Desafios Na Nova Delegacia Regional de Odontologia Com Dr. Alexandre Buchaul Abrindo A Boca Para Marco Barcelos.
22/01/2017 | 01h03
foto_0249 1- Dr. Alexandre Buchaul, ao assumir a Delegacia Regional Norte Fluminense do Sindicato dos Cirurgiões-Dentistas no Estado do Rio de Janeiro quais são os principais desafios encontrados? Encontramos muitas demandas reprimidas, pela dificuldade no acesso às representações classistas até então. Estamos dando vazão a estas queixas dos colegas cirurgiões-dentistas e buscando as melhores soluções para os problemas que afligem a categoria. Estamos com negociações adiantadas para locação de uma sala comercial, no Centro da cidade, para estabelecermos a sede da Delegacia, que servirá de referência para todos os municípios da Região. Estamos em processo de dissídio coletivo com o sindicato patronal para estabelecermos melhores condições para a categoria regida pela CLT. A pauta desta ação contém 34 cláusulas que regulam desde a ausência ao trabalho para frequência a cursos e congressos até a questão salarial. Tomamos, também, a iniciativa de formar um grupo para tentar conter o aumento abusivo do ISSQN no município de Campos. Mobilização esta que já conta com a adesão de importantes organismos como Conselho Regional de Odontologia (CRO), Associação Norte Fluminense de Engenheiros e Arquitetos (ANFEA), Sindicato dos Médicos de Campos (SIMEC), Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) e Ordem dos Advogados do Brasil-12a Subseção (OAB-Campos). Estamos já tomando medidas para discussão da tabela dos convênios e ações contra o aviltamento profissional promovido pelas administradoras de planos de saúde. Além disso, estudamos medidas a serem implementadas quanto à questão das condições de trabalho dos cirurgiões-dentistas no serviço público e na forma em que se dá o acolhimento e atendimento às necessidades da população. 2- A delegacia que recentemente foi fundada para lutar pela nossa classe, como está a adesão dos Dentistas? E para se associar qual o caminho? À medida que nos mostramos atuantes e acessíveis, vários colegas tem buscado a delegacia para se sindicalizar. Isso reflete a carência de representação que havia e também a confiança no trabalho que vem sendo executado. A sindicalização pode ser feita através do e-mail [email protected], endereço eletrônico para o qual devem ser enviados os dados (CPF, CRO, RG, Nome completo, endereço, telefone e e-mail) e solicitar o envio de boleto da anuidade social manifestando o desejo de sindicalizar-se. Essas e outras informações também estão disponíveis no site www.scdrj.org.br. 3- Qual a abrangência da Delegacia Norte Fluminense do SCDRJ? Quais os municípios envolvidos? A delegacia abrange toda a mesorregião Norte Fluminense e tem sua sede no município de Campos dos Goytacazes, por ser este o munícipio polo regional. Estão envolvidos na delegacia os municípios de Campos dos Goytacazes, São Francisco do Itabapoana, São João da Barra, São Fidélis, Cardoso Moreira, Quissamã, Carapebus, Conceição de Macabú e Macaé. 4- Dr. Alexandre Buchaul, Nesta ultima terça-feira foi feita uma reunião com a delegacia e as entidades CREMERJ, ANFEA, CRO RJ, UNIFLU – FOC, Sindicato dos Médicos de Campos e OAB, o que foi discutido? Discutimos a questão do aumento de impostos. Com a entrada em vigor do novo código tributário os profissionais liberais tiveram um aumento abusivo nas taxas referentes ao ISSQN cobradas pela Prefeitura. A crise econômica afeta o setor privado em grau, não raras vezes, maior que ao setor governamental. Não vemos os aumentos das alíquotas de tributos como forma inteligente de minorar os efeitos da crise. Tais atos inibem a livre iniciativa e o empreendedorismo, levam a menor disposição para abertura de novos negócios, aprofundamento da crise e desemprego, um círculo vicioso que leva toda a economia dos setores numa espiral descendente. De forma mais imediata o aumento de custos ao setor produtivo ainda acaba sendo, necessariamente, repassado ao consumidor. O que dificulta as pessoas o acesso a serviços, neste caso em especial, notadamente os de saúde. 5- Durante a reunião o representante do CRORJ, Dr. Renato Gonçalves, o classificou como um líder e teria feito o desafio, a sugestão, de uma possível candidatura sua a vereador. Desafio aceito? Este é um ponto muito delicado. Uma decisão que atinge muitas pessoas e que acaba sendo analisada e julgada sob muitos pontos de vista diferentes. A atuação política é a forma mais eficaz de trazer benefícios às categorias representadas e à população em geral e quando nos dedicamos à atividade classista sempre nos vemos diante desta possibilidade. Optei, após muitas considerações minhas, de amigos e familiares por abraçar este desafio. Eu tenho um sonho! Gosto de políticas públicas e há tempos acompanho o cenário que se revela diante de nossos olhos, muitas vezes num jogo retórico sem nenhum resultado real. Essa dicotomia entre governo e oposição não traz benefícios a nossa cidade, vejo que precisamos de propostas, de ideias, que nos levem a resolver os gargalos que impedem a todos de viver melhor. Boas propostas são sempre boas propostas não importa de onde venham e más propostas não nos interessam, venham de onde vierem, ainda que revestidas de boas intenções. A decisão de me colocar como pré-candidato a vereador foi bastante difícil, mas uma vez que foi tomada, será levada até o fim com todas as minhas forças. Missão dada é missão cumprida! foto_0257 foto_0247
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Operação Lava Jato Um Marco Na História Do Brasil Com o Delegado Da PF Paulo Cassiano Abrindo A Boca Para Marco Barcelos.
