A Cultura do Descarte
13/08/2024 | 08h22
Artigo de Leandro B. Levone *

Após ter recebido várias mensagens no meu Instagram mostrando preocupação com a chamada “Cultura do Descarte”, tendência da sociedade contemporânea muito difundida nos dias atuais e criticada até mesmo pelo Papa Francisco, decidi escrever este pequeno texto para nossa reflexão.

Nos dias de hoje, tudo e todos são descartáveis. A Cultura do Descarte não contempla apenas bens duráveis, num processo incentivado pelo consumismo desenfreado, onde os objetos só têm valor até serem substituídos por outros, mais caros ou mais modernos. Ela também atinge as pessoas, desde a disseminação do aborto, que descarta a vida humana, até à esfera profissional, onde as pessoas só têm valor enquanto servem a determinado objetivo.

Tudo e todos são medidos somente pela sua utilidade imediata, quase sempre vinculada ao prazer ou à satisfação de desejos incontrolados. Crianças são terceirizadas e descartadas já a partir dos primeiros meses de vida, colocadas em creches ou sob os cuidados de pessoas pouco capacitadas. Os idosos, cada vez mais, são abandonados em “casas de repouso”, enviados pelas próprias famílias das quais, no passado, foram os sustentadores. Afinal, todos estão muito ocupados, precisando trabalhar cada vez mais para ganhar mais, para poder consumir mais e, assim, descartar mais, num interminável círculo vicioso.
Além disso, milhares de adolescentes e jovens são descartados pelas ruas das cidades, sem emprego e sem oportunidades de um futuro melhor, em todo o mundo que chamamos de civilizado. Nas empresas, os funcionários mais idosos são descartados, como se fosse proibido envelhecer e como se toda a sua experiência, acumulada em anos e anos de trabalho e dedicação, de nada valesse, sendo preteridos em favor dos mais jovens, como se fossem simples objetos, trocados pelos mais modernos, pelos últimos modelos.
Eu sou totalmente contrário a essa cultura do descarte. Acredito firmemente que cada indivíduo tem um valor inestimável que vai além da sua utilidade imediata. Em minha trajetória como administrador e líder, sempre procurei valorizar meus colaboradores como se fossem parte da minha própria família. Para mim, cada colaborador é único, e suas experiências, contribuições e história de vida são fundamentais para o crescimento e sucesso de qualquer organização. A amizade, o respeito mútuo e a valorização do ser humano estão no cerne de todas as minhas relações profissionais e pessoais.
Por isso, faço questão de cultivar um ambiente de trabalho onde o bem-estar dos colaboradores é prioridade. Acredito que a verdadeira força de uma equipe vem do apoio mútuo, da valorização das habilidades e da construção de laços de confiança e amizade. Em um mundo onde a cultura do descarte parece prevalecer, estou comprometido em promover um modelo de gestão humana, onde todos se sintam valorizados, respeitados e parte essencial de algo maior.
No dia de hoje, faço um convite à reflexão sobre tudo isto. Será que não estamos realmente construindo e desenvolvendo uma sociedade do descarte? Será que não acabaremos pagando um preço muito alto por isso? Será que esse apelo pela “eterna juventude” não está apenas nos fazendo mais infelizes? Será que a experiência dos mais velhos nada vale para ajudar a solucionar os problemas de hoje? Você já imaginou quando, também, será descartado?

Vamos refletir sobre isso!

Leandro B. Levone*
Administrador, professor, CEO do Centro de Ensino Vértice Sudeste, CEO da Academia da Gestão Pública, mantenedor de Polos da Universidade Estácio, Coach de Carreiras, membro da Sociedade Brasileira de Coaching com Especialização Certificada pela Universidade de Harvard (EUA) e membro da ABMEN - Associação Brasileira dos Mentores de Negócios.
Atua como coordenador de MBA em Gestão Pública, palestrante, consultor de Negócios e consultor Governamental. Possui Mestrado em Economia Empresarial pela UCAM, Mestrado em Gestão Regional e Planejamento de Cidades pela UCAM, e está cursando Mestrado em Negócios Internacionais pela Universidade do Estado da Flórida, no qual foi aprovado em primeiro lugar em todo o Brasil. É pós-graduado em Gestão e Desenvolvimento Empresarial pela UFRJ, especialista em Direito Público pelo IDP – Instituto Brasiliense de Direito Público, MBA Executivo Internacional em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado em Teologia Internacional.
Secretário Municipal de Administração do Município de Natividade de dezembro de 2005 a julho de 2010, também secretário Municipal de Administração, Fazenda e Planejamento, permanecendo até maio de 2015. Possui ampla experiência no desenvolvimento de projetos e soluções públicas e privadas, com uma visão inovadora e foco na inovação disruptiva.
Desde 2009, é professor convidado nos cursos de Pós-graduação Lato Sensu – MBA da FACC-UFRJ (Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro).
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Quado o Amor Acaba
12/08/2024 | 11h58
Quando o amor acaba: como acontece, o que fazer?

