Carnaval de leitura
21/01/2017 | 23h20
Aproveitei o tempo chuvoso do carnaval para colocar a leitura em dia. Acostumado que sou de ler ao menos um livro por mês, dei uma relaxada do meio do ano passado para cá, fruto das inúmeras atribuições às quais me incumbi nesse período. Para recuperar o tempo perdido, li três livros durante os quatro dias de folia. Na realidade, duas leituras e uma releitura. São eles: OS IRMÃOS KARAMABLOCH (Arnaldo Bloch, Ed. Companhia das Letras), que conta a ascensão e queda do império da família Bloch. Interessante acompanhar a saga da família que veio da Rússia, depois de enfrentar a opressão do czar, as arbitrariedades da revolução bolchevique e os horrores da primeira guerra mundial que desembarcou em 1922 no Rio de Janeiro e construiu um dos maiores impérios de comunicação do Brasil com a revista Manchete, Fatos & Fotos, Ele & Ela e que teve o seu ápice (e razão de seu declínio) com a criação da TV Manchete; O QUE OS RICOS SABEM E NÃO CONTAM (Brian Sher, Ed. Fundamento), é um livro de auto-ajuda administrativa, com dicas importantes sobre administração e marketing que podemos utilizar no dia-a-dia de nossa empresa ou de nossa vida profissional. O terceiro livro, que foi uma releitura, é um clássico: FAZER ACONTECER (Júlio Ribeiro, Ed. Saraiva). Júlio Ribeiro, proprietário da Talent, uma das agências de publicidade e propaganda mais conceituadas do mundo, é um profissional altamente conceituado no mercado e consegue colocar, com exemplos práticos, como utilizar os recursos de marketing de forma que a empresa consiga obter o máximo de produtividade. É um livro que, ao mesmo tempo em desmistifica a publicidade e o marketing, nos provoca e questiona. Não tem jeito, mesmo na era da internet e do IPAD, não consigo deixar de apreciar um bom livro de papel.
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Ensino e Empreendedorismo
21/01/2017 | 23h20
O que uma coisa tem a ver com a outra? Acredito que no mundo de hoje, tudo! O mundo vem mudando de uma forma extremamente rápida, que mal nos dá tempo de acompanhá-lo. As tecnologias evoluem a uma velocidade tal que o novo de hoje já é o ultrapassado de amanhã. E o nosso ensino? Bom, o nosso ensino segue os mesmos padrões definidos pela Universidade de Chicago, há muito tempo atrás, pouco se alterando até hoje. Ainda continuamos a ensinar aos nossos alunos matérias que jamais serão usadas por eles ao longo de sua vida profissional. Queremos que eles mirem o futuro, porém o modelo ainda é o mesmo do passado. Em 1905, dentro dos padrões da Universidade de Chicago, o tempo de aproveitamento de uma aula, por aluno, era de 52 minutos. Hoje, esse tempo é de cerca de apenas 8 minutos. A mesma Universidade de Chicago diz que quando as crianças deixam a escola apenas 6,83% do que aprenderam foi efetivamente absorvido, ou seja, desperdiçamos 93,7% do que nos foi passado. A forma de educação de nossas crianças é muito parecida com a linha de produção de um automóvel, tal qual Henry Ford a concebeu em 1908. E quando falo de educação, falo da pública e da particular. Me lembra um clipe do Pink Floyd (Another brick in the wall). Procure assistir esse clipe. Não sou especialista em educação, muito pelo contrário, e, inclusive, não passei de um aluno mediano. Porém, vejo com muita preocupação a não preparação de nossos jovens para o futuro que já chegou. Os jovens não são preparados para empreender, quando, em minha opinião, o deveriam ser desde sua entrada ainda no jardim de infância (nem sei se existe mais isso!). Assusta-me a quantidade de jovens que mal completam o antigo segundo grau ou a faculdade e dizem que o maior desejo é passar em um concurso público. Poucos são os que vejo querendo empreender algo. Se eu fosse dono de escola, colocaria como matéria obrigatória o empreendedorismo. Chamaria para palestras gente como Ricardo Semler, Eike Batista, David Portes (aquele camelô que hoje vive de dar palestras), Ricardo Amorim (Manhattan Connection), Antônio Ermírio de Morais, dentre outros. Em um mundo competitivo como o de hoje, empreender é obrigatório, seja qual for a sua área de atuação. Falo muito isso com minha filha, que está no 4o ano de medicina. Ela tem que aprender a empreender, não basta apenas ser médica. Muito de minha longa colocação acima é fruto de uma preocupação com a profunda transformação que já está ocorrendo em nossa região e muitos não estão percebendo. Os investimentos pesados no Porto do Açu e os que virão para a Barra do Furado não estão sendo percebidos com atenção pelos nossos jovens. Meu medo é que aconteça com Campos e São João da Barra o que aconteceu com Macaé há 30 anos. Me aponte 20 macaenses que ficaram milionários com o movimento gerado pela indústria do petróleo. A maior parte das pessoas que fez fortuna em Macaé veio de fora. Campos precisa incutir nos jovens a veia empreendedora. E precisa capacitá-los com as ferramentas dos empregos do futuro e não com fórmulas consagradas do século passado.
