Dramática Vitória de Portugal sobre a Croácia
03/07/2026 | 00h07
Às vezes é preciso mais do que simplesmente talento para vencer um jogo de futebol. Quando sua capacidade técnica não é suficiente para superar o adversário é preciso colocar o coração na ponta da chuteira. Foi o que Portugal precisou fazer para derrotar a Croácia e chegar às oitavas de final da Copa do Mundo.


Como foi o jogo


Portugal dominou o primeiro tempo e a Croácia parecia medrosa. Foram dos portugueses as melhores chances de gol, mas o 0x0 teimava em ficar no placar. No segundo tempo, porém, os croatas mudaram de atitude, sob a batuta do interminável Luka Modric, de 40 anos, e passaram a atacar, até sair o primeiro gol, aos 8 minutos. O técnico de Portugal mudou quatro jogadores de uma vez e equilibrou o jogo. O empate saiu aos 23 minutos: Cristiano Ronaldo, de pênalti.


Virou drama no final


Quando parecia que o jogo iria para a prorrogação começou o roteiro de filme de Hollywood. O árbitro norueguês assinalou 10 minutos de acréscimo e Gonçalo Ramos, aos 49 marcou 2x1 para Portugal. Parecia resolvido, mas a Croácia se lançou ao ataque em desespero. E achou o gol no minuto final. A festa croata foi interrompida pelo anúncio da análise do lance pelo VAR. Entrou em campo a tecnologia com o impedimento semiautomático, somado ao chip da bola, que detecta qualquer toque de um jogador. Impedimento confirmado, gol anulado e vitória de Portugal: 2x1. Um teste pesado para os corações dos portugueses. Foi na bola e na raça.
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Brasil x Japão: começa o mata-mata da Copa 2026
29/06/2026 | 10h40

A fase de grupos ficou para trás e, agora, começa o momento mais decisivo da Copa do Mundo de 2026. No mata-mata, não há margem para erros: quem vence segue na disputa, enquanto quem perde se despede do torneio.

Brasil enfrenta o Japão nas 16 avos

O Brasil entra em campo diante do Japão pelas 16 avos de final, em um confronto que promete fortes emoções. Depois de uma boa campanha na fase inicial, a Seleção Brasileira chega para a primeira fase eliminatória sabendo que cada detalhe pode mudar o rumo da partida.

O duelo exige atenção total, intensidade e eficiência, já que uma única falha pode custar a classificação. A expectativa é de mais uma atuação sólida da equipe, que tenta confirmar o favoritismo e avançar no Mundial.

Pressão, emoção e sonho do hexa

Com o início da fase eliminatória, a Copa do Mundo ganha ainda mais tensão e importância. Cada jogo passa a valer uma vaga na próxima fase, aumentando a pressão sobre as seleções e a emoção para os torcedores.

No caso do Brasil, o objetivo é claro: superar o Japão e seguir firme na caminhada rumo ao tão sonhado hexacampeonato. Agora, a competição entra em seu momento mais intenso, e a Seleção precisa mostrar força para continuar viva na briga pelo título.

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Ancelotti faz novas mudanças e Brasil se prepara para duelo tático com o Japão
27/06/2026 | 10h38

Ancelotti segue em busca do time ideal

As mudanças promovidas por Carlo Ancelotti reforçam uma verdade antiga das Copas: poucas seleções mantêm a mesma formação do início ao fim do torneio. Na prática, quase sempre aparece um jogador capaz de alterar o cenário e melhorar o desempenho coletivo, como ocorreu com o Brasil de 1994, que encontrou o caminho do tetracampeonato após a entrada de Mazinho.

No caso atual, o treinador italiano vem testando nomes e posições para chegar à escalação mais equilibrada. Primeiro apostou em Igor Thiago no ataque, depois se aproximou de Matheus Cunha e também mexeu na faixa direita do campo, alternando entre opções como Paquetá, Raphinha e Rayan. A intenção é simples: encontrar soluções que deem mais consistência à equipe.

