Depois de dois anos, a Exposição Agropecuária de Campos foi reaberta ao público em geral nesta quinta-feira (04) e ver a nossa cidade retomando eventos importantes como este nos alegra muito.
Como campista e empresário que acredita neste município, entendemos que não poderíamos deixar de estar presentes neste tradicional evento, que movimenta a economia não só da nossa cidade, mas de toda a região.
Além de shows nacionais como Gusttavo Lima, o evento trará uma programação variada, inclusive com a participação de expositores, como o Centro Escola Riachuelo.
O nosso stand está lindo e é um espaço para toda a família, com surpresas principalmente para a criançada.
O espaço do Riachuelo na 61ª Expoagro é dedicado a todos aqueles que acreditaram e acreditam há 10 anos no nosso sonho de transformar vidas, de unir educação à afetividade... o sonho de transformar uma escola em espaço de construção, aprendizagem e acolhimento... o sonho de levar a educação para além dos muros das nossas cinco unidades.
Venha nos visitar na Expoagro e compartilhar coma gente um pouco de toda esta construção, representada em nosso stand.
Estaremos em funcionamento durante o dia, quando a entrada é gratuita no parque de exposições até as 16h.
Aproveite também a programação rural que está muito bacana.
CONFIRA:
Dia 05 - sexta
Mangalarga Marchador:
- Julgamento na pista de grama — 10h
Quarto de Milha e Paint Horse:
- Laço Campista na pista de Laço — 16h
- Bolão de 3 Tambores na pista de areia — 13h
Dia 06 - sábado
Mangalarga Marchador:
- Julgamento na pista de grama — 10h
Quarto de Milha e Paint Horse:
- Laço Campista na pista de Laço — 9h
- Ranch Sorting na pista de areia — 9h
- Laço em Dupla na pista de areia — 9h
Dia 07 - domingo
Mangalarga Marchador:
- Prova esportiva na pista de areia — 9h
Quarto de Milha e Paint Horse:
- Laço Campista na pista de Laço — 9h
- Morfologia na pista de grama — 10h
BOVINOS
De 04 a 07
- Feira de Touros Transmontana / Shopping Mangalarga
Sesc-MG, em Grussaí fechou as portas em maio de 2020
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Folha da Manhã
Faltam poucos dias para que o Sesc Grussaí seja reaberto ao público após mais de dois anos. Pelo menos, no que se refere aos show parece que a população abraçou essa conquista. Ver a unidade funcionando, mesmo que temporariamente, é um alento à comunidade que luta pela retomada definitiva do empreendimento. Motivo de comemoração também para este Blog, que entrou nesta causa, principalmente pelo envolvimento afetivo que tenho com aquele local, onde já coordenei por um tempo.
Segundo a assessoria do Sesc-RJ, desde o dia 15 de julho até esta terça-feira (26) já foram trocados cerca de 6,5 mil ingressos para o Festival Sesc de Inverno na unidade Grussaí, que acontece neste fim de semana (30 e 31/7).
As entradas estão divididas entre aquelas que dão acesso a todo o evento, a partir das 15h, e aquelas que permitem assistir apenas aos shows: Fundo de Quintal, dia 30, às 21h, e Melim, dia 31, às 19h, com acesso liberado duas horas antes no sábado e uma no domingo. Até esta terça-feira, restavam apenas ingressos para os shows.
O ingresso do Festival Sesc de Inverno em Grussaí pode ser obtido mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível. Há quatro pontos para a troca, sendo que em um deles, no Sesc Campos, os ingressos já estão esgotados. Os outros três são em estabelecimentos de Grussaí: Pousada e restaurante Lalilus, Casa do Artesanato e Loja Grussaí (confira abaixo os endereços). O limite é de quatro ingressos de cada dia por CPF.
Além de trocar alimentos por ingressos, o público ainda tem uma outra oportunidade para assistir ao show do Fundo de Quintal: através de um passeio do programa Turismo Social do Sesc Campos. Os valores variam de R$ 48 a R$ 69, com a possibilidade de parcelamento em 10 vezes no cartão de crédito. O pacote inclui transporte, guia condutor, seguro e serviço de bordo.
O palco do Sesc Grussaí será montado logo na entrada da unidade, no local conhecido como Quioscão, no entorno da réplica da Estação Bom Despacho, onde ocorriam as festas juninas. A megaestrutura de turismo e lazer do Sesc MG foi fechada durante a pandemia, mas está em vias de ser transferida para a administração do Sesc RJ, como anunciado pela instituição em abril. Parte do espaço já será utilizada neste fim de semana durante o Festival.
