Delegada Madeleine faz caminhadas em áreas violentas sem atropelos
01/06/2024 | 07h53
Muito se especulou sobre possíveis dificuldades da Delegada Madeleine em transitar nas áreas violentas da cidade durante as suas caminhadas políticas.

Mas, ao que tudo indica, ela não terá dificuldades. Nos últimos dias a Delegada Madeleine caminhou pelo Parque Santa Clara, em Guarus, e foi bem recebida pela população.

“Quem apostou contra queimou a língua. O povo me recebeu de braços abertos”, publicou a Madeleine em sua rede social.
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Soldado Jaburu - figura inesquecível em Campos
31/05/2024 | 07h26
Integrante dos quadros da Polícia Militar, o saudoso PM Jaburu atuou no trânsito em Campos por muitos anos. Reza a lenda que jamais aplicou sequer uma multa.

É que era uma figura humana, generosa, divertida, que tornou-se muito conhecido na cidade.

Jaburu foi um torcedor fanático do Goytacaz. Também curtiu muito o Carnaval, sendo um dos baluartes da Escola de Samba Ururau da Lapa.
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Horror nas madrugadas dos sábados em Campos
30/05/2024 | 07h21
Sabe aquelas algazarras que irresponsavelmente motoqueiros realizam pelas ruas de Campos no Natal?

Sem repressão, elas estão acontecendo nas madrugadas dos sábados. O estrago atormenta o sono sobretudo de crianças e idosos.

As características são as mesmas do Natal. Os motoqueiros andam em grupo.

Conduzem os veículos com descargas abertas para que façam o máximo de barulho, inclusive imitando tiros de metralhadora.

Um dos palcos tem sido a Av. 28 de Março. 
SEM REPRESSÃO A COISA CRESCE
As autoridades na área de Segurança Pública, no âmbito estadual e municipal (leia-se PM e Guarda Civil), precisam agir o quanto antes.
Mesmo porque tal prática, que fere a lei do silêncio, não pode ser enraizada na agenda desses vândalos.
A quantidade dos motoqueiros que vai para as ruas com o único objetivo de perturbar a ordem pública pode aumentar a cada fim de semana. Sem repressão é uma hipótese provável.
Obs: Foto do site Notícia Urbana
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Delegado ameaça dar "uns cascudos" em jornalista
28/05/2024 | 10h02
No início da carreira, estagiando no jornal A Cidade, Cilênio Tavares (na foto, com o filho em um jogo do seu Flamengo, no Maracanã), não tinha muita noção de como funcionava o setor policial, por exemplo.
Na ocasião, também início dos anos 90, um motorista de ônibus que fazia a linha Campos-Ururaí foi atingido por uma pedrada, o que lhe causou a morte.
O editor Hélio Cordeiro pediu a Cilênio para apurar o fato com o delegado José Roberto Vieira. O rapaz chegou à porta de sua sala na DP e perguntou se tinha alguma pista do suspeito.O delegado respondeu:
— Ter, eu tenho. Mas não posso falar para não atrapalhar as investigações.
Mas, dentro do carro do jornal, no retorno à redação, Ronaldo Machado, repórter com prática na cobertura da área policial, acabou revelando o nome do suspeito.
E disse para Cilênio que todos já sabiam de quem se tratava.
A matéria foi publicada na edição do dia seguinte, com o nome do suspeito.
No mesmo dia, Cilênio participava de missa em Ação de Graças pelo aniversário do jornal e deu de cara com José Roberto.
O delegado mandou ver:
— Olha, Helinho! Uma hora dessas vou dar uns cascudos nesse rapaz — disse ele, dando uma bronca daquelas.
A sorte é que o ambiente da Catedral Diocesana facilitou o entendimento. Helinho aparou as arestas e o mal-entendido ficou por ali. As pazes estavam feitas.
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No Mercado Municipal, trabalho manual recicla latinhas de cerveja e refrigerante
27/05/2024 | 07h32
Chama a atenção, na entrada da área coberta do Mercado Municipal — pelo lado da Rua Tenente Coronel Cardoso (antiga Formosa) —, o trabalho manual de Neilton Soares.
Ali, ocupando uma pequena mesa, e poucas ferramentas, Neilton transforma latinhas de cerveja vazias em canecos, com alça em acrílico ou em alumínio. Elas são vendidas.
Ao seguir a ideia de se associar cerveja com futebol, e de relacionar o consumo com a experiência do copo, Neilton vai passar a produzi-los adesivados com escudos dos principais clubes do Rio de Janeiro.
O preço, por unidade, dos canecos vendidos por Neilton Soares, envolverá o com alça em acrílico, R$ 15. Em alumínio, R$ 20. Sem o adesivo, o copo com alça de acrílico está valendo R$ 10. Já com alça em alumínio, R$ 15.
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Rua na Pelinca arborizada não é miragem...
26/05/2024 | 10h32
Pode ser que muita gente ache que esta foto não foi batida em Campos.

