Sobre os comentários
21/01/2017 | 19h16
Raramente reprovo um comentário aqui no blog. Felizmente na grande maioria das vezes os comentaristas usam o espaço para emitir suas opiniões e não passam disso. Talvez seja por conta do estilo que uso para escrever.
Cada blog tem uma forma de se expressar e respeito todos, mas procuro sempre manter um perfil, digamos, mais light. Isso não quer dizer que não me posiciono. Muito pelo contrário. Só não vou ficar aqui amplificando picuinhas que não levam a nada. Mesmo assim, há alguns poucos casos em que as pessoas passam do limite.
Só reprovo comentários que contenham ofensas ou denúncias. Edição só fiz uma vez, porque o conteúdo era bom e queria aproveitar o texto, mas cortei duas palavras por se enquadrarem em uma dessas situações.
Todo blogueiro da região sabe que quando o assunto é São João da Barra o post bomba, principalmente se o tema é política – e aqui, se não tem nada a ver com política, sempre dão um jeitinho para que tenha. Eu, como moro na cidade, costumo abordar o cotidiano do município com certa frequência. Nativa que sou, sei das polêmicas que qualquer assunto sanjoanense provoca, mas nem por isso vou deixar de dizer o que penso. Só não abro mão do respeito mútuo.
Em pouco mais de nove meses de Entrelinhas só recebi um único comentário que me ofendia. Um texto confuso, não muito específico, que dizia que meu blog era uma farsa. Não aprovei. Também já recusei alguns poucos comentários que ofendiam e/ou denunciavam sem provas alguns políticos, empresários e outros comentaristas do blog. E só. De resto, aprovo o que vier.
Muitas vezes o post gera tantos comentários que os comentaristas ficam debatendo entre si. Minha função é só ir moderando e às vezes até me divirto com o que rola. Mas não vou expor quem participa do blog à irresponsabilidade de denúncias sem provas de outros participantes.
O blog é uma fantástica ferramenta de democratização da informação e de interação. Mas a abertura que ele permite à pluralidade de opiniões é também um risco à integridade moral, ética, profissional, familiar das pessoas. Se não zelarmos por esses valores, o que vira é denuncismo. Isso é imprensa marrom. Isso eu não faço. E enquanto eu tiver este espaço, gentilmente cedido pela Folha, ou qualquer outro, não vou permitir que ninguém faça.
Se eu errei ou vier a errar o farei involuntariamente e quero mais é que apontem meus erros para que eu aprenda e melhore.
Portanto, toda crítica ou elogio a mim, aos meus posts, aos personagens citados por eles e aos participantes do blog é bem vinda, não importa se o alvo são abelhas, marimbondos, bimbinhas ou outros nobres insetos. Só não vamos perder o bom senso.
No mais, repito o que escrevi em meu post de estreia aqui: o importante mesmo é zelar por este nosso sagrado direito de expressar a forma como vemos e como queremos ver o mundo.
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Quase uma rave
21/01/2017 | 19h16
Depois de 10 horas e 20 minutos de sessão, a Câmara de São João da Barra manteve as 23 emendas feitas ao orçamento deste ano, derrubando os vetos da prefeita Carla Machado. Esse é, portanto, o orçamento que vai valer.
Vetos derrubados em SJB
21/01/2017 | 19h15
Já se vão mais de três horas de sessão extraordinária e os vereadores ainda estão no quinto veto de um total de 23 feitos pela prefeita Carla Machado às emendas inseridas pela Câmara no orçamento deste ano.
São 95 páginas. Cada veto é lido, discutido ad nauseam e votado secretamente, vereador por vereador. Tudo muito lento.
Como é dia de casa cheia, os discursos andam mais inflamados que nunca. Três viaturas da PM estão em frente ao prédio. Vai ter intervalo para o almoço e a sessão não tem hora para acabar.
Até agora todos os vetos foram derrubados pelo previsível placar de 5 a 4.
