CNB DE PRIMEIRA/ NinoBellieny/ Os candidatos da era moderna estão demasiado confiantes nas redes sociais, nas reuniões comunitárias, nos acordos com os cabos e sargentos eleitorais, e se esquecem ou não dão mais valor ao voto solitário, pescado isca a isca como antigamente. Preferem o voto no atacado, negociado em lotes nem sempre entregues como o prometido. O voto trabalhado de casa em casa em visitas para um café, a conversa ao ouvido, o aperto de mão firme, andam fora de moda, mas é o que decide. Eleições se ganham por 1 voto e se perdem por meio voto. Desprezar o “ votinho”, considerar que a eleição está ganha, deixar de, pelo menos, telefonar para alguém e pedir o apoio, dizer o quanto conta com este, são fundamentais para se definir sucesso ou fracasso. Empáfia e arrogância derrubaram milhares de candidatos e continuarão derrubando. Pedir de forma convincente e de forma individual, um simples voto, garante solidez à uma campanha, pois de simples, um voto nada tem, é ciência, magia, experiência, visão, oportunidade e principalmente, sinceridade de propósitos. Deixar de lado o “ votinho” e mirar no macro, é decisão sem volta, geralmente só descoberta quando as urnas se fecham e o resultado idem, com direito a choro e lamentações tardias.