Sim, porque é raro uma rua na cidade se apresentar assim, envolvida com o plantio de árvores.

A rua da foto fica ao lado do Hospital Álvaro Alvim, no valorizado bairro da Pelinca.

O poder público, infelizmente, não faz um plantio de árvores como é preciso, até para combater as mudanças climáticas.

Wladimir Garotinho, neste quesito, está seguindo os caminhos do antecessor, Rafael Diniz.

Pena. A cidade de Campos merece mais!!!
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Wladimir precisa determinar apuração de livros que sumiram da Biblioteca Municipal
25/05/2024 | 07h35
O prefeito Wladimir Garotinho, quando resolve reabrir a Biblioteca Municipal, precisa tomar uma decisão: instalar procedimento interno para apurar a destinação do acervo que existia no Palácio da Cultura antes de seu fechamento no governo Rosinha.

O que se sabe é que uma quantidade grande de livros desapareceu. Detalhe: muitos foram fruto de doação. A Biblioteca contabilizava mais de 30 mil volumes. Parte pertenceu a Nilo Peçanha, campista que alcançou a Presidência da República.

A professora e escritora Arlete Sendra, por exemplo, admite que teve a ingenuidade de doar livros para a Biblioteca. Foram cerca de 300 livros, ligados à filosofia, ficção, história universal, ensaios sobre a vida, “livros hoje só encontráveis em sebos especiais”.

É certo que os contribuintes bancarão um gasto surreal pela reabertura da Biblioteca — exatos R$ 2.977.992,77. O montante chama a atenção sobretudo porque a Biblioteca já tem espaço no Palácio da Cultura. O que falta é retomá-lo, dando-lhe vida com a reposição de livros e mobília.
GASTANÇA
A propósito dos quase R$ 3 milhões que serão gastos com a reforma do espaço destinado à Biblioteca Municipal, pela Prefeitura, hoje, em sua coluna publicada na Folha da Manhã, o empresário Murilo Dieguez comentou que o prefeito Wladimir Garotinho não está tendo cuidado em fazer uma gastança no seu governo.
— Para a cultura, toda biblioteca vale ouro. Mas, convenhamos, não precisava exagerar — assinalou Murilo. 
NO DIÁRIO OFICIAL
Abaixo o extrato que dá conta do montante que a Prefeitura gastará com a reforma da Biblioteca Municipal, publicado no Diário Oficial: 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES
Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia.
EXTRATO DE CONTRATO
CONTRATO Nº 0045/2024
PROCESSO Nº 2023.205.000301-2-PR
CONTRATADA: P. L. SOLUÇÕES EMPRESARIAIS LTDA
CNPJ Nº 27.772.671/0001-27
OBJETO: execução de obra de reforma na Biblioteca Nilo Peçanha/Palácio da Cultura -
Praça da Bandeira, s/n° - Centro - Campos dos Goytacazes/RJ.
VALOR: R$ 2.977.992,77 (dois milhões, novecentos e setenta e sete mil, novecentos e
noventa e dois reais e setenta e sete centavos).
DATA DA ASSINATURA: 10/05/2024
PUBLIQUE-SE.
Em 14 de Maio de 2024.
TÂNIA MARIA DA COSTA E SILVA ALBERTO
Secretário Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia
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A vez e a voz de Lagoa da Cima
24/05/2024 | 07h27

POR GRAÇA D´ÂNGELO, NO BLOG DIJAOJINHA, EM 2022:
Vou mudar um pouco o rumo da prosa porque na minha infância não existiu Atafona nem Grussaí, que só fui conhecer com mais de 15 anos.
As lembranças que tenho (e são muitas!) estão ligadas à "roça", assim chamávamos a fazenda dos meus avós, onde invariavelmente passávamos as férias de julho e as daqueles quase 3 meses do início do ano.
Era bom demais, não? Digo passávamos porque éramos 18 primos, às vezes mais, e alguns primos "postiços" (Luis Augusto, Cacá, Chichica - filhos de Maria Alice Faria, muito amiga da nossa família, além de outros...).
Feita essa ressalva, a história que me vem com toda nitidez é a nossa ida para a roça.
IDA DE CAMINHÃO

