A iluminação pública de Campos é a pauta do Folha no Ar desta segunda-feira (29), a partir das 7h20, devido à propaganda eleitoral. Quem participa do programa da Folha FM 98,3 é o subsecretário municipal de Iluminação Pública, Diego Dias. Ele comenta sobre as principais ações do setor e os questionamentos de diversas localidades. Suplente de vereador, que chegou a exercer o mandato na atual legislatura, ele ainda fala sobre o quadro político local e o reflexo das urnas de outubro, entre outros assuntos.
Além de acompanhar a entrevista pelo rádio, é possível assistir e interagir pala live do Facebook, na página da Folha FM 98,3.
Ponte da Integração contará com 35 pilares, sendo 17 no trecho do rio
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Rodrigo Silveira
Há mais de 40 anos existe a promessa de uma ponte sobre o rio Paraíba do Sul para ligar São João da Barra ao seu antigo “sertão”, emancipado como São Francisco de Itabapoana desde 1995. Os primeiros pilares, do que seria a Ponte João Figueiredo, com a pedra fundamental lançada em julho de 1981, foram abandonados. A sua reutilização foi descartada, devida a um novo projeto. Batizada pelo então deputado Roberto Henriques, a Ponte da Integração teve a pedra fundamental lançada em junho de 2014. A promessa era de conclusão em um ano, mas já se sabe que até hoje não ocorreu. Agora, a futura ponte muda de nome mais uma vez.
Primeira mudança
Dodozinho Mendonça
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Divulgação
Mesmo sem previsão real de inauguração da obra, uma estrutura de 1.344 metros que encurtará a viagem entre os dois municípios em até 80 quilômetros, em 2017, o então deputado estadual João Peixoto, que morreu em 2020 por complicações da Covid-19, sugeriu que a futura ponte passasse a ter o nome de “Ponte da Integração Dodozinho Mendonça”. Era uma homenagem ao ex-prefeito de São João da Barra Genecy Mendonça, popularmente chamado de Dodozinho, que morreu em 2014, aos 96 anos. Responsável como prefeito por importantes obras estruturantes, tinha recebido homenagem em uma construção emperrada.
Nova homenagem
João Peixoto
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Foto: Rodrigo Silveira
Agora, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) mudou o nome de novo: “Ponte da Integração Deputado Estadual João Peixoto”, conforme projeto de lei aprovado na Casa. A homenagem é merecida, ninguém questiona o empenho de João pela obra. Só que, mais de oito anos depois, ela ainda não terminou. E a construção dos acessos deve gerar outra novela. Por toda vida pública que tiveram, Dodozinho e João merecem ser homenageados e oportunidades não faltarão. Certamente, por ora, os dois ficariam mais lisonjeados se a obra fosse concluída, beneficiando a região, para só depois se discutir o nome que batizará a ponte.
Fora da disputa Jornalista, advogado, ex-secretário estadual e de Campos, além de figura querida mesmo entre os detratores do grupo político dos Garotinho, ao qual sempre pertenceu em sua vida pública, Mauro Silva (PP) abriu mão da sua candidatura a deputado estadual em outubro, como informou o blog Opiniões (aqui). Mauro anunciou sua decisão na noite dessa quinta-feira (27), em seu perfil no Instagram. Ele se definiu por receio de que questões jurídicas advindas da sua candidatura a vice-prefeito de Campos, na eleição municipal de 2016, pudessem afetar sua candidatura e eventual mandato na Alerj.
Políticos e Ceperj O Ministério Público do Rio de Janeiro fez um cruzamento de dados com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e constatou que 2.058 pessoas que disputaram as eleições de 2000 a 2020 receberam ordens de pagamentos da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj). O levantamento indica ainda as candidaturas foram para os cargos de vereadores, prefeitos, deputados e até de suplentes ao Senado. Sob suspeita de funcionários fantasmas e rachadinhas, o MP conseguiu suspender os pagamentos, em decisão de 31 de julho.
Ecos na planície Segundo matérias publicadas pela mídia nacional, em investigação iniciada pelos jornalistas Igor Mello e Ruben Berta, do portal Uol, recebiam pelo Ceperj funcionários sem nomeações em diário oficial e que não constavam no portal da transparência. A denúncia ecoou em Campos: mais de R$ 220 milhões sacados em espécie na boca do caixa, a agência do Bradesco no Centro se destacou com o recorde de R$ 12 milhões em retiradas. Pelo menos 16 parentes, assessores ou ex-assessores de 10 vereadores de oposição, com ligações políticas com o deputado estadual e ex-secretário Rodrigo Bacellar (PL). Todos negam qualquer irregularidade.