Mais um round
21/01/2017 | 19h15
Quinta-feira tem agito logo cedo em São João da Barra e não é nenhum evento de verão, mas costuma mobilizar tanto quanto ou mais. Os vereadores, que estão em recesso, vão se reunir extraordinariamente às 10h para decidir se vai ser mantido ou não o veto da prefeita Carla Machado às mais de 20 emendas feitas pelo G-5 ao orçamento deste ano. Como o clima entre executivo e legislativo não anda nada bom, tudo indica que vai ser mais uma daquelas sessões com casa cheia.
A polêmica é do tamanho do orçamento milionário. O blog já fez a conta uma vez, comparando com Campos, e refaz agora com os dados do Censo de 2010: dividindo pelo número de habitantes, o orçamento campista de R$ 1.876.789.985,59 representa uma per capita de R$ 4.048. Em São João da Barra, que prevê arrecadar R$ 384.554.300, a per capita é de R$ 11.737.
Pela extensão territorial São João da Barra também ganha: o orçamento representa R$ 839.637 para cada quilômetro quadrado de solo sanjoanense. Em Campos, são R$ 465.589.
Também não custa repetir que o porto do Açu ainda está em obras e, portanto, não é o empreendimento que explica tão farta arrecadação. O aumento do ISS existe, mas não tão expressivo, e a maior parte, disparado, dos recursos que abarrotam os cofres públicos da terra de Narcisa Amália jorra dos campos de petróleo em forma de royalties.
O dinheiro é muito, só que o governo anda de mãos atadas e não conseguiu sequer contratar artistas de expressão nacional para os shows de verão. Os vereadores alegam que há outras prioridades. Sem maioria na Câmara, além de ter a proposta orçamentária retalhada pelas emendas, a Prefeitura hoje só pode remanejar 5% das verbas dentro do orçamento sem pedir suplementação à Câmara. Ou seja, praticamente engessada. Só para se ter uma ideia, em tempos de convivência pacífica entre os dois poderes esse percentual já chegou a 50%.
Choque de ordem na planície
21/01/2017 | 19h15
Passei boa parte da semana em Niterói, a trabalho, entre o Centro, Icaraí e São Francisco. E foi inevitável a comparação com meus dois mundos cotidianos: São João da Barra, onde moro, e Campos, onde trabalho. Apesar das muitas ruas estreitas e do movimento intenso de veículos e pedestres, o que se vê em Niterói é harmonia, educação, respeito e espaços claramente definidos. Nenhum babaca com o som do carro no último volume, nenhuma moto barulhenta, nenhum carro estacionado na calçada, nenhuma vaga para portadores de necessidades especiais indevidamente ocupada, nem lixo acumulado em canto nenhum. Não é o relato do paraíso, claro, porque isso nem deve existir mesmo, mas uma demonstração de que é possível conviver com civilidade.
Se sobra cidadania lá, falta cá na planície. Não vai aqui generalização alguma, mas a óbvia constatação de que tem muita gente mal educada que precisa da aplicação rígida da lei para aprender a viver em coletividade e compartilhar espaços públicos com o mínimo de noção de cidadania.
Já cansei de falar sobre o assunto, especialmente em relação à poluição sonora, que é o que mais me irrita. E andei lendo as queixas de João Noronha, Viviane Aquino e Luciana Portinho. Quem também vem batendo na mesma tecla é o Carlos AA de Sá. Todos empunhando a bandeira do respeito e do cumprimento às leis.
Muito tem sido falado sobre o boom de crescimento que o porto do Açu irá proporcionar à região. E não faltam cobranças nem promessas sobre capacitação para o mercado de trabalho e infraestrutura urbana que evite a favelização. Tudo muito válido, lógico, mas não se observa a mesma vontade política quando o assunto é relacionado à forma como as pessoas convivem em sociedade. Queremos crescer no item desenvolvimento econômico e continuar engatinhando no quesito comportamento social?
