Orlando Portugal: "Se o Garotinho for pré-candidato a governador, não dá primeiro turno"
“O ex-prefeito Wladimir Garotinho, que é pré-candidato a deputado federal, [..] com toda a articulação que ele tem no Norte e Noroeste Fluminense, ele tem uma eleição dura, mas ao mesmo tempo com probabilidade de ganhar”, afirmou Orlando Portugal, presidente do Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam) e do partido Republicanos, entrevistado desta sexta-feira (24), no programa Folha no Ar, da rádio Folha FM 98,3. Ele ainda projetou o pleito para os cargos do Legislativo na região, como, também, para presidente, governador e senador. Portugal também comentou sobre sua atuação no fundo campista. Por fim, tratou da expectativa com a gestão Frederico Paes e fez um balanço do mandato de prefeito de Wladimir.
Garotinho para governador – "Se o Garotinho for pré-candidato a governador do estado, a partir das convenções, não dá primeiro turno nunca".
Federal em Campos - "Temos algumas indefinições, mas temos o ex-prefeito Wladimir Garotinho que é pré-candidato a deputado federal. Acredito que pelo trabalho desenvolvido não só aqui no nosso município, mas como toda a articulação que ele tem no Norte e Noroeste Fluminense, ele tem uma eleição dura, mas ao mesmo tempo com probabilidade de ganhar. Temos o Caio (Vianna) que vem pela quinta ou sexta vez candidato e tem uma história política de família pelo Arnaldo Vianna. E (Anthony) Garotinho que a gente não sabe. Nós temos a probabilidade de nós termos dois candidatos a federais eleitos".
Estadual na região - "Nós temos três cadeiras estaduais, Carla (Machado), Bruno (Dauaire) e Tiago Rangel. Nós estamos entrando para estadual com (Francimara Barbosa Lemos) a ex-prefeita de São Francisco e pelo Republicanos, com Tiago Virgílio. Campos já teve um momento que teve quatro deputados estaduais eleitos em Campos, porque nós temos um colégio eleitoral com essa possibilidade, como já fizemos isso".
Disputa a governador - "Se você entender que o Eduardo (Paes) está muito bem na cidade do Rio de Janeiro, e dentro das pesquisas a nível estadual ele está 42%. Você tem 64% que ainda não se definiu. O Wilson Witzel estava com 9% quando ele virou em uma semana, 15 dias, foi ao segundo turno e virou governador. Tem um slogan que Zezé Barbosa usava: “quando o povo quer, ninguém segura”. (Vai para o) segundo turno, com certeza".
Gestão de Couto - "O que nos deixa hoje muito satisfeitos em relação ao procedimento do desembargador atual, o governador (em exercício) do estado é que ele já está fazendo uma varredura. Já fez mais de 600 exonerações. Como ele não é político, ele não está buscando banda A, banda B, banda C. Está buscando enxugar a máquina conforme a necessidade de pessoas para o trabalho, para desenvolver o Estado. Você vê uma seriedade, e se ele pegar gosto e for candidato, o tabuleiro muda de novo".
Disputa para Senado no Rio - "Acho muito difícil a Benedita ganhar. Até porque o Rio é de direita, o estado do Rio é de direita. Acredito que a gente faça dois dois senadores de direita. Se o Cláudio Castro vai ou não, depende do STF, depende do TSE e se ele ganhar, ele leva. É uma outra questão".
Lula fora da urna - "O Lula, na minha concepção, não é candidato. Acho que ele não vai terminar a história política dele com uma derrota no sufrágio das urnas. Ele vai sair como presidente do Brasil e vai fazer toda a biografia dele como presidente do Brasil. Vai pegar todas as mazelas jogar no lixo e tudo o que ele fez ou acha que fez de bom e vai escrever a sua grande biografia".
Fim do Bolsonarismo - "Essa questão do bolsonarismo, acho que é uma onda que já está acabando. Embora seja Flávio Bolsonaro, porque as pessoas querem algo diferente. O que eu quero para o meu país? O país não vai fazer nada por mim mais, mas vai fazer pelos meus filhos e pelos meus netos".
Fundecam - "Quando assumi à convite do prefeito Wladimir Garotinho, tive a felicidade de participar do plano de governo do primeiro mandato. Colocamos metas e superamos em muito tudo que foi planejado. Já fizemos até agora em torno de quase 2 mil contratos, e botamos na rua em torno de R$ 18 milhões de reais".
Campos em mudança - "Campos é uma cidade de serviços. E agora, nós vamos virar no futuro uma cidade também da agroindústria. É uma coisa natural. Porque nós temos muitos quilômetros quadrados de terra. É o maior município do estado. Existem várias culturas que estão entrando hoje para serem produzidas no nosso município, como eucalipto, café, abacaxi, entre outras".
Contunuidade - "O governo Frederico é um novo governo, mas do mesmo grupo. Hoje, Wladimir se ausenta para buscar uma cadeira na Câmara Federal, Mas o grupo político, com as ideias políticas e com o planejamento de governo, continuam. Não tenho dúvida alguma que Federico está completamente preparado para esse desafio de comandar o município. São pessoas diferentes, mas que coadunam com as mesmas ideias e pensamento voltado a melhorar o nosso município".