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Oportunidades da TI
21/01/2017 | 23h20
Atuo há 24 anos no  setor de informática, mais precisamente na área de Automação Comercial. E esse setor é parte do complexo de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que tem um peso de 8,3% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Como o setor cresce acima do dobro da expansão do PIB, a projeção é para que o peso de TI no PIB cresça pelo menos 50% nos próximos 10 anos, saltando dos atuais 3,5% para 5,3%. Com o advento da “computação em nuvem” (cloud computing) e da virtualização dos sistemas, os modelos atuais de software e de serviços de TI já estão sendo questionados.  O mundo, em dez anos, não será resultado do avanço linear do que temos hoje em tecnologia. Há o fenômeno avassalador da mobilidade e a explosão das redes sociais. Mais competitivas serão as economias dos países que melhor captarem essa evolução da tecnologia. Entendo que o Brasil deverá estar entre eles, como uma das lideranças do setor. Hoje, os serviços públicos, as inúmeras modalidades de transações financeiras e comerciais, a manufatura, a educação, a saúde e até mesmo o lazer são radicalmente alterados pelas convergências da tecnologia de informação e comunicação reunidas na internet. Por isso, TI é bem mais do que um mero setor da economia. TI é um insumo fundamental para todos os setores econômicos. É a base sobre a qual fluem os serviços e os negócios da economia moderna. Por isso, governo e setor privado devem intensificar os esforços para dotar o Brasil de uma moderna infra-estrutura de comunicações por banda larga, indispensável para que TI possa ser instrumento da melhora da gestão em todos os campos da sociedade. Ao mesmo tempo, devem ser redobrados os esforços para se fazer a plena inclusão digital dos milhões de brasileiros que ainda estão à margem da internet. Em 2009 a indústria de TI teve um faturamento da ordem de US$ 22,4 bilhões, e emprega, no Brasil, mais de 600 mil pessoas, pagando um salário que é o dobro da média nacional. A composição empresarial do setor apresenta uma forma dispersa e inalterada: 94% são micro e pequenas empresas; 5%, médias, e apenas 1%, grandes empresas. Existe uma carência significativa de profissionais qualificados no setor. Projeções apontam, para este ano, um déficit de 71 mil profissionais. Mantendo-se o quadro atual, a falta de profissionais pode chegar a 200 mil em 2013. Para vencer o desafio de aumentar em 50% o peso relativo do setor de Tecnologia da Informação no PIB, o país precisará incorporar cerca de 750 mil novos profissionais ao mercado. Esses números são um desafio para o Brasil. Um profissional de TI precisa ter o domínio de fundamentos como matemática, lógica e inglês dentre outros. Caberá ao poder público dar atenção redobrada à boa formação e qualificação profissional. Além de vetor econômico, TI deve ser vista como vetor educacional. As oportunidades oferecidas pela TI – especialmente de se criar renda e empregos de alto valor – são claras. Uma nova parceria entre o poder público e o setor privado dará ao país os meios para fazer grandes realizações até 2020, usando a TI como recurso estratégico da nação.
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Ainda a BR-101
21/01/2017 | 23h20
Prometo-lhes que não toco mais nesse assunto a partir de agora, mas queria deixar para meus parcos leitores as seguintes informações, para uma melhor análise por parte de cada um. Em 2008 foi apresentado um planejamento por parte da concessionária Autopista Fluminense, braço da OHL Brasil, na sede da Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj). “A concessão da BR 101 Norte é de 25 anos, a contar a partir deste ano. Durante esse período, de acordo com Flávio Almada, diretor superintendente da Autopista Fluminense, o investimento necessário para o período total da concessão é de R$ 1,06 bilhão. A concessionária irá realizar o trabalho em três etapas: de 2008 a 2010 irá recuperar a rodovia, de 2011 a 2013 irá focar no seu melhoramento, e de 2014 a 2033 irá realizar as manutenções necessárias. O cronograma prevê o início do processo de recuperação da rodovia a partir de agosto de 2008.” (fonte:site http://www.ohlbrasil.com.br/ohlbrasil/showInst.aspx?id_canal=49&id_materia=1507) A receita das quatro maiores concessionárias de rodovias do país - CCR, OHL, EcoRodovias e Triunfo - atingiu R$ 7 bilhões em 2010, segundo estimativa setorial. Essas empresas, responsáveis por 26 das 52 estradas sob administração privada, estimam um crescimento de faturamento de 22% em relação a 2009. Diferentemente de outros anos, desta vez a expansão não é resultado da abertura de novas concessões ou da inflação, e sim do crescimento da economia. (fonte: jornal Valor Econômico – dia 13/01/2011) Tiremos nossas conclusões. Os lucros das concessionárias são cada vez maiores, ano após ano, mas nós andamos em estradas que ficam cada vez piores, ainda mais que o trânsito delas aumenta ano após ano. Quem fiscaliza os lucros das concessionárias e controla os investimentos feitos pelas mesmas? Espero que os nossos Deputados Federais possam olhar com lupa esse contrato de concessão e cobrar da concessionária as melhorias a serem feitas na mesma velocidade em que crescem os seus lucros.