Reconhecido como um dos mais expressivos e importantes festivais de arte e cultura do país, o Festival Sesc de Inverno contempla atrações nas principais linguagens artísticas: literatura, cinema, música, teatro, dança, circo e artes visuais. A programação mescla grandes nomes do cenário nacional e artistas locais, o que o torna também um impulsionador para os talentos do interior do estado. A programação completa pode ser consultada em www.festivalsescdeinverno.com.br.
Além de Grussaí, em São João da Barra, o evento terá programação em Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Três Rios, Itatiaia (Penedo), Valença, Vassouras, Casimiro de Abreu (Barra de São João), Rio das Ostras, Búzios e Macaé (Sana).
SERVIÇO
Festival Sesc de Inverno – Grussaí
A partir de 15/7/2022
Troca de ingressos por 1 quilo de alimento não perecível
4 ingressos por CPF
Dois tipos de ingressos:
- Ingressos para todo o dia
- Ingressos exclusivos para os shows
Pontos de troca:
- Sesc Campos
Avenida Alberto Torres, 397 - Centro, Campos dos Goytacazes
Telefone: (22) 2725-1209/1210
Terça a sexta, de 7h às 20h,e sábados, domingos e feriados, de 9h às 18h
FUNDO DE QUINTAL E MELIM ESGOTADOS
- Pousada e restaurante Lalilu’s
Av. Liberdade, 77 - Grussaí, São João da Barra
Telefone: (22) 2741-6407
Segunda a domingo, das 6h às 23h
- Casa do Artesanato
Rua Antônio Gonçalves de Carvalho (Rua do Sesc), 40 - Grussaí. São João da Barra
Telefone: (22) 2741-3229
Quinta a sábado, das 8h30 às 17h, e domingo, das 8h30 às 16h
- Loja Grussaí
Rua Antônio Gonçalves de Carvalho (Rua do Sesc), 69 - Grussaí. São João da Barra,
Sai resultado do ProUni
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Agência Brasil - Marcelo Casal Jr
Já estão valendo, desde o último dia 16 de julho, as novas regras que garantem, por lei, o acesso a mais estudantes de escolas particulares ao Programa Universidade para Todos (Prouni). Antes da Lei 14.350/2022, sancionada em maio deste ano, apenas os alunos do ensino público ou da rede privada com bolsa integral tinham direito ao programa do Governo Federal, que dá gratuidade ou descontos em universidades particulares.
O texto, originado da Medida Provisória (MP) 1075/21, diz que as bolsas do Prouni continuarão a ser oferecidas aos estudantes, cuja renda familiar não ultrapasse os três salários-mínimos, mas que o perfil socioeconômico deixará de ser um critério de pré-seleção. O desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) continuará sendo considerado critério.
Com as novas regras, os estudantes com deficiência e os professores da rede pública que vão cursar pedagogia ou licenciatura continuam a ser beneficiados com as do Prouni.
Na sequência vêm os alunos que cursaram todo o ensino médio em rede pública; alunos que dividiram o ensino médio entre a rede pública e a privada, com bolsa integral; alunos que dividiram o ensino médio entre a rede pública e a privada, com bolsa parcial ou sem bolsa; alunos que fizeram todo o ensino médio na rede privada, com bolsa integral, e os alunos que fizeram todo o ensino médio na rede privada, com parcial ou sem bolsa.
Pelas novas regras, ficam extintas as parciais de 25%. A partir de agora, as do Prouni deverão ser integrais ou de 50%. Não há mudança no percentual mínimo de bolsas a serem concedidas pelas instituições.
O texto veda ainda aos beneficiários acumular mais de uma bolsa do Prouni. Também fica proibida a concessão para alunos de universidades públicas e para estudantes que, numa outra instituição, façam uso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Apesar de as bolsas do Prouni serem destinadas a estudantes que estão na primeira graduação, a lei abre uma exceção para cursos onde há concomitância ou complementariedade de bacharelado e licenciatura. Nesses casos, o estudante pode obter a do Prouni para cursar a segunda parte da formação.
O Programa Universidade para Todos (Prouni) é um programa do Ministério da Educação (MEC), criado desde 2004, que tem por objetivo oferecer oportunidades para que pessoas de baixa renda entrem em cursos de graduação em Instituições de Ensino Superior privadas do país.