Eles apaixonaram-se, amaram-se e deixaram-se. Esse é o roteiro de muitas histórias de casais. Frequentemente, a causa para o rompimento de um relacionamento é que o amor não é mais suficiente. E é aí que o amor acaba.

O amor às vezes tem um começo e um fim. O início de uma história a dois é marcado pela esperança e emoção do encontro, porém os desgostos causados por desentendimentos podem atingir os parceiros de forma negativa. Então, o que fazer quando o amor acaba?

Neste momento em que os pensamentos e as emoções podem ser tão intensos, é preciso estar atento aos sinais que podem ajudá-la a identificar se acabou o amor e algumas possibilidades de como lidar com o término da relação quando o amor acaba!

Como saber quando o amor acaba?
O amor é um sentimento complexo que pode ser difícil de definir. É frequentemente descrito como um sentimento de profunda afeição, cuidado e preocupação por outra pessoa. O amor pode ser romântico, platônico ou familiar.

Mas como você pode saber se o seu romance está chegando ao fim? Alguns sinais podem ajudar a perceber que o amor pode ter ido embora e é hora de você seguir em frente.

Sinais íntimos
O relacionamento é apenas mais um item da sua rotina: Você se levanta, se arruma, dá um beijo de despedida nele, chega em casa, jantam juntos, assistem TV e adormecem na mesma posição de todas as noites.
Você vê o relacionamento apenas como mais um item da rotina diária. Não há nada para esperar. Você pode pensar que está confortável demais, mas o problema pode ser que você realmente não ama mais seu parceiro e/ou acha o relacionamento enfadonho e chato.

Você se sente desconfortável ou até mesmo irritado quando vê outros casais: Ver outros casais tão felizes é como um tapa na cara. Vocês dois já foram assim, certo? Você começa a se questionar se são tão felizes quanto deveriam juntos. Você acaba evitando outros casais porque é muito doloroso. Dói porque você sabe que já acabou o amor entre vocês dois.

Você tem a sensação de que o amor acabou: Sua voz interior diz a você. Não é fácil concluir que acabou o amor. Não é fácil aceitar essa realidade com coragem. No entanto, quando você está sozinho consigo mesmo, na privacidade de seus pensamentos, você está ciente da realidade. Principalmente porque essa certeza perdura no tempo.

Você não se vê mais com essa pessoa no futuro: Quando o amor já acabou, esse fato se manifesta no próprio projeto de futuro, pois ao imaginar o futuro, você não observa o seu parceiro em seu roteiro de vida, mas a imagem do seu bem-estar é a solidão. Você quer ficar sozinho, simplesmente porque agora está experimentando a pior solidão que existe.

Sinais que indicam falta de comunicação
Falta de comunicação: Além de falta de comunicação, vocês também não têm vontade de fazer nenhum esforço para melhorar o diálogo interpessoal. Você não quer se comprometer a fazer mais nada para alimentar essa história porque está longe de sentir o amor que um dia viveu. Isto é, você não quer alimentar uma possível ilusão.
Você diz menos “eu te amo”: Tentar forçar as palavras realmente não funciona. Quanto menos você as sente, menos você as diz. Você pode se surpreender sorrindo e mudando de assunto quando ele disser que te ama.