A estrada era de terra. Não havia nenhum meio de transporte além de um ônibus furreca que levava muitas horas para chegar ao destino porque ia parando... não dava para ir nele!
Diante de tanta dificuldade, como éramos muitos, um tio que tinha um armazém (tio Tavinho) disponibilizava um caminhão para nos levar.
O motorista era Seu Paulino. Se soubesse desenhar, faria um retrato dele, ainda hoje, tamanha a nitidez com que me lembro de sua fisionomia!
A VIAGEM

A viagem era hilária! Entre sacos de farinha, arroz, feijão, pão, etc... (lá não tinha onde comprar), nos acomodávamos, felizes, comandados por Babá, que, na verdade, era a babá de Claudio, Luciano e Gilberto - meus primos.
A figura de Babá era um caso à parte. Sempre com um lenço amarrado à cabeça, ia cumprimentando a todos que encontrava pelo caminho:
- Ô seu Zeca, como vai?
- Olá Dona Maria!
- Tudo bem, Neneco?
E nós morríamos de vergonha!
Na verdade parecia um pau-de-arara.
A poeira comia solta... mas quando chegávamos nos sentíamos no paraíso!
Eram muitos dias de contato com a natureza, passeios a cavalo, banhos de rio e de lagoa, muitas brincadeiras e algumas brigas, mas isso é assunto para outras histórias.
A VIDA NA ROÇA
Contar as viagens para a roça (Lagoa de Cima) foi para mim mexer num vespeiro.
A todo momento me deparo lembrando de coisas que estavam escondidas num daqueles esconderijos que depois esquecemos onde guardamos!
Uma das lembranças que me veio foi a noite na fazenda. Vi todas aquelas crianças (mais ou menos 18 ou 19) de cabelos molhados depois de tomarem um refrescante banho de rio (rio Ururaí) aguardando a hora do jantar.
Era interessante porque, como éramos muitos, os adultos (Babá, tia Cyrene ou quem estivesse responsável por nós), iam fazendo os pratos e íamos nos acomodando numa grande mesa que está lá até hoje.
GOIABADA COM QUEIJO

Tínhamos que comer tudo e não tínhamos muito o direito de escolha. Naquele tempo era tão democrático!
Na hora da sobremesa, o melhor momento, fazíamos uma fila e cada um pegava sua ração: invariavelmente um sanduíche de goiabada com queijo.
Às vezes saía briga pela disputa do sanduíche maior. Mesmo que tivesse outro doce, nós, crianças, sempre preferíamos essa sobremesa.
Deve ser por isso que até hoje adoro goiabada com queijo, para mim, uma das grandes invenções da humanidade!
JOGO DE BARALHO 

Depois do jantar, era a hora do jogo de baralho dos adultos que, liderados pelo meu avô, jogavam canastra ou trunfo, e das brincadeiras das crianças.
As principais eram: pera (cumprimento de mão), uva (abraço), maçã (beijo) e quando ficamos maiores foi introduzida a banana (sem analogia - que era um beijo na boca); e o famoso teatrinho que, por conta dele, tenho que abrir um espaço especial para falar da minha prima Eleonora (D'Angelo) que era realmente uma artista!
LISBOA ANTIGA 

Ela organizava o espaço da apresentação, os números a serem apresentados, cantava (ninguém cantava "Lisboa Antiga" como ela), dançava e às vezes dava broncas nos convidados por não respeitarem o recinto e não se comportarem bem, como foi o caso do administrador da fazenda que, assistindo a apresentação, colocou o pé sobre a cadeira e começou a coçar os dedos:
- Seu Manel, o senhor não tem educação, não? Aqui não é lugar de ficar coçando o pé. É um teatro. Por favor, abaixe esse pé e sente-se direito!
Naquele tempo também se usava tamanco na fazenda, mas ela proibia que se entrasse na sala de tamanco...
HORA DE DORMIR 
Depois de tantas brincadeiras e risos, chegava a hora de "ir para a cama", como diziam os adultos.
Aí era outra farra! Porque na fazenda, naquela época, não havia luz elétrica. Então as salas eram iluminadas com um lampião a querosene e os quartos com velas.
Na hora de dormir cada um pegava sua vela para trocar de roupa, ir ao banheiro escovar os dentes, etc. ... e estava pronto para dormir, só que isso ainda ia levar um tempo para acontecer pois na escuridão dos quartos (um dos meninos e outro das meninas), as conversas e brincadeiras continuavam com as famosas guerras de travesseiros e tantas outras!
Por fim, íamos, tal como as velas, apagando um a um até cairmos no mais profundo sono. O sono dos anjos.
FORTALECIMENTO
Que saudades tenho daquela época!
Hoje, revivendo aqueles momentos, para mim mágicos, a sensação é de que aquelas vivências me fortaleceram emocionalmente para, na vida adulta, lidar com as perdas, decepções, dificuldades...
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É surrreal! Wladimir gastará quase R$ 3 milhões em reforma da Biblioteca Municipal
22/05/2024 | 07h27

