Prefeito do Noroeste recebe a Medalha Tiradentes
05/09/2024 | 09h51
 O prefeito de Italva, Léo Pelanca, foi condecorado na manhã de quarta-feira (4) com a cobiçada Medalha Tiradentes, a mais alta condecoração concedida pela Alerj-Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
A medalha é concedida aos que prestaram importantes serviços à sociedade fluminense.
A cerimônia foi no Rio de Janeiro, no Palácio Tiradentes e foi uma iniciativa do deputado Thiago Rangel, com participação do também deputado Jair Bittencourt.

E Thiago comenta: “Agradeço ao deputado Jair Bitencourt por ter colaborado com essa homenagem sendo coautor. Quero parabenizar o prefeito pelo excelente trabalho que vem realizando no município. Sua dedicação e compromisso com o desenvolvimento de Italva são admiráveis”.
 
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Reforços Necessários para a Assistência Social
30/08/2024 | 12h15
Por Adriana Levone*
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. / Foto- PedroRenatoTB
É urgente rever a situação do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), precisamos de mais recursos das três esferas de Governo.

É muito importante para  Assistência Social, uma PEC que  tramita desde 2017, ( nº 383/2017),.
Ela altera a Constituição Federal e garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), assim como na Saúde e na Educação, certificando que as políticas públicas tenham condições de serem planejadas de forma eficiente, pautadas em orçamentos possíveis e afirmados como Política de Estado e não somente como Política de Governo.

Temos uma população que está envelhecendo, famílias precisando de fortalecimento de vínculos, pessoas em situação de rua que anseiam por um olhar mais fraterno da sociedade, enfim, as políticas da Assistência Social aguardam ansiosamente por um posicionamento de nossos Governantes.

Todo cidadão é amparado pelas políticas públicas de direitos!
Porém, sem que exista um financiamento, não há que se falar em garantias de direitos!
*Adriana Levone é advogada, e atual secretária municipal de Planejamento de Itaperuna-RJ
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Comemorações dos Corretores de Imóveis
24/08/2024 | 07h49
O dia 27 de agosto é o Dia do Corretor de Imóveis. Em pleno crescimento, a classe sexagenária tem se mostrado à frente de seu tempo, proporcionando segurança jurídica nos negócios imobiliários, intermediação aliada às novas tecnologias e qualificação constante em busca de valorização.

Também tem atraído o interesse de novos profissionais com perspectivas positivas diante de um mercado composto de diversos segmentos e atratividades.
De janeiro a junho de 2024, 2.555 novos corretores de imóveis obtiveram o registro no Creci-RJ para atuar na profissão.
No mesmo período do ano passado, esse número foi de 2040 novos registros. Atualmente, os corretores de imóveis no estado do Rio são quase 100 mil profissionais inscritos, sendo 59.459 ativos.

As mulheres representam 36% dos profissionais cariocas, sendo 21.378. Há dez anos, a representatividade era de 20%, atualmente, segundo o Conselho Federal de Corretores de Imóveis-Cofeci, existem cerca de 600 mil profissionais em todo o país.

Profissão regulamentada por lei
A profissão de corretor de imóveis é regulamentada por Lei Federal (Nº 6.530, de12 de maio de 1978). Para exercê-la é necessário concluir o Curso Técnico de Transações Imobiliárias -TTI ou o Curso Superior de Gestão em Negócios Imobiliários. Depois da conclusão, o próximo passo é dar entrada nos trâmites de inscrição no Conselho.

Importante: só é de fato corretor aquele que possui registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis do estado de origem. Quem realiza intermediação imobiliária sem o registro no Conselho está exercendo ilegalmente a profissão.

Ao concluir o curso de formação, o procedimento para a obtenção do registro profissional no Creci-RJ pode ser realizado diretamente pela Delegacia Digital (delegaciadigital.creci-rj.gov.br).

