A eleição para governador do Rio de Janeiro conta com vários pré-candidatos. Mas só dois reúnem chances efetivas de alcançar nas urnas o mandato. Leia-se Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL). Eles estão na ponta das pesquisas de intenção de voto.
Um levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado sexta-feira (24), revela que Paes lidera a corrida sucessória. Detém 53% das intenções de voto, seguido por Douglas Ruas, com 13,2%.
O resultado da pesquisa não afetará a quantidade de candidatos. Até porque sobram partidos políticos, sejam da esquerda, ou da direita, e há um elenco de nomes capaz de apenas fazer figuração no processo eleitoral.
É certo que surpresa nas urnas pode haver. Afinal, na disputa de 2018 o então desconhecido juiz aposentado Wilson Witzel foi eleito governador. Bateu nas urnas o favorito nas pesquisas Eduardo Paes.
Wilson Witzel (DC), quem diria, está de novo no páreo. Ele, afastado do cargo em 2020 e que, um ano depois, em um processo de impeachment, perdeu o mandato definitivamente, voltará às urnas.
Por ora, enquanto não começa a campanha eleitoral, há nomes desconhecidos do grande eleitorado. Podem ser citados André Português, William Siri e Rafa Luz.
Sobre as eleições de outubro, não vai dar para o casal Wladimir-Tassiana buscar mandatos nas urnas. As chances de Tassiana debutar como candidata residiam em uma candidatura de Wladimir a vice-governador.
Tassiana estava cotada para tentar uma cadeira em Brasília. Os planos não vingaram porque o projeto passou a envolver Wladimir, que agora, já sem o mandato de prefeito, está empenhado em retomar um mandato na capital da República.
Por falar nas eleições para a Câmara dos Deputados a delegada Madeleine, candidata a prefeita em 2024, com o apoio do grupo de Rodrigo Bacellar, deve enfrentar nas urnas Marquinho, irmão do ex-presidente da Alerj.
Madeleine considera que os 67 mil votos que obteve na disputa da Prefeitura de Campos a credencia a buscar uma cadeira em Brasília. A bandeira eleitoral dela é a segurança e o desenvolvimento regional.