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Assalto na BR-101
21/01/2017 | 23h20
É assim que me sinto cada vez que passo por uma das muitas praças de pedágio da BR-101 norte. E porque assalto? porque já pagamos pedágio há bastante tempo e as melhorias que vemos são insuficientes, pra não dizer ridículas. Pagamos um pedágio caro para andarmos em uma estrada esburacada e que continua ceifando vidas diariamente. Sou um usuário quase que semanal do trecho entre Campos x Rio e  quase que diário no trecho Campos x Macaé, e o que vejo de movimento nele (leia-se arrecadação no pedágio) já seria suficiente para fazerem logo a duplicação tão esperada. O incrível é que, viajando ao sul do país, andei por estradas privatizadas para o mesmo grupo empresarial (lá é a Auto Pista Sul), porém, com um detalhe significativo: pedágio a R$ 1,20 (à época) e pistas duplas, bem sinalizadas e sem sequer um buraco. Até quando vamos pagar por esta privatização mal feita com nossas vidas e com as vidas de nossos amigos e familiares? Se a situação já está assim agora, imagina quando o Porto do Açu e da Barra do Furado estiverem a pleno vapor? E a tão falada Cidade X do Eike, com seus 250 mil  habitantes? Que nossos deputados federais possam cobrar do governo federal uma posição mais contundente em relação a esta que ainda é conhecida como Rodovia da Morte.
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2010
21/01/2017 | 23h20
E lá se vai 2010! Mais um ano que se finda e que leva com ele uma sucessão de coisas boas e outras não tão boas. Para mim, pessoalmente e empresarialmente falando, é um ano que não deixará saudades. Para nosso município, foi mais um ano conturbado politicamente. Saiu prefeita; entrou prefeito; tivemos uma "quase" eleição.; voltou prefeita. Enfim, parafraseando o Rei Roberto Carlos, foram muitas emoções. Aos poucos a cidade vai voltando à sua normalidade político-administrativa. E a normalidade político-administrativa é importante para todos os segmentos sociais. O comércio melhora o seu movimento e conseqüentemente emprega mais gente; os partidos políticos podem se organizar melhor com vistas às eleições previstas em seu calendário normal (2012, 2014 etc); os investidores olham com melhores olhos um município que tem o potencial do nosso, porém que tenha uma normalidade política. Perdemos uma copa do mundo em que tínhamos um técnico complicado e que ainda por cima agredia verbalmente  a imprensa e, pensando friamente, com aquela seleção não tínhamos mesmo como ganhar. Que o Mano Menezes, que tem outra personalidade, seja mais bem sucedido. Em compensação, ganhamos de volta o Rio de Janeiro. Com a ocupação da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, os agentes públicos deram uma demonstração de que, quando há vontade política, as coisas podem, enfim, dar certo. Não foi resolvido definitivamente o problema da violência, mas foi dado o tom das mudanças que há tanto tempo o Rio de Janeiro necessita. Na política nacional tivemos a eleição da primeira presidente da história do Brasil (boa sorte a ela) e a oposição buscando se reorganizar, para fazer jus aos votos daqueles 40% de brasileiros que nela votaram. Como 2011 será um ano em que não teremos Copa do Mundo, eleições de qualquer natureza (espero) ou qualquer outro evento ou atividade que possa desviar nossa atenção, espero que seja um ano de crescimento acelerado em nossas empresas, nossa cidade e nosso país. Desejo a todos um 2011 de muita Paz, Saúde, Alegrias e Conquistas. Feliz Ano Novo!!!
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De volta ao normal
21/01/2017 | 23h20
Após as turbulências dos últimos meses, que teve seu ápice nas últimas semanas, parece que a cidade vai voltando novamente a sua normalidade. Isso é muito bom, principalmente quando rebobinamos a fita e voltamos às eleições de 2006. Ninguém ganhou com aquilo. O resultado final toda a população campista sentiu e sente até hoje. Quem se esquece da imagem do avião preto da Polícia Federal no aeroporto de Campos? Felizmente voltamos à normalidade política e espero, sinceramente, que as turbulências possam ter acabado. A normalidade política e administrativa é essencial para que o comércio volte a crescer; para que investidores olhem com mais atenção para a nossa cidade e para que possamos gerar mais empregos e oportunidades para a nossa população.