22/01/2017 | 01h03
29-03-2012_4e80676f861469e Penso que a Operação Lava-Jato significa um marco na história política e das instituições no Brasil. Nesse sentido, o juiz Sergio Moro tem desempenhado um papel de grande relevância, fortalecendo os trabalhos de investigação da Policia Federal e julgando os processos com firmeza e rapidez. Não é fácil opinar sobre os fatos sem conhecimento dos autos. De toda forma, a julgar pelo que tem sido noticiado pelos veículos de comunicação, considero que o governo promiscuiu-se com setores do poder, com os propósitos de enriquecimento ilícito de alguns de seus membros e de se perpetuar no poder, e isto merece dura reprimenda do Estado. Independentemente da reação adversa que a Lava-Jato tem gerado nos correligionários do PT, considero que ela não pode retroceder. Pelo bem do Brasil.
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" Não Há, Portanto, Ilegalidade Alguma! Existe Sim, Uma Panaceia Política " Acredita O Juiz Glaucenir Oliveira Abrindo A Boca Para Marco Barcelos.
22/01/2017 | 01h03
IMG_9987 Ressaltei em texto recente que infelizmente ainda existem pessoas neste país fazendo a defesa de cleptocratas do poder que lesam a pátria e assim o fazem a vários anos, protegidos sob o manto das sombras como bem afirmou o excelente e destemido magistrado Sergio Moro, a quem rendo minhas homenagens. Evidentemente que agem desta forma porque estão comprometidos até a raiz com seus interesses ilícitos e políticos, não se importando com os interesses da sociedade brasileira, a qual não suporta mais viver na obscuridade e diante de um gravíssimo quadro de crise ética, moral e econômica, abandonando o país na lama da corrupção jamais vista. Levantam-se contra as investigações da Polícia Federal e contra o trabalho competente e corajoso do Ministério Público Federal e do juiz Moro que vem incessantemente levando para as raias da cadeia pessoas que nunca admitiram isso, além de recuperar enormes cifras financeiras pertencentes ao país e que haviam sido desviadas, empobrecendo os cofres da nação. Grandes empresários, políticos e altos funcionários de Estatais se achavam, até então, acima da lei e da ordem e tomavam para si o comando do país e de suas contas, como se tivessem fundado um banco privado para gerir suas riquezas ilícitas. Aliás, basta ouvir trecho da conversa de Lula, interceptada, na qual ele, acreditando ser uma espécie de imperador do Brasil e intocável, escarneia do Poder Judiciário, especialmente do juiz Moro e dos Ministros do STJ e STF, o que gerou o repúdio do Decano do Supremo e do Ministro João Otavio de Noronha do STJ. Pois bem! A escuta telefônica foi legalmente autorizada pelo citado juiz, cumpriu sua finalidade e descortinou um grave e ilícito esquema de atos atentatórios contra o Poder da República, o Judiciário! Esclareço que a quebra do sigilo das comunicações telefônicas ou "grampo" na linguagem popular, foi determinada, de acordo com a Lei, para linhas telefônicas do Lula, ex presidente e cidadão que não goza de nenhuma autoridade que justifique tratamento diferenciado, como foro por prerrogativa de função ou privilegiado! Em nenhum momento foi grampeado o telefone da Presidente da República ou seus telefones funcionais! Ocorre que ela, como outras figuras do cenário político e eventualmente envolvidos em investigações da Lava-Jato participaram de conversas com Lula, através do telefone já grampeado, razão pela qual as conversas foram interceptadas. É muito simples! Pode ter ocorrido o que se chama de encontro fortuito de provas e descoberta de indícios de crime (de responsabilidade ou comum) praticado pela presidente, que, insista-se, não é indiciada ou investigada ainda e não era alvo das interceptações. Não há, portanto, ilegalidade alguma! Existe