Lupa
22/01/2017 | 15h32

lupa

Nos últimos dias o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) concedeu entrevistas defendendo o pacote de 21 projetos de lei e uma indicação legislativa que fez para tentar melhorar a situação financeira do estado. Hoje, na rádio CBN, ao comentar a crise econômica, o governador afirmou que o "Rio de Janeiro está ficando ingovernável".

A Lupa, primeira agência de notícias do Brasil a checar o grau de veracidade das informações, analisou as falas de Pezão. Veja o resultado: aqui 

Já existe um grupo se preparando para desenvolver um trabalho semelhante aqui na região.

A Lupa integra um grupo internacional de fact-checkers que se reúne em torno do Poynter Institute, nos Estados Unidos.

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Pezão sobre possibilidade de impeachment: "não dei pedaladas"
22/01/2017 | 15h32

pezao

Convidado de ontem do programa da Miriam Leitão, na Globo News, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), comentou sobre a possibilidade de sofrer impeachment. "Vejo com muita tranquilidade. A gente viu uma presidenta sofrer impeachment. Eu não dei pedalada, cumpri os índices constitucionais, minhas contas de 2015 foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do estado... Estamos trabalhando muito para aumentar as receitas dentro de uma crise".

Em outubro, perguntado sobre a deterioração do cenário econômico e político, o deputado Jorge Picciani (PMDB) não descartou a possibilidade de afastamento de Pezão. Os pedidos ainda não tramitaram na Alerj por decisão de Picciani. “Do ponto de vista político, pode acontecer tudo", afirmou.

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Câmara: Edson promete debater sobre "pacote de exonerações"
22/01/2017 | 15h32

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Ao comentar sobre as exonerações de praticamente todos os assessores dos vereadores, marcadas para o próximo dia 25, o presidente da Câmara de Campos, Dr. Edson Batista (PTB), explicou que o martelo ainda não foi batido. “Para fazer os ajustes necessários tivemos que optar por este caminho. Mas ainda não há uma definição. Vamos definir tudo isso em conjunto, dialogando com todos os parlamentares. Aposto em um consenso", afirmou Batista.

Ele descartou a possibilidade de estar economizando recursos para devolver ao governo municipal. “Isso acabou. Agora a Câmara conta com um fundo. Caso restem recursos, eles vão diretamente para este fundo”, comentou.

