Foi inagurada, ontem, a loja de vestuário masculino 2YOU. Ele fica localizada no andar térreno do Shopping Avenida 28, na loja 04. Quem está empreendendo são os sócios e amigos Túlio Alves Dias e Gilberto Patrão.
O "Papo de Sexta", da Folha FM, hoje, às 18h40, com Marco Antônio Rodrigues, será com Eduardo Bandeira, ex-presidente do Flamengo responsável por reestruturar a administração do clube mais popular do país e sanear suas dívidas, tornando-o uma potência financeira e um modelo a nível continental.
Bandeira não conquistou muitos títulos, mas ao final do seu mandato entregou um clube com alto faturamento e grande capacidade de investimento, pronto para dar o passo seguinte, se transformando no mais rico do país, no melhor elenco do continente e alcançando várias conquistas, com 2 Libertadores, 2 Brasileiros e 1 Copa do Brasil em apenas 4 anos.
Obra do Bairro Legal em andamento no Parque Esplanada
A Prefeitura de Campos colocou na praça editais de licitação para o Bairro Legal, programa que contempla um conjunto obras de infraestrutura, em três novas frentes na cidade, contemplando os bairros Parque Real, Parque Tarcísio Miranda e Parque Santa Edwiges.
O Parque Real, localizado em Goitacazes, terá investimentos de aproximadamente R$ 29,2 milhões. No Parque Tarcísio Miranda, situado no final da Avenida 28 de Março, entra a Avenida Arthur Bernardes e a RJ-216, a Prefeitura investirá R$ 12,7 milhões. Já no Parque Santa Edwiges, na Codin, serão investidos R$ 10,7 milhões.
Os 3 bairros se juntarão ao Esplanada, Julião Nogueira e Cidade Luz, bairros que têm obras do Bairro Legal em andamento, melhorando a infraestrutura da cidade. Todas estas feitas 100% com recursos próprios da Prefeitura de Campos, gerando empregos na cidade durante as obras.
A retomada do programa foi possível devido à recuperação da capacidade de investimento da Prefeitura, proporcionada pelo aumento dos royalties e participações especiais; pela boa articulação do prefeito Wladimir, resultando em parcerias com o governo estadual e federal, além de verbas de emendas de deputados federais e senadores; e também pela melhor gestão administrativa.
Somadas aos Bairro Legais (obras que não têm grande visibilidade na área central, mas melhoram demais a vida da população daqueles bairros), outras melhorias foram percebidas por quem mora e circula nas áreas nobres, como o asfalto novo em várias ruas importantes e de grande fluxo e a recuperação de espaços públicos de lazer, como a Cidade da Criança e a Pracinha do Flamboyamt, que ficou excelente.
Há ainda outras obras importantes de Bairros Legais em andamento, estas em parcerias com o governo estadual (que tem investido bastante em Campos), como o Parque Saraiva, iniciada e interrompida no final do governo Rosinha e retomada neste ano por Cláudio Castro e Wladimir, com investimento de R$ 32,7 milhões do estado. Os próximos bairros beneficiados pela parceria entre a Prefeitura de Campos e o Governo do Estado serão Novo Jóquei e Fazenda Goiabal, que receberão investimentos de R$ 90,8 milhões.
O navio graneleiro São Luiz, ancorado na Baía de Guanabara desde 2016, se desprendeu ontem devido a fortes ventos que atingiram o Rio e colidiu com a Ponte Rio-Niterói, causando estragos e, por muita sorte, nenhuma fatalidade.
A Ponte chegou a ser fechada por horas, causando um nó no trânsito do Rio e de Niterói. Ela foi atingida entre os pórticos 11 e 12, no sentido Niterói-Rio, trecho usado frequentemente por campistas quando vão para o Rio. Com danos leves, a ponte teve o tráfego liberado no final da noite. O assunto foi noticiado aqui no Folha 1.
Ontem à noite, uma postagem local no Instagram circulou nas redes sociais, afirmando que uma tradicional família campista era dona do navio, sem citar qual seria, suscitando especulações de todo o tipo, como é natural neste tipo de publicação.