Vídeos O MP deu um prazo de 10 dias para o Bradesco enviar as imagens de saques feitos na “boca do caixa” de agências onde prestadores de serviço do Ceperj sacavam o dinheiro, segundo o jornal Extra. As imagens já haviam sido requisitadas, mas o banco pediu um maior prazo. Os vídeos, que não terão edição, confirmarão se os prestadores da lista foram as pessoas que sacaram o dinheiro nas agências, para o caso de eles negarem ser os beneficiários. Em um só dia, na agência de Campos, as retiradas ultrapassaram meio milhão de reais em espécie, precisamente R$ 538.450,47 em 13 de junho deste ano.
Sesc Grussaí Acontece neste domingo (28), a partir das 14h, a Caravana Sesc em Grussaí. O projeto leva uma amostra do que o Sesc oferece nas áreas de Assistência, Cultura, Educação, Lazer e Saúde. Esta será a primeira Caravana de uma série que acontecerá mensalmente na unidade em SJB até o fim do ano. Fechada em maio de 2020 por causa da pandemia, o Sesc Grussaí tem previsão de ser reaberto para o próximo verão sob administração do Sesc RJ — o complexo era gerido pela regional mineira. Os espaços e serviços serão abertos paulatinamente, iniciando com a oferta de 200 leitos na hotelaria, restaurante e espaço esportivos e de lazer.
Acontece neste domingo (28), a partir das 14h, a Caravana Sesc em Grussaí. O projeto leva para espaços públicos e de parceiros uma amostra do que o Sesc oferece nas áreas de Assistência, Cultura, Educação, Lazer e Saúde. Esta será a primeira Caravana de uma série que acontecerá mensalmente na unidade em São João da Barra, até o fim do ano. Fechada em maio de 2020 por causa da pandemia, a unidade está em vias de ser reaberta sob administração do Sesc RJ — o complexo era gerido pela regional mineira. Nesta semana, o Sesc realizou encontros para orientar fornecedores e prestadores de serviços locais, visando a reabertura da unidade no verão.
A programação deste domingo terá brinquedos infláveis gigantes, contação de histórias, ponto de leitura, instalação digital interativa e sessões dos seguintes curtas-metragens infantojuvenis: “As aventuras de Pety”, “O menino e o ovo” e “Vento viajante”. Também haverá oficinas de sustentabilidade, bijuterias e artigos naturais e orientações em saúde bucal. A entrada é gratuita, e o evento acontece no local conhecido como Quioscão, no entorno da réplica da Estação Bom Despacho.
As caravanas mensais ocuparão o espaço com atividades voltadas para o lazer da população até a reabertura definitiva do complexo, prevista para o verão de 2022/23. Os demais espaços e serviços serão abertos paulatinamente, iniciando com a oferta de 200 leitos na hotelaria, restaurante e espaço esportivos e de lazer. O primeiro evento realizado pelo Sesc RJ no espaço foi o Festival Sesc de Inverno, com shows dos grupos Fundo de Quintal e Melim, dias 30 e 31 de julho, além de ampla programação de lazer.
Com 1,8 milhão de metros quadrados, o complexo de turismo e lazer tem capacidade para acomodar 2.500 pessoas. Além de hotel, sua infraestrutura conta com restaurantes, bares, piscinas, quadras, campos de futebol, lagos e fontes. Entre os destaques estão as réplicas em escala do Taj Mahal, das pirâmides do Egito, de um pagode chinês e de uma casa de chás japonesa.
A mais recente pesquisa Real Time Big Data, realizada após o início efetivo da campanha eleitoral, aponta que o governador Cláudio Castro (PL) abriu 10 pontos de vantagem sobre o segundo colocado na disputa ao Palácio Guanabara, Marcelo Freixo (PSB). Castro tem 32% das intenções de voto, enquanto Freixo bate 22%. Na terceira colocação, aparece o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT), com 8%. No segundo turno, Castro bateria o segundo e terceiro colocados, de acordo com o levantamento. Geógrafo com especialização doutoral em Estatística do Setor Público, da População e do Território na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence) do IBGE, William Passos avalia que a vitória do atual governador seria impulsionada pela boa avaliação da atual gestão e a alta rejeição do seu principal oponente.