sim, uma panaceia política muito bem esquematizada pelo Planalto, envolvendo Lula, Dilma e alguns ministros do governo, para desestabilizar o trabalho do Judiciário que, de forma séria, legal e rigorosa, vem demonstrando ao país o que eles fazem por detrás das cortinas da política, em detrimento do povo que paga impostos extorsivos e não recebe a contraprestação do governo como devido. Posso citar o informativo nº 275 do STJ, referente ao HC 307.152-GO, Relator Ministro Sebastião Reis Junior, 6ª Turma, tendo como Relator do Acórdão o Ministro Rogerio Schietti Cruz, de 19.11.2015, em que, em caso análogo, entendeu também pela legalidade das interceptações telefônicas. Não é demais lembrar que, recentemente, o próprio Eduardo Cardoso, Ministro da Justiça, hoje Advogado Geral da União e que defende os interesses da presidente, em outro caso que envolvia o Mega empresário e contraventor Carlinhos Cachoeira, deu entrevista em rede de televisão e, categoricamente defendeu a legalidade das interceptações telefônicas das conversas daquele como o então Senador Demóstenes Torres, que também tinha foro privilegiado e não estava, a princípio, sendo alvo de investigações e consequentemente de interceptações. Parece que para o ex Ministro da Justiça existem dois pesos e duas medidas, ditadas pela conveniência política! O juiz Moro, ao verificar que a interceptação não era mais conveniente ou necessária, até porque parecia que havia sido descoberta pelo investigado, determinou a suspensão da medida judicial e autorizou a publicidade do seu conteúdo, nos termos do que determina a Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso LX, quanto a publicidade dos atos judiciais. Esclareço ainda que o sigilo das interceptações telefônicas se justificam, legalmente, não para proteção do investigado, mas para o sucesso e eficácia da medida. O único caso de exceção, para o qual deve ser mantido o sigilo, refere-se a fatos pessoais da vida íntima do investigado e que, no caso do Lula, foi respeitado. Assim, a publicidade era devida, necessária e legal diante da Constituição, principalmente quando o teor das conversas é relevante para apuração de crimes e se vislumbra atos atentatórios contra o Poder Judiciário, o que consiste em hipótese de crime de responsabilidade previsto no artigo 85 da Mesma Constituição Federal e que justifica inclusive processo de Impeachment da Presidente da República. Finalizo com a palavras do Ministro do STJ João Otavio de Noronha, o qual, diante do ataque desmedido e preocupante de Lula contra os juízes e as Cortes Superiores afirmou que "A atitude do juiz Moro, gostem ou não, certa ou errada, revelou a podridão que se esconde atrás do poder. Se alguns caciques do Judiciário se incomodam ou invejam, lamento".
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Operação Lava Jato Um Marco Na História Do Brasil Com o Delegado Da PF Paulo Cassiano Abrindo A Boca Para Marco Barcelos.
22/01/2017 | 01h03
29-03-2012_4e80676f861469e Penso que a Operação Lava-Jato significa um marco na história política e das instituições no Brasil. Nesse sentido, o juiz Sergio Moro tem desempenhado um papel de grande relevância, fortalecendo os trabalhos de investigação da Policia Federal e julgando os processos com firmeza e rapidez. Não é fácil opinar sobre os fatos sem conhecimento dos autos. De toda forma, a julgar pelo que tem sido noticiado pelos veículos de comunicação, considero que o governo promiscuiu-se com setores do poder, com os propósitos de enriquecimento ilícito de alguns de seus membros e de se perpetuar no poder, e isto merece dura reprimenda do Estado. Independentemente da reação adversa que a Lava-Jato tem gerado nos correligionários do PT, considero que ela não pode retroceder. Pelo bem do Brasil.