A proposta é contribuir para a ampliação do acesso ao ensino superior, diversificação dos espaços universitários, bem como para redução das desigualdades sociais e raciais no país.
Nota do Blog:
Decisão mais do que acertada por parte do Governo Federal esta ampliação do acesso ao Prouni. Dar a um filho o ensino particular muitas vezes é o resultado de um esforço de toda uma família e está longe de significar as melhores condições financeiras.
Não era justo restringir àqueles que têm bolsa de 100% a chance de seguir trilhando seu caminho no ensino superior. Não são poucas as vezes que a família abre mão de muitas coisas para ter um filho em escolas privadas, justamente por não encontrar na rede pública, infelizmente, a qualidade que busca, com poucas exceções.
Em muitos casos, quem paga por um colégio particular sabe que a realidade é totalmente outra no processo transitório à universidade. Os valores cobrados são, na maioria das vezes, totalmente díspares. Sem contar, o fato de que a realidade financeira de qualquer um está sujeita a modificações.
Seja na sua criação em 2004, no governo Lula, ou na sua ampliação agora em 2022 no governo Bolsonaro, a lei de acesso ao Prouni é o exemplo do que sempre defendo: a criação efetiva de políticas públicas, como políticas de Estado e não de Governo.
“A gente vai ter que desenvolver uma resiliência, no sentido de aprender a conviver com o coronavírus, já que não é esperado que ele vá ser erradicado”, A afirmação de especialistas como o infectologista Fernando Bellissimo Rodrigues, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, só reforça o que já estamos vivendo na prática.
Para ele, a Covid-19 tende a se estabilizar, tornando-se uma endemia, uma espécie de doença controlada, que se manifesta em partes ou em todo o ano na forma de surtos, como é o caso da influenza. “Endemia é a situação em que uma determinada doença segue os padrões normais, os padrões habituais, o que naturalmente varia de doença para doença”, disse o infectologista em publicação no Jornal da USP.
A cada nova reunião do Gabinete de Crise e Combate à Covid-19 e outras Doenças Emergentes e Reemergentes, e consequente publicação de decreto em Diário Oficial, surgem questionamentos de até quando vamos conviver com limitações? A resposta provavelmente nem tão cedo virá.
Em publicação suplementar do Diário Oficial (AQUI), nesta segunda-feira (11), a Prefeitura de Campos, manteve a Fase Verde, indicando situação de atenção moderada e mais um vez determinou algumas regras na área de Educação.
Como medida preventiva, já determina, apenas para a rede pública, o adiamento do retorno do recesso escolar dos alunos da educação infantil (entre 0 e 5 anos incompletos – berçário, maternal I e II, e pré-escolar I e II). A previsão é de que o atraso seja de uma semana e é inevitável não pensar por que a Educação tem que mais uma vez “pagar o preço” se toda sociedade parece ter voltado à normalidade?
No caso da rede particular de ensino, o município fez apenas a recomendação para que observemos a determinação. Reforço que, como gestor escolar, estou desde do início da pandemia cumprindo rigorosamente a todas as determinações e observando as recomendações, sempre levando em consideração o ambiente seguro que oferecemos ao nosso aluno.
O que não vamos permitir é ver mais uma vez crianças e adolescentes fora da sala de aula, pois o que estamos vivenciando desde o retorno das aulas presenciais é assustador, déficits que demorarão anos e anos para serem recuperados... Lugar de criança é na escola e ponto.
O recesso escolar está aí, muitas crianças não estarão nas unidades de ensino, mas será mesmo que os pais vão deixá-las sem o contato social? Impossível imaginar shoppings, parques, praias e clubes sem a grande maioria da presença delas...
O que cabe a cada um de nós é fazermos a nossa parte conscientemente, seguir orientando a vacinação de todos os nossos estudantes, inclusive como reforça este novo decreto; e deixar a critério de cada família encaminhar seu filho à escola com ou sem máscara.
Vamos seguir acompanhando os próximos passos e orientações do Gabinete de Crise e Combate à Covid-19 e de Vigilância das Doenças Emergentes e Reemergentes, que voltará a se reunir inicialmente no dia 15 de agosto.
Imagine apresentar demandas de suas necessidades e ter soluçõesdesenvolvidas por universitários durante um evento gratuito? Esta é a oportunidade que empresas e instituições da região vão ter.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense - IFFLUMINENSE, irá promover em agosto, o HackIFF, um evento de inovação online e gratuito, que vai buscar soluções para ajudar a potencializar o desenvolvimento das regiões que possuem campi do IFFluminense.