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Reunião do PSDB
21/01/2017 | 23h20
Participei ontem (14/12) de uma reunião com e executiva estadual do PSDB, no Rio de Janeiro. O motivo da reunião, é claro, as eleições de Campos, Mangaratiba e Valença, que foram marcadas para a mesma data, 06 de fevereiro. Nesses 03 municípios, a orientação do PSDB é buscar, tanto quanto possível, a candidatura própria, buscando dar alternativas político-administrativas aos cidadãos destas cidades. No que se refere especificamente a Campos, por se tratar de um município referência em nosso Estado, a opção pela candidatura própria é um forte desejo da executiva estadual. Entretanto, eles também entendem a necessidade de se construir alianças de modo que possa ser escolhido o melhor caminho para a nossa cidade. Dentro do quadro da candidatura própria, um dos nomes elencados foi o do empresário Geraldo Coutinho. Tucano histórico, está no partido desde a sua fundação e sempre esteve presente nas grandes lutas do PSDB em Campos, inclusive tendo sido um dos que mais se empenhou para tivéssemos a vitória do Serra aqui, no segundo turno, Gel Coutinho, como é chamado pelos amigos, sem dúvida é um dos mais fortes nomes do PSDB local para assumir tal empreitada. Mas não podemos esquecer que o PSDB possui outros nomes de reputação e com excelentes serviços prestados ao nosso município, como Marcelo Mérida, Frederico Paes, Edvar Chagas, Zezé Barbosa dentre outros. O PSDB de Campos, seguindo sempre a orientação da executiva estadual, buscará, dentro de uma aliança programática, formar com partidos que tenham a responsabilidade de manter os avanços obtidos nos últimos anos e preparar a cidade para os desafios futuros que a rápida expansão econômica e social nos impõe.
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Voltando ao Blog
21/01/2017 | 23h20
Quero inicialmente pedir desculpas aos leitores que me acompanham por ter ficado um tempo sem atualizar o blog, mas problemas pessoais e empresariais acabaram por me retirar temporariamente o tempo que dedicava ao blog. Problemas encaminhados, agora estou retornando com força total e prometo mantê-lo sempre atualizado.
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Oposição firme!
21/01/2017 | 23h20

PSDB discute processo de reestruturação e de fortalecimento do partido

Na primeira reunião após as eleições, a Executiva Nacional do PSDB discutiu nesta quinta-feira (18) conduzir um processo de reestruturação e fortalecimento do partido. O primeiro desafio é organizar as convenções municipais , estaduais e nacional. “Haverá uma ação com vistas às convenções”, anunciou o presidente da legenda, senador Sérgio Guerra (PE). Os encontros serão realizados, respectivamente, até os dias 20 de março, 17 de abril e 29 de maio. Durante o encontro, foi criado um grupo que vai sugerir a agenda de trabalho. “Vamos propor medidas para que essas convenções já estejam inseridas no projeto de reconstrução, ampliação e democratização do partido”, acrescentou Guerra. O grupo será formado pelo líder do partido na Câmara, João Almeida (BA), pelo secretário-geral, Rodrigo de Castro (MG), pelos deputados Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES) Carlos Sampaio (SP), além do deputado licenciado Walter Feldman (SP). A primeira medida prevista é o recadastramento dos filiados, a fim de incentivar a participação e o vínculo efetivo dos militantes e simpatizantes com o partido. Também deverá ser feita outra reunião, mais ampla, que deverá ter a participação do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, do ex-governador José Serra (SP), de senadores, entre eles, Aécio Neves (MG), e também dos deputados eleitos. Neste encontro, deverá ser discutida a proposta de Aécio de formar um grupo de notáveis para reformular o programa da legenda. Antes desta reunião maior, deverá haver um encontro dos governadores eleitos pelo partido. Ela está sendo preparada pelo governador reeleito de Alagoas, Teotônio Vilela, que esteve nesta quinta-feira em Brasília. Um consenso da reunião da Executiva é que o partido fará “dura oposição” ao governo federal como forma de defender os 45% de eleitores que votaram no candidato à Presidência José Serra (SP).  Walter Feldman mostrou o tom da postura que será adotada: “A eleição, no Brasil, se sobrepõe à politica. O processo se dá a partir do interesse eleitoral. Falta o debate das ideias. Precisamos repensar o partido, os programas, as ideias”, disse. Presente ao encontro, Vellozo Lucas completou: “A agenda deve conter vários ingredientes em defesa de valores. Estamos motivados para empreender um programa audacioso de fortalecimento das bases do partido”. (Da Agência Tucana/ Foto: Paula Sholl)
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Robson Colla

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