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A Análise Jurídica Das Interceptações Telefônicas Do Investigado Lula Com Dr. José Eduardo Pessanha Abrindo A Boca Para Marco Barcelos
22/01/2017 | 01h03
O cenário jurídico da liberação dos conteúdos das interceptações telefônicas relacionadas ao ex-presidente Lula trouxe à baila algumas implicações jurídicas. Inicialmente (e sinteticamente), as interceptações telefônicas são reguladas pela Lei 9.296/96, exigindo, ab initio, competência judicante, fundamentação, duração razoável e sigilo. Neste contexto, considerando a ausência, até então, de foro privilegiado, tinha o Magistrado Sergio Moro competência natural para determinar, inclusive de ofício, a interceptação telefônica aventada. A questão toma maior vulto quando passamos a análise do momento do término da interceptação, suas conexões e a quebra do sigilo. Quanto ao momento que em o conteúdo foi apresentado ao publico, não merece maiores celeumas, pois a própria Presidente da República, ao afirmar em seu discurso, no dia de ontem – 17/03/3016 – que o termo de posse (mostrado) estaria assinado apenas pelo investigado Lula e não pela própria, o que não configuraria “ ato de posse”, deixa evidente que ainda não havia ocorrido o deslocamento da competência da Justiça Federal de Curitiba para o STF/DF quando da liberação dos conteúdos. A questão inerente a quebra do sigilo é matéria adstrita a imperiosidade processual, direito a privacidade do investigado e, principalmente, Supremacia do Interesse da Sociedade. A Lei 9.296, dispõe, en passant, sobre a “quebra do segredo de justiça” em seu art. 10º, por autorização judicial, sem maiores detalhamentos. Não se pode olvidar que um dos Fundamentos da República (art. 3º, I, da CRFB/88) é construir uma Sociedade livre, justa e solidária, o que, por óbvio, os prováveis embustes inerentes aos investigados, certamente, em nada contribuíam para este nobre intuito. Assim, defensável, embora discutível, a quebra do sigilo realizada. Por último, resta a conexão apresentada com a interceptação relacionada à Presidência da República, em tese, capaz de deslocar a competência para análise da prova para o STF/DF, podendo ser a gravação até inutilizada, nos termos do art. 9º da Lei 9.296/96, a fim de não “contaminar” as demais provas obtidas. Ocorre que a condição de “fortuita” da gravação relacionada a Presidente da República, apenas impossibilita que esta seja usada como meio de prova para apuração de Crime de Responsabilidade desta – presidente – (art. 157 e seguintes do CPP - Código de Processo Penal), porem seu conteúdo não deixa de sustentar a linha investigatória em relação ao ex-presidente Lula, até porque poderia ser obtida por fonte independente (art. 157, § 2º do CPP). Ante o exposto, embora não conservadora, a conduta do Magistrado Moro, ainda que razoavelmente temerária, não infunde nulidade ou anulabilidade capaz de obstar a análise do conteúdo probatório interceptado, notadamente ante as tratativas pouco (ou nada) republicanas contidas nas gravações, demonstrando todo menoscabo dos interlocutores para com as Normas e para com a Sociedade Pátria. Dr. José Eduardo Pessanha - Advogado, Consultor e Professor, especialista em Direito Constitucional e Penal.
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Sonhado Acesso Do Americano Com o Técnico João Carlos Silva Abrindo A Boca Para Marco Barcelos
22/01/2017 | 01h03
10987729_896543233741577_8678672658958821171_o 1- João Carlos, ano passado o tempo para preparar o time foi menor e a equipe treinava em um campo improvisado, agora com maior tempo e uma estrutura excelente no CT. Qual a influência desses fatores no rendimento da equipe? Com certeza poderemos trabalhar melhor algumas situações técnicas, táticas e também fazer um trabalho físico que vise um rendimento da equipe durante todo o campeonato, pois no ano passado tivemos que atropelar algumas valências o que pode proporcionar lesões e quebra de rendimento. 2- O time que montou para este ano tem mais jogadores e consequentemente mais peças de reposição. Acredita que o time está mais forte para conquistar o acesso ou até o título? Não temos mais jogadores que o ano passado, simplesmente trouxemos mais atletas no ano passado e tinhamos um grupo menos equilibrado, nem todas as peças tinham o mesmo rendimento que os jogadores que estavam jogando, acho que este é o ponto interessante, hoje temos um grupo mais equilibrado. 3- João Carlos, você teve proposta da Portuguesa que disputa a série A mas optou em ficar. Pretende fazer um trabalho a longo prazo no Americano? Sim é verdade tive proposta da Portuguesa e também de outra equipe da serie A, fiquei muito feliz por ser o meu trabalho reconhecido, porém meu compromisso com a direção e jogadores não poderia ser posto de lado já que havia poucos dias para a estréia da competição, preferi manter o meu compromisso, espero com a ajuda de Deus, ajudar o Americano a conquistar o acesso. 4- O Americano sempre lançou jovens talentos, você tem observado a base para no futuro aproveitar alguns jogadores? Sim, tenho acompanhado treinos e jogos viajei ate a cidade vizinha onde a equipe sub 20 estava fazendo a preparação para ver um jogo, porém esse trabalho está se iniciando, mas esperamos que de frutos em um futuro próximo. 5- A rivalidade entre torcidas sempre vai haver, qual o conselho que você pode dar para torcer de uma forma saudável? Acho que tem que haver alegria no futebol o torcedor tem que ir aos campos levar seus filhos, a rivalidade sem violência faz parte e engrandece o futebol, mais tudo com segurança e respeito, futebol e uma paixão nacional, acho que temos que ter limites para tudo, vamos nos divertir vendo um jogo de futebol, a violência no futebol só afasta as pessoas e tiram a real beleza de um esporte, que tem que servir para dar alegria e não tristeza.
