Alerj se movimenta para a eleição da Mesa com candidatura única de Rodrigo Bacellar
23/01/2025 | 07h44
A eleição para a presidência da Assembleia Legislativa será no dia 3 de fevereiro, dois dias após o fim do recesso parlamentar. Nos bastidores da Casa os deputados se movimentam com vistas à sucessão da Mesa-Diretora. Ao contrário do que ocorreu em 2023, quando houve uma disputa pela presidência da Casa, desta vez há a possibilidade de o presidente Rodrigo Bacellar concorrer em chapa única.
Na terça-feira (21), revela o Globo, Rodrigo Bacellar recebeu o apoio da bancada do Partido Progressista. A mobilização em torno da reeleição do parlamentar campista vai fluindo. Em 2023, o Partido Liberal teve um racha pela cadeira mais almejada da Alerj: Bacellar estava no partido e era o candidato apoiado pelo governador Cláudio Castro.
No entanto, uma ala dissidente do partido, capitaneada pelo presidente estadual, e deputado federal, Altineu Côrtes apoiava outro correlegionário: Jair Bitterncourt. A disputa causou um racha no governo recém eleito, com brigas internas que respingaram na composição do secretariado de Castro.
A votação quase parou na Justiça — que chegou a determinar a que o voto fosse secreto — e terminou com Jair retirando a candidatura minutos antes e Bacellar eleito com 56 dos 70 votos.

Mas, dessa vez, cita o Globo, acordos estão sendo costurados para evitar os atritos do último pleito. Agora no União Brasil, e presidente estadual da sigla, Bacellar deve abrir mão da 1ª vice-presidência da Assembleia, que está com seu partido, para aceitar em sua chapa um nome indicado pelo PL.
Este cargo é estratégico, já que o indicado assumiria o comando da Alerj, caso Bacellar decida sair candidato ao governo do Rio em 2026.
Compartilhe
Lembrança de dias amargos na BR-356, entre Campos-Atafona
21/01/2025 | 07h36
Esta foto ilustrou uma postagem inserida aqui no dia 21 de janeiro de 2021. Vivia-se dias amargos no enfrentamento à Covid-19, que causou tantas mortes.
No deslocamento para as praias de Atafona e Grussaí enfrentava-se barreiras sanitárias na BR-356.
O acesso, para quem não tinha residência xa em São João da Barra, era proibido por conta da pandemia.
Mas tudo passa na vida. Hoje é pista livre. Graças a Deus, o vírus vai sendo vencido pela vacina.
Compartilhe
Cavalgada no calendário oficial do estado
17/01/2025 | 08h14
 A vertical shot f two men riding horses around the city
A vertical shot f two men riding horses around the city / Vertical shot f two men riding horses around the city
Agora é Lei. O dia 30 de maio é oficialmente o Dia Estadual da Cavalgada. A Lei Nº 10.653, que estabelece a comemoração, é de autoria do deputado estadual Thiago Rangel (PMB) e recebeu a sanção do governador Cláudio Castro (PL).
Segundo o autor, a nova Lei é uma forma de homenagear esta manifestação cultural que acontece em quase todos os municípios do estado.

O parlamentar defende ainda que esses eventos movimentem a economia dos municípios locais.
“A homenagem é muito justa e mais que merecida. A cavalgada é uma manifestação cultural, só que em forma de passeio, realizada por grupos de cavaleiros e amazonas, entre crianças e idosos. Uma cavalgada pode ser realizada por motivos religiosos, cívicos, diversão, esporte, ou associação de duas ou mais dessas atividades”, justificou Rangel.
(Alerj - Ascom)
Compartilhe
Atafona fica sem água para reparo emergencial
15/01/2025 | 16h47
A Cedae executa, nesta quarta-feira (15/1), reparo emergencial no sistema de abastecimento de Atafona, em São João da Barra. A previsão é que o serviço seja concluído ainda na noite de hoje. Durante o período, o fornecimento de água está interrompido para a localidade.

