Prefeito Wladimir Garotinho vai deixar o PP
10/06/2025 | 08h23
Até que o prefeito de Campos, Wladimir Garotinho, defina o seu destino nas urnas das eleições de 2026 é certo que ele vai deixar o PP. É que a sigla passou a compor uma federação com o União Brasil, que tem o comando no Estado do Rio de Janeiro do presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar. Duas são as alternativas prováveis para Wladimir: o MDB e o Republicanos.
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Rodrigo Bacellar anuncia mais viaturas para patrulhamento em todo o Estado do Rio
08/06/2025 | 08h01
Presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar (União) anunciou a entrega de mais 205 viaturas para reforçar o patrulhamento em todo o Estado do Rio de Janeiro. “Segurança Pública se faz com investimento, planejamento e respeito a quem está na linha de frente”, diz o deputado.

Bacellar anunciou, também, o chamamento de oficiais excedentes do CFO PMERJ 2025 que aguardavam a convocação. “É mais uma ação do Cláudio Castro em sintonia com o parlamento”.
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Wladimir Garotinho com destino incerto nas eleições de 2026
07/06/2025 | 08h45
Quando se projeta as eleições de 2026 é inevitável especulações sobre qual será o caminho do prefeito de Campos, Wladimir Garotinho (PP), nas urnas. Por ora, apenas conjectura-se. É que ele próprio ainda não sabe o seu destino.

O que está definido é que Wladimir passará a Prefeitura para o vice, Frederico Paes, desincompatibilizando-se do cargo para disputar as eleições. Quanto à sua opção nas urnas, é possível assinalar algumas no cenário.

Wladimir admite até a hipótese de disputar a eleição de governador, o que, a se confirmar, colocaria dois candidatos de Campos no páreo, uma vez que Rodrigo Bacellar (União) é um nome já posto para suceder Cláudio Castro (PL).

Ao “Folha no Ar”, da Folha FM, Wladimir já admitiu que uns cinco partidos lhe acenaram com a vaga para a eleição de governador. “Eu disse que está cedo”, assinalou, admitindo que o que querem é fugir da polarização Rodrigo Bacellar-Eduardo Paes.

Se Wladimir avalia que é cedo para disputar uma eleição de governador, ele também não deverá se colocar como candidato ao Senado. Até porque a opção do prefeito do Rio, Eduardo Paes, um aliado, é pelo nome do deputado federal Pedro Paulo (PSD).

O entorno de Eduardo Paes defende que o prefeito escolha para a chapa alguém bem associado a ele, de forma que possa herdar de forma mais direta os seus votos. E Pedro Paulo é o principal parceiro político de Paes.

Uma hipótese para 2026 é que Wladimir, não sendo candidato a vice de Paes, buscaria a retomada de um mandato na Câmara dos Deputados. Aí, vai compor uma dobradinha com a primeira-dama Tassiana Oliveira, que seria candidata à Alerj.


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Vereador não perde a oportunidade de faturar politicamente
06/06/2025 | 08h08
Anos 90. Um correligionário de Sivaldo Abílio pediu "uma forcinha" para o filho passar em concurso seletivo para o Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos (Cefet), a antiga Escola Técnica Federal, hoje Instituto Federal Fluminense (IFF).
Também professor na instituição, Sivaldo mandou que o garoto "metesse a cara" no estudo. "Faz isso que eu garanto a vaga", frisou o vereador.
Dias depois, o pai do menino procurou Sivaldo para agradecer a aprovação do filho.
Mesmo tendo esquecido do pedido do cabo eleitoral, Sivaldo não perdeu a chance de faturar politicamente.
E mandou essa, blefando:
— Para que o seu filho fosse aprovado, precisei ir a Brasília!!!
O garoto, coitado, há muito tempo adulto, e formado, está levando para o resto da vida uma gratidão a Sivaldo Abílio, não reconhecendo nos seus próprios méritos a aprovação no Cefet.
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Na política, Anthony Garotinho e o filho Wladimir desafinam
04/06/2025 | 08h09
Novas desavenças entre Anthony Garotinho e o filho Wladimir se tornam públicas. O motivo específico o pai não fala. Mas diz, em uma carta aberta, discordar das posições e atitudes do político Wladimir.
Garotinho revela que entre o filho, que, assinala, sempre amará, e o político Wladimir, há uma grande distância. “Não concordo que a celebração da juventude tenha que negar uma vida de experiência acumulada”.
No texto que publicou nas redes sociais, Garotinho sustenta que a virtude está em unir o novo ao legado construído. “Deixo claro que não estou me referindo à indicação de cargos e sim caminhos políticos”, enfatiza.
NÃO FOI OUVIDO
O ex-governador lamenta que nas raras opiniões que afirma ter dado não foi ouvido. E cita a antecipação da eleição da presidência da Câmara de Vereadores (na legislatura anterior), em que lembra ter avisado que seria um erro.
“Deu no que todos sabem. Entregaram o comando do Legislativo à oposição”, mencionou Garotinho, referindo-se à eleição ganha por Marquinho Bacellar, que assumiu o comando da Câmara.