Os números do cenário estimulado ainda mostram Wilson Witzel (PMB) e Paulo Ganime (Novo) numericamente empatados, com 3%. Já Cyro Garcia (PSTU), tem 2%. Os três estão tecnicamente empatados com Neves, já que a margem de erro da pesquisa é de três pontos para mais ou menos. Eduardo Serra (PCB), Luiz Eugênio (PCO) e Juliete (UP) não pontuaram. Brancos e nulos somam 13%, enquanto 16% não sabem em quem votar ou não responderam.
— Na simulação espontânea, quando os eleitores respondem livremente, Castro também se isola fora da margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Nela, o atual governador aparece com 16%, enquanto seu principal adversário surge com 11% das intenções — pontua William.
As duas mil entrevistas foram feitas por telefone. A pesquisa, ao custo de R$ 20 mil, tem um nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a inscrição RJ-06275/2022. O levantamento foi encomendado pela Record TV ouviu 2 mil eleitores cariocas e fluminenses entre os dias 20 e 22 de agosto.
Castro lidera no 2º turno e Freixo bate Neves
A pesquisa Real Time Big Data testou três cenários de segundo turno. Castro venceria de Freixo e de Neves. Já o deputado do PSB bateria o ex-prefeito de Niterói.
No primeiro o atual governador aparece com 43% das intenções de votos, enquanto Freixo tem 32%. Brancos e nulos somam 18%, enquanto 7% não sabem ou não responderam. Já na disputa com Rodrigo Neves, Castro tem 45%, ante 28% do pedetista. Brancos e nulos chegam a 20% e os mesmos 7% não sabem ou não responderam.
— A reeleição de Castro estaria garantida pela menor rejeição (37% dos entrevistados declararam que não votariam no atual governador de jeito nenhum, contra 46% dos que não votariam em Marcelo Freixo) e pela aprovação do primeiro mandato (46% dos eleitores aprovam a gestão do atual governador, números que se aproximam das intenções de voto nele no segundo turno, contra 37% dos que desaprovam) — analisou William.
Já no embate entre Freixo e Neves, o deputado tem 34% e o ex-prefeito de Niterói, 32%. Brancos e nulos somam 23%, enquanto 11% não sabem ou não responderam.
Rejeição
Segundo os números da Real Time Big Data, Witzel lidera o ranking negativo, com 56%. Na sequência aparecem Freixo, com 46%; Castro, 37%; Neves, 26%; Cyro, 22%; Juliere, 17%; Serra, 16%; Eugênio, 15%; e Ganime, com 14%.
Aprovação e avaliação do governo
A pesquisa também aferiu a aprovação e a avaliação do eleitorado em relação à gestão do governador Cláudio Castro. Entre os entrevistados, 46% aprovam o governo, ante 37% que desaprovam. Nesse quesito, 17% não souberam ou não quiseram responder.
Na avaliação do governo, 15% classificaram como ótimo, enquanto 23% consideram bom. Entre os entrevistados, a gestão Castro é considerada regular para 31%. Outros 11% consideram ruim, além de 12% que classificam como péssimo. Não souberam ou não quiseram responder, 8%.
As movimentações em relação aos registros de candidaturas estão a todo vapor. Dois pedidos de impugnação da candidatura a deputada estadual de Carla Machado (PT) foram apresentados à Justiça Eleitoral. Em resumo, os dois questionam se a ex-prefeita de São João da Barra teria se desincompatibilizado do cargo dentro do prazo legal, que terminava no dia 02 de abril, para poder pleitear uma cadeira na Assemblei Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Carla, em um vídeo nas redes sociais, publicado nesse domingo (21), falou que as denúncias foram feitas por adversários para tumultuar o processo, como, segundo ela, ocorreu na campanha de 2014: “Tudo caô, tudo conversa fiada para criar essa expectativa. Eu não estou nem um tico preocupada”, disse.
Em seu relato, ela sustenta ter cumprido o prazo legal. “Eu tinha até sábado (2 de abril) para renunciar ao meu mandato. Eu renunciei na Prefeitura na sexta-feira (1º de abril), no fim da tarde. Protocolei, tudo documentado. E, no sábado (2 de abril), tentamos falar com o presidente da Câmara (Elísio Rodrigues, PL), porque a Câmara estava fechada. Como não o encontramos, temos prova disso, a ligação telefônica que ele não atendeu, nós entregamos a renúncia à vice-presidente (Sônia Pereira, PP)”, contou.