O abastecimento será retomado gradativamente assim que o reparo for finalizado, mas pode levar até 24 horas para se normalizar.

Imóveis com caixa-d’água e/ou cisterna não devem ser afetados pela interrupção temporária do fornecimento de água. Como nem todos têm reservatórios, a Companhia recomenda aos consumidores que armazenem água para o período, adiando tarefas não essenciais. Clientes da Cedae podem solicitar caminhão-pipa pelo telefone 0800-282-1195.
Compartilhe
Vantagens que fazem uma grande diferença
15/01/2025 | 09h15
Da série "Rir Faz Bem":
Por que os homens não ficam deprimidos e são mais felizes que as mulheres?
- Futebol: o melhor remédio.
- Não engravidam.
- Os mecânicos não mentem para eles.
- Rugas são traços de caráter.
- Barriga é prosperidade.
- Cabelos brancos, charme.
- Os sapatos não lhes machucam os pés.
- As conversas ao telefone duram apenas 30 segundos e olhe lá.
- Para férias de 10 dias, precisam apenas de uma mochila.
- Se outro aparecer na mesma festa usando uma roupa igual, não há nenhum problema.
- Cera quente, não chegam nem perto.
- Sua roupa íntima custa no máximo R$ 40, em pacote de três.
- Três pares de sapatos são mais que suficientes (1 chinelo, 1 sapato e 1 tênis bastam).
- São incapazes de perceber que a roupa está amassada.
- Seu corte de cabelo pode ser o mesmo durante anos, aliás, décadas.
- Os shoppings não fazem falta para eles.
- Se um amigo chamá-lo de gordo, careca, etc, isso não abala em nada a amizade deles. Aliás, é prova de grande amizade.
Compartilhe
Alerj convoca deputados para substituir os eleitos prefeitos
13/01/2025 | 08h38
A Assembleia Legislativa convocou, por meio de publicação no Diário Oficial, nove deputados estaduais para assumirem seus mandatos em substituição a parlamentares eleitos prefeitos e também aqueles que se licenciaram para assumir secretarias estaduais e municipais.
Seis desses suplentes tomam posse de forma definitiva, enquanto outros três foram chamados para substituir deputados que se tornaram secretários no Executivo estadual e/ou municipal.

Alexandre Knoploch (PSC), por exemplo, assume o mandato em definitivo no lugar de Léo Vieira (PSC), novo prefeito de São João de Meriti. Knoploch retorna para o seu segundo mandato na Alerj, assim como o delegado Carlos Augusto (PL),que entra no lugar de Dr. Serginho (PL), agora prefeito do município de Cabo Frio.

O deputado Marcelo Dino (União) também passa a ter o mandato de maneira definitiva, pois herda a vaga de Márcio Canella (União), recém-empossado prefeito de Belford Roxo. Por sua vez, o parlamentar Sérgio Fernandes (PSD) consolida sua presença na Casa em substituição a Eduardo Cavaliere (PSD), agora vice-prefeito do Rio de Janeiro.

Estreantes no Parlamento

Outro deputado que deixa a Alerj é o petista Andrezinho Ceciliano, empossado prefeito da cidade de Paracambi, e quem assume em seu lugar é Lilian Bhering (PCdoB), que está na sua primeira legislatura. A também estreante Sarah Pôncio (Pros) entra na vaga de Tande Vieira (Pros) , que tomou posse como prefeito do município de Resende.

Quem também retorna à Casa para mais um mandato é o deputado Átila Nunes (PSD). Ele entra como suplente no lugar do deputado Guilherme Schleder (PSD), que está como secretário municipal de Esporte. Já Marcus Muller (União) assume a vaga do deputado Bruno Dauaire (União), investido no cargo de secretário estadual de Habitação de Interesse Social.