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Crise do estado: "venda do futuro" começou em 1998
22/01/2017 | 15h32
royalties
Por Merval Pereira/O Globo: 
O ex-governador do Estado do Rio Garotinho conta que em 1998, quando renegociou com o governo federal a dívida do Estado, com antecipação dos royalties para abatê-la, ocorreu “um milagre”. O ministro da Fazenda Pedro Malan estava irredutível, até que o Governador pediu licença para sair da sala, fez uma oração e, no retorno, conseguiu o acordo. Sabe-se agora que esse “milagre” está na origem da crise atual. A lei proíbe que royalties cubram gastos correntes, mas, quando negociou a dívida, Garotinho conseguiu uma exceção: não pode pagar salário, não pode cobrir custeio, mas a arrecadação dos royalties passou a ser direcionada ao fundo previdenciário. O governo federal topou para resolver um sério problema fiscal do Estado, mas também porque abriu outra exceção, a seu favor: royalties continuaram não podendo pagar nenhuma dívida, salvo aquela renegociada com o Tesouro. O Governo do Rio e a Secretaria do Tesouro Nacional são sócios nessa crise fiscal, que fere a teoria e também a experiência internacional, segundo o economista José Roberto Afonso, contratado pelo Banco Mundial para assessorar o governo do Rio nessa crise. O Rio usou essa receita volátil para pagar inativos, quando a conta era mínima e ninguém achava que a bomba ia explodir como hoje. E o Tesouro aproveita para ficar com um percentual de royalties, o que nenhum outro órgão mais pode. O Rio não pode tomar empréstimo no BNDES, por exemplo, e dar royalties como garantia, é vedado por lei. José Roberto Afonso estranha que até agora não tenha vindo a público nenhuma autoridade federal defender o pacote do Rio, que foi apresentado em Brasília uma semana antes de anunciado. Ontem, quando aparentemente defendeu o pacote de redução de gastos do Rio, o ministro da Fazenda acabou fazendo mesmo foi a defesa da reforma da Previdência que o governo federal apresentará.  A crise no Rio, causada pelo aumento das despesas com aposentadorias e pensões, é "didática", segundo Meirelles, e mostra o que pode acontecer se a reforma da Previdência não for aprovada. Ao contrário, o governo federal criou um constrangimento para o Governo do Rio ao divulgar estudo em que aparece que o gasto do Rio aumentou 20% em um ano, ou 70% em sete anos, o que José Roberto Afonso diz que “é falso”. O Rio tem sim culpa no cartório pela crise, diz ele, “mas se isso tivesse ocorrido nessa proporção, já tinha quebrado há 3 ou 4 anos”. Segundo ele, o que ocorreu é que anteriormente a maior parte dos aposentados era paga com os royalties, venda futura de royalties, saque de depósitos judiciais.  Com isso o Estado pouco precisava colocar recurso corrente para pagar essa conta. No agregado, teve aumento, mas não no valor anunciado pelo Governo Federal a maior parte saiu de uma conta para outra. O problema foi acreditar que o petróleo era nosso, e eterno. Daqui para frente, haverá corte radical, mas como não se pode reduzir salário de servidor, será aumentada a contribuição previdenciária. A crise econômica que levou o Estado do Rio a decretar o estado de calamidade tem, sem dúvida, a responsabilidade fundamental da crise do petróleo mundial, que afetou a base da economia do Rio como maior produtor do país. Mas contou com um ingrediente de irresponsabilidade administrativa que está sempre presente nas crises de países (ou Estados) que têm abundância de recursos naturais, conhecida como “a maldição do petróleo”. O governo do Rio, além do crescimento dos gastos correntes, o Estado se endividou acima de sua capacidade. Com o barril de petróleo a 100 dólares, o governo do Rio endividou-se pegando R$ 1 bilhão no Banco do Brasil, R$ 2.3 bilhões na Caixa Econômica Federal e até mesmo R$ 2.3 bilhões em debêntures nos Estados Unidos, e acabou ficando com uma dívida até 2022, difícil de pagar com a queda do preço do barril. O grave erro foi usar receita de petróleo, que oscila muito e um dia vai acabar, para financiar gasto permanente e com o passado, sem construir algo novo. O ideal, diz José Roberto Afonso, seria que royalties financiassem investimentos, para o Estado crescer e ganhar com outras receitas, permanentes.
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SFI: Prefeita eleita fala sobre "fogo amigo"
22/01/2017 | 15h32
francimara Nem tudo é festa após as vitórias.

Em São Francisco de Itabapoana, a prefeita eleita Francimara Barbosa Lemos (PSB) já enfrenta o "fogo amigo". Em vídeo publicado no Facebook, ela explica que está chateada com alguns comentários. "Pessoas que ajudaram em nossa campanha estão dizendo que sumi. É preciso ter muita calma, gente. Antes de ser prefeita eleita eu sou mulher, mãe, filha. Precisei de uns dias para descansar e curtir a minha família. Além disso, estou me recuperando de uma cirurgia. Temos que ter maturidade, não estou lidando com crianças de jardim de infância, não. Estou lidando com adultos e tudo tem o seu momento e a sua hora. Não vou abandonar as pessoas que me ajudaram. Quem tiver dúvidas sobre mim, é só me ligar", afirmou.

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Secretário estadual avisa: "vai piorar"
22/01/2017 | 15h32

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O secretário estadual de Fazenda já avisou que a crise no governo Pezão será ainda pior em 2017. Segundo Gustavo Barbosa, o pacote de medidas, que gerou grande confusão na Alerj e teve sua tramitação suspensa pela Justiça,  tem a missão de equilibrar as finanças a longo prazo. "Será um ano mais difícil do que 2016. Isso eu queria deixar muito claro. Acho que a gente quis ontem [sexta] dar todo o sentido de transparência da real situação do estado", explicou.

