Diante de um juiz em Campos, homem diz que mulher queria sexo toda hora
Anos 60. O juiz Sebastião Amaro Machado, da Vara de Família de Campos, colhe o depoimento, em um processo de desquite, da Naziliano Oliveira, cliente do advogado Antônio Nahara.
No processo, a mulher acusa Naziliano de se negar a cumprir o débito conjugal, ou seja, as funções de marido. Na base do "fórceps", por assim dizer, o juiz Sebastião Amaro arranca um depoimento.
O que disse Naziliano:
—Doutor, sou um homem que acha que deve ter hora pra tudo. Mas a "sanhuda" da mulher queria a coisa toda a hora. Eu não estou aqui para o meu cachorro perdigueiro passar e me pegar...
O juiz então indaga:
— O que tem cachorro a ver com isso?
A resposta de Naziliano:
— Ela podia pensar que sou codorna.
No processo, a mulher acusa Naziliano de se negar a cumprir o débito conjugal, ou seja, as funções de marido. Na base do "fórceps", por assim dizer, o juiz Sebastião Amaro arranca um depoimento.
O que disse Naziliano:
—Doutor, sou um homem que acha que deve ter hora pra tudo. Mas a "sanhuda" da mulher queria a coisa toda a hora. Eu não estou aqui para o meu cachorro perdigueiro passar e me pegar...
O juiz então indaga:
— O que tem cachorro a ver com isso?
A resposta de Naziliano:
— Ela podia pensar que sou codorna.
E o juiz:
— E o que tem a ver codorna com isto?
E Naziliano:
— Ué, doutor! A codorna macho atende a fêmea de três em três minutos. Dá para aguentar?
— Ué, doutor! A codorna macho atende a fêmea de três em três minutos. Dá para aguentar?