Nota para Wladimir - "Dez. Um homem bem novo, que entrou com muita força de vontade, com muita disposição, que conseguiu pagar 15 folhas no primeiro ano. Wladimir é muito articulado. Por ser jovem, publicitário, ter uma boa relação humana com todos, independente de partido, com todas as pessoas, ele conseguiu muita ajuda junto ao Governo Federal, muita ajuda de emendas, muita ajuda do Governo do Estado. A nossa dependência hoje dos royaltes, ela diminuiu muito. Está em torno de 30%, mas já teve 70%, 80%".
Garotinho para governador – "Se o Garotinho for pré-candidato a governador do estado, a partir das convenções, não dá primeiro turno nunca".
Federal em Campos - "Temos algumas indefinições, mas temos o ex-prefeito Wladimir Garotinho que é pré-candidato a deputado federal. Acredito que pelo trabalho desenvolvido não só aqui no nosso município, mas como toda a articulação que ele tem no Norte e Noroeste Fluminense, ele tem uma eleição dura, mas ao mesmo tempo com probabilidade de ganhar. Temos o Caio (Vianna) que vem pela quinta ou sexta vez candidato e tem uma história política de família pelo Arnaldo Vianna. E (Anthony) Garotinho que a gente não sabe. Nós temos a probabilidade de nós termos dois candidatos a federais eleitos".
Estadual na região - "Nós temos três cadeiras estaduais, Carla (Machado), Bruno (Dauaire) e Tiago Rangel. Nós estamos entrando para estadual com (Francimara Barbosa Lemos) a ex-prefeita de São Francisco e pelo Republicanos, com Tiago Virgílio. Campos já teve um momento que teve quatro deputados estaduais eleitos em Campos, porque nós temos um colégio eleitoral com essa possibilidade, como já fizemos isso".
Disputa a governador - "Se você entender que o Eduardo (Paes) está muito bem na cidade do Rio de Janeiro, e dentro das pesquisas a nível estadual ele está 42%. Você tem 64% que ainda não se definiu. O Wilson Witzel estava com 9% quando ele virou em uma semana, 15 dias, foi ao segundo turno e virou governador. Tem um slogan que Zezé Barbosa usava: “quando o povo quer, ninguém segura”. (Vai para o) segundo turno, com certeza".
Gestão de Couto - "O que nos deixa hoje muito satisfeitos em relação ao procedimento do desembargador atual, o governador (em exercício) do estado é que ele já está fazendo uma varredura. Já fez mais de 600 exonerações. Como ele não é político, ele não está buscando banda A, banda B, banda C. Está buscando enxugar a máquina conforme a necessidade de pessoas para o trabalho, para desenvolver o Estado. Você vê uma seriedade, e se ele pegar gosto e for candidato, o tabuleiro muda de novo".
Disputa para Senado no Rio - "Acho muito difícil a Benedita ganhar. Até porque o Rio é de direita, o estado do Rio é de direita. Acredito que a gente faça dois dois senadores de direita. Se o Cláudio Castro vai ou não, depende do STF, depende do TSE e se ele ganhar, ele leva. É uma outra questão".
Lula fora da urna - "O Lula, na minha concepção, não é candidato. Acho que ele não vai terminar a história política dele com uma derrota no sufrágio das urnas. Ele vai sair como presidente do Brasil e vai fazer toda a biografia dele como presidente do Brasil. Vai pegar todas as mazelas jogar no lixo e tudo o que ele fez ou acha que fez de bom e vai escrever a sua grande biografia".
Fim do Bolsonarismo - "Essa questão do bolsonarismo, acho que é uma onda que já está acabando. Embora seja Flávio Bolsonaro, porque as pessoas querem algo diferente. O que eu quero para o meu país? O país não vai fazer nada por mim mais, mas vai fazer pelos meus filhos e pelos meus netos".
Fundecam - "Quando assumi à convite do prefeito Wladimir Garotinho, tive a felicidade de participar do plano de governo do primeiro mandato. Colocamos metas e superamos em muito tudo que foi planejado. Já fizemos até agora em torno de quase 2 mil contratos, e botamos na rua em torno de R$ 18 milhões de reais".
Campos em mudança - "Campos é uma cidade de serviços. E agora, nós vamos virar no futuro uma cidade também da agroindústria. É uma coisa natural. Porque nós temos muitos quilômetros quadrados de terra. É o maior município do estado. Existem várias culturas que estão entrando hoje para serem produzidas no nosso município, como eucalipto, café, abacaxi, entre outras".
Contunuidade - "O governo Frederico é um novo governo, mas do mesmo grupo. Hoje, Wladimir se ausenta para buscar uma cadeira na Câmara Federal, Mas o grupo político, com as ideias políticas e com o planejamento de governo, continuam. Não tenho dúvida alguma que Federico está completamente preparado para esse desafio de comandar o município. São pessoas diferentes, mas que coadunam com as mesmas ideias e pensamento voltado a melhorar o nosso município".
Nota para Wladimir - "Dez. Um homem bem novo, que entrou com muita força de vontade, com muita disposição, que conseguiu pagar 15 folhas no primeiro ano. Wladimir é muito articulado. Por ser jovem, publicitário, ter uma boa relação humana com todos, independente de partido, com todas as pessoas, ele conseguiu muita ajuda junto ao Governo Federal, muita ajuda de emendas, muita ajuda do Governo do Estado. A nossa dependência hoje dos royaltes, ela diminuiu muito. Está em torno de 30%, mas já teve 70%, 80%".