A conversa sobre o futuro desaparece: No início, tudo o que você fala é sobre o seu futuro juntos. Você fala sobre seu casamento, onde vão morar, o nome de seus filhos e como vão passar a aposentadoria juntos. Com que frequência vocês deixaram de conversar sobre o futuro? Você se pega evitando o assunto? Se sim, é um claro indicador de que seu coração não está mais batendo por ele.
Distância pessoal: Quando o amor acaba, você sente aquela parede que o separa do outro. Uma distância que reflete não só na linguagem verbal, como também na própria expressão corporal. É bem possível que você até queira evitar planos na companhia do seu parceiro porque a presença dele te lembra da realidade da mudança que ocorreu entre vocês.

Tristeza: O fim de um amor deixa inevitavelmente um traço de tristeza, porque é uma manifestação da dor que acompanha a perda emocional. Superar a tristeza após a separação não é uma tarefa fácil, porém é preciso seguir em frente.

O que fazer quando o amor acaba?
Em uma situação em que acabou o amor, você pode interpretar a realidade do seu ponto de vista, mas também deve ter empatia com seu parceiro colocando-se no lugar dele.

Mesmo que seus sentimentos sejam diferentes, você merece estar com alguém que o ama incondicionalmente. Portanto, o adeus é a consequência natural de um processo vital dessas características.

Quem disse que o amor pode acabar?
Em uma separação ficamos na dúvida se realmente o amor acabou. No entanto, pode acontecer que você queira ter mais certeza de qual é a decisão correta. Nesse caso, você pode dar a si mesmo tempo e pedir isso ao seu parceiro.

Não inicie um período de separação por um período indeterminado, ou seja, é conveniente que você especifique uma margem aproximada de dias ou semanas para ter sua resposta final.

Seja qual for a decisão que você tomar, é importante que você assuma o compromisso ético de viver de acordo com o que o amor exige, pois essa é a melhor maneira de encerrar uma história com um final digno desse belo começo.

Terapias de casal: o amor pode ser recuperado?
Existem circunstâncias em que pode ser apropriado lutar por uma última chance e saber como salvar um relacionamento. Por exemplo, quando ainda há um pouco de esperança, embora o amor pareça adormecido no relacionamento.

Em outras ocasiões, acontece que ainda existem sentimentos profundos em relação ao outro, por exemplo, afinidade e companheirismo.

Lutar pela relação quando o amor acaba
Também é conveniente lutar pelo diálogo por meio da terapia de casal porque, ao tomar sua decisão final, você se sentirá mais calmo se tiver feito todo o possível para salvar a relação.

No entanto, o amor é uma questão de casal que implica reciprocidade. Ambos devem ter o desejo e o compromisso de tentar um recomeço, afinal essa atitude de tentar recuperar a paixão indica que o amor jamais acabará.

Você pode tomar a mesma decisão, se além do amor que experimentou, também estiver unido ao seu parceiro pela felicidade em comum dos seus filhos. No entanto, ao final desta terapia, você terá que tomar sua decisão final.

Considerações finais
Deixar de amar não é divertido, mas é fácil perceber os sinais que indicam que acabou o amor. Faça o que é melhor para vocês dois e termine o relacionamento. É a única maneira certa de lidar com isso.
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Qual o seu Legado?
11/08/2024 | 09h54
Artigo por João Ricardo Rodrigues*
A vida nos oferece incontáveis oportunidades de interagir com outras pessoas, e cada uma dessas interações carrega o potencial de deixar uma marca, seja ela positiva ou negativa.

O verdadeiro legado que deixamos não se mede apenas pelo que realizamos em termos materiais, mas principalmente pelo impacto que temos nas pessoas ao nosso redor.

E, nesse contexto, a coerência entre nossos princípios e ações se torna fundamental.

Pense em um encontro casual com alguém conhecido, uma conversa rápida durante a correria do dia!!

Talvez sejam apenas alguns minutos, mas mesmo nesse curto espaço de tempo, temos o poder de fazer com que a outra pessoa saia da interação sentindo-se melhor ou pior do que antes. Isso nos leva a uma reflexão importante: como estamos afetando as pessoas em nossas vidas?

Estamos elevando-as, inspirando-as, ou estamos, inadvertidamente, diminuindo sua energia e entusiasmo?

Ser uma influência positiva na vida de alguém é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma honra!!

Quando alguém reconhece que, graças a nossa presença ou conselho, conseguiu superar um obstáculo ou atingir um novo nível de entendimento, isso reflete o verdadeiro valor de nossas ações.