Brasil ganha novo desenho tático

Além das trocas individuais, Ancelotti também alterou a estrutura do time. Contra a Escócia, o Brasil fez sua melhor atuação na Copa ao abandonar o 4-2-4 e adotar o 4-4-2, com o meio-campo mais preenchido e maior equilíbrio entre defesa e ataque. A mudança ajudou a Seleção a ler melhor o jogo e a parecer mais organizada em campo.

O técnico ainda observa com atenção o estilo do Japão e não descarta novas alterações. A tendência é que o confronto desta segunda-feira seja marcado por forte disputa tática, embora o Brasil acredite ter mais poder individual para definir a partida. Nesse cenário, Neymar surge como uma das principais esperanças de desequilíbrio.

Brasil e Japão chegam diferentes ao confronto

O Japão que venceu o Brasil por 3 a 2, de virada, no amistoso disputado em Tóquio em outubro, mudou bastante para a Copa. Apenas cinco jogadores permaneceram no elenco, o que indica evolução e sugere uma seleção possivelmente mais forte do que naquela ocasião.

O Brasil também chega com mudanças importantes, especialmente na defesa, já que Hugo Souza, Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Beraldo e Carlos Augusto nem foram convocados para o torneio. Por outro lado, o ataque e o meio mantêm boa parte da base, com nomes como Luiz Henrique, Bruno Guimarães, Paquetá, Vini Jr e Martinelli, enquanto Casemiro segue como referência e homem de confiança de Ancelotti.

Dificuldades fora de campo nos Estados Unidos

Fora das quatro linhas, a Copa nos Estados Unidos traz obstáculos para os torcedores. Um dos principais problemas é o deslocamento até os estádios, já que o transporte público não leva até perto das arenas e obriga longas caminhadas. Além disso, os estacionamentos existem, mas custam caro e podem ultrapassar 500 dólares por veículo.

Diante desse cenário, muitos grupos de torcedores têm se organizado para dividir despesas e tornar a ida aos jogos mais viável. Assim, além da tensão em campo, a competição também exige planejamento e esforço extra de quem acompanha a Seleção de perto.

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O fenômeno Messi
22/06/2026 | 22h24


Lionel Messi parece mesmo interminável. Ele acaba de superar Ronaldo Fenômeno, o alemão Klose e o Rei Pelé, tornando-se o maior artilheiro da história da copa do mundo, com 18 gols marcados. Ele que quase não veio pra copa, em razão de seus 38 anos de idade e de estar jogando numa liga de menor exigência técnica.


Da infância pobre para a fama


Messi passou por muitos desafios. Aos 13 anos deixou seus pais na argentina para se aventurar na base do Barcelona da Espanha. Cresceu, foi profissionalizado, aprendeu com grandes mestres – entre eles Ronaldinho Gaúcho – e se tornou o melhor jogador do mundo. Oito vezes. Conquistou a Champions League quatro vezes com o Barcelona, mas faltava alguma coisa. Em sua terra diziam que não repetia na seleção o brilhantismo de seu time, e que era mais espanhol do que argentino. Machucava.


A volta por cima


Depois da copa da Rússia achou que era hora de parar. Entretanto aquela coisa que faltava ainda martelava seus pensamentos. Rendeu-se e aceitou o chamado para jogar a copa do Catar, em 2022. E o título mundial veio, os desafios estavam superados.
Até às vésperas da convocação para esta Copa nos Estados Unidos, México e Canadá Messi relutava em jogar. Afinal já tinha atingido o topo. Torcedores duvidavam que ainda tivesse motivação. Messi veio. No primeiro jogo Argentina 3x0, três gols dele. No segundo 2x0, outros dois gols do craque, com o requinte de correr conduzindo a bola aos 49 minutos do segundo tempo e chegar na área para finalizar. Estaria Messi visando ser o artilheiro desta copa?

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Danilo explica bastidores da Seleção e fala sobre liderança
18/06/2026 | 16h04

Danilo esclarece fala sobre a seleção

Ao participar de uma coletiva com mais de duzentos jornalistas na concentração do Hotel Ridge, em Morristown, Danilo aproveitou o espaço para falar de forma mais ampla sobre a seleção brasileira. O jogador do Flamengo e lateral da Seleção afirmou que considerou o momento ideal para se dirigir ao torcedor com mais clareza, já que entrevistas longas permitem desenvolver melhor as ideias do que as conversas rápidas na zona mista após os jogos.

