Das Crianças ao Estresse, Depressão, Álcool e Drogas com a Psicóloga Luciane Mina Abrindo a Boca para Marco Barcelos.
12/04/2018 | 09h56
1- Luciane Mina, na psicologia infantil quais as alterações de comportamento que deve levar os pais a procurar ajuda profissional?


O diálogo e a brincadeira entre pais e filhos é o melhor sensor para buscar situações que possam estar colocando os filhos em situação de desconforto.

Quantas crianças estão sofrendo abuso sexual e só se fala do assunto quando as mesmas já são adultas? Muitas situações que nós adultos vivenciamos como criança e nossos pais, se quer sonham que possa ter acontecido. Por que seria diferente com as crianças? Contudo o monitoramento através da observação de mudança significativa e persistente de comportamento da criança é necessário. Se os pais deixam claro para seus filhos que os mesmos podem compartilhar situações problemáticas e que as mesmas serão tratadas como tal, ou seja, vamos repreender o erro e não o indivíduo, muito poderia ser prevenido ou mesmo solucionado. Vou esclarecer: O que se observa com muita constância são pessoas, leia-se pais, insatisfeitas com o comportamento dos seus filhos e para buscar a melhoria ofendem com palavras ou atos a pessoa e muitas vezes não atuam sobre o ato inadequado. Como diz o auto de PAI MINUTO: Devemos repreender o erro e não a pessoa.

2- O tratamento cognitivo comportamental pode auxiliar em que fase da depressão?


Todo tratamento tem sua porção de utilidade, mas o determinante é o quanto o cliente, alvo do processo, se coloca aberto para atuação oferecida. Eu mesma estou atuando de forma bem produtiva com Barra de Access, técnica existente a mais de 20 anos fora do Brasil, mas ainda pouco utilizada em nosso meio. Isso faz com que poucas pessoas se permitam usufruir dos grandes resultados que estão sendo anunciados dentro e fora do país. Então o TCC - Tratamento Cognitivo Comportamental pode auxiliar se o paciente se alinhar e concordar.

3- O estresse é considerado o mal do século, a rotina do dia a dia e a vida agitada contribuem sobre maneiras para que isso aconteça. Como preveni-las e qual o tratamento com Psicoterapia?

Venho trabalhando neste tema a mais de 25 anos e ele se mantem ameaçador como a 30 anos atrás, pois as pessoas muitas vezes acham que estar estressado é sinônimo de bom trabalhador, pois trabalha muito, quando na verdade estresse é sinônimo de baixa qualidade nos resultados ou prenuncio de que o resultado poderia ser melhor.

Ter como prioridade a satisfação em qualquer atividade garante a maior habilidade com o gerenciamento do estresse, visto que o estresse tem seu lado de utilidade, mas para quem sabe gerenciar. A satisfação implanta sensores que ajudam a afastar o estresse negativo.

A proposta psicoterápica diante do estresse é identificar onde a falta de satisfação faz com que o indivíduo se coloque sua atenção sobre situações e questões inadequadas ao ampliar da sua qualidade de vida.

4 - Com o alto índice de pessoas com problemas de álcool e drogas, qual a importância do psicólogo na fase de desintoxicação? A família participa do tratamento?


O usuário de droga lícita ou ilícita tem a tendência buscar meios para obstruir a percepção ou entendimento daquilo que ele julga que incomoda. A psicoterapia tem a função de auxiliar o indivíduo a construir ou utilizar mecanismos que tragam melhor e maior entendimento desta situação para retomada do bem estar original do indivíduo.

A família é peça fundamental na sustentação e manutenção do bem estar geral do cliente. Contudo é importante identificar se a mesma tem saúde necessária, já que ninguém dá o que não tem.

5 - Muitas pessoas acham que tratamento com Psicólogo é frescura ou doença de rico. Quais os conselhos que você pode dar a quem pensa assim?

Infelizmente a ignorância reina.