No entanto, quando nos tornamos uma fonte de negatividade, acabamos não apenas prejudicando os outros, mas também enfraquecendo o nosso próprio legado.

Passar por lugares e deixá-los melhores do que os encontramos deve ser um objetivo constante. Isso não se aplica apenas ao ambiente físico, mas também ao estado emocional e mental das pessoas ao nosso redor.

Uma palavra encorajadora, um gesto gentil, ou até mesmo um simples sorriso, podem transformar completamente o dia de alguém.

Adotar uma postura de presença consciente, onde estamos verdadeiramente atentos e engajados em cada interação, é uma maneira poderosa de garantir que nosso impacto seja sempre positivo.

Ao nos focarmos em como podemos contribuir para o bem-estar dos outros, mesmo em pequenos atos, estamos construindo um legado de empatia, respeito e harmonia.

Portanto, o verdadeiro valor da vida reside na qualidade das marcas que deixamos nas pessoas que encontramos.

Cada dia é uma nova chance de contribuir para um mundo melhor, e cada interação é uma oportunidade de fazer a diferença.

O legado que queremos deixar deve ser construído com intenções sinceras, ações coerentes e um compromisso genuíno de melhorar a vida daqueles ao nosso redor!!!
*João Ricardo é graduado em Administração Pública pela ESIE e em Gestão de Segurança Pública pela UNISUL, além de ser um oficial das Forças Especiais da reserva do Exército. Possui diversas certificações e especializações, incluindo Certified Business Continuity Professional (CBCP) pelo Disaster Recovery Institute International (DRII), Especializações em Administração Estratégica, Cibersegurança e Proteção Digital de Negócios pela FIA Business School, MBA Gestão de Projetos pela UVA, Especialização em Compliance e Integridade Corporativa pela PUC, e MBA em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pelo Instituto Venture.

Com mais de 30 anos de experiência, suas competências abrangem inteligência estratégica, segurança empresarial, gestão de crise e continuidade de negócio, segurança da aviação civil, construção de sistemas de gestão de crise, gestão de contratos de serviços de grandes valores, liderança de equipes de alta performance, investigação de fraudes e relacionamento institucional com a comunidade, no Brasil e em diversos outros países.
 
 
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Aniversário da 2ª Cia de Cães da PM em Macaé-RJ
10/08/2024 | 10h06
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Na sexta-feira, 9 de setembro, em comemoração ao primeiro ano da 2° Cia de Cães em Macaé, do BAC- Batalhão de Ações com Cães da PMERJ-Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, e também entrega de certificados aos melhores do trimestre, o secretário de Segurança Pública de Cardoso Moreira, Rômulo Zaquieu, e os guardas civis municipais Madeira e Rangel, participaram do evento.
Grupo de elite
Grupo de elite / .
Dentre os presentes, um dos autores do livro que, mais tarde virou o filme Tropa de Elite, o coronel PM Batista. Cardoso Moreira criou recentemente um departamento de cães adestrados dentro da Guarda Civil, uma das muitas inovações de sucesso feitas pelo secretário Rômulo.
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O Ódio contra a Mulher (também) na Política
08/08/2024 | 20h34
 Alerta Contra o Discurso de Ódio com as Mulheres na Política
ARTIGO DE ANDERSON LOBO
Os recentes ataques dirigidos à prefeita de Quissamã, Fátima Pacheco, durante uma convenção partidária, evidenciam um grave problema que persiste em nosso cenário político: a violência verbal e o desrespeito à honra das mulheres que ocupam espaços de poder.

É lamentável que, em pleno mês do “Agosto Lilás”, dedicado à conscientização e ao combate à violência contra a mulher, tenhamos que presenciar atos tão deploráveis como os que ocorreram em Quissamã. A prefeita, mesmo não sendo candidata, foi publicamente ofendida e desqualificada por um vereador de outra cidade, que a chamou de "ladra, bandida e vagabunda". Tais declarações, além de inaceitáveis, revelam uma tentativa de intimidação que transcende a disputa política e atinge diretamente a dignidade de Fátima Pacheco, enquanto mulher e representante eleita da população.
Foto Ilustrativa
Foto Ilustrativa / Walpaper


Não se pode normalizar esse tipo de comportamento. A política, mesmo quando acirrada, deve se pautar pelo respeito e pelo debate de ideias. Aplaudir ou incentivar ataques pessoais é caminhar na contramão da democracia e do progresso social. A política não pode, e não deve, ser palco para manifestações de ódio e misoginia.

