sem especificar a dimensão do patrocínio.
Um dos representantes do marketing do Super Bom, por sua vez, confirmou que trata-se de patrocínio master. Em postagem no Instagram, ele divulgou uma foto datada de agosto, durante a negociação, com as camisas do Bangu já contendo a rede campista como principal patrocinadora.
Esta não será a primeira experiência dos Supermercados Super Bom com o futebol profissional. Em 2016 e 2017, a marca Super Bom estampou a camisa do Campos Atlético, que na época disputou as Series C e B2 do Estadual, respectivamente. Antes, o Rio Branco de Campos já havia recebido apoio da rede.
Atualmente, existem duas lojas do Super Bom na cidade do Rio de Janeiro, nos bairros de Curicica e Campo Grande, além de 13 em Campos, uma em São Fidélis, uma em São João da Barra, uma em São Pedro da Aldeia, uma em Nova Iguaçu e uma em São Gonçalo.
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Grussaí terá torneio de futevôlei com Djalminha, Edilson, Diego Souza e Maicon
22/12/2024 | 11h27
Fotos: Reprodução
Divulgada pela Prefeitura de São João da Barra na última sexta-feira (19), a programação esportiva do verão terá eventos de diversas modalidades no município. Destaca-se um torneio de futevôlei com atletas profissionais desta modalidade e também nomes conhecidos no futebol, como Djalminha, Edilson, Diego Souza e Maicon. A competição está marcada para o dia 22 de fevereiro, a partir das 8h, em um espaço próximo ao Polo Gastronômico de Grussaí.
Os quatro ex-atletas de futebol confirmados defenderam a Seleção Brasileira e possuem relação com clubes do Rio de Janeiro. Diego Souza, por exemplo, atuou nos quatro grandes do estado. Edilson defendeu Flamengo e Vasco, tendo passagens marcantes também por Palmeiras e Corinthians. Outro identificado com Flamengo e Palmeiras é Djalminha. Já o ex-meia Maicon atuou por Fluminense, Botafogo e Bangu, notabilizando-se pelo longo período em que foi atleta do Grêmio.
Entre os atletas propriamente do futevôlei, um dos confirmados é o campista Felipinho, multicampeão no esporte. Anderson Águia, Renan e Pablo Santos são outros nomes na lista de participantes.
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Cachaça de São Fidélis homenageia casarão em que Euclides da Cunha morou na infância
20/12/2024 | 21h23
Cachaça Fazenda São Joaquim tem como símbolo o Solar dos Garcez
Cachaça Fazenda São Joaquim tem como símbolo o Solar dos Garcez
Inexistente desde a década de 1980, o Solar dos Garcez ficou marcado como um símbolo da relação do escritor Euclides da Cunha com o município de São Fidélis. Foi lá que o autor de "Os Sertões" viveu alguns anos da infância, recebendo da tia Laura Moreira Garcez parte da sua criação. Agora, quatro décadas após desabar, o histórico casarão foi lembrado no rótulo de uma cachaça artesanal, nomeada como Fazenda São Joaquim em alusão às terras onde o solar ficava situado, na região da localidade de Valão dos Milagres.
A ideia de homenagear o Solar dos Garcez e a Fazenda São Joaquim partiu do empresário Flavio Berriel, neto e sobrinho-neto dos últimos donos da fazenda enquanto o casarão ainda existia. Não foi Flavio quem produziu a cachaça, comprada de um vendedor da localidade de Boa Esperança, também em São Fidélis. Porém, partiu dele o processo de maturação, armazenando a bebida em barris de carvalho francês. O processo de envelhecimento durou cerca de um ano, numa temperatura em torno de 20ºC, sendo realizado tanto nas terras da família, em Valão dos Milagres, quanto na cidade de Niterói, onde mora o empresário.
Segundo Flavio, sua cachaça artesanal possui 38% de teor alcóolico. As primeiras remessas estão sendo destinadas apenas a familiares e amigos, mas em breve a bebida também deve ser comercializada.