Quantos anos de estudos e pesquisas, temos disponíveis para auxiliar na melhor compreensão do verdadeiro potencial do indivíduo?

Quantos profissionais dedicando anos da sua vida para conhecer mais e melhor o potencial humano? Quantas graduações, pós e formação tem sido oferecido para melhor acolher o sofrimento humano?

Quantas pessoas sofrendo sozinhas sem solução, ou mesmo usando remédios para trabalhar o sintoma e não a causa, que vão enfrentar sua dores depois que elas já não encontram mais solução imediatas e estão enraizadas no cotidiano do indivíduo. O que na verdade só tem mais e mais dor sobre posta?

O psicólogo tem condições técnicas de oferecer alternativas diante das encruzilhadas da vida. Afinal esse é seu grande propósito.

O conhecimento liberta!
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Curso Liderança na Prática 16 horas da Fundação Estudar com Caio Fernandes Abrindo a Boca para Marco Barcelos
09/04/2018 | 11h05
1 – Caio Fernandes, a Fundação Estudar está fazendo curso de Liderança na Prática 16 horas . Qual o objetivo e o público alvo?
O Curso é um programa de introdução ao modelo de liderança da Fundação Estudar, ONG fundada pelo famoso empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann. Organizado por voluntários em todo o Brasil, o curso busca desenvolver uma mentalidade mais protagonista e uma visão transformadora que te permite começar a pensar e agir em prol de atingir seus objetivos de carreira e ter mais sucesso.
O seu público alvo são jovens em graduação ou recém-formados. Que estão perdidos sobre o que fazer (autoconhecimento), onde fazer (mercado), como começar (liderança) ou já tem alguma experiência na faculdade, estágio ou empresa júnior (já começou a ter contato com o mercado).
A principal entrega do curso são jovens com mentalidade de liderança, ou seja, com maior potencial de realização, sabendo onde quer chegar e como fazer para conseguir.
 
2 – Qual a dinâmica do curso Liderança 16 horas na Prática?
O curso é dividido em dois módulos, com oito horas de duração cada um, sendo o primeiro encontro no dia 19 de maio e o segundo dia 16 de junho. Durante cada módulo além de conteúdos programados será desenvolvida uma rede de conexão entre os participantes.
O que é?
Um curso voltado para autoliderança;
Você vai aprender sobre o modelo de liderança da Fundação Estudar;
Você vai despertar uma mentalidade protagonista para alavancar a sua carreira;
O que não é?
Não se trata de liderança de equipes;
Não aprofunda temas como propósito e decisão de carreira;
Não é uma formação em empreendedorismo;
3 – Caio Fernandes, quando será realizado o curso e como as pessoas interessadas devem se inscrever, o Local e carga horária?
O primeiro será dia 19 de maio e o segundo será dia 16 de junho. O local estará sendo definido na próxima semana, e será divulgado no evento do Facebook “liderança na prática 16h em Campos dos Goytacazes” ou acessar esse siteÇ https://www.facebook.com/events/597421477308814/ . Onde está sendo divulgando todas as informações do curso.
A inscrição é feita no site: https://www.napratica.org.br/edicoes/lideranca-16
4 – Qual o perfil das pessoas para fazer o curso de liderança 16 horas na Prática?
Como dito acima, são jovens universitários ou recém-formados, que buscam a autoliderança, e que querem ser protagonistas do seu próprio futuro.
Mas como ter certeza se esse curso é para mim?
Basta refletir sobre as perguntas abaixo:
Você é 100% feliz com o seu curso e/ou emprego?
Vê com clareza os seus próximos passos?
Consegue planejar e executar tudo aquilo que sonha?
Não? Então o curso Liderança Na Prática 16 horas é para você!
5 – Caio Fernandes, existe em Campos alguma organização voltada ao treinamento de líderes?
Nas universidades desde 2005 existe o Movimento Empresa Júnior em Campos, que capacita os jovens através da vivência empresarial. Colocando em prática o conteúdo da sala de aula e realizando serviços de consultoria com o valor abaixo do mercado, que trabalha fortemente a liderança da empresa, da equipe e de projetos. Outras organizações também desenvolvem a liderança de seus membros, como: JCI, Rotary, Rotaract, DeMolay, Lions, Enactus, Maçonaria, Hacking Health entre outras que direta e indiretamente contribuem para a formação de liderança através de cargos, cursos, treinamentos e posições de liderança frente a sociedade e a projetos.
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Campos dos Goytacazes com183 Anos de Fundação e História Contada Pela Historiadora Silvia Paes Abrindo a Boca para Marco Barcelos
28/03/2018 | 15h07
 