O HackIFF será um hackathon, formato de evento em que pessoas se reúnem para resolver desafios e prototipar ideias em um curto espaço de tempo. O evento está em consonância com a Política de Inovação e Empreendedorismo constante na Regulamentação das Atividades de Pesquisa do Instituto Federal Fluminense.
A maratona vai fomentar ações que promovam a inovação nos diversos campi do Instituto Federal Fluminense, promovendo a relação entre o IFF e a comunidade. A proposta é levar mais ciência, tecnologia e inovação para os Institutos, além de contribuir com os Territórios para atingirem as metas da Agenda 2030 da ONU, que propõe um pacto global em prol do desenvolvimento sustentável.
De forma online, estudantes, ex-alunas e ex-alunos, universitários, professores e profissionais da região vão se conectar para pensar em como aplicar conhecimento teórico e tecnologias para melhorar a qualidade de vida no espaço onde vivem.
O hackathon só acontece em agosto, mas a partir de agora, empresas e instituições estaduais e dos municípios onde exista campi do IFFluminense (Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Cambuci, Campos Centro, Campos Guarus, Itaboraí, Itaperuna, Macaé, Maricá, Quissamã, Polo de Inovação Campos dos Goytacazes, São João da Barra e Santo Antonio de Pádua) poderão propor desafios para serem resolvidos durante o evento. A sugestão para desafios é livre, as propostas podem envolver dificuldades da cidade ou da comunidade, ou até mesmo melhorar processos internos de uma empresa.
Durante um final de semana, os participantes irão criar soluções reais para os desafios propostos pelas empresas e instituições locais, com o objetivo de fomentar o ecossistema de inovação e, consequentemente, o Desenvolvimento Territorial Sustentável. As melhores soluções serão premiadas. Essa será a primeira edição do HackIFF, uma grande novidade para mobilizar o Instituto e a comunidade de forma lúdica, em cumprimento às diretrizes do MCTI, para a realização das atividades de Popularização e Divulgação da Ciência e Tecnologia.
A iniciativa irá integrar a pesquisa pública e privada, centros de educação, empresas e organizações territoriais. Você também pode ser um parceiro do evento, auxiliando na divulgação e atraindo mais participantes. Para cadastrar a sua empresa ou instituição de ensino como parceira, basta se inscrever pelo site: https://hackiff.paniclobster.com/parceiro.
Para o Diretor do Polo de Inovação Campos dos Goytacazes do IFFluminense, Henrique da Hora “O Hackathon é uma boa oportunidade para que a cultura da inovação chegue a toda comunidade do IFFluminense"
Os 23 anos de fundação Associação de Pais de Pessoas Especiais do Norte e Noroeste do Rio de Janeiro (Apape) serão comemorados com uma programação especial no próximo dia 30, em Campos. Quando estivemos visitando recentemente a instituição, a presidente Naira Peçanha já tinha nos adiantado com seria parte da programação, que agora agente traz completa para vocês aqui no nosso blog.
Afinal, a Apape tem muito que comemorar, mas também a conquistar. A gente sempre gosta de ressaltar a história desta importante Organização da Sociedade Civil de caráter filantrópico, sem fins lucrativos, que nasceu do sonho de um grupo de pessoas que tinham em sua trajetória de vida, experiências diretas e indiretas com pessoas com deficiência mental, física, intelectual e sensorial e, que sonharam com a possibilidade de um mundo melhor, voltado para a inserção social das famílias “excluídas” da sociedade.
Como sempre gosta de enfatizar Naira e toda a sua equipe, “a família é uma unidade de referência, fortalecendo os vínculos internos e externos de solidariedade. E uma força social que tem influência na determinação do comportamento humano e na formação de personalidade, sendo definida como uma unidade significativa, inserida na comunidade imediata e na sociedade mais ampla, independente dos formatos e medidas que assume, onde a Apape atende 389 famílias de pessoas com deficiência que recebem o atendimento pela equipe transdisciplinar, sendo que desse quantitativo, 221 usuários têm Transtorno do Espectro Autista (TEA)”.
E nestes 23 anos da Apape e também 8 anos do Centro de Referência do Autismo, a instituição tem ainda mais motivos para comemorar, pois neste ano obteve a tão sonhada cessão de um terreno, através do Projeto de Lei Municipal nº 9.135, de 30 de março de 2022, do prefeito Wladimir Garotinho e, aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal, onde poderá ampliar suas ações com uma área especializada ao atendimento do TEA.