O navio pertence à Navegação Mansur SA, uma empresa fundada no Rio de Janeiro em 1966 e desde então sediada lá. Seus sócios atuais são Jorge Brunama Simão, presidente e controlador da empresa, sua irmã, Izahia Simao Mezher, e seu tio, Farith Mansur. Os dois primeiros vivos. Farith, já falecido, na década passada, e com a sua parte na empresa e demais bens em inventário.
A origem da Navegação Mansur SA remonta ao século passado, quando foi fundada, na atual São Francisco de Itabapona, a empresa Sociedade, Comercio e Industria Navegação Ltda, com 3 irmãos como sócios, Michel Simão, Simão Mansur e Farith Mansur.
A família é originária de Barra de Itabapoana, onde o pai deles, Mansur Simão, aportou quando veio do antigo império turco, no início do século passado. Ali ele conheceu Izahia Saleme, também imigrante, vinda do Líbano.
Em Barra de Itaboapona eles fincaram suas raízes e formaram sua família, tendo, além dos 3 filhos, 2 filhas, Nazira Saleme e Atinah Mansur. Barra de Itabapoana então pertencia a São João da Barra, passando a fazer parte de São Fransciso de Itabapoana quando o município foi criado em 1995.
O primeiro barco da empresa, de madeira, tinha o nome de São Luiz, e saiu de Barra de Itabapona para vender produtos no Rio. A empresa cresceu, teve grande sucesso e passou a investir em outras áreas, além de navegação e estaleiro, com a aquisição de fazendas.
Simão Mansur, um dos 3 irmãos sócios da empresa, enveredou, com sucesso, pela política, sendo deputado estadual no Rio por 12 anos e vice-governador. Na década de 60 os irmãos decidiram separar seus negócios. Simão Mansur ficou com as fazendas e os imóveis. Michel Simão e Farith Mansur com a navegação. Um com a terra, os outros dois com a água, como se convencionou entre eles a divisão.
Assim foi fundada a Navegação Mansur Ltda, em 1966, empresa da qual Simão Mansur jamais foi sócio. A Navegação Mansur Ltda tinha como sócios Michel Simão, considerado o cabeça do negócio, com 30%; seus filhos Jorge Brunama Simão e Izahia Simão, cada um com 20%; e Farith Mansur, com 30%.
Naquela época a política do governo federal era de forte investimento no setor naval, com linhas de financiamento, atingindo seu ápice no final da década de 70, quando o Brasil se tornou a segunda potência na indústria naval do mundo, atrás apenas do Japão.
A Navegaçao Mansur Ltda se desenvolveu, adquiriu novos navios, e se expandiu sob o comando de Michel Simão, sendo transformada em S/A em 1991. A empresa em seu auge chegou a ter 25 navios e a ser considerada a maior empresa de cabotagem do Brasil.
Ela passou por concordata no início da década de 90, iniciando a navegação de longo curso neste período. A primeira viagem ao exterior foi até o Iraque, com o navio Espírito Santo. Em 1994 foi lançado ao mar, com pompa e circustância, champagne e presença do então governador Leonel Brizola, o São Luiz, novo navio da Navegação Mansur SA, construído pelo estaleiro Caneco.
Navio graneleiro São Luiz
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Reprodução
Logo após ser lançado, o navio graneleiro São Luiz, cujo nome foi inspirado na primeira embarcação da família, conseguiu um polpudo contrato de transporte de bauxita no Porto do Itaqui, situado ao lado de São Luís, no Maranhão.
É exatamente este navio, 28 anos depois, com a empresa agonizando, que colidiu ontem com a ponte. O declínio da empresa passa pelas mudanças do setor naval, pela abertura do setor de cabotagem por FHC e pelo falecimento do controlador da empresa, Michel Simão, em 2002.
Assumiu em seu lugar, como diretor presidente, seu filho, Jorge Brunama Simão, novo controlador. Insatisfeito com os rumos da Navegação Mansur SA, tocada por seu sobrinho, Farith Mansur, sócio minoritário, entrou em 2006 com uma ação de prestação de contas contra Jorge Brunama Simão. Farith Mansur faleceu em 2015, sem desfecho para a ação, situação que perdura até hoje.