Em Campos nem dá mais para contar a quantidade de carros que fazem das calçadas estacionamento. E a Guarda Municipal nem deve dar conta mesmo, porque precisa atuar onde há faixas para orientar os motoristas a dar passagem aos pedestres. Acho isso surreal e toda vez que vejo uma cena assim minha reação é de riso incrédulo. E o caos que é o transporte clandestino de passageiros? E o comércio irregular? Sem comentários.
Em São João da Barra os guardas sumiram. Ver um pelas ruas é tipo ganhar na mega-sena. E o desrespeito é gritante, seja na cidade ou nas praias. Aqui crianças são usadas como air bag dos carros, viajando no banco da frente, no colo do carona ou do motorista; adolescentes pilotam motos não emplacadas e quase ninguém usa capacete, adultos ou crianças. Os veículos estão por toda parte, inclusive na areia da praia. Ah, e também estacionados em frente às garagens.
Recentemente soube de uma iniciativa do Ministério Público que parece ser um passo importante para coibir alguns abusos. Foi em relação aos inúmeros forrós que funcionam em Grussaí, que não só permitem a entrada como comercializam bebidas alcoólicas para menores de idade. Pode ser um bom começo, mas ainda é muito pouco.
Em Campos ou São João da Barra a situação só vai começar a melhorar quando houver uma força-tarefa envolvendo Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia Civil, Detro, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Rodoviária Estadual e Ministério Público. Primeiro através da conscientização, depois pela força da lei. Sempre com o objetivo de zelar pelo bom uso do espaço público e acabar com essa sensação de insegurança que a desordem é capaz de proporcionar.
Cada prefeitura, além de atualizar e fazer funcionar seu código de posturas, poderia também seguir o exemplo da cidade do Rio e criar a secretaria de ordem pública. Mas não vale protecionismo político, tão comum no interior, nem vista grossa. Excessos à parte, o órgão carioca tem feito um bom trabalho. Quer conhecer a estrutura? Clique aqui.
O drama do Vasco
21/01/2017 | 19h15
Mergulhado até o pescoço em uma crise que ainda parece longe de ser resolvida, fragilizado com a série de derrotas que vem amargando nas últimas partidas, o Vasco enfrenta logo mais o Flamengo pelo Grupo A da Taça Guanaraba, neste primeiro turno do Campeonato Carioca. O clássico acontece no Engenhão e é mais um teste pra cardíaco, como diz o chato do Galvão Bueno.
Como gosto mais de futebol do que entendo, prefiro não me arriscar a dar meus próprios pitacos sobre esta triste fase do Gigante da Colina, que a cada dia vai se apequenando mais. Fico então com o texto irretocável do Cesar Tartaglia, da turma do Ancelmo Gois, que traduz com maestria o drama cruzmaltino:
Tem momentos em que fica difícil torcer pelo Vasco. Ultimamente, TODOS os momentos estão difíceis. Rememorando: o grande ditador plantou as sementes da catástrofe no clube, as adubou com malvado zelo e as fez germinar. Só largou o osso quando o quintal estava praticamente podre, terra arrasada. Da danação pelo resto da vida ele não vai se livrar - e nem valia mais a pena voltar a falar no nefasto se a caveira de burro que ele enterrou em São Januário ainda não estivesse exalando seus fétidos odores.
Quer ler o texto completo? Clique aqui.
Delegacia Legal de São João da Barra entregue em fevereiro
21/01/2017 | 19h15
Finalmente o governo estadual vai inaugurar a 145ª Delegacia Legal de São João da Barra. A assessoria de comunicação da Polícia Civil informou ao blog que falta apenas concluir o trabalho de cabeamento no prédio e que a inauguração acontece no mês que vem, em data ainda a ser definida.