Para marcar esta conquista, no dia 30, às 9h, haverá com um Culto de Gratidão, seguido pelo Lançamento da Pedra Fundamental do Centro de Referência do Autismo, com presença prevista do prefeito. Já às 17h, acontecerá a 1ª Mostra de Neurodiversidade , seguida, às 18h, pela Noite Musical, apresentando os talentos da Apape no Teatro Municipal Trianon.
Recentemente Naira esteve conosco no Programa Papo Cabeça, na Folha FM, quando também ressaltou a importância de contar com a colaboração de toda sociedade, já que os desafios passam a ser ainda maiores diante da necessidade de angariar recursos para construção da nova sede.
Veja a Programação:
I Momento:
Celebração Cristã
9h - Abertura - Palavra de boas-vindas;
- Oração; - Louvor; - Ministração do Pr. Sandro Reis; - Louvor com dança da dupla: usuária e assistente social; - Oração; - Palavra da 1ª Dama Tassiana Oliveira e do prefeito Wladimir Garotinho; - Lançamento da Pedra Fundamental.
II Momento:
17h- 1ª Mostra de Neurodiversidade.
- Exposição de Artes: construção dos usuários dos grupos avançados “na utilização de materiais sustentáveis”; - Exposição dos painéis retratando “A Neurodiversidade potencializando a Biodiversidade”; - Exposição dos recursos ludopedagógicos; -Exposição dos cientistas: experiência vivencial com os recursos dos 04 elementos da biodiversidade; - Exposição das medalhas e troféus dos atletas dos Jogos Internos, Natação e ações extramuros, em parceria com a Fundação Municipal de Esporte (FME); - Exposição dos Jogos Internos: iniciação esportiva, modalidade esportiva; - Mostra de Poesia: integrante da Apape.
18h - Noite Musical com talentos
- Coral de vozes da Igreja Batista do Flamboyant; - Coral dos usuários da Apape; Banda da equipe técnica da APAPE; - Apresentação solo dos usuários: música e dança; - Interação da equipe técnica da Apape
Não é de hoje que a Ciência desempenha um papel vital para toda a humanidade, talvez mais evidenciado nestes últimos tempos. Se tem uma coisa de que podemos nos orgulhar em Campos é de um forte trabalho de pesquisas desenvolvidas nas nossas universidades, algumas referenciadas internacionalmente.
Sabemos que nem sempre os incentivos são suficientes para a Ciência, mas as conquistas dos pesquisadores são em disparada uma resposta à inércia de alguns agentes públicos.
Se separadamente as universidades públicas de Campos já se destacam, imagina quando se juntam para realizarem o XV Congresso Fluminense de Iniciação Científica e Tecnológica (CONFICT) e VII Congresso Fluminense de Pós-Graduação, que este ano tem como tema “100 anos de Darcy Ribeiro: Temos todo um mundo a refazer”.
O evento, que reúne a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), o Instituto Federal Fluminense (IFF) e o Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional da Universidade Federal Fluminense (UFF), começa nesta segunda-feira (20) e segue até sexta (24), no formato online.
Para bater um papo sobre este encontro, vamos receber, inclusive, no programa Papo Cabeça deste sábado (18/06), na Folha FM, a professora e pesquisadora da Uenf Maria Cristina Gaglianone.
A participação no evento é aberta a todos os interessados, mas a submissão de trabalhos é restrita aos estudantes das universidades. As inscrições estão abertas e podem ser feitas AQUI. O evento é gratuito e oferece a possibilidade de inscrição em até dois cursos igualmente gratuitos, desde que os horários das atividades não coincidam.
A abertura oficial do Congresso será realizada na terça-feira (21), às 9h, com a participação dos reitores das três instituições participantes. A conferência de abertura ocorrerá às 16h30. Na ocasião, o professor Roberto Leher, da UFRJ, abordará o tema “Darcy Ribeiro e o projeto autopropelido de nação”.
Além da apresentação de trabalhos dos estudantes, o evento contará com minicursos, palestras, conferências e atividades culturais. Na quarta-feira, (22), haverá palestra sobre o tema “Ser cientista é coisa de criança! — Estratégias para a formação científica de professores e alunos da educação básica”.
