Carnaval em Campos é só na lembrança de outros tempos. Pudera. O Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop), construído no governo Rosinha Garotinho, para sediar desfiles de blocos e escolas de samba, está inativo.
O Cepop, fechado mesmo no Carnaval, pode ser considerado um elefante branco. E a pecha vem lá detrás, no segundo governo de sua criadora, entre 2012-2016. Desde então a passarela não teve atividades mínimas que justificassem tal obra.
Tanto é que logo no primeiro Carnaval, após a construção, o Cepop mostrou que precisaria de atrações de fora para despertar o interesse do campista em comparecer às suas arquibancadas.
O Cepop, fechado mesmo no Carnaval, pode ser considerado um elefante branco. E a pecha vem lá detrás, no segundo governo de sua criadora, entre 2012-2016. Desde então a passarela não teve atividades mínimas que justificassem tal obra.
Tanto é que logo no primeiro Carnaval, após a construção, o Cepop mostrou que precisaria de atrações de fora para despertar o interesse do campista em comparecer às suas arquibancadas.
GASTO DE R4 100 MILHÕES
E assim foi feito a partir da criação do chamado “Carnaval Fora de Época”. A Prefeitura passou a trazer, com remuneração, alas de escolas de samba vencedoras nos desfiles do Rio de Janeiro. Nem assim o Cepop, ano após ano, esgotou lotação.
E pensar que foi destinado na sua construção nada menos que R$ 100 milhões, valores de 12 anos atrás. Sem uso, o Cepop mostra que o que se gastou ali representa investir em um monumento ao desperdício.
E assim foi feito a partir da criação do chamado “Carnaval Fora de Época”. A Prefeitura passou a trazer, com remuneração, alas de escolas de samba vencedoras nos desfiles do Rio de Janeiro. Nem assim o Cepop, ano após ano, esgotou lotação.
E pensar que foi destinado na sua construção nada menos que R$ 100 milhões, valores de 12 anos atrás. Sem uso, o Cepop mostra que o que se gastou ali representa investir em um monumento ao desperdício.