Garotinho afirma que deseja tudo de melhor que um pai pode almejar para um filho. “Ao prefeito aconselho a ouvir pessoas mais preparadas, escolher melhor seus colaboradores e promover aqueles que têm ética e vocação para a vida republicana”, pontua.
No recado para Wladimir, o ex-governador destaca que não se trata de viver a sombra dos antepassados, “mas de entender que o novo nasce das raízes que foram plantadas, que melhor que uma ruptura é uma travessia”.
Em um trecho, Anthony Garotinho admite que os jovens conselheiros de Wladimir procuram a todo instante afastá-los. “Filho, amar não significa calar diante do erro. Todo erro político tem consequências”, ensina.
Mais na frente, Garotinho escreve: “Tentei aconselhar. Você escolheu um caminho diferente. Digo agora aquilo que toda classe política da cidade e do estado já perceberam. Você não respeita o passado. Apenas quer construir seu futuro”.
SEM INFLUÊNCIA
Ao se colocar longe da administração do filho, Garotinho assegura: “Não preciso dizer que não tenho nenhuma influência sobre suas decisões políticas ou governamentais. Não participo nem influencio suas escolhas e decisões”.
Na carta, Garotinho pede a Wladimir que não queira enterrá-lo vivo:
“Sou um pai que ama, sou também alguém que está na vida pública há 43 anos, enfrentando poderosos, vencendo injustiças, sofrendo traições, obtendo vitórias e derrotas, mas jamais abrindo mão da minha dignidade, o que não farei, nem mesmo para meu filho”.
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Vereador não consegue falar com bala grudada na dentadura
02/06/2025 | 19h04
Anos 70. Manoel Luiz Martins (ao lado de Hélio Azevedo Gomes, o Lelé, na foto), combativo líder político, advogado, eleito vereador pelo MDB, lidera a bancada da oposição na Câmara Municipal de Campos.
Nilton Salvador, da Arena, é o líder do governo Zezé Barbosa no Legislativo.
Inscrito para falar, pela ordem, pouco antes de lhe ser dada a palavra pelo presidente da Casa, Severino Veloso de Carvalho Neto, Manoel Luiz, espertamente, oferece a Nilton Salvador umas balas.
— Delícia, Nilton... Mamãe encomenda em Petrópolis. Prova só — diz Manoel Luiz.
Nilton Salvador enfia uma bala na boca. Ato contínuo, Manoel Luiz pega o microfone e desce o pau no governo Zezé Barbosa.
Chupando o caramelo, Nilton tenta pedir aparte para defender o prefeito.
Pedir, ele até pede, por meio de um aceno ao presidente da Mesa-Diretora.
Mas não consegue falar e desiste — a dentadura dupla que usa fica grudada no caramelo.
Manoel Luiz, então, continua à vontade para criticar Zezé Barbosa, sem aparte do líder do governo.
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Árvores no Cesec sofrem um corte drástico
31/05/2025 | 11h18
Quem passa pelo Cesec, assim chamado o Centro Executivo da Prefeitura de Campos, é surpreendido por uma triste imagem. Fizeram um corte drástico nas árvores ali plantadas.
Pelas redes sociais, o empresário Samyr Hissa protestou: “Que absurdo é esse? Isso é um crime. Não sei quem fez isso, mas provavelmente, e pelo que ouço, essas ‘podas’, se é o que podemos chamar isso de poda, estão sendo feitas pela Enel”.
Samyr pede as autoridades para que parem com tal tipo de destruição.
"A Enel quer proteger os cabos. E a população? Construam galerias subterrâneas para isso”, sugere.
Na avaliação de Samyr a questão é financeira. “É caro construir galerias. Vai diminuir os lucros e vão deixar de mandar pra fora o nosso penoso dinheirinho”.
MAIS BELAS