Em seu testamento, Farith Mansur, que não tinha filhos, deixou os bens para seus sobrinhos, filhos de suas duas irmãs (Atinah Mansur e Nazira Saleme), e para sua companheira Sonia Maria. Entre seus sobrinhos, sim, há campistas, já na terceira geração familiar após a chegada do patriarca ao Brasil no século passado. Eles somente serão donos de algum patrimônio após finalizado o inventário.
A família é originária de Barra de Itabapoana, São Francisco de Itabapoana, e daí se espalhou pelo Rio, por Campos e naturalmente com o avançar das gerações por outras cidades e pelo mundo. Os gestores e controladores da empresa, herdeiros de Michel Simão, são do Rio. Não são e nunca foram de Campos.
Sem jamais ter participado da gestão ou do controle da empresa (desde o íncio sob o comando do núcleo familiar de Michel Simão), com vidas profissionais próprias, os herdeiros de Farith, sem qualquer informação sobre o dia a dia da Navegação Mansur SA, entraram em 2020 com um ação de dissolução da sociedade e de prestação de contas, através do escritório carioca Basílio Advogados.
Diante da ameaça do abandono do navio São Luiz, ancorado desde 2016 na Baía de Guanabara e sem tripulação desde 2018, os herdeiros obtiveram, em 2021, decisão liminar do juízo solicitando imediatas informações sobre o abandono do navio. O presidente e controlador da Navegação Mansur SA, Jorge Brunama Simão, morador da Avenida Atlântica, no Leme, até hoje não foi encontrado para ser citado.
A Folha FM fará no fim de semana homenagens a dois grandes brasileiros que faleceram nesta semana. Amanhã, no programa "Bossa Eternamente Nova", às 16h00, o tema será a excelente cantora de bossa nova Gal Costa, destacando suas parcerias com Tom Jobim. Já no domingo, no Folha Rural, às 09h00, Rolando Boldrin será o homenageado, ele e seus causos.
Está previsto para o primeiro semestre de 2023 o início das obras do Tepor, o novo Porto em Macaé, cuja LI (Licença de Instalação) foi aprovada em 14 de outubro, menos de um mês atrás, conforme foi noticiado aqui pelo Folha 1.
A licença e o ínicio da construção do Tepor destravam investimentos privados estimados em US$ 25 bilhões, incluindo o parque térmico de Macaé, que prevê 13 termoelétricas em operação no futuro.
Atualmente há duas termoelétricas em operação, a EDF Norte Fluminense e a UTE Termomacaé (Mário Lago). Está em construção a Marlim Azul, com previsão de início de operação no 1º quadrimestre de 2023.
Outras 10 termoelétricas, como as Vale Azul I e II, estão em fase de projeto e licenciamento e fazem parte do CLIMA (Complexo Logístico e Industrial de Macaé), que objetiva ser o maior parque de geração de eletricidade em usinas térmicas do País, utilizando o gás natural extraído do pré-sal.
Com 73,31% dos votos apurados no país, o ex-presidente Lula vira sobre o presidente Jair Bolsonaro e abre pequena vantagem. A diferença é de 0,7 pontos. Segundo o Datafolha, haverá 2º turno entre eles para decidir o próximo presidente do Brasil.
Com 63,50% dos votos apurados no país, o presidente Jair Bolsonaro segue liderando. Sua diferença para Lula que já foi de mais de 7 pontos, caiu para 0,54 pontos. Virade deve acontecer próximo aos 70% dos votos apurados.
Com 54,59% dos votos apurados no país, o presidente Jair Bolsonaro segue liderando. Sua diferença para Lula que já foi de mais de 7 pontos, caiu para 1,44 pontos.
Com 33,19% dos votos apurados no país, o presidente Jair Bolsonaro segue liderando. Sua diferença para Lula que já foi de mais de 7 pontos, caiu para 3,7 pontos.