Finalmente o governo Wladimir Garotinho volta os olhos para a Biblioteca Municipal, que leva o nome de Nilo Peçanha, e fica no Palácio da Cultura. A Biblioteca está fechada desde o último ano do segundo governo Rosinha Garotinho.

Mas o custo da obra para a reativação ainda este ano da Biblioteca Municipal é surreal. Alcança quase R$ 3 milhões, dinheiro que não envolverá a construção de prédio, mas, tão somente, melhorias no espaço que já existe para a Biblioteca no Palácio da Cultura.

Na última segunda-feira, dia 20, a Prefeitura publicou, no Diário Oficial, um extrato de contrato tendo como objeto a execução de obra de reforma da Biblioteca Nilo Peçanha. Valor: R$ 2.977.992,77 (dois milhões, novecentos e setenta e sete mil, novecentos e noventa e dois reais e setenta e sete centavos).

A execução da obra será feita pela P.L.Soluções Empresariais Ltda. A publicação do extrato foi mandada  pela secretária municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, Tânia Maria da Costa e Silva.

DESFECHO DANOSO

No governo Rosinha Garotinho, no bojo da desativação do Palácio da Cultura, sede da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, para receber obras, o desfecho foi danoso.
Sobrou para a Biblioteca Municipal Nilo Peçanha, então ali instalada, e que simplesmente deixou de existir.
Em maio de 2016, no último ano, portanto, dos oito que Rosinha ficou à frente da Prefeitura, a Biblioteca Municipal ganhou novo endereço. Foi para uma casa alugada na Rua Salvador Corrêa (foto). E aí perdeu o teto.
Quando a Biblioteca Municipal foi transferida, a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura divulgou matéria. E deu conta que o novo espaço contava com um acervo composto por mais de 25 mil livros.
O detalhe é que, lá atrás, em 2011, no primeiro dos dois governos de Rosinha, a biblioteca contava com um acervo de mais de 30 mil livros. A própria Prefeitura deu propaganda à quantidade de livros.
Vale dizer que o acervo é muito valioso. Afinal, parte dele pertenceu a Nilo Peçanha, o campista que alcançou a Presidência da República.
QUASE R$ 3 MILHÕES 
Abaixo o extrato publicado no Diário Oficial, sobre os gastos com a reforma da Biblioteca.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES
Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia.
EXTRATO DE CONTRATO
CONTRATO Nº 0045/2024
PROCESSO Nº 2023.205.000301-2-PR
CONTRATADA: P. L. SOLUÇÕES EMPRESARIAIS LTDA
CNPJ Nº 27.772.671/0001-27
OBJETO: execução de obra de reforma na Biblioteca Nilo Peçanha/Palácio da Cultura -
Praça da Bandeira, s/n° - Centro - Campos dos Goytacazes/RJ.
VALOR: R$ 2.977.992,77 (dois milhões, novecentos e setenta e sete mil, novecentos e
noventa e dois reais e setenta e sete centavos).
DATA DA ASSINATURA: 10/05/2024
PUBLIQUE-SE.
Em 14 de Maio de 2024.
TÂNIA MARIA DA COSTA E SILVA ALBERTO
Secretário Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia

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Presidente a 12ª Subseção da OAB, advogado Felipe Estefan é homenageado na Alerj
21/05/2024 | 06h52
O deputado Rodrigo Bacellar presidiu segunda-feira (20), na Assembleia Legislativa, sessão solene em que o presidente da 12ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Estefan, foi agraciado com a Medalha Tiradentes — a mais alta condecoração da Casa.

No seu pronunciamento, Bacellar frisou que o dia era para também parabenizar a deputada Carla Machado, a autora da homenagem a Estefan, pela coordenação da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Autismo.

Integravam a mesa, na solenidade, o desembargador Luiz Zveiter, procurador Carlos Cícero Duarte, presidente da OAB RJ, Luciano Bandeira, ex-presidente do TJRJ, Cláudio Melo, e a prefeita de São João da Barra, Carla Caputi.
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Sobre o autor

Saulo Pessanha

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