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Após Nocaute Espetacular Léo Santos Corre Para a Galera Em Vegas e Abre A Boca Para Marco Barcelos
22/01/2017 | 01h03
Vitória de Léo Santos 1- Léo Santos, sua carreira promissora começou dos seis anos apenas, no Mello Tênis Club. Com talento nato você fez uma promessa, no qual cumpriu se tornando o melhor lutador de Jiu-Jitsu na sua categoria, quais os ensinamentos que pode dar as crianças iniciantes do esporte ? Eu quando dou palestras, eu foco sempre nos estudos, na família na dedicação ao que você ama, e mostro que mesmo a criança pobre, que todos acham que nunca vai vencer, pode sim realizar seus sonhos e vencer. E mostro a eles que eu fui um desses meninos e que hoje vivo esse sonho. 2- Sua participação no reality teve como técnico Fabrício Werdum que futuramente iria ganha o cinturão dos pesados. Acredita que você está trilhando os mesmos passos do campeão ? Espero que sim, rsrs!! Mas também acredito que cada um tem seu tempo e sua caminhada, mas com certeza é um ótimo exemplo a ser seguido!! rsrs 3- Uma noite em Las Vegas, que campeões iriam ser protagonistas, o que não esperava acontecer. Tendo nosso Maior astro na atualidade do UFC, José Aldo sofrendo uma derrota por nocaute e você, que ganhou por um nocaute espetacular, o que pensou naquele momento ? Não deu muito tempo para pensar, aconteceu tudo muito rápido, mas fiquei muito triste como aconteceu e com a pessoa que aconteceu, foi muito triste!! 4- Léo Santos, você é conhecido como um exímio lutador de Jiu-Jitsu e ganhou com um direto no queixo. Na sua avaliação chegou a sua melhor forma, se tornando um lutador completo? Acho que uma coisa eu tenho de bom, eu sempre treinei muito e sempre quis ser um lutador completo, para me sentir bem em todas as áreas, melhorar cada vez mais!! Se essa é minha melhor forma e se sou um lutador completo, só o tempo vai dizer, mas pode ter certeza que hoje me sinto confortável em todas as áreas e continuo treinando mais ainda para melhorar muito mais!! 5- É uma grande honra para nós campistas ter um lutador elevando o nome de nossa cidade. O que podemos esperar do nosso ‘’Lamparão’’ ?? Eu sempre gosto de dizer, que não tem como eu prometer a vitória, mas prometo muito profissionalismo e vontade em todas as vezes que eu subir no octogono levando o nome da nossa cidade. Mas como hoje eu luto no melhor e maior evento do mundo, a minha garantia e que estarei sempre ponto para a guerra, independente do resultado!! Hora do Nocaute
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Arquiteto Campista Rodrigo Dinelli Surpreende Com Fachada De Guarda-sóis Na Sapucaí No Camarote Folia Tropical Abrindo a Boca Para Marco Barcelos
22/01/2017 | 01h03
Arquiteto Rodrigo Dinelli com Grazi Massafera no Folia Tropical 1- Rodrigo Dinelli, na sua jovem carreira, tem vários projetos de sucesso, inclusive cenários de novelas da Rede Globo. Há alguns anos projeta um dos maiores camarotes do Carnaval da Sapucaí, um evento conhecido mundialmente pelos luxuosas fantasias e alegria de um povo tão sofrido. Como é participar do maior espetáculo da Terra? É muito bom poder contribuir com os meus traços para dar vida a um espaço de onde as pessoas possam assistir com conforto à esse show maravilhoso, que traduz exatamente a essência do nosso povo. É uma honra poder ser o arquiteto do maior camarote da Sapucaí todos os anos, desde que foi fundado, em 2013. 2- Em que consiste seu projeto para o camarote do carnaval deste ano? Ao contrário de todos os outros camarotes, que tentam trazer o luxo para a avenida, procuro utilizar os elementos da nossa cultura, impregnando em suas paredes a delicadeza das nossas tramas de palha e tecidos, a arte das nossas madeiras, a diversidade das nossas cores, a exuberância da nossas plantas e a vida dos nossos bichos. Dessa vez, o elemento-chave escolhido por mim foi o guarda-sol. A repetição dele envelopa toda a fachada e os tetos dos interiores do camarote, transmitindo com suas cores alegria e tropicalidade. 