Ser professor é olhar de longe e para longe
E enxergar a saída
Permitindo que nosso aluno caminhe com seus próprios pés
E não apenas apontando o caminho.
Ser professor é ser ponte e também referência.
Não é preciso saber tudo, mas estar disposto a aprender.
Só o verdadeiro professor sabe falar com sabedoria,
Ensinar com amor e vibrar a cada pequena vitória de seu aluno
Ser professor é ter a profissão de abrir mentes
E encher corações.
Um professor, um livro, uma caneta e uma sala cheia de alunos
Podem mudar o mundo...
Uma Escola em sua essência
Ensina educando
E cada um, e todos nós,
Do portão, à porta da sala,
Do bom dia, à orientação
Do sorriso, à correção
Seguimos educando nossos alunos.
É momento de celebrar, de estender a você
E a todos nós, este dia!
A educação liberta!
E o ser humano
É aquilo que a educação faz dele.
Sobre o mês:
VEJA A PROGRAMAÇÃO:
• Credenciamento: 8h
• Visita aos stands
• Horário: 9h – 13h
• Local: Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes Tema: CONECTADOS POR UMA SOCIEDADE INCLUSIVA
Composição da mesa com representantes de secretarias municipais, Promotoria de Justiça de Proteção ao Idoso e à Pessoa com Deficiência, Organizações Sociais Civis, além de outras autoridades presentes.
Palestrante 1: Fonoaudiologia - Lídice Versiani
Palestrante 2: Terapeuta Ocupacional - Letícia Vitarelli
-Hino Nacional
9h20min - Banda APAEXONEI
Tema Conectados por uma Sociedade Inclusiva
9h30min - SMDHS: Secretário Dr. Rodrigo Nogueira de Carvalho + Aline Giovannini
9h45min - SECRETARIA DE SAÚDE: Secretário Dr. Paulo Roberto Hirano + Dra. Lana Maria
10h - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO: Secretário Marcelo Machado Feres + Drª Carolina Carmo + Kátia Melo
10h15min - MINISTÉRIO PÚBLICO: Promotoria de Justiça de Proteção ao Idoso e à Pessoa com Deficiência - Dr. Luiz Cláudio Carvalho de Almeida
10h30min - Apresentação Banda APAPE VIDA
10h40min - Depoimento de usuário do SJO 10h50min - Fonoaudiologia - Lídice Versiani – “Integração dos Marcos do Desenvolvimento para estimular e alcançar uma sociedade inclusiva”.
11h20min - Terapeuta Ocupacional - Letícia Vitarelli – “Direito ao acesso à educação e estratégias que facilitem o processo de inclusão.”
11h50min - Debates / Perguntas e respostas (4 perguntas mais importantes)
12h50 - Apresentação Banda APOE
13h - Encerramento com o Secretário Dr. Rodrigo Nogueira de Carvalho
Não escondo de ninguém a minha admiração pelo filósofo, escritor e professor Mario Sergio Cortella e penso que é uma leitura necessária a todos. Já compartilhei com vocês aqui algumas falas dele. Na minha busca inquietante em cada vez mais aproximar as famílias nesta luta diária de educar, me deparei com este trecho do livro "Educação, convivência e ética":
Por Mario Sergio Cortella
“Estamos desformando e deformando uma geração com a ausência de cuidado. Não podemos confundir a ideia de que vida saudável é uma vida sem regra. Ela é, sim, uma vida sem opressão. E uma convivência regrada oferece a possibilidade de ausência de opressão, não o contrário.
Hoje, é comum conversar com um menino na faixa de 15, 16 anos e ele dizer:
-Eu não quero fazer faculdade. Para quê? Mark Zuckerberg, do Facebook, não terminou faculdade. Nem o Bill Gates, que é o homem mais rico do mundo. O Steve Jobs também não concluiu.
Nessas ocasiões, é preciso chamar o garoto:
-É verdade. Mark Zuckerberg e Bill Gates não terminaram faculdade. Mas, repare, Zuckerberg largou Harvard, não foi uma “Uniesquina” qualquer. Bill Gates largou Harvard e no quarto ano de Direito e de Matemática, ele fazia dois cursos superiores. Bill Gates, quando tinha 17 anos, fez o SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test, em tradução livre, Teste de Aptidão Escolar), que é uma espécie de Enem norte-americano, que tem o limite máximo de 1600 pontos somando as duas fases principais. Bill Gates fez 1590. Ele não era um vagabundo que passava o dia fumando maconha na Califórnia. Ele estudava, é um dos cinco norte-americanos que chegaram perto da totalidade de pontos no SAT. Steve Jobs estudava caligrafia, não é à toa que a gente se encanta com alguns produtos da Apple, porque é uma marca liga- da à ideia de design.
Ou então o garoto chega dizendo que queria ser que nem o Mick Jagger, com mais de 70 anos de idade, pulando para lá e para cá. Mick Jagger é formado em Economia pela London School of Economics. Ele não é um vagal. Mick Jagger e Keith Richards têm uma ideia clássica chamada esforço. Depois de 50 anos de banda, eles decidiram fazer uma turnê mundial e ensaiaram oito horas por dia durante um mês. Por que dois caras que tocam juntos há meio século ensaiam tanto tempo? Porque eles não acham que é uma coisa divina, que alguém chegou e falou: “Vocês vão tocar bem”. Tem esforço.
E, para nós, o menino nem sequer lava a louça. Pode-se perguntar se há algum indicador técnico para isso? Sim, o Brasil é um dos três países do mundo que mais consomem produtos digitais, a tal ponto que há mais celulares do que o número de habitantes. Mas somos apenas o 31º país na posse de máquinas de lavar louça. Por quê? Porque tem alguém que lava”.