Durante a entrevista, Danilo retomou uma declaração anterior em que havia dito que, na seleção, não existiam titulares e reservas, mas um grupo que se reveza para começar as partidas. Nesta ocasião, ele explicou que se expressou mal e que sua intenção era mostrar como funciona a estrutura do time em campo, com uma lógica mais próxima dos modelos táticos atuais.

O que é o “núcleo duro” da equipe

Segundo o lateral, toda equipe conta com um grupo central de jogadores que costuma ser mais frequentemente escalado pelo técnico. Ele chamou esse grupo de “núcleo duro”, formado por sete a oito atletas que entram com mais regularidade, enquanto outros três ou quatro ficam à disposição para a rotação, de acordo com a necessidade do jogo e as características do adversário.

Danilo afirmou que esse tipo de organização é comum no futebol moderno e faz parte da estratégia para equilibrar desempenho, rendimento físico e adaptação tática. Para ele, a seleção também segue essa dinâmica, alternando peças sem perder a base principal da equipe.

Liderança sem braçadeira

Além de comentar a estrutura do time, Danilo também falou sobre seu papel dentro do grupo. Ele disse se enxergar como um capitão informal, mesmo sem a braçadeira, reforçando a ideia de liderança exercida pela postura, pela experiência e pela presença no dia a dia da seleção.

Com isso, o jogador buscou reforçar que sua participação vai além da função dentro de campo. A fala também serviu para esclarecer a interpretação de sua declaração anterior e mostrar como ele vê a organização da seleção brasileira neste momento.

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Maracanã 76 anos: símbolo máximo do futebol
16/06/2026 | 19h55
Quantas vezes enchemos a boca para aclamar ao microfone das grandes emissoras de rádio do país este gigante chamado Maracanã: o maior estádio do mundo! De fato ele era, em dimensões e capacidade de público. Na inauguração em 1950 estima-se (não havia contagem precisa como hoje) que duzentas mil pessoas foram ver a inauguração do Maracanã no amistoso entre as seleções Carioca e Paulista. O campista Didi fez o primeiro gol do estádio, mas os paulistas venceram por 3x1.
Experiência vivida desde a adolescência 
Desde meus 15 anos de idade eu vivo de perto a existência do Maracanã, primeiro ouvindo as transmissões pelo rádio e, muito cedo, viajando de Campos ao Rio de ônibus para ver das arquibancadas os meus ídolos jogarem. Com 20 anos passei a ser amigo íntimo do Maracanã, já estudando jornalismo e integrando a equipe da Rádio Nacional. Ver os jogos de perto, na lateral do campo ou sentado no gramado atrás dos gols, me fazia sentir emoção semelhante a dos próprios jogadores. Entrar em campo pelo túnel junto com o time, testemunhar a “tempestade de bandeiras” nas arquibancadas foi sempre de uma emoção indescritível. Eu passava mais tempo no Maracanã do que com minha família. Era minha segunda casa.
Sentindo as emoções de dentro do campo
Quantas emoções vividas, desde o Flamengo com Zico, do Vasco com Roberto Dinamite, até o título do Fluminense com Assis e o do Botafogo com Maurício. Quem entra no campo sente: o Maracanã pulsa como um ser vivo. Hoje ele completa 76 anos e sinto como se a homenagem seja também para todos os que o fazem ser eternamente o maior estádio do mundo, em valores que não se medem a não ser em emoções.
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Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa do Mundo
14/06/2026 | 12h19

Estreia com tensão e gol sofrido

O Brasil empatou com o Marrocos por 1 a 1 na estreia da Copa do Mundo, em partida disputada no New York/New Jersey Stadium. A seleção começou mal, nervosa e cometendo erros de passe, o que permitiu aos marroquinos explorar principalmente o lado esquerdo da defesa brasileira. Aos 20 minutos, Sibari aproveitou uma falha na saída de bola e abriu o placar para o Marrocos.

O lance expôs a dificuldade de adaptação de Ibañez na lateral esquerda e também a falta de coordenação entre Alisson e Gabriel Magalhães na cobertura. Depois do gol sofrido, o Brasil reagiu aos poucos, ganhou presença ofensiva e passou a atacar com mais organização, ainda que sem grande precisão nas finalizações.