As reações de apoio que a prefeita Fátima recebeu de outros líderes políticos, como o vice-governador Thiago Pampolha e outros prefeitos da região, são sinais importantes de que há uma consciência crescente sobre a necessidade de combater esse tipo de violência. No entanto, isso não é suficiente. É fundamental que haja uma responsabilização efetiva daqueles que incitam o ódio e a violência contra mulheres na política.

O caso de Quissamã é um reflexo de um problema maior, que se repete em diversas partes do país. As mulheres continuam sendo alvos frequentes de ataques que visam desestabilizá-las e afastá-las da vida pública. Essa realidade precisa ser transformada, e isso só será possível com o engajamento de toda a sociedade em defesa do respeito, da igualdade e da democracia.

Que o episódio de Quissamã sirva como um alerta. Não podemos permitir que o discurso de ódio e a desqualificação pessoal se tornem armas comuns no jogo político. Precisamos, mais do que nunca, de uma política que construa, que dialogue e que respeite as diferenças.

Fátima Pacheco, como qualquer outra mulher, merece ter sua honra resguardada e sua atuação política respeitada. O Brasil precisa evoluir para um ambiente onde as ideias e propostas prevaleçam sobre o ataque pessoal e a violência. Isso não é apenas uma questão de justiça, mas de dignidade humana e fortalecimento da nossa democracia.

Anderson Lobo é editor do portal de notícias CardosoMoreiraNews
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Operação Duas Rodas da PRF
08/08/2024 | 19h42
NOTA DE ESCLARECIMENTO POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL

Em atenção aos questionamentos sobre imagens de uma abordagem que circula nas redes sociais, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que nesta semana foi realizada a Operação Duas Rodas, com o objetivo de coibir o uso inadequado de motocicletas no Norte Fluminense. A operação faz parte das ações da PRF para diminuir os índices de acidentalidade em trechos críticos anteriormente mapeados.

Por volta das 13:50h. de 07/08/24, os policiais rodoviários federais estavam em comando dinâmico pela BR-356 (na altura do Bairro Jockey Club), quando tiveram sua atenção voltada para uma motocicleta, momento em que foi realizada a abordagem que consta nas mídias.

O condutor abordado estava com vestimentas inadequadas para a condução de motocicleta e não usava capacete. O veículo estava com a placa danificada e sem o devido licenciamento. Foram feitas as autuações pertinentes, sendo o veículo foi removido ao pátio contratado.

Em oportuno, a PRF informa que a abordagem feita não segue os padrões e procedimentos da instituição e que possíveis desvios de conduta, por parte do policial rodoviário federal, estão sendo apurados.

A PRF conta com a compreensão da sociedade do Norte Fluminense e informa que permanece firme em seu propósito constitucional de garantir a segurança da sociedade.
PRF-Polícia Rodoviária Federal
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Liderança adaptável
02/08/2024 | 09h40
Artigo por João Ricardo Rodrigues*


 Organizações resilientes se adaptam e crescem diante das adversidades.

 A liderança adaptável é essencial para um ambiente onde a agilidade e o empoderamento florescem. Mas o que significa ser um líder adaptável?

 Líderes adaptáveis reagem de forma ágil a mudanças e crises e aprendem com elas, incentivando suas equipes a fazer o mesmo.

 Reconhecem que não têm todas as respostas e promovem um ambiente onde pensar e agir de forma diferente é valorizado. Um líder adaptável tem uma visão sistêmica, identificando padrões e oportunidades onde outros veem problemas, e visão holística para projetar as consequências, impactos e reflexos de suas decisões.

 Eles estabelecem uma direção clara e cultivam um DNA cultural que orienta decisões e prioridades.

 Líderes adaptáveis realizam sessões de escuta para entender as necessidades dos funcionários e utilizam pesquisas rápidas para obter feedback em tempo real sobre mudanças nas operações e comunicações externas.

 Introduzir práticas eficazes tanto em crises quanto no cotidiano é fundamental, estabelecendo uma direção estratégica baseada em propósito e resultados. Mudanças de modelo de negócios são adotadas rapidamente, gerando maior adesão e eficiência.

