Wladimir inicia novo mandato com trocas
Gabriel Torres - Atualizado em 31/12/2025 10:37
O prefeito de Campos, Wladimir Garotinho
O prefeito de Campos, Wladimir Garotinho / Reprodução
O primeiro ano do segundo governo Wladimir foi repleto de mudanças no secretariado e uma crise na saúde para administrar. Com a reforma administrativa da Prefeitura enviado à Câmara e aprovado, algumas pasta foram extintas e outras criadas. Outro objetivo da reorganização na administração municipal foi a regularização dos funcionários em Regime de Pagamento Autônomo (RPA).
Pode-se dizer que o maior desafio da gestão foi a saúde devido à revogação do cofinanciamento estadual. A medida foi decretada em junho por Rodrigo Bacellar, presidente afastado da Alerj e governador em exercício na época. O impasse ocorreu em meio à disputa política com o Wladimir e, pressionado pela falta de recursos, o Conselho Municipal de Saúde cogitou devolver pacientes de outros municípios. O Ministério Público iniciou investigação sobre o corte no cofinanciamento e o Estado decretou a retomada dos repasses em julho.
Na Câmara, a dança das cadeiras foi intensa. Além dos 25 eleitos, nove suplentes exerceram mandato e a maoiria das trocas ocorreu na base governista em decorrência de compromissos firmados em 2024.
No PP, Fábio Ribeiro, Wainer Teixeira e Marquinho do Transporte foram para o secretariado. As demais mudanças foram no PDT e no PL, com Leon Gomes, Diego Dias e Nildo também assumindo pasta no governo. Ao final, sentaram na cadeira os suplentes Maninho, Vinícius Madureira, Néa Terra, Juninho Jubiraca, Duda de Ururaí, Rio Lu, Marcelo Feres e Beto Abençoado. Na oposição, Thamires Rangel deu lugar à Rogerão.
O prefeito também deu início ao processo para realização do concurso público da Educação com mil vagas, edital publicado e previsão de prova em 8 de março.

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