Programação de eventos
Para celebrar os 62 anos, o Creci-RJ promove uma série de encontros. No dia 27 de agosto, está programado um jantar na Quinta do Bosque, a partir das 19h, em Petrópolis.
Já no dia 30 de agosto, missa em ação de graças na Igreja São José, no Centro do Rio, a partir das 11h.
Se você é corretor de imóveis e tem interesse de participar das festividades, confira a programação até o mês de outubro e entre em contato com o setor de eventos pelo telefone 3514-1820.
AGOSTO

27/08 Petrópolis
30/08 Sede- Rio de Janeiro

SETEMBRO
03/09 Teresópolis
06/09 Cabo Frio
10/09 Queimados
11/09 Meier
13/09 Campos dos Goytacazes
17/09 Nova Iguaçu
19/09 Miguel Pereira

OUTUBRO
11/10 Duque de Caxias
ColunaNinoBellieny com Andréia Belsito
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Nota de Esclarecimento da Prefeita de Cardoso Moreira
23/08/2024 | 17h27
Nos últimos dias, têm circulado na imprensa reportagens sobre uma investigação aberta pelo Ministério Público, na qual meu nome foi mencionado. Lamento profundamente que esses ataques à minha honra estejam ocorrendo, especialmente em um momento tão importante para o futuro de Cardoso Moreira. É evidente que tais ataques possuem cunho puramente político.
Gostaria de esclarecer que o áudio mencionado nas reportagens é uma clara montagem, feita por meio de Inteligência Artificial, e isso é extremamente preocupante, sendo tema de constante debate no STF. A reunião em que supostamente essas falas teriam ocorrido jamais aconteceu, sendo esta mais uma acusação desesperada de pessoas que buscam tomar o poder em Cardoso Moreira a qualquer custo.

Reitero meu total apoio para que o Ministério Público apure as denúncias e conduza a investigação com o rigor necessário, para que a verdade seja revelada.

Permaneço firme na caminhada pela reeleição, comprometida com a continuidade do trabalho que transformou nossa cidade e com o desenvolvimento de Cardoso Moreira.

Geane Vincler
Prefeita deCardosoMoreira
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STF aplica decisão que descriminaliza o porte de maconha
22/08/2024 | 11h39
Agência Brasil- 
A Sexta Turma do STJ-Superior Tribunal de Justiça começou a aplicar a decisão que descriminaliza o porte de maconha para uso pessoal e fixou a quantia de 40 gramas para diferenciar usuários de traficantes. A decisão foi tomada na semana passada e divulgada nessa quarta-feira (21).

Em junho deste ano, o STF-Supremo Tribunal Federal, instância máxima da Justiça, descriminalizou o porte e determinou que a decisão deve ser cumprida em todo o país.
Os ministros mantiveram o porte como comportamento ilícito, mas definiu que as consequências passam a ter natureza administrativa, e não criminal.

O STJ julgou um recurso de um acusado que foi processado por portar 23 gramas de maconha. Ao analisar o caso, os ministros do colegiado decidiram extinguir a punibilidade do homem.

Com a decisão, o processo será enviado à primeira instância que, deverá aplicar medidas administrativas, como advertência sobre uso de entorpecentes e a presença obrigatória em curso educativo.

A decisão do Supremo não legalizou o porte de maconha. O porte para uso pessoal continua como comportamento ilícito, ou seja, permanece proibido fumar a droga em local público.

A Corte julgou a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006). Para diferenciar usuários e traficantes, a norma previu penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo.

A Corte manteve a validade da norma, mas entendeu as consequências são administrativas, deixando de valer a possibilidade de cumprimento de prestação de serviços comunitários.

A advertência e presença obrigatória em curso educativo seguem mantidas e deverão ser aplicadas pela Justiça em procedimentos administrativos, sem repercussão penal.
Texto da Agência Brasil
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Morreu Alcir Lima, Craque do Goytacaz nos Anos 70/80
20/08/2024 | 19h29
Faleceu na segunda-feira 19/8, aos 72 anos, e foi sepultado nesta terça-feira 20/8 no Campo da Paz, em Campos dos Goytacazes, o ex-jogador de futebol Alcir Paes de Lima, craque de passagem mais longa e brilhante no Goytacaz Futebol Clube.
Último agachado à direita, Alcir, já em final de carreira
Último agachado à direita, Alcir, já em final de carreira / YFC
Ao final dos anos 1960, chegou a Morro do Coco, 12º distrito de Campos dos Goytacazes, onde casou-se com uma jovem local, fez muitos amigos dentro e fora do esporte, conciliando o futebol amador nas horas de folga com o profissional, algo possível naquela época.
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No distrito participou ativamente do Ypiranga F.C., empolgando a torcida em todos os jogos, e ainda reforçando o clube com os muitos amigos campistas.  Alcir jogou também pelo Americano F.C., e pelo Esporte Clube Cambaíba.
Foi dentre outros títulos, campeão da Taça Cidade de Campos, do Campeonato Norte Fluminense, e amador campista. Jogou o Carioca várias vezes e marcou um histórico gol de cabeça contra o Clube de Regatas Vasco da Gama, no Ari de Oliveira e Souza, em um empate com o seu Goytão.