Carla ainda falou sobre a origem das denúncias:
— Um (pedido) eu sei de onde partiu. Por incrível que pareça, o pedido de impugnação foi assinado pelo ex-prefeito Neco, que arrolou como testemunhas os vereadores de oposição. E outro, foi o advogado Antônio Maurício Costa, que já advogou para muitos: para Barbosa Lemos, para Garotinho, apesar de que eu acho que ele está do lado contrário agora, não sei. Já advogou para Gersinho, que foi vereador aqui. Não sei onde partiu, mas, com certeza, esse outro partiu mesmo da Câmara de Vereadores. A gente escuta as pessoas, e já tinham me avisado. Inclusive, eu já tinha antecipado o fato.
A Justiça Eleitoral tem até 12 de setembro para julgar os registros de candidatura. Após os pedidos de impugnação, a defesa de Carla prepara a defesa. Não há nenhum impedimento para a continuidade das ações de campanha, até porque as denúncias não foram julgadas.
Campos tem previsão orçamentária para 2023 de R$ 2 bilhões, mas o impasse na Câmara, em relação ao remanejamento, ainda não permitiu a discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que normalmente marca o fim das atividades do primeiro semestre. A Prefeitura, porém, tem prazo a cumprir: até 30 de agosto, deve mandar para o Legislativo a Lei Orçamentária Anual (LOA). Apesar de o grupo de oposição já ter apresentado a emenda de 5% de remanejamento, como ela ainda não foi votada, o Executivo enviará a LOA com os mesmos 30% constantes na LDO. Maioria também em São João da Barra, a oposição impôs 5% de remanejamento ao governo Carla Caputi (sem partido).
Em Campos, enquanto o tempo ocorre, a expectativa de interlocutores do governo é conseguir alinhar com a oposição, maioria na Casa, que o remanejamento fique entre 15% e 20%. Da oposição, o ex-presidente da Câmara Fred Machado (Cidadania) chegou a defender 20%. Ele recordou o movimento que aconteceu no último ano da gestão Rafael Diniz (Cidadania). À época, um grupo queria contar com a oposição para limitar o remanejamento em 10%. Para isso, precisava do apoio da oposição. Fred conversou com o então deputado federal Wladimir Garotinho (hoje, sem partido), atual prefeito, para que a oposição ajudasse a limitar o remanejamento em 20%.
— Se os 20% foram justos a Rafael, são justos a Wladimir — disse Fred no mês passado, mas ressalvou que votará em consenso com o grupo.
Desde a aliança do governador Cláudio Castro (PL) com o ex-governador Anthony Garotinho (União), no fim de julho, chegou a ser aventado que a composição passaria por aumentar o remanejamento para a gestão do filho do político da Lapa. Vereadores da oposição, contudo, negaram a possibilidade.
Atual presidente da Casa, e aliado de Wladimir, Fábio Ribeiro (PSD) aposta no diálogo para chegar a um consenso. “Nós estamos discutindo ainda com os nobres colegas, porque a gente entende que a questão dos 5% fechados precisa ser melhorado. Existe a abertura, aqui mesmo, entre os vereadores, para o diálogo”, disse o responsável por pautar os projetos na Câmara.
A Folha tentou contato com o líder da oposição, Marquinho Bacellar (SD), para comentar sobre a possibilidade de flexibilizar o remanejamento do orçamento de 2023, mas não teve retorno até o fechamento da edição.
Município vizinho já tem imposição de 5%
Se em Campos o prefeito Wladimir conta com o apoio do presidente da Câmara para evitar a votação dos 5% de remanejamento na LDO, em São João da Barra a situação é diferente: o presidente, Elísio Rodrigues (PL), é de oposição.
No município sanjoanense, desde o fim de julho a Câmara aprovou a LDO com a emenda da oposição, por cinco votos a quatro.
A prefeita Carla Caputi, ao enviar o projeto à Câmara, havia solicitado o percentual de 50% de remanejamento. Elísio explicou que o próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE) adverte que esse é um percentual muito alto. “É como dar um cheque em branco para o governo”, disse o presidente da Câmara, no dia da votação da LDO, garantindo que o grupo de oposição tinha convicção de estar “fazendo o melhor para a população” de SJB.