Por fim, a deputada Martha Rocha (PDT) se licenciou da Alerj para assumir a Secretaria Municipal de Assistência Social e na sua vaga entra o suplente Ricardo da Karol, que já foi deputado estadual e federal pelo Rio de Janeiro.
(Ascom/Alerj)
Compartilhe
A praia de Grussaí no verão de 1955
12/01/2025 | 08h36

Por Agenor Portelli Magalhães, no Blog Dijaojinha em 2013:
Juntamos uma garotada numa faixa de idade de 16 a 18 anos e fomos disputar uma partida de futebol com Atafona, nossa rival em todos os sentidos, em nível social (gente da melhor sociedade de Campos) e no esporte.
Grussaí era a praia preferida do pessoal da roça, notadamente da região de Barcelos.
Lá chegando, ficamos surpresos com a esperteza da turma de Atafona, que arregimentou meio time do Americano para nos enfrentar. Estavam lá Carlinhos Baldan, J. Costa, Ovilson, Dedé, Alaôr, etc.
Nossa equipe era composta pelos Magalhães (Agenor e Paulo, já que Luiz estava em Niterói cursando vestibular), pela família de Hélio Batista (Caixa d'água, Paulinho Africano, Cacá), família Maciel (Cremilce, Clodomiro, Clodoval), Carlinhos (Lorde Redondo), Rafael, Antonio Bichara e outros.
Começamos a levar uma surra, 1x0, 2x0, 3x0, quando perdi a cabeça e dei um pontapé violento nas costas de Alaôr, o zagueiro adversário.

O time de Atafona partiu para cima de mim com Ovilson me acusando de provocador. Ovilson era meu técnico no Americano e também era soldado do Corpo de Bombeiros.
Apesar da minha culpa tinha a obrigação de me defender, mas, ao contrário, insuflou os ânimos contra mim.
Fui salvo pelo J. Costa. Perdendo a serenidade e a condição de continuar no jogo dei meu lugar ao Antônio Bichara.
REVANCHE EM GRUSSAÍ
Passados alguns dias fomos convidados para uma revanche em Grussai. Chamei os irmãos Dalton (Dalton da Roça) e Décio Crespo que veraneavam em Grussaí.
Ambos jogaram no Rio Branco, sendo que o Décio estava no juvenil do Flamengo.
Lorde Redondo, depois de uma boa promessa no juvenil do Campos, foi treinar no Flamengo e voltou de lá com um problema no osso da canela, encerrando prematuramente uma promissora carreira.
ESTRELAS DO TIME
Esses três seriam o que podíamos chamar, nas circunstâncias, de estrelas do time. Era pouco para enfrentar a forte equipe de Atafona.
Lembrei-me então que a Portuguesa do Rio tinha um ponta direita chamado Magalhães.
Espalhei que o Magalhães viria reforçar nossa equipe. Logo a noticia chegou a Atafona e, no dia do jogo, eles trouxeram um lateral esquerdo do Rio Branco para marcar o Magalhães.
Desta feita vieram também com os irmãos Hélvio e Helvécio (Bolão) Santafé, que não haviam jogado a primeira partida.
INCENTIVO DOS VERANISTAS

No dia do jogo, em campo improvisado atrás da Igreja, recebemos o incentivo dos veranistas de Grussaí que foram lá nos dar força.
Magalhães, conforme anunciado, se apresentou em grande estilo: com tornozeleiras e uma joelheira na perna esquerda.
A garotada logo o cercou para apalpá-lo. Naquela época não era costume pedir autógrafo, mas a garotada queria mesmo era tocar o ídolo.
BOA FORMA 