As cidades arborizadas são mais belas, acolhedoras, oferecendo, inclusive, conforto ambiental. Em Niterói, no bairro de Icaraí, é possível desfrutar de um visual assim – as árvores são vistas em muitas ruas.
Trata-se de uma conquista fácil de ser alcançada. Depende muito da percepção do poder público sobre a importância do plantio e dos cuidados, um cenário que, infelizmente, passa longe de Campos. Pena.
FALTA DE VERDE
O saudoso médico Francisco Lacerda dizia, sobre a falta de verde em Campos, que este jornalista perdia tempo em fazer um chamamento à população para a necessidade do plantio de árvores.
Palavras dele:
— Não se amofine!!! Não perca o seu tempo. O campista tem, em sua genética, um amor desenfreado pela terra, ódio pelas águas e detesta o verde.
Francisco Lacerda dizia que tal comportamento faz parte da cultura colonial exploradora e predatória:
— O campista ganhou da natureza uma planície fantástica e a transformou num semi-árido movido pela ganância da cana de açúcar e pela pecuária predatória.
Pessoa culta, que faleceu em novembro de 2024, Lacerda falava que o campista alcançou a decadência em diferentes áreas e desperdiça todas as oportunidades de resgate por falta absoluta de um conceito econômico, coletivo e de inteligência criativa.
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Wladimir admite "dobradinha" em 2026 com a esposa Tassiana
29/05/2025 | 10h15
O prefeito Wladimir Garotinho (PP) já sinalizou. Em entrevista recente ao programa "Folha no Ar", da Folha FM, admitiu que Tassiana Oliveira, a sua esposa, terá o nome colocado como candidata nas eleições de 2026.
O que ainda não se sabe é se Tassiana tentará um mandato na Câmara dos Deputados ou na Alerj. Dependerá de como Wladimir se situará nas urnas. Caso seja candidato a vice-governador, a primeira-dama buscará uma cadeira em Brasília.
Não sendo candidato a vice-governador, e mesmo ao Senado, Wladimir buscará um mandato na Câmara dos Deputados. Aí, Tassiana tentará a Alerj, com os dois fazendo uma "dobradinha" na campanha.
Wladimir está confiante no potencial nas urnas da esposa. Ele disse mesmo, na entrevista à Folha FM, que não tem ninguém em Campos com condições de se eleger, de forma tão expressiva, para a Câmara dos Deputados, ou para a Alerj, do que Tassiana.
Daí ser certo que Tassiana Oliveira terá o nome colocado nas urnas. Vale lembrar que ela, já nas eleições municipais de 2022, esteve cotada para uma candidatura.
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Modelo Magda Cotrofe, campista, vence depressão e lança biografia
27/05/2025 | 11h39

Uma das maiores modelos dos anos 80, ao lado de nomes como Xuxa e Luiza Brunet, a campista Magda Cotrofe, que posou três vezes para a “Playboy”, vai lançar a sua biografia.
A noite de autógrafos ocorrerá na Livraria Travessa, de Ipanema, no Rio, no dia 2 de julho.
O livro é da Emó Editora, com o título “O outro olhar de Magda Cotrofe”.
Magda, aos 62 anos, conta no livro os bastidores da carreira e detalhes da sua vida íntima, inclusive uma depressão.
— A depressão é sorrateira, se instala silenciosamente. Senti-me invisível, irrelevante. Cheguei a pensar em dar um ponto final na minha vida — disse Magda, ao Globo.
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A eleição presidencial de 2026 e a de 1992 para a Prefeitura de Campos
25/05/2025 | 09h07
A união da oposição que o ex-presidente da República Michel Temer (MDB) projeta com vistas à disputa de 2026 foi tentada, no plano local, quando da sucessão de Anthony Garotinho no seu primeiro mandato como prefeito de Campos.

Michel Temer trabalha para unir cinco governadores em busca de uma 3ª via para a eleição presidencial. Trata-se do que vem chamado de Movimento Brasil.

O objetivo de Temer é construir uma candidatura de centro-direita que funcione como alternativa à polarização política protagonizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Temer mira um nome entre os governadores Eduardo Leite (PSD-RS), Ratinho Júnior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).

No âmbito de Campos, quem tentou unir a oposição, em torno de um só nome, foi o então deputado estadual Aluizio de Castro (falecido). Ele reuniu os principais pré-candidatos a prefeito na eleição de 1992 no seu sítio na praia de Grussaí.

O objetivo era formar uma aliança, com o lançamento de apenas um candidato para enfrentar o que Anthony Garotinho iria colocar no páreo eleitoral para sucedê-lo na Prefeitura.

Em duas reuniões feitas por Aluizio não houve um consenso em torno de um nome. Prevaleceu a vaidade. Nenhum dos prefeitáveis aceitou uma candidatura a vice.

Sem um acordo, foram lançados cinco nomes. E quem ganhou a eleição, então disputada em um só turno, foi Sérgio Mendes, o candidato lançado por Garotinho.

Sobre as articulações para as eleições presidenciais de 2026, Michel Temer já se reuniu com Ratinho, Zema e Caiado para discutir o plano de elaboração de um programa e teve uma conversa por telefone com Eduardo Leite.

O ex-presidente também conversou com Tarcísio de Freitas. O governador paulista afirmou ser cedo para pensar em 2026 e que não existe direita sem Bolsonaro. Daí que, conclui-se, os planos de Temer vão morrer no nascedouro.
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Sobre o autor

Saulo Pessanha

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