 Preservar a energia dos funcionários, enfatizando o bem-estar ao invés de exigir desempenho constante, é uma prática dos líderes adaptáveis. Pausas para reflexão e conexão humana são exemplos de autocuidado que têm um efeito positivo na organização.

 Cultivar líderes adaptáveis é um investimento estratégico que prepara a organização para enfrentar desafios de maneira eficaz e resiliente, garantindo não apenas a sobrevivência, mas também o crescimento contínuo.

 Esses líderes precisam dominar quatro habilidades fundamentais: autoconsciência, comunicação, influência e agilidade no aprendizado!!!

 Autoconsciência envolve conhecer e liderar a si mesmo, refletir sobre habilidades, valores e perspectivas, ajustando-se continuamente para atender melhor às necessidades da equipe e da organização.

 Comunicação eficaz inclui escrever claramente, falar com clareza e ouvir ativamente, alinhando a equipe com a visão organizacional.

 Influência ajuda a comunicar a visão e metas, alinhando esforços e construindo compromisso.

 Agilidade no aprendizado envolve aprender com os erros, fazer perguntas perspicazes e adaptar-se rapidamente a novas situações.

 Desenvolver essas habilidades prepara você para enfrentar qualquer função, garantindo uma liderança eficaz e resiliente em todas as etapas da carreira.

 A combinação dessas habilidades cria um líder capaz de navegar pelas complexidades do mundo moderno, sempre pronto para adaptar-se e prosperar diante dos desafios.
*João Ricardo é graduado em Administração Pública pela ESIE e em Gestão de Segurança Pública pela UNISUL, além de ser um oficial das Forças Especiais da reserva do Exército. Possui diversas certificações e especializações, incluindo Certified Business Continuity Professional (CBCP) pelo Disaster Recovery Institute International (DRII), Especializações em Administração Estratégica,  Cibersegurança e Proteção Digital de Negócios pela FIA Business School, MBA Gestão de Projetos pela UVA, Especialização em Compliance e Integridade Corporativa pela PUC, e MBA em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pelo Instituto Venture.
Com mais de 30 anos de experiência, suas competências abrangem inteligência estratégica, segurança empresarial, gestão de crise e continuidade de negócio, segurança da aviação civil, construção de sistemas de gestão de crise, gestão de contratos de serviços de grandes valores, liderança de equipes de alta performance, investigação de fraudes e relacionamento institucional com a comunidade, no Brasil e em diversos outros países.
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Gusttavo Lima: Carreira com Dignidade
30/07/2024 | 08h39
Artigo de Vera Guimarães*
Gusttavo Lima
Gusttavo Lima / GL QP
A vocação de cantar e encantar corações. Grandes adversidades, formam protagonistas de sucessos: um menino do interior mineiro que sonhava em cantar, viver do seu dom e paixão.
Guerreiro que sonhou, lutou, batalhou, cresceu e conquistou com garra, resiliência e fé uma carreira de sucesso.
Nivaldo Batista Lima, natural de Presidente Olegário (MG), cantor, compositor, produtor e empresário brasileiro é uma das atrações da Expo Campos no próximo dia 8 de agosto.
Prestes a completar 35 anos de vida no dia 3 de setembro, o Embaixador, como é chamado, presenteará os fãs do Norte, Noroeste Fluminense e região com um Mega Show.
Com um repertório vastíssimo, a Estrela de Balada Boa bateu o recorde de um grande cantor holandês que não era quebrado: 13 s13 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso do país.
Gusttavo Lima tem sua própria gravadora a Balada Music, atualmente gerenciada pelo seu sócio Toninho Duetos e tem revelado grandes talentos no mercado musical.
Suas nuances não param por aí, na pandemia movimentou o país e influenciou a cultura e entretenimento, criando suas próprias lives e encantando seguidores e fãs com seu talento e humildade.
Humildade esta que vem de berço, afinal o menininho que cortava cana e batalhava para sobreviver, decidiu lutar pela música com apenas 9 anos de idade, aos 13 já em carreira solo, enfrentou diversos desafios, o maior deles: ir para Brasília com apenas 50 reais no bolso, em busca de uma oportunidade oferecida por um amigo.
Dormiu 3 dias na rodoviária, passou fome, cantou para sobreviver. Nos anos subsequentes, cantou em barzinhos da capital do Brasil, sem alcançar fama, chegou a pensar em desistir. Voltou para Minas Gerais e um primo o levou para Goiânia ( mais dois anos cantando em barzinhos).
Portas começaram a se abrir, shows começaram a lotar, suas músicas viraram sucesso. Sucesso este que tem por base a retidão e o caráter da família, a lealdade dos amigos que oportunizaram seus sonhos. E por falar em sonhos, estes hoje são partilhados com uma família linda e abençoada: a esposa Andressa Suíta, os filhos Gabriel Oliveira Lima e Samuel Oliveira Lima.
Nas redes sociais, os Reels do Instagram, Facebook e demais Plataformas o, seus fãs visualizam seus vídeos e o seu cotidiano profissional e pessoal, que retratam o ser humano incrível que é o Embaixador da Música Sertaneja: Gusttavo Lima. Certamente ficará na história de Campos dos Goytacazes.
*Vera Guimarães é radialista e jornalista
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O pensamento Estratégico e Criativo
25/07/2024 | 13h48
Artigo por João Ricardo Rodrigues*
Internet
Para enfrentar os desafios do ambiente de negócios moderno, a integração do pensamento estratégico e criativo é fundamental.