História — Natural de Cantagalo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, Euclides da Cunha foi levado para São Fidélis após duas perdas familiares. A primeira foi a de Eudóxia Moreira da Cunha, mãe do escritor, que na época tinha apenas três anos. Menos de dois anos depois, quem faleceu foi Rosinda Gouveia, tia com quem o menino passara a morar, em Teresópolis. Só então o pai de Euclides, Manuel Rodrigues Pimenta da Cunha, o levou para morar com a tia Laura Moreira Garcez, casada com o coronel da Guarda Nacional José Antônio de Magalhães Garcez. Foi no Solar dos Garcez que Euclides teve a sua primeira escrivaninha, relíquia não mais pertencente à família. Também há relatos de que, na mesma fazenda, ele subia em uma velha pitangueira para discursar ao gado.
Em cronologia disponibilizada no portal Euclidesite, consta que Euclides da Cunha morou no Solar dos Garzes de 1871 a 1874, portanto, dos cinco aos nove anos de idade. Depois, teria se mudado definitivamente para a casa dos tios na sede de São Fidélis, onde estudou no Colégio Caldeira. Há quem indique, porém, que o período vivido por Euclides na Fazenda São Joaquim foi maior, durando até completar 12 anos. É o que defende o pesquisador fidelense Marcel Sepúlvida, atualmente finalizando o livro "Euclydes da Cunha - A história que faltava", sobre a — pouco explorada — infância do famoso escritor. Pesquisadores também apontam que, já adulto, Euclides retornou ao Solar dos Garcez para visitar parentes e descansar da rotina urbana.
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Advogado campista é eleito vice-presidente geral do Flamengo
09/12/2024 | 21h37
Willeman (à esquerda) com o vice-presidente eleito, BAP
Willeman (à esquerda) com o vice-presidente eleito, BAP / Foto: Divulgação
O próximo vice-presidente geral do Flamengo será um campista. Natural do distrito de Santo Eduardo e radicado no Rio de Janeiro, o advogado e procurador do estado Flávio Willeman foi eleito para ocupar o cargo de 2025 a 2027. A eleição rubro-negra aconteceu nesta segunda-feira (9), tendo como vitoriosa a chapa encabeçada pelo agora presidente eleito Luiz Eduardo Baptista, o BAP.
Figura ativa no Flamengo nos últimos 15 anos, Flávio Willeman chegou a ser cotado como possível candidato à presidência do clube. Após decidir que não disputaria o cargo principal, passou a ter o seu apoio disputado, até anunciar, em agosto, que apoiaria o atual presidente do Conselho de Administração. Em setembro, o campista foi anunciado como candidato a vice-presidente geral na chapa do próprio BAP. Destaca-se no seu currículo rubro-negro a função de vice-presidente jurídico, exercida de 2013 a 2018, durante a gestão de Eduardo Bandeira de Mello.
Conterrâneo de Flávio Willeman, o médico Gilberto Cardoso foi o único campista a administrar o Flamengo, de 1951 a 1955, sendo considerado por muitos o maior presidente da história rubro-negra. Herdeiro deste, Gilberto Cardoso Filho também presidiu o clube, de 1989 a 1990 e em 2002, mas era carioca.
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Morre o maior ídolo da história do Americano, Paulo Roberto, aos 78 anos
07/12/2024 | 09h28
A torcida do Americano se despede do seu maior ídolo. Morreu na noite dessa sexta-feira (6), aos 78 anos, o ex-atacante Paulo Roberto, autor de gols em todas as finais do eneacampeonato campista consecutivo, de 1967 a 1975. Diagnosticado com Alzheimer, ele enfrentava problemas de saúde desde 2019, quando teve sintomas de uma fração de isquemia. O velório acontece no cemitério Campo da Paz, em Campos, mesmo local do sepultamento, às 11h deste sábado (7). 
Apelidado de Cabeção, Paulo Roberto da Silva Borges foi atleta do Americano por 12 anos, tendo conquistado 11 Campeonatos Campistas, cinco Taças Cidade de Campos e quatro Campeonatos Fluminenses pelo clube. Foi o artilheiro das decisões de uma geração histórica, que também contava com nomes como Adalberto, Gessi, Messias, Chico Preto, Capetinha e Luis Carlos.