Reação com golaço de Vini Jr.

A resposta brasileira veio aos 31 minutos, em jogada construída por Paquetá e Bruno Guimarães até chegar a Vini Jr. O atacante driblou dois marcadores e acertou um chute forte no ângulo esquerdo, marcando um golaço e empatando a partida. Antes do intervalo, o Brasil ainda quase virou com Paquetá, mas Bono fez boa defesa.

Mesmo com a melhora, o time terminou o primeiro tempo ainda com sinais de instabilidade, especialmente na marcação e na saída de bola. O empate, porém, recolocou a equipe no jogo e deu novo fôlego para a etapa final.

Mudanças de Ancelotti e pressão até o fim

No intervalo, Ancelotti tirou Casemiro e Ibañez, ambos amarelados, e colocou Fabinho e Danilo. A equipe voltou melhor, com mais velocidade e presença no ataque. Paquetá quase marcou logo no início da etapa final, e depois o treinador promoveu novas mudanças para aumentar a agressividade ofensiva.

O Brasil criou boas chances com Vini Jr., Raphinha, Matheus Cunha e Danilo, mas esbarrou nas defesas de Bono. Nos acréscimos, Alisson ainda evitou a derrota com uma defesa importante após chute de fora da área e o rebote seguinte. Apesar da pressão e da melhora de rendimento, a seleção não conseguiu transformar a superioridade em vitória e ficou no 1 a 1 com o Marrocos.

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Primeiro dia na Copa reúne reencontros e emoção no centro de imprensa
14/06/2026 | 00h37

Reencontros no centro de imprensa

O primeiro dia da 12ª cobertura presencial de Copa do Mundo foi marcado por um clima leve e emocionante no centro de imprensa. O reencontro com amigos de diferentes partes do Brasil e do mundo, muitos deles companheiros de outras Copas, deu o tom da jornada e reforçou a dimensão humana por trás da cobertura esportiva.

Entre os nomes lembrados estiveram Galvão Bueno, Márcio Bernardes, Ângelo Ananias, Cristina Cubero e Kiomi, além de Osiris Nadal e José Miguel. Cada encontro trouxe memórias de trajetórias compartilhadas, histórias vividas em edições anteriores do torneio e a sensação de continuidade entre gerações de jornalistas.

Galvão Bueno
Galvão Bueno

Veteranos e nova geração lado a lado

A cobertura também evidenciou a presença de uma nova geração de profissionais, que chega com força ao cenário da comunicação esportiva. Nomes como Fred Caldeira e Gabriel Reis representaram essa renovação, mostrando que a cobertura da Copa segue unindo experiência, juventude e diferentes formatos de atuação na imprensa.

Mais do que uma rotina de trabalho, o início da Copa se transformou em uma celebração de encontros, lembranças e boas histórias. Entre sorrisos, abraços e expectativas, ficou a certeza de que a maior festa do futebol está apenas começando.

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Seleção brasileira vive clima leve antes da estreia na Copa do Mundo
12/06/2026 | 00h15

A seleção brasileira chega à reta final de preparação para a Copa do Mundo em um clima de total descontração. Longe de qualquer sinal de tensão, os jogadores aproveitam os últimos dias antes da estreia para manter o ambiente leve e animado.

Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Alex Sandro e Danilo foram alguns dos atletas que chamaram atenção ao cantar, dançar e brincar durante a atividade. A postura dos jogadores reforçou a imagem de confiança do grupo, mesmo com a presença de dezenas de jornalistas registrando tudo em fotos e vídeos.

Clima leve antes da estreia

A poucos dias do primeiro compromisso no torneio, a seleção parece viver um momento de tranquilidade e entrosamento. A descontração em campo mostra que o elenco tenta transformar a expectativa pela estreia em energia positiva para o início da competição.

Daqui a dois dias, o Brasil fará sua primeira partida contra o Marrocos, em um duelo que marcará o início da caminhada da equipe na Copa do Mundo. A expectativa agora é que o bom humor da preparação se converta em desempenho dentro de campo.

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Sobre o autor

Eraldo Leite

Eraldo Leite