Era um jogador de domínio fácil, mas também muito raçudo, e durante anos um poster em cores foi destaque na extinta Lanchonete Rodoviária no Centro de Morro do Coco, estampando uma imagem de um Alcir ensanguentado, síntese da raça que possuía, em choque contra um zagueiro do Tamandaré FC , de Santa Maria de Campos, no tempo em que o futebol era levado aos extremos no interior.
 
Fez dupla de ataque inesquecível com Gilson Sarlo, ambos tinham enorme facilidade para tabelarem do meio até o gol, quando um dos dois finalizava sempre com alto índice de acerto. Deixa mais do que saudades, deixa firme a marca de uma época e de um lugar, como se lá ele tivesse nascido, de tanto que amava Morro do Coco.
Em sua última ida a um vestiário, o do Campo da Paz, desceu com a camisa do Ypiranga, e uma bola de futebol. Vai chegar bem aonde chegar, vai levando os objetos que mais alegrias lhe deram.
NinoBellieny
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A Cultura do Descarte
13/08/2024 | 08h22
Artigo de Leandro B. Levone *

Após ter recebido várias mensagens no meu Instagram mostrando preocupação com a chamada “Cultura do Descarte”, tendência da sociedade contemporânea muito difundida nos dias atuais e criticada até mesmo pelo Papa Francisco, decidi escrever este pequeno texto para nossa reflexão.

Nos dias de hoje, tudo e todos são descartáveis. A Cultura do Descarte não contempla apenas bens duráveis, num processo incentivado pelo consumismo desenfreado, onde os objetos só têm valor até serem substituídos por outros, mais caros ou mais modernos. Ela também atinge as pessoas, desde a disseminação do aborto, que descarta a vida humana, até à esfera profissional, onde as pessoas só têm valor enquanto servem a determinado objetivo.

Tudo e todos são medidos somente pela sua utilidade imediata, quase sempre vinculada ao prazer ou à satisfação de desejos incontrolados. Crianças são terceirizadas e descartadas já a partir dos primeiros meses de vida, colocadas em creches ou sob os cuidados de pessoas pouco capacitadas. Os idosos, cada vez mais, são abandonados em “casas de repouso”, enviados pelas próprias famílias das quais, no passado, foram os sustentadores. Afinal, todos estão muito ocupados, precisando trabalhar cada vez mais para ganhar mais, para poder consumir mais e, assim, descartar mais, num interminável círculo vicioso.
Além disso, milhares de adolescentes e jovens são descartados pelas ruas das cidades, sem emprego e sem oportunidades de um futuro melhor, em todo o mundo que chamamos de civilizado. Nas empresas, os funcionários mais idosos são descartados, como se fosse proibido envelhecer e como se toda a sua experiência, acumulada em anos e anos de trabalho e dedicação, de nada valesse, sendo preteridos em favor dos mais jovens, como se fossem simples objetos, trocados pelos mais modernos, pelos últimos modelos.
Eu sou totalmente contrário a essa cultura do descarte. Acredito firmemente que cada indivíduo tem um valor inestimável que vai além da sua utilidade imediata. Em minha trajetória como administrador e líder, sempre procurei valorizar meus colaboradores como se fossem parte da minha própria família. Para mim, cada colaborador é único, e suas experiências, contribuições e história de vida são fundamentais para o crescimento e sucesso de qualquer organização. A amizade, o respeito mútuo e a valorização do ser humano estão no cerne de todas as minhas relações profissionais e pessoais.
Por isso, faço questão de cultivar um ambiente de trabalho onde o bem-estar dos colaboradores é prioridade. Acredito que a verdadeira força de uma equipe vem do apoio mútuo, da valorização das habilidades e da construção de laços de confiança e amizade. Em um mundo onde a cultura do descarte parece prevalecer, estou comprometido em promover um modelo de gestão humana, onde todos se sintam valorizados, respeitados e parte essencial de algo maior.
No dia de hoje, faço um convite à reflexão sobre tudo isto. Será que não estamos realmente construindo e desenvolvendo uma sociedade do descarte? Será que não acabaremos pagando um preço muito alto por isso? Será que esse apelo pela “eterna juventude” não está apenas nos fazendo mais infelizes? Será que a experiência dos mais velhos nada vale para ajudar a solucionar os problemas de hoje? Você já imaginou quando, também, será descartado?