A palestra será ministrada pela professora Andrea Da Poian, da UFRJ. E na quinta, às 16h30, a professora Adélia Miglievich Ribeiro, da UFES, ministra a palestra “Darcy Ribeiro, o intelectual público: utopia e práxis”. Todas as atividades ocorrerão na Plataforma Galoá. Veja mais informações no site do evento AQUI.
Desde que passamos a escrever neste espaço aqui, temos alertado para a importância de cuidar da saúde mental de meninas e meninos. Tenho compartilhado com frequência o quanto ainda tem sido desafiador o dia a dia dos nossos alunos, muitos abalados emocionalmente pelos reflexos da pandemia, principalmente pelo distanciamento físico de dois anos do colégio.
Agora, uma enquete realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela organização da sociedade civil Viração Educomunicação, mostra o quanto é urgente voltarmos a nossa atenção ao tema.
A consulta feita com mais de 7,7 mil adolescentes e jovens de todo o Brasil mostra que, recentemente, metade sentiu necessidade de pedir ajuda sobre saúde mental. O levantamento online mostra, também, que 50% dos respondentes não conheciam serviços ou profissionais dedicados a apoiar adolescentes na área da saúde mental.
Neste momento em que o País começa a retomar a rotina, com a melhora da pandemia de covid-19, a saúde mental de adolescentes e jovens continua sendo uma preocupação, de acordo com a publicação feita pela Unicef.
Quando questionados sobre o sentimento que melhor descreveria como estavam se sentindo nos últimos dias, 35% dos adolescentes e jovens que responderam à enquete disseram “ansiosas(os)”. Além disso, 14% se disseram “felizes”; 11%, “preocupadas(os) consigo”; 9%, “indiferentes”; e 8%, “deprimidas(os)”. Entre todos os respondentes, metade diz que sentiu necessidade de pedir ajuda em relação à saúde mental, mas 40% deles não recorreram a ninguém. Outros 20% buscaram amigas(os); 15%, psicólogas(os) ou psiquiatras; 11% recorreram à família e 8%, a namoradas(os). Somente 2% procuraram professores e outros 2%, profissionais de saúde do Sistema Único de Saúde.
Entre os motivos destacados por aqueles que não buscaram ajuda, estão a insegurança (29%), a desistência de buscar ajuda (26%), o medo de julgamento (17%), ou a falta de informação sobre quem procurar (10%).
Apenas metade dos respondentes conhecia serviços ou profissionais dedicados a apoiar adolescentes na área da saúde mental. Entre quem conhecia, o Centro de Referência em Assistência Social (Cras) apareceu como o principal local (38%), seguido por Centro de Atenção Psicossocial (Caps) (20%) e escola (17%).
“Os resultados mostram que é fundamental que famílias e profissionais que trabalham com adolescentes ampliem suas habilidades para fazer uma escuta qualificada e sem julgamentos, promover o acolhimento e encaminhar adolescentes para os serviços adequados disponíveis. Essas são as primeiras pessoas de confiança buscadas por adolescentes e jovens em temas de saúde mental, mas é essencial que eles conheçam os fluxos de atendimento psicossocial em seus municípios, saber a quem buscar e aonde ir. É importante que os municípios estejam preparados para receber essas demandas intersetorialmente”, explica Gabriela Mora, oficial do Programa de Cidadania dos Adolescentes do Unicef no Brasil.
“Muitas vezes fala-se sobre a juventude e os desafios enfrentados nessa fase sem que adolescentes e jovens sejam convidados a participar do debate. É preciso construir espaços que possibilitem a escuta ativa desses sujeitos. Somente dessa forma seremos capazes de superar os estigmas em relação à saúde mental e planejar ações realmente assertivas para a criação de redes de apoio”, afirmam Jéssica Rezende e Juliane Cruz, analistas de projeto na Viração e responsáveis pela implementação do U-Report no Brasil.
Sobre a enquete
A enquete, com maior participação de adolescentes entre 15 e 19 anos, foi realizada de 17 a 23 de maio de 2022 por meio da plataforma U-Report. As enquetes do U-Report Brasil são realizadas virtualmente pelo WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger, por meio de um chatbot.
O projeto é desenvolvido pelo Unicef em parceria com a Viração Educomunicação. Não se trata de pesquisas com rigor metodológico, mas de consultas rápidas por meio de redes sociais entre pessoas, principalmente adolescentes e jovens, que se cadastram na plataforma. Esta enquete apresenta a opinião de mais de 7,7 mil adolescentes até 19 anos e não pode ser generalizada para a população brasileira como um todo. Confira todos os dados aqui.