Ao comentar sobre a limitação, Caputi afirmou que a medida faz com que o Executivo tenha mais trabalho na confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Na polêmica em Campos e SJB, embora as discussões estejam em etapas diferentes, além da coincidência dos 5%, tem o fato de os vereadores da oposição serem aliados com o deputado estadual Rodrigo Bacellar (PL).
Quaquá chegou a postar foto nas redes antes do ato político
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Reprodução
Um dos primeiros atos oficiais da campanha eleitoral deste ano em São João da Barra foi encerrado de maneira repentina. O comitê da ex-prefeita Carla Machado (PT) estava sendo inaugurado nesta quinta-feira (18). Além da militância local, ela também recebeu o apoio de partidário, entre eles o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá. Candidato a deputado federal, Quaquá passou mal após o discurso no trio elétrico e precisou de atendimento médico.
Imagens mostram o momento em que ele estava deitado no trio. Carla faria o discurso na sequência. Porém, pegou o microfone e solicitou socorro médico. Uma ambulância esteve no local e levou Quaquá para uma unidade de saúde do município. De acordo com o portal Ozk (aqui), a candidata Carla Machado suspendeu a inauguração. “O mais importante agora é ajudar meu amigo irmão, que está passando mal. Depois a gente conversa”, disse ela, conforme relato do site.
Atualização às 7h15, de sexta-feira (19) — Após ser atendido no Centro de Emergência de SJB, Quaquá foi encaminhado para uma unidade particular em Campos, para realizar exames. Nas redes sociais, Carla Machado informou que “apesar do susto”, seu amigo estava bem.
Com mais de uma semana de atraso, devido a um ataque cibernético ao sistema da Agência Nacional de Petróleo (ANP), os estados e municípios produtores recebem nesta sexta-feira (19) as participações especiais (PE) referentes à produção do segundo trimestre, que deveriam ter sido depositadas até o dia 10 de agosto. Para a região, o valor será com queda em relação ao repassado em maio. Campos receberá R$ 45.534.790,16, uma redução de 16,4% quando comparado com o trimestre anterior (R$ 54,6 milhões).
O montante também está abaixo do que era esperado pela própria Prefeitura de Campos. Em matéria sobre o atraso do repasse (aqui), o secretário municipal de Petróleo, Energia e Inovação de Campos, Marcelo Neves, afirmou que a projeção era de receber ”um repasse de PE entre R$ 51 milhões e R$ 55 milhões”. Contudo, o valor que será depositado nesta sexta é 15,2% maior que o valor de agosto do ano passado (R$ 39,6 milhões).
São João da Barra vai receber R$ 13.678.061,19 de PE nesta sexta. Em maio, o valor depositado foi de R$ 16,8 milhões, representando uma queda de 18,4% para o município. Em comparação a agosto de 2021 (R$ 12,3 milhões), porém, a alta foi de 11%.
Atraso — Normalmente, os valores da PE são depositados até o dia 10 de agosto. O atraso foi causado por uma tentativa de ataque cibernético no dia 4 de agosto, que levou a Agência Nacional de Petróleo (ANP) a retirar seu sistema do ar como medida de segurança
Jornalista e servidor público federal, Ricardo André Vasconcelos, ex-editor-geral da Folha da Manhã, é o convidado desta sexta-feira (19), do Folha no Ar, da Folha FM 98,3. A partir das 7h, ele comenta sobre as mais recentes pesquisas divulgadas por diferentes institutos com as intenções de votos para presidente da República, governador e senador do Rio de Janeiro. Ricardo ainda relembra histórias da cobertura política na região, fala sobre o cenário local, entre outros assuntos.
Além de acompanhar a entrevista pelo rádio, é possível assistir e interagir pala live do Facebook, na página da Folha FM 98,3.
O Folha no Ar desta quinta-feira (18) fala sobre o maior empreendimento privado instalado na região, o Porto do Açu, que fica em São João da Barra. O convidado do programa da Folha FM 98,3, a partir das 7h, é Vinicius Patel, diretor de administração portuária. Ele comenta sobre o panorama geral do Porto, que nesta semana foi reconhecido com o Prêmio Marítimo das Américas 2022, na categoria Operações Portuárias Verdes e Gestão Sustentável, a construção da sede da Reserva Caruara na área da Lagoa de Iquipari, e a partir de quando a unidade estará aberta para o público, além das perspectivas de novos empreendimentos no complexo portuário, entre outros assuntos.
Além de acompanhar a entrevista pelo rádio, é possível assistir e interagir pala live do Facebook, na página da Folha FM 98,3.