O pensamento estratégico nos permite visualizar futuros possíveis, enquanto o criativo nos capacita a inovar e adaptar continuamente.

Boas Praticas!!

No MIT, o pensamento estratégico é desenvolvido através do planejamento de cenários, permitindo que os líderes identifiquem tendências e incertezas para criar estratégias robustas. Isso ajuda as organizações a se adaptarem e prosperarem mesmo em contextos incertos.

Na Harvard Business School, a ênfase está em desenvolver habilidades para formular perguntas melhores e abordar problemas complexos de novas maneiras, utilizando uma força de trabalho diversificada e adaptando-se rapidamente às mudanças.

Desenvolver o pensamento estratégico envolve:
Acompanhar Tendências: Identificar oportunidades emergentes.
Análise de Dados: Utilizar KPIs para monitorar a eficácia das ações.
Flexibilidade: Adaptar-se rapidamente às mudanças.

O pensamento criativo, como promovido pelo MIT, envolve questionar o status quo, imaginar novas possibilidades, experimentar e criar soluções inovadoras.

Harvard também valoriza a criatividade, ensinando a transformar obstáculos em oportunidades e a fomentar um ambiente propício à inovação .

Para fomentar o pensamento criativo:
Estimular a Curiosidade: Explorar novas ideias.
Prototipagem e Teste: Implementar ciclos iterativos de prototipagem e feedback.
Ambiente de Colaboração: Criar um ambiente seguro para compartilhar ideias.

A combinação desses dois tipos de pensamento é vital para a longevidade e inovação organizacional.

O pensamento estratégico oferece a visão e o planejamento necessários para alcançar objetivos de longo prazo, enquanto o criativo impulsiona a inovação e adaptação contínua.

É vital que líderes fomentem um ambiente que valorize a inovação e a criatividade.
Promover o pensamento estratégico em todos os níveis hierárquicos é fundamental para o sucesso. O pensamento criativo complementa o estratégico, permitindo a busca por soluções inovadoras.

O planejamento estratégico é uma extensão do papel do líder, envolvendo comunicação hábil e avaliação de riscos. Alan R. Mulally, CEO da Ford Motor Company, enfatiza a importância de conectar pessoas talentosas em torno de um objetivo maior, promovendo contribuições significativas.

