Auxílio moradia da Alerj
14/03/2019 | 11h09
Sete dos 64 parlamentares com mandato ativo na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) requisitaram o auxílio-moradia. O benefício, no valor de R$ 3.189,85, é concedido aos parlamentares da Alerj que residem a mais de 150 km de distância da Casa Legislativa.
 Confira quem pediu:
Franciane Motta (MDB) e Gustavo Tutuca (MDB) e Marcelo Cabelereiro (DC), além dos da nossa região Bruno Dauaire (PRP), Gil Vianna (PSL), Jair Bittencourt (PP) e Welberth Rezende (PPS).
Com salários brutos de R$ 25.322, 25, os deputados receberão o valor do auxílio moradia, mensalmente, durante todo o mandato.
 Entre os que não pediram, aqui da região, estão os deputados João Peixoto (DC) e Rodrigo Bacellar (SD).
(Com informações do jornal O Dia)
Compartilhe
Prefeitura convoca professores substitutos
14/03/2019 | 10h13
O Diário Oficial desta quinta-feira (14) traz a convocação de 75 professores substitutos - professor II 25 horas e professor I, várias áreas, 20 horas. Eles deverão apresentar os documentos dia 18 de março, na secretaria municipal de Educação. 
Atualização às 10h43 para correção de data.
Compartilhe
Prefeito Rafael Diniz inaugura nesta quinta Centro Integrado de Segurança Pública
13/03/2019 | 19h36
Nesta quinta-feira (14), às 10h, o prefeito Rafael Diniz vai inaugurar o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Campos, que conta com uma central de monitoramento com 90 câmeras de tecnologia avançada. O centro, implantado pela Prefeitura de Campos a partir de parcerias, vai contribuir para a integração das forças de segurança no município — Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal (PRF) — oferecendo à população maior sensação de segurança.
 O CISP, neste primeiro momento, possui 90 câmeras instaladas em pontos estratégicos do município, como as rodoviárias Roberto Silveira e Shopping Estrada, além de vias com grande circulação de pessoas e que estão interligadas a servidores com desenvolvimento no programa Milestone (usado mundialmente para monitoramento urbano). O centro está sob responsabilidade da superintendência de Paz e Defesa Social e é operado, 24 horas, por guardas municipais.
 — A nossa gestão não vai se ausentar do debate sobre segurança pública e muito menos de ações efetivas na área. No ano passado, apresentamos o Plano Municipal de Segurança Pública, que foi debatido com os órgãos de segurança, e esse centro integrado é prova do nosso compromisso com a população de Campos. Vamos dar um passo importante no combate à violência e não estamos sozinhos. As polícias, Ministério Público, o Judiciário e, sobretudo, a iniciativa privada, abraçaram este projeto em benefício da sociedade campista — destacou o prefeito Rafael Diniz.
Compartilhe
Neném parabeniza Abdu por novo cargo
13/03/2019 | 19h32
O vereador Luiz Alberto Neném (PTB) usou a tribuna, há pouco, para elogiar a escolha do colega parlamentar Abdu Neme (PR) para a secretaria municipal de Saúde, como revelou o blog Ponto de Vista, de Christiano Abreu Barbosa.
"Ele tem experiência e sensibilidade. Com certeza será um grande secretário", afirmou, sendo bastante aplaudido.
Compartilhe
Dois atiradores invadem escola em São Paulo e deixam 10 mortos
13/03/2019 | 10h50
Dois atiradores  invadiram a Escola Estadual Raul Brasil, no Jardim Imperador, em Suzano, na Grande São Paulo, na manhã desta quarta-feira. Os atiradores abriram fogo a esmo, mataram cinco estudantes - crianças-, um funcionário do colégio e se suicidaram em seguida. Duas pessoas morreram no hospital, para onde foram levados 17 feridos.
A escola tem cerca de 1 mil alunos matriculados e 105 funcionários, segundo dados do Censo Escolar de 2017. A escola oferece turmas do 6º ano do ensino fundamental à 3ª série do Ensino Médio.
Os atiradores foram identificados como Guilherme Taucci Monteiro, 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, 25 anos, que completaria 26 anos daqui a três dias.
 Atualização:
Dentro da escola a Polícia encontrou arco e flecha, garrafas tipo coquetel molotov e uma mochila com fios. O esquadrão anti-bombas foi chamado.
O governador de São Paulo João Dória já está no local.
 (Fonte: O Globo)
Massacre de Realengo:
 Em 7 de abril de 2011, um ex-aluno, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. Armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando 12 deles, com idade entre 13 e 16 anos, e deixando mais de 13 feridos. Oliveira foi interceptado por policiais, cometendo suicídio.
A motivação do crime figura incerta, porém a nota de suicídio de Wellington e o testemunho público de sua irmã adotiva e o de um colega próximo apontam que o atirador era reservado, sofria bullying e pesquisava muito sobre assuntos ligados a atentados terroristas e a grupos religiosos fundamentalistas.
Terror em Janaúba
Em 5 de outubro de 2017, o vigilante do Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente jogou combustível e depois iniciou um incêndio em uma sala de aula.
 