Onde pedir ajuda?
Para apoiar adolescentes e jovens de 13 a 24 anos, o Unicef conta com um canal de ajuda em saúde mental virtual, o Pode Falar. A plataforma já recebeu mais de 36,6 mil acessos desde que foi lançada em fevereiro de 2021 e funciona de forma anônima e gratuita por meio de um chatbot batizado de Ariel por adolescentes, acessado pelo site podefalar.org.br ou pelo WhatsApp (61) 9660 8843. Fortalecer a educação socioemocional para mudar o cenário assustador constatado na enquete só se torna cada vez mais urgente.
Defendo isso na prática há pelo menos 5 anos, antes mesmo destes novos tempos impostos pela pandemia. Tornamo-nos o primeiro colégio de Campos a implantar o Programa Escola da Inteligência, idealizado pelo Dr. Augusto Cury. Buscamos sempre também aproximar a família da escola e promover a construção de relações saudáveis.
Todos nós precisamos estar vigilantes aos desafios desta juventude... segurar na mão e ficar mais atento aos pedidos de socorro, infelizmente, silenciados muitas vezes.
*Com informações da Unicef:
Foto: Tristeza foto criado por jcomp - br.freepik.com
Nesta terça-feira (31), vivemos mais um momento muito especial proporcionado pela Campanha Pés Descalços, realizada pelo Centro Escola Riachuelo com os alunos e seus familiares. Já falei desta iniciativa aqui no Blog e hoje volto para agradecer a cada um que colaborou.
Arrecadamos centenas de calçados e a quantidade foi tanta que vamos poder beneficiar quatro projetos diferentes. Iniciamos a entrega, nesta terça, pela Associação de Pais de Pessoas Especiais do Norte e Noroeste do Rio de Janeiro (Apape), que atende mais 300 pessoas, de bebês a adultos.
Fomos recebidos pela presidente Naira Peçanha e toda a sua magnífica equipe em uma manhã para lá de especial, marcada também pelo trabalho do projeto “Desperta Débora – Mães de joelhos, filhos de pé”, que reúne familiares dos assistidos pela Apape em oração.
Divulgação
Junto da minha filha Maria Luiza Rangel, que já atuou na Apape e hoje é assistente social do Departamento da Família do Riachuelo, tive o prazer de representar cada um que fez a doação. Aproveito para transmitir a todos vocês a gratidão de Naira e das famílias que lá estavam, convocando também a toda sociedade a estar mais presente em trabalhos exemplares como o da Apape.
Seguiremos com as nossas entregas nesta semana, atendendo também à Associação Monsenhor Severino, que assiste a idosos; o Projeto social SalesBJJ, que atende cerca de 50 crianças e adolescentes com aulas gratuitas de jiu-jitsu, no Caju; e o Projeto Musical Amor & Arte, que também atende crianças e jovens na região do Parque Eldorado, em Guarus.
Logo mostraremos estas doações também para vocês aqui ou nas redes sociais do Centro Escola Riachuelo.
Sobre a campanha
A campanha solidária Pés Descalços é, desde 2018, uma das principais ações do Riachuelo+Social, arrecadando todos os tipos de calçados para pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Realizada durante a Páscoa como forma de ressaltar o verdadeiro sentido desta época, a Pés Descalços não ocorreu nos últimos dois anos, por conta da pandemia, mas estamos extremamente felizes em ver que ela voltou com tudo.
Para a gente é gratificante ver que aquela sementinha plantada pelo meu irmão do coração Fernando Gonçalves, idealizador desta campanha, virou uma grande corrente de mobilização.
Divulgação
Foi a sensibilidade de quem vivenciou a experiência de não ter o que calçar direito quando criança, transformada no desejo de poder ajudar outras pessoas, que possivelmente vivem em situação semelhante.
Como sempre digo, com essa campanha, conseguimos levar não só um par de calçado a estas pessoas, mas também dignidade, esperança, inspiração e exemplo de que as pessoas devem lutar pelos seus sonhos mesmo diante das dificuldades...
Divulgação
É impressionante como o nosso país não aprende com lições dadas pela pandemia, inclusive na Educação. Vimos na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovar o projeto de lei que regulamenta a prática do ensino domiciliar, conhecida como "homeschooling", que agora passará pelo Senado.