Afinal, crianças e adolescentes são indivíduos com personalidade e opiniões próprias, além de terem uma vontade grande de vivenciar coisas novas que nem sempre são aprovadas pela família — o que, muitas vezes, tem a ver com o instinto de proteção dos pais em relação aos filhos.
Desse modo, podem surgir conflitos e distanciamentos. Quer saber como evitar isso e aumentar a confiança entre pais e filhos? Então, continue a leitura e veja algumas dicas para que o bom relacionamento seja cultivado desde cedo!
A importância de nutrir a confiança entre pais e filhos
Se os pequenos sentem que têm um lugar seguro para fazer confidências e dividir suas apreensões em casa, terão o suporte da família em momentos decisivos. Do contrário, podem recorrer a outras companhias que nem sempre proporcionam os melhores encaminhamentos.
Dicas para construir uma relação de confiança com os filhos
A educação de crianças e adolescentes não vem com manual de instruções. Isso significa que não há certo ou errado: a relação com os filhos depende das características e valores de cada família.
Porém, alguns hábitos são vistos como saudáveis nos relacionamentos familiares e contribuem com a consolidação da confiança entre pais e filhos. Veja só!
Faça do diálogo uma rotina
Por isso, vale a pena separar um momento do dia para colocar a conversa em dia, como durante uma refeição. Nessa ocasião, coloque-se à disposição para escutar atentamente, evitando distrações como o celular ou a televisão.
Uma dica muito importante é jamais trair a confiança do seu filho. Se, nesses diálogos, surgirem confidências ou segredos, não conte a ninguém, nem mesmo a pessoas muito próximas. Mostre ao pequeno que os momentos de conversa entre vocês são um lugar seguro.
Tenha um hobby em família
Dividir uma paixão e fazer dela uma tradição fortalece muito o relacionamento e ajuda a estreitar os laços. Por exemplo, praticar atividades físicas em família, pescar todo domingo de manhã, fazer alguma atividade artística, ir ao cinema juntos uma vez por semana etc.
Entenda a realidade do seu filho
No mesmo sentido, o mundo de hoje não é o mesmo de alguns anos atrás, por isso é importante que as gerações anteriores tenham abertura para lidar com conflitos e problemas que fazem sentido hoje, mesmo que em sua época tenha sido diferente.
Minimizar ou desprezar questões dos pequenos é um dos principais motivos para a quebra de confiança entre pais e filhos, sobretudo na adolescência. Afinal, se nossas queixas e apreensões são tratadas como banalidade ou ridicularizadas, não nos sentimos mais confortáveis para expô-las, não é?
Evite enfrentamentos agressivos
Lembre-se de que você é a única pessoa adulta na conversa e, portanto, mesmo que seu filho tenha reações explosivas, as correções devem ser feitas com firmeza e calma.
Evite interrupções de fala, xingamentos ou generalizações como “você é assim, sempre faz isso” — em vez disso, a bronca deve ser direcionada a comportamentos pontuais, por exemplo, “essa atitude nos decepcionou”.
Mostre que você confia nele
Além disso, vale a pena delegar algumas responsabilidades adequadas à idade do seu filho. Assim, ele perceberá, por meio de ações, que você realmente o vê como uma pessoa com a qual se pode contar. Ainda, essa é uma excelente maneira para incentivar a formação de caráter e o desenvolvimento de autonomia.
Dê liberdade e espaço
Por isso, caso perceba que ele não quer conversar ou se abrir naquele momento, mostre-se disponível, mas não insista. Isso pode afastá-lo ainda mais.
Além disso, é importante que a família deixe que os filhos, sobretudo na adolescência, tenham liberdade de opinião e abertura para tomar as próprias decisões — sempre, é claro, com a orientação e a vigilância da família.
Diante desta leitura, você já tem boas dicas de como a confiança entre pais e filhos pode ser cultivada. Essa é uma das bases mais importantes para um bom relacionamento familiar, sendo decisiva para a formação dos jovens".
Fonte: Blog da Escola da Inteligência
Para ajudar eleitoras e eleitores a votar pela educação, o UNICEF apresenta nove temas que precisam fazer parte da agenda pública brasileira:
1.#VotePelaEducação – Fora da Escola Não Pode!
2.#VotePelaEducação – Pela retomada do direito à educação
3.#VotePelaEducação – Por uma educação antirracista, antissexista e inclusiva
4.#VotePelaEducação – Pela valorização de professoras(es) e
5.#VotePelaEducação – Pela valorização da escola pública
6.#VotePelaEducação – Por mais recursos para a educação pública
7.#VotePelaEducação – Pela inclusão digital e educação conectada
8.#VotePelaEducação – Aprendizagem e trabalho decente para jovens
9.#VotePelaEducação – Pelos direitos de cada criança e adolescente no Brasil
Para saber mais sobre a campanha, os temas acima e do levantamento online, basta acessar este LINK.
Fonte do texto: Site da ONU
Sobre o autor
Fabiano Rangel
[email protected]Educador e empreendedor em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, sou graduado em Educação Física pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo) e professor concursado da área no Governo do Estado do Rio de Janeiro desde 2007. Atuei como coordenador pedagógico e geral de várias escolas particulares em Campos até 2011. Fui também coordenador administrativo do Sesc Mineiro, em Grussaí, no município de São João da Barra, até 2013. Há oito anos me dedico ao Centro Educacional Riachuelo como Diretor Geral das cinco unidades, que formam hoje o Grupo Riachuelo. Sou pós-graduado em Gestão Escolar Integradora e Gestão de Pessoas pelo Instituto Brasileiro de Ensino (IBE). Atualmente também sou apresentador do programa Papo Cabeça na rádio Folha FM 98,3.
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