Sobre os comentários
Raramente reprovo um comentário aqui no blog. Felizmente na grande maioria das vezes os comentaristas usam o espaço para emitir suas opiniões e não passam disso. Talvez seja por conta do estilo que uso para escrever.
Cada blog tem uma forma de se expressar e respeito todos, mas procuro sempre manter um perfil, digamos, mais light. Isso não quer dizer que não me posiciono. Muito pelo contrário. Só não vou ficar aqui amplificando picuinhas que não levam a nada. Mesmo assim, há alguns poucos casos em que as pessoas passam do limite.
Só reprovo comentários que contenham ofensas ou denúncias. Edição só fiz uma vez, porque o conteúdo era bom e queria aproveitar o texto, mas cortei duas palavras por se enquadrarem em uma dessas situações.
Todo blogueiro da região sabe que quando o assunto é São João da Barra o post bomba, principalmente se o tema é política – e aqui, se não tem nada a ver com política, sempre dão um jeitinho para que tenha. Eu, como moro na cidade, costumo abordar o cotidiano do município com certa frequência. Nativa que sou, sei das polêmicas que qualquer assunto sanjoanense provoca, mas nem por isso vou deixar de dizer o que penso. Só não abro mão do respeito mútuo.
Em pouco mais de nove meses de Entrelinhas só recebi um único comentário que me ofendia. Um texto confuso, não muito específico, que dizia que meu blog era uma farsa. Não aprovei. Também já recusei alguns poucos comentários que ofendiam e/ou denunciavam sem provas alguns políticos, empresários e outros comentaristas do blog. E só. De resto, aprovo o que vier.
Muitas vezes o post gera tantos comentários que os comentaristas ficam debatendo entre si. Minha função é só ir moderando e às vezes até me divirto com o que rola. Mas não vou expor quem participa do blog à irresponsabilidade de denúncias sem provas de outros participantes.
O blog é uma fantástica ferramenta de democratização da informação e de interação. Mas a abertura que ele permite à pluralidade de opiniões é também um risco à integridade moral, ética, profissional, familiar das pessoas. Se não zelarmos por esses valores, o que vira é denuncismo. Isso é imprensa marrom. Isso eu não faço. E enquanto eu tiver este espaço, gentilmente cedido pela Folha, ou qualquer outro, não vou permitir que ninguém faça.
Se eu errei ou vier a errar o farei involuntariamente e quero mais é que apontem meus erros para que eu aprenda e melhore.
Portanto, toda crítica ou elogio a mim, aos meus posts, aos personagens citados por eles e aos participantes do blog é bem vinda, não importa se o alvo são abelhas, marimbondos, bimbinhas ou outros nobres insetos. Só não vamos perder o bom senso.
No mais, repito o que escrevi em meu post de estreia aqui: o importante mesmo é zelar por este nosso sagrado direito de expressar a forma como vemos e como queremos ver o mundo.