Vamos refletir sobre isso!

Leandro B. Levone*
Administrador, professor, CEO do Centro de Ensino Vértice Sudeste, CEO da Academia da Gestão Pública, mantenedor de Polos da Universidade Estácio, Coach de Carreiras, membro da Sociedade Brasileira de Coaching com Especialização Certificada pela Universidade de Harvard (EUA) e membro da ABMEN - Associação Brasileira dos Mentores de Negócios.
Atua como coordenador de MBA em Gestão Pública, palestrante, consultor de Negócios e consultor Governamental. Possui Mestrado em Economia Empresarial pela UCAM, Mestrado em Gestão Regional e Planejamento de Cidades pela UCAM, e está cursando Mestrado em Negócios Internacionais pela Universidade do Estado da Flórida, no qual foi aprovado em primeiro lugar em todo o Brasil. É pós-graduado em Gestão e Desenvolvimento Empresarial pela UFRJ, especialista em Direito Público pelo IDP – Instituto Brasiliense de Direito Público, MBA Executivo Internacional em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado em Teologia Internacional.
Secretário Municipal de Administração do Município de Natividade de dezembro de 2005 a julho de 2010, também secretário Municipal de Administração, Fazenda e Planejamento, permanecendo até maio de 2015. Possui ampla experiência no desenvolvimento de projetos e soluções públicas e privadas, com uma visão inovadora e foco na inovação disruptiva.
Desde 2009, é professor convidado nos cursos de Pós-graduação Lato Sensu – MBA da FACC-UFRJ (Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro).
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Quado o Amor Acaba
12/08/2024 | 11h58
Quando o amor acaba: como acontece, o que fazer?

Eles apaixonaram-se, amaram-se e deixaram-se. Esse é o roteiro de muitas histórias de casais. Frequentemente, a causa para o rompimento de um relacionamento é que o amor não é mais suficiente. E é aí que o amor acaba.

O amor às vezes tem um começo e um fim. O início de uma história a dois é marcado pela esperança e emoção do encontro, porém os desgostos causados por desentendimentos podem atingir os parceiros de forma negativa. Então, o que fazer quando o amor acaba?

Neste momento em que os pensamentos e as emoções podem ser tão intensos, é preciso estar atento aos sinais que podem ajudá-la a identificar se acabou o amor e algumas possibilidades de como lidar com o término da relação quando o amor acaba!

Como saber quando o amor acaba?
O amor é um sentimento complexo que pode ser difícil de definir. É frequentemente descrito como um sentimento de profunda afeição, cuidado e preocupação por outra pessoa. O amor pode ser romântico, platônico ou familiar.

Mas como você pode saber se o seu romance está chegando ao fim? Alguns sinais podem ajudar a perceber que o amor pode ter ido embora e é hora de você seguir em frente.

Sinais íntimos
O relacionamento é apenas mais um item da sua rotina: Você se levanta, se arruma, dá um beijo de despedida nele, chega em casa, jantam juntos, assistem TV e adormecem na mesma posição de todas as noites.
Você vê o relacionamento apenas como mais um item da rotina diária. Não há nada para esperar. Você pode pensar que está confortável demais, mas o problema pode ser que você realmente não ama mais seu parceiro e/ou acha o relacionamento enfadonho e chato.

Você se sente desconfortável ou até mesmo irritado quando vê outros casais: Ver outros casais tão felizes é como um tapa na cara. Vocês dois já foram assim, certo? Você começa a se questionar se são tão felizes quanto deveriam juntos. Você acaba evitando outros casais porque é muito doloroso. Dói porque você sabe que já acabou o amor entre vocês dois.

Você tem a sensação de que o amor acabou: Sua voz interior diz a você. Não é fácil concluir que acabou o amor. Não é fácil aceitar essa realidade com coragem. No entanto, quando você está sozinho consigo mesmo, na privacidade de seus pensamentos, você está ciente da realidade. Principalmente porque essa certeza perdura no tempo.