A foto acima já tinha sido postada aqui em setembro do ano passado. Mas o cenário é o mesmo: prédio prontinho desde o primeiro semestre, com mobília e tudo, mas funcionar que é bom mesmo, nada. O governo chegou a anunciar a inauguração para junho, só que ficou na promessa.
Enquanto isso, a 145ª DP continua instalada em um prédio alugado, numa rua estreita de área residencial, atrás da igreja de São Pedro. Está lá desde janeiro do ano passado. Antes funcionou em outro prédio, também alugado, por oito meses. O improviso vem acontecendo desde que a delegacia saiu do prédio da antiga estação ferroviária, onde esteve durante décadas. O local hoje abriga a Estação de Artes Derly Machado.
A sede própria está situada na BR 356, em um espaço de 424 m² e que custou pouco mais de R$ 1,3 milhão, incluindo obra física e equipamentos. Sua ocupação significa não só mais conforto para a população, turistas e para os policiais. Representa a implantação do projeto Delegacia Legal, com recursos tecnológicos que vão permitir ligação em rede com bancos de dados, fotos digitalizadas e atendimento por universitários de áreas de humanas, como psicologia, serviço social e comunicação, através de estágio profissional.
Tomara que, desta vez, o prazo se cumpra. Já passou da hora de São João da Barra ter seu sistema de segurança pública melhorado. Que inaugurem e que façam funcionar a contento.
A foto acima já tinha sido postada aqui em setembro do ano passado. Mas o cenário é o mesmo: prédio prontinho desde o primeiro semestre, com mobília e tudo, mas funcionar que é bom mesmo, nada. O governo chegou a anunciar a inauguração para junho, só que ficou na promessa.
Enquanto isso, a 145ª DP continua instalada em um prédio alugado, numa rua estreita de área residencial, atrás da igreja de São Pedro. Está lá desde janeiro do ano passado. Antes funcionou em outro prédio, também alugado, por oito meses. O improviso vem acontecendo desde que a delegacia saiu do prédio da antiga estação ferroviária, onde esteve durante décadas. O local hoje abriga a Estação de Artes Derly Machado.
A sede própria está situada na BR 356, em um espaço de 424 m² e que custou pouco mais de R$ 1,3 milhão, incluindo obra física e equipamentos. Sua ocupação significa não só mais conforto para a população, turistas e para os policiais. Representa a implantação do projeto Delegacia Legal, com recursos tecnológicos que vão permitir ligação em rede com bancos de dados, fotos digitalizadas e atendimento por universitários de áreas de humanas, como psicologia, serviço social e comunicação, através de estágio profissional.
Tomara que, desta vez, o prazo se cumpra. Já passou da hora de São João da Barra ter seu sistema de segurança pública melhorado. Que inaugurem e que façam funcionar a contento.
Onde está a honestidade?
21/01/2017 | 19h15
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=yK7gi0JR8ww[/youtube]
Noel Rosa ao som da Orquestra Imperial para brindar o domingo de verão!
Prefeitáveis de São João da Barra
21/01/2017 | 19h15
São João da Barra tem se tornado, cada vez mais, a menina dos olhos dos políticos da região. É um município de território pequeno, com menos de 500 km², arrecadação farta por conta dos royalties do petróleo (a per capita é quase o triplo em relação a Campos) e sedia o maior investimento privado em infraestrutura portuária da América Latina.
Não bastassem esses ingredientes mais que convidativos, São João da Barra costuma transformar suas disputas políticas em grandes acontecimentos. Os grupos contam com militantes apaixonados e o que acontece aqui é amplificado pela mídia de toda a região.
O resultado disso é que a um ano e meio das convenções partidárias que vão definir os candidatos à sucessão municipal o clima já começa a esquentar. Não faltam nomes se apresentando, especulações e as apostas andam a todo vapor.