Adotar e integrar o pensamento estratégico e criativo não é apenas se preparar para o futuro, mas moldá-lo. Promover um ambiente onde a criatividade é incentivada e novas ideias são sempre bem-vindas.
*João Ricardo é graduado em Administração Pública pela ESIE e em Gestão de Segurança Pública pela UNISUL, além de ser um oficial das Forças Especiais da reserva do Exército. Possui diversas certificações e especializações, incluindo Certified Business Continuity Professional (CBCP) pelo Disaster Recovery Institute International (DRII), Especialização em Administração Estratégica, Cibersegurança e Proteção Digital de Negócios pela FIA Business School, MBA Gestão de Projetos pela UVA, Especialização em Compliance e Integridade Corporativa pela PUC, e MBA em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pelo Instituto Venture.
Com mais de 30 anos de experiência, suas competências abrangem inteligência estratégica, segurança empresarial, gestão de crise e continuidade de negócio, segurança da aviação civil, construção de sistemas de gestão de crise, gestão de contratos de serviços de grandes valores, liderança de equipes de alta performance, investigação de fraudes e relacionamento institucional com a comunidade, no Brasil e em diversos outros países.
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A liderança não é uma qualidade inata
16/07/2024 | 09h44
Artigo de João Ricardo Rodrigues*


 
Ao longo da minha vida, aprendi que a liderança vai além de tomar decisões e gerenciar processos.

Liderar é construir conexões significativas com as pessoas, criando um ambiente de trabalho produtivo e motivador.

A liderança pelo exemplo é fundamental!!

Quando um líder incorpora os valores e comportamentos que deseja ver em sua equipe, ele estabelece um padrão e inspira confiança. Isso motiva os colaboradores a seguirem o mesmo caminho.

Respeito e confiança são construídos através de ações consistentes e autênticas, demonstrando compromisso com os princípios e valores estabelecidos.

Acredito firmemente que todos têm o potencial para serem líderes!!!

A liderança não é uma qualidade inata, mas um conjunto de competências e habilidades que podem ser desenvolvidas.

Pesquisas, como aquelas descritas no Manual de Liderança da ASTD (American Society for Training and Development), afirmam que a liderança está disponível para todos, não sendo reservada para alguns poucos extraordinários.

Desenvolver essas habilidades em cada membro da equipe é importante para criar um ambiente onde todos se sintam capacitados e valorizados!!!

Promover o desenvolvimento contínuo das capacidades dos colaboradores é um pilar central da liderança eficaz. Isso envolve criar oportunidades para aprendizado, incentivar a inovação e proporcionar feedback construtivo, resultando em uma equipe mais engajada e produtiva.

A liderança é uma relação entre aqueles que desejam liderar e aqueles que optam por seguir. A qualidade desse relacionamento é essencial para alcançar objetivos extraordinários.

A relação líder-seguidor, construída com respeito e confiança, é fundamental para um ambiente de trabalho colaborativo e motivador.

Inspirar os outros é uma característica indispensável de um líder eficaz!!!

Inspirar significa comunicar uma visão clara e motivadora, engajando os colaboradores a darem o seu melhor. Também envolve reconhecer e celebrar as conquistas da equipe, criando um senso de pertencimento e valorização.

A liderança eficaz é construída sobre conexões humanas significativas e a promoção contínua do desenvolvimento das capacidades de cada membro da equipe. Ao liderar pelo exemplo, inspirar e desenvolver habilidades, e promover um ambiente de crescimento, podemos transformar organizações e impactar positivamente as vidas daqueles ao nosso redor.

Liderança não é apenas alcançar objetivos; é tocar vidas e criar um ambiente onde todos possam prosperar. Focando nas relações, podemos construir um legado duradouro e significativo.

Liderança é sobre inspirar, fortalecer e conectar, criando um futuro onde a colaboração e o respeito mútuo impulsionem o sucesso organizacional e pessoal.

*João Ricardo é graduado em Administração Pública pela ESIE e em Gestão de Segurança Pública pela UNISUL, além de ser um oficial das Forças Especiais da reserva do Exército. Possui diversas certificações e especializações, incluindo Certified Business Continuity Professional (CBCP) pelo Disaster Recovery Institute International (DRII), Especialização em Administração Estratégica e Cibersegurança pela FIA Business School, MBA Gestão de Projetos pela UVA, Especialização em Compliance e Integridade Corporativa pela PUC, e MBA em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pelo Instituto Venture.
Com mais de 30 anos de experiência, suas competências abrangem inteligência estratégica, segurança empresarial, gestão de crise e continuidade de negócio, segurança da aviação civil, construção de sistemas de gestão de crise, gestão de contratos de serviços de grandes valores, liderança de equipes de alta performance, investigação de fraudes e relacionamento institucional com a comunidade, no Brasil e em diversos outros países.
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Sobre o autor

Nino Bellieny

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