Morreram dez crianças com idades entre 3 e 7 anos, além das três professoras. Damião Soares dos Santos, de 50 anos, também morreu. O número de feridos chegou a 37. A família disse que o vigilante apresentava problemas mentais depois que o pai morreu, três anos antes do atentado.
 
Goiânia
Quinze dias depois, um aluno de 14 anos do colégio Goyases, em Goiânia (GO), abriu fogo contra os colegas de sala. Ele usava uma pistola calibre 40 que era da mãe, uma policial militar.
 
Dois estudantes morreram e quatro ficaram feridos, incluindo uma menina que ficou paraplégica. O autor dos crimes alegou que sofria bullying na escola.
 
Salvador
Um jovem de 17 anos matou a tiros duas colegas de sala dentro do colégio Sigma, em Salvador, em 2002. O jovem foi apreendido. As investigações apontaram que o rapaz havia se desentendido com as meninas por causa de uma gincana e prometeu se vingar delas.
São Paulo
Em janeiro de 2003, em Taiúva (SP), Edmar Aparecido Freitas, de 18 anos, invadiu a escola estadual Coronel Benedito Ortiz, onde havia estudado, e fez 15 disparos contra estudantes. Uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas. Um dos alunos ficou paraplégico. Edmar se matou logo após os crimes.
 
 
 
Veja vídeo reproduzido do youtube Fatos Reais:
 
 
 
 
Compartilhe
Ministro Alexandre Moraes nega liberdade a Pezão
13/03/2019 | 10h48
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre Moraes, voltou a negar liberdade ao ex-governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão. Ele foi preso em 29 de novembro do ano passado, quando ainda estava no cargo, acusado de comandar uma organização criminosa e de manter o esquema de recebimento de propina de seu antecessor, Sérgio Cabral.
 Em dezembro, Moraes já tinha negado uma liminar, que é uma decisão provisória. Na última segunda-feira, ele voltou a analisar o caso, rejeitando novamente o pedido da defesa.
 O ministro destacou que, como Pezão não é mais governador e deixou de ter foro privilegiado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a investigação agora é de responsabilidade do juiz federal Marcelo Bretas, que toca o braço da Lava-Jato no Rio. Recursos contra decisões do STJ são direcionados ao STF, mas contra decisões do magistrado de primeira instância devem ser encaminhados ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), com sede no Rio.
 
Compartilhe
DO traz membros do Conselho de Combate à Corupção
13/03/2019 | 10h10
O prefeito Rafael Diniz (PPS) publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira, a Portaria 333/2019, que traz a nomeação dos membros do Conselho de combate à corrupção. Os mandatos serão de dois anos, a partir da publicação da portaria.
O Conselho Municipal de Combate à Corrupção e à Impunidade dos Agentes Públicos foi criado a partir de uma lei de autoria do vereador Cláudio Andrade (PSDC) aprovada em 2017 pela Câmara de Vereadores. A mesma lei também criou o Dia de Combate à Corrupção, que será em 9 de dezembro.
 
Compartilhe
TJ revoga prisão de Rodrigo Neves, prefeito de Niterói
12/03/2019 | 18h32
O prefeito de Niterói Rodrigo Neves teve sua prisão preventiva revogada pelo Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), nesta terça-feira. Por seis votos a um, ele ainda garantiu o direito de voltar ao cargo. Preso no dia 10 de dezembro do ano passado, Neves é acusado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) de liderar um esquema que teria desviado R$ 10,9 milhões dos cofres públicos, referentes ao pagamento de 20% sobre os valores do reembolso da gratuidade de passagens aos empresários de ônibus dos consórcios Transit e Transoceânico. Presos na mesma Operação Alameda — um desdobramento da Operação Lava-Jato —, Domício Mascarenhas, ex-secretário municipal; João Carlos Félix Teixeira, presidente do TransOceânico; e João dos Anjos Silva Soares, presidente do Transnit, também vão responder em liberdade.
 No entendimento dos desembargadores, os fatos apresentados pelo MPRJ não são suficientes para manutenção da prisão dos acusados. Eles terão os passaportes apreendidos e estão proibidos de manter contato entre si e com testemunhas e sair do país. Os agravos impetrados pelas defesas dos acusados foram julgados na mesma audiência que julgaria o recebimento da denúncia e a homologação da delação do ex-vice-presidente Fetranspor, Marcelo Traça, que baseou a denúncia contra Neves. No entanto, essas votações foram adiadas para um novo julgamento em abril.
 