— Tenho 24 títulos pelo Americano, contando os períodos como profissional e amador — lembrou o craque em julho de 2018, em entrevista à Folha da Manhã. — Eu podia ter sido duodecacampeão campista, porque o Goytacaz venceu em 1966 e interrompeu o início de uma sequência. Mas, aí é querer demais (risos). O gol do enea (contra o Goyta) me marcou. Foi o mais importante, porque terminou 1 a 0, com um gol de pênalti que eu bati muito bem, faltando poucos minutos para terminar. Se eu fizesse um gol espetacular no primeiro, segundo ou terceiro título, não marcaria tanto como esse gol simples, de pênalti, porque esse foi o do enea, entrou para a história. É difícil um time ser enea, não tem outro na era do profissionalismo — destacou.
Na lista de gols importantes de Paulo Roberto, também estão um de cobertura, em vitória sobre o Santos, pelo Campeonato Brasileiro de 1975; e um de falta, no triunfo por 3 a 0 sobre o Flamengo de Zico, pelo Campeonato Estadual de 1976.
Durante a carreira, Paulo Roberto chegou a fazer testes no America e no Vasco da Gama. Pelo Vasco, disputou um amistoso em 1965, e a boa atuação lhe rendeu elogios do histórico atacante Ademir de Menezes, na época comentarista esportivo. Em Campos, após ser dispensado pelo Americano, enfrentou o próprio clube na única partida em que defendeu o Goytacaz, em 1977.
Aposentado como jogador, Paulo Roberto foi técnico do time juvenil do Americano. Também treinou as equipes profissionais de Macaé, Cardoso Moreira, e Rio Branco. Atuou ainda como árbitro em competições locais, além de ter sido vendedor e motorista de ambulância da Prefeitura de Campos. Sua imagem ficou mantida, porém, como a do velho ídolo dos gramados, a quem os torcedores alvinegros cumprimentavam nas ruas de Campos e ovacionavam em jogos do Americano, aos quais comparecia como torcedor. Em 2018, por exemplo, ele vibrou no estádio Ângelo de Carvalho com o título da Taça Santos Dumont, no Parque Leopoldina, bairro onde morava com a esposa.
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São Fidélis tem parada natalina e encontro de folias de reis neste fim de semana
06/12/2024 | 18h03
Fotos: Reprodução
Este fim de semana em São Fidélis tem como destaques dois eventos culturais abertos ao público. Um deles é a segunda Mostra de Natal da Associação Cultural Paulo Fernando Abreu Valente, com programação noturna nesta sexta-feira (6) e no sábado (7), na praça Guilherme Tito de Azevedo e na quadra Humberto Lusitano Maia. Também no Centro da cidade, vai acontecer no sábado um encontro de quatro folias de reis locais, às 20h. A iniciativa é da empresária e produtora cultural Magnólia Faria, ocorrendo no Hotel São José.
Ambos os eventos têm como um dos objetivos a manutenção de práticas culturais tradicionais em solo fidelense. Na Mostra de Natal, a parada será protagonizada pelo Grupo Teatral Máscaras, por muitos anos dirigido pela professora Sônia Sota, vítima da pandemia da Covid-19. Já o encontro das folias de reis visa a alimentar uma manifestação quase esquecida nos grandes centros, mas que segue tendo São Fidélis como um dos seus redutos.