Você não se vê mais com essa pessoa no futuro: Quando o amor já acabou, esse fato se manifesta no próprio projeto de futuro, pois ao imaginar o futuro, você não observa o seu parceiro em seu roteiro de vida, mas a imagem do seu bem-estar é a solidão. Você quer ficar sozinho, simplesmente porque agora está experimentando a pior solidão que existe.

Sinais que indicam falta de comunicação
Falta de comunicação: Além de falta de comunicação, vocês também não têm vontade de fazer nenhum esforço para melhorar o diálogo interpessoal. Você não quer se comprometer a fazer mais nada para alimentar essa história porque está longe de sentir o amor que um dia viveu. Isto é, você não quer alimentar uma possível ilusão.
Você diz menos “eu te amo”: Tentar forçar as palavras realmente não funciona. Quanto menos você as sente, menos você as diz. Você pode se surpreender sorrindo e mudando de assunto quando ele disser que te ama.

A conversa sobre o futuro desaparece: No início, tudo o que você fala é sobre o seu futuro juntos. Você fala sobre seu casamento, onde vão morar, o nome de seus filhos e como vão passar a aposentadoria juntos. Com que frequência vocês deixaram de conversar sobre o futuro? Você se pega evitando o assunto? Se sim, é um claro indicador de que seu coração não está mais batendo por ele.
Distância pessoal: Quando o amor acaba, você sente aquela parede que o separa do outro. Uma distância que reflete não só na linguagem verbal, como também na própria expressão corporal. É bem possível que você até queira evitar planos na companhia do seu parceiro porque a presença dele te lembra da realidade da mudança que ocorreu entre vocês.

Tristeza: O fim de um amor deixa inevitavelmente um traço de tristeza, porque é uma manifestação da dor que acompanha a perda emocional. Superar a tristeza após a separação não é uma tarefa fácil, porém é preciso seguir em frente.

O que fazer quando o amor acaba?
Em uma situação em que acabou o amor, você pode interpretar a realidade do seu ponto de vista, mas também deve ter empatia com seu parceiro colocando-se no lugar dele.

Mesmo que seus sentimentos sejam diferentes, você merece estar com alguém que o ama incondicionalmente. Portanto, o adeus é a consequência natural de um processo vital dessas características.

Quem disse que o amor pode acabar?
Em uma separação ficamos na dúvida se realmente o amor acabou. No entanto, pode acontecer que você queira ter mais certeza de qual é a decisão correta. Nesse caso, você pode dar a si mesmo tempo e pedir isso ao seu parceiro.

Não inicie um período de separação por um período indeterminado, ou seja, é conveniente que você especifique uma margem aproximada de dias ou semanas para ter sua resposta final.

Seja qual for a decisão que você tomar, é importante que você assuma o compromisso ético de viver de acordo com o que o amor exige, pois essa é a melhor maneira de encerrar uma história com um final digno desse belo começo.

Terapias de casal: o amor pode ser recuperado?
Existem circunstâncias em que pode ser apropriado lutar por uma última chance e saber como salvar um relacionamento. Por exemplo, quando ainda há um pouco de esperança, embora o amor pareça adormecido no relacionamento.

Em outras ocasiões, acontece que ainda existem sentimentos profundos em relação ao outro, por exemplo, afinidade e companheirismo.

Lutar pela relação quando o amor acaba
Também é conveniente lutar pelo diálogo por meio da terapia de casal porque, ao tomar sua decisão final, você se sentirá mais calmo se tiver feito todo o possível para salvar a relação.

No entanto, o amor é uma questão de casal que implica reciprocidade. Ambos devem ter o desejo e o compromisso de tentar um recomeço, afinal essa atitude de tentar recuperar a paixão indica que o amor jamais acabará.

Você pode tomar a mesma decisão, se além do amor que experimentou, também estiver unido ao seu parceiro pela felicidade em comum dos seus filhos. No entanto, ao final desta terapia, você terá que tomar sua decisão final.

Considerações finais
Deixar de amar não é divertido, mas é fácil perceber os sinais que indicam que acabou o amor. Faça o que é melhor para vocês dois e termine o relacionamento. É a única maneira certa de lidar com isso.
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Qual o seu Legado?
11/08/2024 | 09h54
Artigo por João Ricardo Rodrigues*
A vida nos oferece incontáveis oportunidades de interagir com outras pessoas, e cada uma dessas interações carrega o potencial de deixar uma marca, seja ela positiva ou negativa.