Compartilhe
Witzel cria 23ª secretaria
12/03/2019 | 16h42
O Diário Oficial, do Estado, nesta terça-feira (12) trouxe mudança na estrutura do governo de Wilson Witztel (PSC): a subsecretaria militar deixou a Casa Civil e foi para um órgão com status de secretaria criado hoje, o Gabinete de Segurança Institucional.
 O novo secretário é Paulo Roberto de Souza e Avila, que dirigiu a 3ª Vara de Execução Fiscal durante o período em que Witzel atuou como juiz titular — merecendo um agradecimento especial do chefe em sua dissertação de mestrado.
 Francisco Dornelles (PP), ao deixar o governo do estado, tinha uma estrutura com 20 secretarias, incluindo a Controladoria e a Procuradoria Geral do Estado. Com a nova pasta, a atual gestão chega a 23.
 (Informações da coluna Extra, Extra, da jornalista Berenice Seara.
Compartilhe
PM e ex-PM presos como executores da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes
12/03/2019 | 07h08
Às vésperas de os crimes completarem um ano, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), e a Polícia Civil prenderam nesta terça-feira(12/03), Ronnie Lessa e Elcio Vieira de Queiroz, denunciados pelos homicídios qualificados de Marielle Franco e Anderson Gomes e tentativa de homicídio de Fernanda Chaves. As prisões ocorreram por volta das 4h desta madrugada na Operação Lume, realizada nas residências dos denunciados.
De acordo com a denúncia, as investigações concluíram, por meio de diversas provas, que Lessa foi o autor dos crimes, tendo efetuado os disparos de arma de fogo, com a participação de Elcio que foi o condutor do Cobalt utilizado para a execução. Ronnie Lessa é policial militar reformado e Elcio foi policial militar, tendo sido expulso da corporação.
Para os promotores do GAECO/MPRJ, a empreitada criminosa foi meticulosamente planejada durante os três meses que antecederam o atentado. Além das prisões, a operação realiza mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.
De acordo com o jornal O Dia e o G1, Ronnie, apontado como o autor dos disparos, foi preso em casa, em um condomínio na Barra da Tijuca, onde o presidente Jair Bolsonaro também tem uma casa. Em outubro de 2009, Ronnie Lessa perdeu uma das pernas após uma granada explodir dentro de seu carro, em Bento Ribeiro, na Zona Norte. Ele é "ficha limpa" e no mês seguinte aos homicídios de Marielle e Anderson sofreu um atentado a tiros junto com um amigo bombeiro também na Barra.
 Junto com os pedidos de prisão e de busca e apreensão, o GAECO/MPRJ pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até completar 24 anos de idade.
A Operação Lume foi batizada em referência a uma praça no Centro do Rio, conhecida como Buraco do Lume, onde Marielle desenvolvia um projeto chamado Lume Feminista. No local, ela também costumava se reunir com outros defensores dos Direitos Humanos e integrantes do Psol. Além de significar qualquer tipo de luz ou claridade, a palavra lume compõe a expressão 'trazer a lume', que significa trazer ao conhecimento público, vir à luz.
“É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”, diz a denúncia acrescentando que a barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito.
As investigações, de acordo com o MP, continuam. Agora para a identificação dos mandantes.
(Texto: Assessoria do MP com informações dos jornais O Dia e Extra)
Atualização:
O governador do Rio de janeiro, Wilson Witzel, o secretário de Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga, e delegados da Delegacia de Homicídios (DH) concedem entrevista coletiva, na manhã desta terça-feira (12), para dar esclarecimentos sobre a prisão dos suspeitos do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
“Esses que foram presos hoje poderão fazer uma delação premiada”, afirmou Witzel, após falar sobre a comparação dessa investigação com a Lava Jato e a possibilidade de novas fases da investigação do caso Marielle.
 
O governador ainda destacou que hoje o estado trouxe respostas à população. "É uma resposta importante que nós estamos dando para a sociedade: a elucidação de um crime bárbaro cometido contra uma parlamentar, uma mulher, no exercício de sua atividade democrática. Teve sua vida ceifada de forma inaceitável. Mas muito mais ainda inaceitável porque estava exercendo seu mandato”, disse o governador logo no início da coletiva.
Ministro Sérgio Moro 
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou, através da conta oficial do Ministério no twitter, que espera que as prisões dos acusados de ter assassinado a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018, bem como o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos, sejam “mais um passo para a elucidação completa deste grave crime e para que todos os responsáveis sejam levados à Justiça”.
 
Moro disse que a Polícia Federal (PF) tem contribuído com as investigações, a cargo da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro. O ministro garantiu que a PF continuará colaborando com todos os recursos necessários à continuidade das investigações, incluindo as já instauradas, para apurar supostas tentativas de obstruir o avanço do trabalho policial.
 
 
Compartilhe
Sobre o autor

Suzy Monteiro

[email protected]

Arquivos