A instrução que dei foi lançar bolas para o Magalhães para aproveitar sua agilidade e boa forma física.
No primeiro lançamento Magalhães pegou a defesa adversária de surpresa e foi até a lateral da área e disparou um cruzado violento na altura da marca do pênalti.
Não chegamos a tempo de finalizar. Em nova investida pela direita Magalhães foi até junto à bandeirinha de córner e fez um cruzamento sobre a área lançando a bola e a bandeirinha juntas.
Carlinhos Baldan saiu em estilo e catou a bola no ar.
A seguir, os adversários colocaram três marcadores sobre o Magalhães e neutralizaram nossas ações pela direita.
Era o que queríamos, passamos a atacar pela esquerda, equilibramos o jogo e terminamos empatados em 1 x 1.
LENDA E FOLCLORE

No verão seguinte a garotada não falava outra coisa a não ser lembrar a atuação de Magalhães.
Rememoravam os dribles, as matadas de bola, as fintas, os rushs do meio de campo, a bicicleta, coisas que nunca aconteceram foram fazendo parte da lenda e do folclore.
Sempre que me cobravam o retorno de Magalhães eu justificava a dificuldade dele se afastar do Rio devido ao campeonato carioca em pleno andamento.
Pouco tempo atrás me encontrei com Dalmir Santos Miranda para um almoço no Rio.
No decorrer da conversa ele me falou que estivera na semana anterior com o Magalhães em Campos.
RELÓGIO MIDO

Ficou sabendo que assaltaram a casa dele e levaram inclusive o seu relógio Mido que eles haviam comprado juntos na mesma relojoaria.
Sensibilizado com a perda do relógio de estimação, Dalmir tirou do pulso seu próprio relógio Mido e o deu de presente a Magalhães.Como eu não sabia ou não me lembrava dessa história do relógio perguntei ao Dalmir:
— Mas porque você está chamando o Luiz de Magalhães?
— Ué, Magalhães da Portuguesa.
— Magalhães da Portuguesa? — repeti incrédulo.
— É, o Magalhães da Portuguesa — voltou a afirmar, convicto.
— Dalmir, o Luiz nunca jogou na Portuguesa, essa foi uma história que eu inventei há 50 anos, lá em Grussaí, para atemorizar a turma de Atafona.
— Mas, mas durante 50 anos vocês me fizeram acreditar que o Luiz era o Magalhães e eu....
A decepção estampada na face de Dalmir me fez refletir e concluí que a verdade era mais crua que a mentira: você não pode matar um mito impunemente.
 
Compartilhe
Rolam especulações nesta época do ano...
11/01/2025 | 07h44


No futebol brasileiro, o período é de compra e venda de jogadores. E a imprensa esportiva, em meio a muitas especulações, aponta que um ou outro clube contratou este e aquele reforço para a temporada de 2025.

Certo reforço nem sempre é o que se pode considerar como tal. Veja o Vasco. Trouxe Tchê-Tchê, reserva no Botafogo, e que, antes, havia sido dispensado pelo Palmeiras. É reforço?

Especulações neste início de ano avançam também no noticiário político. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), nega que será candidata a presidente em 2026 em publicação no X (ex-Twitter).

A postagem é uma resposta a uma matéria de O Globo informando que o Instituto Paraná Pesquisa utilizará agora em janeiro a deputada como uma das candidatas à sucessão da Luiz Inácio Lula da Silva.
Compartilhe
Grussaí nos anos 50, 60 e 70
10/01/2025 | 06h56

Por Cláudia Landin, no blog Dijaojinha em 2011:
Grande parte de minhas férias, na infância e na adolescência, foi passada em Grussaí.
Nos anos 1950, não havia luz elétrica. Usavam-se lampiões e lanternas.
As famílias deviam levar para a praia mantimentos suficientes para a temporada, pois lá não havia onde os adquirir.
Homens, a cavalo, passavam vendendo verduras e frutas.
Ainda havia restinga na rua principal, hoje Avenida da Liberdade, onde nos sentávamos para conversar.
Inicialmente, ficávamos em casas alugadas, até que meu pai construiu a nossa, inaugurada em janeiro de 1952, com um gerador que nos proporcionava eletricidade e permitia o funcionamento da bomba d’água, sem o esforço manual.
A falta de luz nas ruas nunca impediu que as pessoas circulassem à noite.
Um grupo de seresta saía, após o jantar, e percorria as ruas. Com a sua aproximação, as pessoas deixavam suas casas e se juntavam aos seresteiros, numa alegre e saudável diversão.