Pela situação, o vereador Neco (PMDB), atualmente licenciado para ocupar o cargo de secretário municipal de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos, teria a preferência da prefeita Carla Machado (PMDB), mas fontes ligadas ao governo afirmam que ainda não foi batido o martelo. Algumas correntes defendem o nome do líder do governo, vereador Aluízio Siqueira (PTB). Outro nome citado é o da subchefe de Gabinete, Christiane Assis. Há quem também fale no secretário municipal de Fazenda, Roberto D´Afonseca. Mas a lista do lado governista é maior e provavelmente ainda vai crescer.
Pela oposição o quadro é mais complicado porque eleição em São João da Barra costuma ser encarada como plebiscito, não havendo muito espaço para uma terceira via. Mas é aí que mora o problema: nem o ex-prefeito Betinho Dauaire nem o vereador Alexandre Rosa (PPS), ex-presidente da Câmara, parecem querer abrir mão, pelo menos por enquanto, de disputar a eleição como cabeça de chapa. Nem sequer consolidaram uma aliança.
Para completar a confusão, o vereador Gersinho (PMDB), que acaba de assumir a presidência da Câmara, também já disse que quer ser prefeito. Apesar de ser oposição, ele continua no partido da prefeita e vai precisar de uma legenda para abrigá-lo.
Mas outros nomes, além dos que parecem óbvios, surgem no cenário. Wladimir Matheus, filho do deputado federal eleito Anthony Garotinho (PR), também chegou a ser citado, mas o próprio Wladimir tratou de desfazer o boato. Já o padre Francisco de Assis, ex-pároco do município, confirmou, em entrevista aqui no blog, que quer disputar a eleição de prefeito em 2012. Há ainda o nome do empresário Ari Pessanha, que já concorreu à Prefeitura e por enquanto é uma incógnita.
O ex-prefeito Ranulfo Vidigal disse, por sua vez, também em entrevista aqui, que não vai disputar a sucessão. É hoje um eleitor indeciso que espera o cenário clarear mais. Pelo visto, isso ainda vai demorar muito.
E aí? Alguém mais se habilita?
Dois pesos, duas medidas
21/01/2017 | 19h15
Um dos meus blogs preferidos é o Classe média way of life. Há meses não é atualizado, mas sempre vou lá para ver se seu autor, que assina Pierre do Brasil, resolve voltar a nos brindar com seu humor recheado de duras verdades que, como se diz por aí, atingem direto na veia.
O blog traz textos em formato de dicas para o aspirante à classe média e expõe, com muita propriedade, a hipocrisia da classe média brasileira. É texto inteligente para fazer rir e refletir. Até eu, que de médio-classista não tenho nada, nem no comportamento nem nas posses, já vesti algumas carapuças.
Pois bem, a tragédia que se abateu sobre a população da Região Serrana me fez lembrar uma das “dicas” do Pierre sobre a forma com que a sociedade e a mídia — e uma é espelho da outra — estratificam seu sentimento em relação às vidas e bens materiais perdidos.
A postagem foi feita à época dos deslizamentos em Angra dos Reis. Todos lembram que a chuva varreu o Morro do Carioca, uma comunidade carente. Mas varreu também a exclusivíssima praia do Bananal, na Ilha Grande. Pessoas morreram nos dois lugares, mas o símbolo daquela tragédia foi a filha dos donos de uma pousada, a menina Yumi. No Carioca adolescentes também perderam suas vidas, mas pobre não tem história. É estatística.
Agora o drama se repete. E o comportamento médio-classista também. Alguém por acaso leu alguma linha sobre a babá que morreu junto com boa parte da família do empresário Erick Conolly, em Itaipava?
Como bem disse o Pierre: pobre quando morre é desgraça, rico quando morre é tragédia que abalou a família brasileira.
Quer acessar direto no post? Clique aqui.
P.S.: Vocês viram as criaturas do Rio flagradas desviando donativos que seriam levados à Região Serrana? Sem palavras. Quando os nossos legisladores vão tipificar tal covardia como crime hediondo?
Sobre o autor
Júlia Maria de Assis
[email protected]
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