3- É um orgulho para nós campistas ver um filho da terra goitacá trilhando o caminho do sucesso. Qual a palavra de incentivo para quem quer cursar, ou está cursando Arquitetura? Todo projeto surge a partir de algo que vimos ou sonhamos. Todo arquiteto deve saber que quando se sonha algo grandioso, aquele sonho começa a circular pelas nossas veias e, inconscientemente, quando menos esperamos, tudo começa a brotar pelas nossas mãos em forma de rabiscos, que se tornam os esboços de um projeto! Tudo que consegui até hoje foi sonhando e acreditando que todos esses meus rabiscos se tornariam realidade, mesmo sem ter parentes próximos do meio da Arquitetura para me ajudar. Por isso, aconselho que sonhem bastante, rabisquem bastante, mesmo sem saber desenhar, e com certeza conseguirão concretizar os seus esboços e passar para o público, de alguma maneira, alguma emoção com as suas arquiteturas. Boa sorte! 4- Espera algum dia participar de projeto de carnaval de alguma grande escola de samba? O Carnaval é arte! Penso que tudo que envolve a arte é um prazer pra mim! Novos desafios são sempre bem-vindos e não tenho medo de me jogar! Nunca pensei sobre isso, mas quem sabe, né? Imagina virar um Paulo Barros da vida e arrancar aplausos das arquibancadas do Sapucaí com um carro alegórico inovador! – Brinca o arquiteto. 5- O que te deixou mais realizado nesse Carnaval? Eu ouvi muitos elogios de artistas e de outras pessoas também pelo meu projeto esse ano, principalmente pela criatividade com os guarda-sóis coloridos. Mas confesso que fiquei muito feliz e realizado ao extremo quando ouvi de pessoas de diferentes parte do mundo, inclusive de celebridades internacionais, que eu consegui trazer o Brasil pra dentro do camarote com a minha arquitetura, mostrando o que realmente temos de bonito e verdadeiro, honrando nossas raízes e nosso povo que esbanja alegria! Ouvir isso é, com certeza, a maior recompensa que se pode ter quando realizamos a nossa profissão com amor e dedicação. Artistas na folia foto_1651 Corredor de Eucalípto Corredor de eucalípto do arquiteto Rodrigo Dinelli Fachada de Guarda-sóis foto_1657 Lounge VIP Lounge VIP do arquiteto Rodrigo Dinelli Rodrigo Dinelli e seus Guarda-sóis foto_1745
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Presidente Da JCI Fernando Antonio Loureiro Abrindo a Boca Para Marco Barcelos
22/01/2017 | 01h03
JCI Campos 1- Fernando Antonio Loureiro, o que o levou a aceitar esse desafio de ser Presidente da JCI Campos dos Goytacazes, antiga Câmara Júnior de Campos, que por mais de cinco décadas, formou inúmeros líderes da nossa sociedade campista? - Primeiramente, gostaria de agradecer o convite do meu querido amigo e passado Presidente, Marco Antônio Barcelos, a oportunidade de falar desta organização que tanto contribui para o desenvolvimento de líderes e cidadãos ativos ao redor do mundo, capacitados e motivados em promover mudanças positivas em suas comunidades. Em 2006, tive a honra de ser convidado pelo, então, presidente e hoje Senador JCI Felippe Klem, a conhecer esta Organização que hoje presido com muito orgulho. No mesmo ano, com 18 anos de idade, fui distintivado como membro. Desde então, exerci diversos cargos diretivos dentro da Organização como Diretor de Negócios, em 2009, e Tesoureiro, em 2011, e pude representá-la em diversos eventos municipais, nacionais e internacionais. Durante meus 10 anos no Movimento Juniorístico, participei de diversos projetos de impacto, em diversas áreas: comunitária, de capacitação, de negócios e internacional. Através da participação desses projetos e de nossas reuniões plenárias semanais, pude desenvolver minhas habilidades de liderança, comunicação, organização e negociação que me deram capacidade e confiança para desafiar meu espírito empreendedor e alavancar minha carreira profissional. Em 2014, decide que havia chegado a minha hora de aceitar um novo e grande desafio dentro da JCI em que pudesse continuar me desenvolvendo e retribuir um pouco do que a Organização e seus membros me oportunizaram. Decide me candidatar à Presidência da JCI Campos e fui eleito por unanimidade. O ano de 2016 será de grandes desafios e iremos encará-los com muita determinação e propósito. Faremos valer a nossa Missão ao proporcionarmos oportunidades de desenvolvimento para pessoas jovens criarem mudanças positivas. Estaremos participando ativamente dos acontecimentos da nossa cidade, nos unindo a outras organizações representativas, formando parcerias e impactando positivamente nossa cidade e região. 