O verdadeiro legado que deixamos não se mede apenas pelo que realizamos em termos materiais, mas principalmente pelo impacto que temos nas pessoas ao nosso redor.

E, nesse contexto, a coerência entre nossos princípios e ações se torna fundamental.

Pense em um encontro casual com alguém conhecido, uma conversa rápida durante a correria do dia!!

Talvez sejam apenas alguns minutos, mas mesmo nesse curto espaço de tempo, temos o poder de fazer com que a outra pessoa saia da interação sentindo-se melhor ou pior do que antes. Isso nos leva a uma reflexão importante: como estamos afetando as pessoas em nossas vidas?

Estamos elevando-as, inspirando-as, ou estamos, inadvertidamente, diminuindo sua energia e entusiasmo?

Ser uma influência positiva na vida de alguém é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma honra!!

Quando alguém reconhece que, graças a nossa presença ou conselho, conseguiu superar um obstáculo ou atingir um novo nível de entendimento, isso reflete o verdadeiro valor de nossas ações.

No entanto, quando nos tornamos uma fonte de negatividade, acabamos não apenas prejudicando os outros, mas também enfraquecendo o nosso próprio legado.

Passar por lugares e deixá-los melhores do que os encontramos deve ser um objetivo constante. Isso não se aplica apenas ao ambiente físico, mas também ao estado emocional e mental das pessoas ao nosso redor.

Uma palavra encorajadora, um gesto gentil, ou até mesmo um simples sorriso, podem transformar completamente o dia de alguém.

Adotar uma postura de presença consciente, onde estamos verdadeiramente atentos e engajados em cada interação, é uma maneira poderosa de garantir que nosso impacto seja sempre positivo.

Ao nos focarmos em como podemos contribuir para o bem-estar dos outros, mesmo em pequenos atos, estamos construindo um legado de empatia, respeito e harmonia.

Portanto, o verdadeiro valor da vida reside na qualidade das marcas que deixamos nas pessoas que encontramos.

Cada dia é uma nova chance de contribuir para um mundo melhor, e cada interação é uma oportunidade de fazer a diferença.

O legado que queremos deixar deve ser construído com intenções sinceras, ações coerentes e um compromisso genuíno de melhorar a vida daqueles ao nosso redor!!!
*João Ricardo é graduado em Administração Pública pela ESIE e em Gestão de Segurança Pública pela UNISUL, além de ser um oficial das Forças Especiais da reserva do Exército. Possui diversas certificações e especializações, incluindo Certified Business Continuity Professional (CBCP) pelo Disaster Recovery Institute International (DRII), Especializações em Administração Estratégica, Cibersegurança e Proteção Digital de Negócios pela FIA Business School, MBA Gestão de Projetos pela UVA, Especialização em Compliance e Integridade Corporativa pela PUC, e MBA em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pelo Instituto Venture.

Com mais de 30 anos de experiência, suas competências abrangem inteligência estratégica, segurança empresarial, gestão de crise e continuidade de negócio, segurança da aviação civil, construção de sistemas de gestão de crise, gestão de contratos de serviços de grandes valores, liderança de equipes de alta performance, investigação de fraudes e relacionamento institucional com a comunidade, no Brasil e em diversos outros países.
 
 
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Aniversário da 2ª Cia de Cães da PM em Macaé-RJ
10/08/2024 | 10h06
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Na sexta-feira, 9 de setembro, em comemoração ao primeiro ano da 2° Cia de Cães em Macaé, do BAC- Batalhão de Ações com Cães da PMERJ-Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, e também entrega de certificados aos melhores do trimestre, o secretário de Segurança Pública de Cardoso Moreira, Rômulo Zaquieu, e os guardas civis municipais Madeira e Rangel, participaram do evento.
Grupo de elite
Grupo de elite / .
Dentre os presentes, um dos autores do livro que, mais tarde virou o filme Tropa de Elite, o coronel PM Batista. Cardoso Moreira criou recentemente um departamento de cães adestrados dentro da Guarda Civil, uma das muitas inovações de sucesso feitas pelo secretário Rômulo.
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Sobre o autor

Nino Bellieny

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