O texto aprovado pela Câmara altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para admitir o ensino domiciliar na educação básica (pré-escola, ensino fundamental e médio).
Eu acho sinceramente que o Congresso Nacional está com pouco serviço, poucas demandas, porque é uma inversão de prioridades, absurda. A gente tem, na educação básica, quase 50 milhões de alunos no Brasil e quantas famílias vão se beneficiar de ensino domiciliar?
Criaram umas regras de formação para os pais e responsáveis que resolverem aderir esta modalidade (confira aqui). Será mesmo necessário este tipo de educação para atender uma parcela tão restrita? São poucas as pessoas que vão se aproveitar disso.
Muito melhor do que se pensar na educação domiciliar, seria importante que os nossos políticos lutassem por investimentos na educação integral pública.
Tivemos mais uma vez provas, nesta pandemia, dos riscos que muitas crianças correm hoje em estar dentro de casa, infelizmente com casos de violência, assédio e tantas outras coisas que a gente sabe que existem. Até mesmo estando nas ruas, sujeitas ao tráfico de drogas.
Estas crianças podiam estar dentro da escola aprendendo muito mais. Então essa lei está indo na contramão. Está tirando a responsabilidade do Estado e jogando para as famílias.
Sem contar que deixa de lado a valorização do docente. Será que todos nós podemos ocupar o lugar de um professor?
Nós tivemos experiências de dois anos de pandemia e os pais estavam desesperados, não sabiam o que fazer, como ensinar. Ensinar não é tarefa fácil, existe toda uma metodologia, todo um cuidado. Isso nós estamos falando do cognitivo... e como fica a questão do relacionamento?
A palavra do século é relacionamento. Se a gente não aprende a se relacionar, fica para trás. Essas crianças não vão ter mais convivência, não vão ter os momentos maravilhosos que o ambiente escolar propicia. Há dificuldades, claro, mas é por meio delas que a gente supera, vence e se prepara para poder enfrentar o mundo.
A desculpa de criar os seus filhos de acordo com as suas crenças e valores, não é suficiente, porque a gente não cria filho para a gente, cria para o mundo. E o mundo não vai ser de acordo com os meus valores. Ele é feito das diversidades.
O que eu venho falando há bastante tempo é que cabe aos responsáveis a tarefa de passar aos seus filhos os valores que acreditam. Este ensinamento cabe à família desde que a criança é pequena. Se ela fizer isso bem feito, a escola vai complementar e escolarizar. O que está acontecendo é que muitas famílias estão deixando de fazer seu papel e está jogando essa responsabilidade para a escola, que por sua vez não vai conseguir dar conta dessa educação total, até pela falta de tempo, autoridade e tantas outras coisas que ela tem.
Agora é esperar para ver como será a avaliação do Senado, mas ao que tudo indica, vai passar por lá também e seguir para sanção presidencial.
Atualmente, o ensino domiciliar não é permitido no país por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), por isso a proposta dos deputados foi criar uma lei específica para isso.
No julgamento, em 2018, a maioria dos ministros entendeu que é necessária a frequência da criança na escola, de modo a garantir uma convivência com estudantes de origens, valores e crenças diferentes, por exemplo.
Os ministros, na ocasião, também argumentaram que, conforme a Constituição, o dever de educar implica cooperação entre Estado e família, sem exclusividade dos pais. Volto a dizer que, para mim, o projeto do ensino domiciliar é desnecessário, não deveria nem estar no
Congresso Nacional, porque nós viemos de uma pandemia, na qual as nossas prioridades deveriam ser outras. Ao invés de apoiar a educação básica, eles estão novamente tirando a responsabilidade do Estado e jogando nas costas de quem não tem condições de fazer na sua integralidade.
Educador e empreendedor em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, sou graduado em Educação Física pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo) e professor concursado da área no Governo do Estado do Rio de Janeiro desde 2007. Atuei como coordenador pedagógico e geral de várias escolas particulares em Campos até 2011. Fui também coordenador administrativo do Sesc Mineiro, em Grussaí, no município de São João da Barra, até 2013. Há oito anos me dedico ao Centro Educacional Riachuelo como Diretor Geral das cinco unidades, que formam hoje o Grupo Riachuelo. Sou pós-graduado em Gestão Escolar Integradora e Gestão de Pessoas pelo Instituto Brasileiro de Ensino (IBE). Atualmente também sou apresentador do programa Papo Cabeça na rádio Folha FM 98,3.