2- Na história da JCI Campos, diversos projetos pioneiros em nossa cidade foram desenvolvidos, alguns deles marcantes, como a fundação da APOE, CDL e Hemocentro. Qual o planejamento da Gestão 2016? - A história de atuação ativa da JCI em nossa cidade é fascinante. A JCI Campos dos Goytacazes foi responsável por inúmeros projetos que perduram sustentavelmente até hoje em nossa comunidade. Já no início do ano, resgataremos toda nossa história de ativismo e cidadania. Abriremos uma exposição que contará todos os fatos e eventos marcantes em que a JCI esteve diretamente envolvida na sua realização e fundaremos o Clube dos Seniores, onde iremos reunir todos os passados membros, presidentes e senadores da Organização que mantém o Coração Juniorístico ativo, como nosso amigo Marco Antonio, e que continuam buscando formas de mudar a realidade da nossa região, ofertando suas experiências e conhecimentos para continuarmos impactando e transformando a história da nossa cidade. A gestão 2016 também será do Desenvolvimento Pessoal. Buscaremos capacitar diversos grupos da sociedade, promovendo cursos que ofereçam ferramentas de comunicação, liderança, gestão, planejamento, buscando dar maior eficiência aos resultados dos projetos e das iniciativas populares, para assim podermos alcançar um maior número de pessoas. Com toda certeza, será um ano de muitas realizações. Muitos projetos já estão em nosso calendário para serem realizados e muitas novas ideias surgirão para atendermos as demandas da sociedade. A JCI buscará sempre ouvir os anseios da comunidade e, com criatividade e determinação, buscar alternativas para mudar a realidade. 3- Para os jovens com espírito de liderança e empreendedorismo que queiram conhecer e participar da JCI, qual a idade para ingressar, o perfil e o que podem esperar desta fantástica organização? - A JCI é uma organização aberta e democrática, apartidária e sem vínculo religioso, com foco nos jovens de 18 a 40 anos das mais variadas vertentes profissionais de atuação. Um dos grandes diferenciais está na heterogeneidade profissional, de conhecimento e habilidades dos membros, o que vem a enriquecer a organização e os projetos desenvolvidos nas mais diversas áreas. Essa mesma atmosfera torna o ambiente propício e convidativo para novas parcerias. O que nos une é o espírito empreendedor, a vontade de buscar as mudanças positivas que tanto precisamos em toda a comunidade. A postura ativa que cada membro como cidadão carrega dentro de si. Seguindo sua missão de criar oportunidades de desenvolvimento aos jovens, a JCI oferece uma grade de Cursos Oficiais, reconhecidos internacionalmente, que buscam desenvolver habilidades necessárias a um bom líder, oportunizando aos membros, tornarem-se instrutores certificados destes cursos. Através de nossos projetos, capacitamos as pessoas na prática, envolvendo-as nas mais diversas atividades. Além disso, o ambiente de positividade e fraternidade oportuniza novas parcerias e amizades dentro e fora da JCI, seja na Organização Local ou ao redor do mundo. 4- A JCI, Organização Internacional com 100 anos de atuação desde sua fundação, em St. Louis - EUA, em 1915, está presente em mais de cem países, em todos os continentes, e, atualmente, em quarenta e quatro Organizações Locais em nosso país. Qual a oportunidade que os membros têm ao fazer contato com mais de mil companheiros no Brasil e mais de duzentos mil em todo o mundo? - Vivemos em um mundo globalizado, onde as fronteiras territoriais não limitam as da informação e do conhecimento. A JCI precisa estar dentro das comunidades, trabalhando e gerando mudanças positivas. Desta forma, ela caminha em direção à sua missão e é mediante ações locais que geramos os impactos globais e as grandes mudanças. A JCI, por meio de eventos locais, regionais, continentais e mundiais, cria ambientes de integração e cooperação mútua com os jovens das mais diversas localidades do país e do mundo. Através desses contatos, diversos projetos e ideias de sucesso são compartilhados no intuito de expandir e promover maiores impactos positivos. A JCI busca ser vista como a organização que une todos os setores da sociedade ao redor do mundo. Isso traz aos seus membros oportunidades infinitas de networking, experiências e relacionamento. Hoje, tenho amigos em todos os continentes do mundo graças à JCI. Meu envolvimento com a Organização me levou a diversas cidades e países que nunca imaginei conhecer. Conheci pessoas incríveis que se tornaram grandes amigos, graças ao Movimento Juniorístico, pois compartilhamos de um mesmo ideal, um mesmo propósito de vida. Nossa organização é infinita em oportunidades. Cada membro define o tamanho da JCI na sua vida. Eu escolhi com que ela fosse enorme, e hoje colho os frutos das minhas escolhas. 