Não havia clube. Os bailes, também chamados “arrasta-pés”, aconteciam nas residências, com música de rádios de pilha ou vitrolas ligadas a baterias de automóveis.
Em dias especiais, chamava-se um grupo de sanfoneiros denominado “Sempre serve”, que morava em Chapéu de Sol.
NO CLUBE DEMOCRÁTICO
No Carnaval, contávamos com a generosidade do Sr. Benedito Martins, que abria sua casa, rodeada por varandas, para matinês e bailes noturnos. A música era apresentada da mesma forma acima descrita.
Quem tinha mais idade, se a família tivesse carro, podia frequentar os bailes do Clube “Democráticos”, em São João da Barra.
Os jogos de vôlei, disputados entre os times de Grussaí e Atafona, eram acirrados, com torcidas organizadas.
Quando em Grussaí, eram realizados em casa de meus pais. Em Atafona, aconteciam na residência de Arlindo Aquino.
Só em 1960 surgiu o Grussaí Praia Clube, que redirecionou as diversões da praia.

Em uma das festas do padroeiro, Santo Amaro, foi promovida uma gincana automobilística, com vários obstáculos, como morder uma maçã sem usar as mãos, e outros mais.
Embora nunca tivesse gosto maior por esportes, fui convidada pelo amigo Sérgio Siberath para com ele dela participar.
Surpreendentemente, conseguimos superar todos os obstáculos no menor tempo, vencemos!
A taça que recebemos deve estar ainda lá, na cristaleira da casa que foi de meus pais.
CASA AVARANDADA
O jogo de víspora e o de baralho ocupavam algumas horas da noite.
Mas o bom mesmo era poder ler na rede de nossa casa avarandada.
Primos de meu pai, residentes no Rio, tinham casa lá. Suas esposas, filhos, netos e agregados passavam na praia dois meses.
DANÇAS FOLCLÓRICAS
O pai de um primo, grande fazendeiro em Campos, anualmente enviava os melhores cavalos para a praia.
Montada num deles, eu passeava pelos caminhos até São João da Barra, colhendo pitangas, ingás, frutos de cactos e flores, apreciando a beleza do entorno.
Quando Jayme Landim, primo de meu pai, ia passar uns dias com a família, que lá já estava instalada, eu assistia a apresentações de “Mana Chica do Caboio”, uma das principais danças folclóricas campistas, exibida e cantada por moradores de Grussaí e do Chapéu de Sol…
Aprendia-se muito ouvindo histórias e conversando com pessoas amigas, frequentadoras da praia, sem falar na sabedoria dos moradores locais, que usavam uma linguagem diferente e nunca tomavam banho de mar.
A vida parecia transcorrer mais devagar e, quando voltávamos às aulas, tínhamos muito o que contar, ansiando pelo próximo verão.
Compartilhe
Campistas que moram fora se reencontram em Atafona e Grussaí
09/01/2025 | 07h54

Atafona e Grussaí vivem, em temporadas de veraneio, uma confraria entre campistas ausentes que fazem questão de passar dias em uma praia ou em outra.
Muitos dos conterrâneos que moram fora poderiam estar desfrutando da beleza de Búzios e de outras praias famosas. Mas não abrem mão do litoral que marcou a infância e a juventude.
A maioria dos campistas ausentes mora no Rio e em Niterói. Os meses de janeiro e fevereiro reservam para um retorno às praias sanjoanenses — período que vale para rever a família e os amigos.
Compartilhe
Sobre o autor

Saulo Pessanha

[email protected]