Segundo Barbosa, não há no entanto como prever de que forma essa crise vai impactar serviços essenciais. "Não posso afirmar que será pior na saúde ou na segurança. Teremos dificuldades financeiras, sim, mais duras do que em 2016. Até o momento, apesar de toda a situação, o estado tem mantido o esforço de manter pagando o servidor até o 10º dia útil. E o que tem sobrado de recurso tem sido direcionado à saúde e à segurança."

Conheça o "pacote de medidas" (aqui).

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Câmara de Campos sem sessão
22/01/2017 | 15h32

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Assim como já ocorreu em outras ocasiões, para esfriar o tom dos debates, a Câmara de Campos vai realizar audiências públicas nos horários marcados paras as sessões ordinárias.

Nesta terça-feira (08),  às 17h, será realizada audiência para demonstrar e avaliar o cumprimento das Metas Fiscais referentes ao 1º Quadrimestre do exercício financeiro do município de 2016.

Em seguida, haverá outra audiência, desta vez para demonstrar e avaliar o cumprimento das Metas Fiscais referentes ao 2º Quadrimestre do exercício financeiro de 2016. Ambas serão realizadas em cumprimento ao § 4º do Art. 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal, através da secretaria municipal de Controle Orçamento e Auditoria.

Amanhã (09), também às 17h, a Câmara realiza audiência pública com a finalidade de discutir a Lei de Autovistoria Predial, com a participação da Associação Norte Fluminense de Engenharia e Arquitetura (Anfea).

Na próxima semana, por conta do feriado, também não haverá sessão.

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Ele não aceita perder
22/01/2017 | 15h32

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Jornalista da Universidade de Columbia e autora de dois livros sobre a família Trump, Gwenda Blair explicou em entrevista ao Globo (aqui) alguns detalhes sobre o Republicano que disputa a presidência dos Estados Unidos na eleição desta terça-feira (08).

Assim como outros políticos que não aceitam perder, ela explica que "Trump vê o mundo em preto-e-branco, dividido entre vencedores e perdedores. E ele é sempre o vencedor. Perdedores são os outros, não ele".

Em caso de derrota, ela acredita que o magnata vai alegar que "perdeu porque alguém está roubando".

Nada republicano...

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"Rolo compressor" reforçado
22/01/2017 | 15h32

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Após as prisões de quatro vereadores da atual legislatura (Ozéias, Miguelito, Thiago Virgílio e Kellinho), a bancada governista quase perdeu a maioria na Câmara de Campos.

Mas agora, com os rosáceos em liberdade, o "rolo compressor" volta a ter maioria com folga.

Neste momento a bancada rosácea tem 15 parlamentares. Já a oposição, ao lado dos "independentes", conta com 10 vereadores.

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Pudim: "Garotinho faz de tudo para inviabilizar a futura administração"
22/01/2017 | 15h32
pudim

O deputado estadual Geraldo Pudim (PMDB) voltou a comentar sobre as "armadilhas" que teriam a missão de inviabilizar a gestão do prefeito eleito Rafael Diniz (PPS).

Em um vídeo que circula no WhatsApp, o deputado, que conhece muito bem o estilo do grupo rosáceo, comenta sobre as táticas do ex-aliado. "Nos últimos dias estamos discutindo muitas questão jurídicas. Uma pauta elaborada pelo líder do clã rosáceo, que contratou advogados a peso de ouro. Não podemos nos esquecer que ele foi derrotado na eleição. Os problemas do município não podem ficar em segundo plano para ele (Garotinho) ser o centro das atenções. Ele busca a vitimização e seus atos são calculados para o mal. Precisamos unir forças e ajudar o nosso futuro prefeito a passar por essa turbulência. Temos que extirpar essa figura mitológica que não aceita a perda do poder. Temos que olhar para o futuro e recolocar nossa querida Campos no caminho do desenvolvimento".

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Alexandre Bastos

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