5- Quais os princípios e valores que regem a JCI e devem ser reconhecidos em seus membros? - No início de todo evento e reunião oficial da JCI em qualquer lugar do mundo, recita-se o que chamamos de “Credo Júnior”. A Carta de Princípios da nossa Organização define os valores e propósitos que norteiam nosso trabalho e nossa postura diante da sociedade e das pessoas. É por intermédio desta Carta que todo nosso trabalho e dedicação ganham sentido e valor para nós mesmos e nossa vida ganha um propósito: “Nós Acreditamos: Que a fé em Deus dá sentido e finalidade à vida; Que a fraternidade entre os homens transcende a soberania das nações; Que a justiça econômica pode ser melhor obtida por homens livres, através da livre iniciativa; Que os governos devem ser de leis mais que de homens; Que o grande tesouro da terra está na personalidade humana; E que servir a humanidade é a melhor obra de uma vida.” Gostaria de agradecer novamente ao Companheiro Marco Antônio, um exemplo de força e propósito de vida, pelo convite, e convido a todos que se reconheceram nos mesmos ideais de vida e que queiram se tornar um cidadão mais ativo e uma pessoa melhor, com que conheçam a JCI. Acessem o site www.jci.cc - JCI Mundial e www.jci.org.br - JCI Brasil. Para aqueles que se interessarem, nossas reuniões retornarão após o Carnaval, toda segunda-feira, às 20hs, em nossa sede, no Ed. Pioneiro, no centro da cidade, 7º Andar. Deixo também o nosso contato: [email protected].
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BRILHOS NOS OLHOS DOS ALVINEGROS, COM DEPOIMENTOS NA INAUGURAÇÃO DO CT DO AMERICANO FUTEBOL CLUBE
22/01/2017 | 01h03
Novo-estádio-do-Americano-FC-Tomada-Aérea 1016020_1113803618644244_3297388546382736281_o 12375282_1113800268644579_454792751635444463_o 1047904_1113802078644398_5866843962661119268_o Foi inaugurado em 20/12/2015, a primeira etapa do novo Centro de Treinamento EDUARDO AUGUSTO VIANA DA SILVA do AMERICANO FUTEBOL CLUBE, a Família Alvinegra, convidados e autoridades foram recebidos com muita satisfação por toda a nova Diretoria, onde puderam visitar todas as dependências e observar a magnitude deste complexo, que servirá ao Americano FC e a toda comunidade de Campos dos Goytacazes. Vejamos agora alguns depoimentos das pessoas que participaram desta inauguração: - Cyro Dieguez (Empresário) - A entrega de 1/3 do complexo, é um grande marco para a história do clube. Hoje recebemos uma estrutura que poucos clubes no Brasil têm, precisaremos agora de convênios e principalmente do torcedor para manter tudo isso que nos foi entregue. - Vinícius Birigui (Assessor Parlamentar)- A entrega deste CT para nós da Família Alvinegra, é a certeza do trabalho que vem sendo realizado pela Nova Diretoria, que além de ter resgatado o seu maior patrimônio, que é a sua maravilhosa torcida que vem dando um show nos estádio e participando ativamente da vida do clube, com liberdade de frequentar todas as suas dependências orgulhosamente. - Renê (Ex Jogador do Americano FC)- Direto do novo Americano, venho a agradecer pela oportunidade de reconhecer o trabalho desta nova Diretoria, a qual envio um grande abraço. - Carlos Abreu (Advogado) – Queria deixar nesse espaço um pedido a cada torcedor Alvinegro: Jamais desistam de seus sonhos. Cada sonho que “Deixamos Pra Lá”, é um pedaço do nosso futuro que deixa de existir. Esse legado que estamos deixando, é fruto de um sonho de muitos, que se tornou realidade. - Jocelino Rocha (Fotógrafo)- Queria aproveitar este espaço e solicitar a todos os torcedores do Americano, que adquiram o Título de Sócio Torcedor e ajude ao seu clube de coração, o Glorioso Americano FC. Desde já desejo a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo (2016), com muitas conquistas. - João Carlos Angelo (Treinador)- Com a entrga do CT, o Americano cria condições para em 2016, realizar um trabalho ainda mais forte, visando o acesso a Série A. Nós da Comissão Técnica, nos sentimos orgulhosos em estar fazendo parte deste momento histórico, e esperamos no final da Série B de 2016, estar nos marcando ainda mais o nosso nome na história. - Roberto Pessanha Gomes (Micro Empresário)- A Família Alvinegra está radiante com a inauguração da primeira parte de seu CT, com certeza as possibilidades de retornarmos à Elite do Futebol será mais facilitada, pois com uma estrutura dessas, a Comissão Técnica terá condições de desenvolver melhor os seus trabalhos e os atletas melhor assimilarem.
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Marco Barcelos

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