Mostra de Natal

Sexta-feira:
19h - Abertura da quadra com feira de artesãs, expositores e praça de alimentação
19h30 - Recital da Academia Fidelense de Letras
20h30 - Parada de Natal com carro alegórico e personagens natalinos
Sexta-feira:
19h - Abertura da quadra com feira de artesãs, expositores e praça de alimentação
19h30 - Recital da Academia Fidelense de Letras
20h30 - Parada de Natal com carro alegórico e personagens natalinos
22h - Show de Fábio Maia
Sábado:
19h - Abertura da quadra com feira de artesãs, expositores e praça de alimentação
19h30 - Apresentação do Coral Vivendo a Vida, de Cambuci
20h30 - Parada de Natal com carro alegórico e personagens natalinos
22h - Show da banda Quinto Elemento

Encontro de folias de reis
Sábado:
20h - Apresentações das folias Estrela de Belém do Norte, Estrela da Guia, Estrela Dalva do Oriente e Estrela dos Anjos do Oriente
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Uenf abre edital para elaboração de projeto de restauro do Solar do Colégio/Arquivo Público
06/12/2024 | 11h44
Solar do Colégio abriga o Arquivo Público Municipal
Solar do Colégio abriga o Arquivo Público Municipal / Foto: Rodrigo Silveira
Entre cobranças e muita burocracia, mais um passo foi dado no processo que visa à recuperação do Solar do Colégio, na localidade de Tócos, em Campos. Tutora dos R$ 20 milhões destinados pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) para restaurar o prédio histórico, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) abriu na última quarta-feira (4) um edital para empresas de arquitetura e engenharia interessadas em elaborar o projeto executivo da obra. O valor de contratação está estimado em R$ 831.669,44.
De acordo com o edital, serão recebidas propostas até as 14h do próximo dia 19. A sessão de lances está marcada para a mesma data, às 15h, e a definição se dará pelo critério de menor preço global. As informações completas estão disponíveis no site da UENF.
Construído pelos jesuítas entre 1652 e 1690, o Solar do Colégio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1946. Foi desapropriado pelo Governo do Estado em 1977, sendo posteriormente doado à Prefeitura de Campos, que instalou no local o Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho, em 2001. Daí que a importância do solar não está apenas no fato de ser um dos prédios mais antigos do Norte Fluminense. Lá estão abrigados raros acervos documentais de toda a região, reféns da falta de manutenção e das chuvas, que costumeiramente molham o interior de cômodos do imóvel.
Há quase três anos, a responsabilidade pela restauração do Solar do Colégio foi assumida pela Uenf. Isso porque, em janeiro de 2022, a universidade recebeu R$ 30 milhões da Alerj para objetivos distintos. Deste recurso, R$ 8 milhões eram destinados à reforma da Fazenda Campos Novos, em Cabo Frio, cuja primeira etapa foi devidamente reinaugurada no último dia 29. Outros R$ 2 milhões ficaram para ações da própria universidade. Restou, então, a aplicação da maior parte do recurso — exatamente o que aguarda a sociedade campista.
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Livro com desenhos de casas históricas de Campos tem lançamentos no Rio e em São Paulo
03/12/2024 | 17h38
Evento aconteceu no último sábado, na Livraria Folha Seca
Evento aconteceu no último sábado, na Livraria Folha Seca / Fotos: Reprodução/Instagram
"Vamos fazer este debate chegar além da planície". Foi o que prometeu em agosto o ilustrador Rapha Pinheiro, por ocasião do lançamento oficial do seu livro "Casas ilustradas - Campos dos Goytacazes-RJ". A promessa começou a ser cumprida no último sábado (30), com uma sessão de autógrafos e bate-papo na livraria Folha Seca, no Centro do Rio de Janeiro. O próximo destino será o espaço São Paulo Expo, na próxima quinta-feira (5), para lançamento na Comic Con Experience (CCXP), um dos maiores eventos de cultura pop do mundo.
Com boa repercussão entre admiradores da história campista, "Casas Ilustradas" reúne 40 desenhos de imóveis históricos do Centro de Campos. Todos foram feitos pelo próprio Rapha Pinheiro, carioca radicado na planície goitacá há aproximadamente três anos. Constam na lista prédios como o da Sociedade Musical Lyra de Apollo, antigos hotéis, moradias e estabelecimentos comerciais. Além dos desenhos, o livro traz comentários sobre o endereço e a história dos prédios.
— Campos merece essa atenção, e o Brasil está vendo, através deste livro, a beleza e o estado de conservação problemático da cidade — destaca Rapha Pinheiro, que agora pensa em fazer um trabalho similar desenhando imóveis da capital fluminense.
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