Professora Silvia Paes
Professora Silvia Paes
1- Professora Silvia Paes, Campos dos Goytacazes comemora 183 anos da sua fundação, com uma época Áurea da Cana de Açúcar até a queda das Usinas, e com a chegada da Petrobras e seus Royalties. Faça uma análise histórica até o dia de hoje?

Nossa riqueza econômica se inicia com a atividade da pecuária, ao contrario do restante do Brasil naquele momento - período colonial, quando acontece a descoberta das minas de ouro no sertão. Assim nossos campos que não podiam ser plantados por serem inundados, passaram a criar gado para abastecer a região das gerais. O cavalo para o transporte das pessoas, as mulas para transporte do ouro, o bovino para alimentação das populações que para lá foram. Também nesse momento não havia a necessidade de muita mão de obra, uma vez que o gado era criado solto. Assim os proprietários de terra se enriqueceram e puderam se debruçar sobre uma outra atividade agrícola, a do plantio da cana de açúcar, quando decaiu a produção nas gerais. Isso acontece por volta do fim do século XVIII início do XIX, época das engenhocas. Os campos estão um pouco mais drenados por canais e pela natureza, com capital os fazendeiros puderam investir na compra de mão de obra escravos para o trabalho na lavoura e na produção do açúcar. Terra e gado eles já tinham e ambas são à base da sustentação de uma indústria açucareira.
Depois das engenhocas, foi a vez dos engenhos, já em uma nova fase da industrialização com emprego de novas tecnologias, roda dentada, máquinas a vapor. A chegada das usinas acontece em 1888 com a inauguração da Usina do Queimado, mas já tínhamos outras na região, o Engenho Central de Quissamã, o de Barcelos e o do Limão, mas todos em outras estruturas. O Queimado foi a pioneira em maquinaria de ferragem inglesa. Esse período vai ser vitorioso e dominante até a primeira metade do século XX, quando por problemas do esgotamento do solo, a competição paulista e a falta de renovação por parte dos fazendeiros e produtores de açúcar e apesar dos constantes incentivos do governo em socorro dos senhores usineiros, a crise se instala e uma a uma as usinas, que já haviam somado mais de 37, vai fechando até se reduziram as duas do momento. Essa crise financeira na produção açucareira acaba por provocar uma crise social profunda, uma vez que coloca na rua, sem perspectivas de trabalho um número enorme de trabalhadores desprovidos de qualificações para outras modalidades de trabalho.
O petróleo, que já havia sido apontado em terra, em Boa Vista (baixada campista) impulsiona a pesquisa no mar, até que nos anos de 1970 é descoberta e após começa a ser explorada a Bacia Petrolífera de Campos. Uma nova fase econômica tem início, mas ela não abraça os trabalhadores oriundos da cana. Esse trabalho vai exigir trabalhadores com habilidades específicas, mas justamente por esse motivo universidades começam a chegar transformando a nossa cidade em um grande centro universitário com oferta de uma variedade de curso que hoje oferecem o ensino na modalidade presencial e a distância.


2- Professora Silvia Paes, como historiadora o que pode relatar sobre o nossos bravos Índios Goitacá, até sua extinção?

Nosso indígenas da Nação Goitacá não aparecem muito na literatura dos viajantes e cronistas e o que está nos livros dos memorialistas é uma repetição dos anteriores. Sabemos com certeza que eram altos, fortes, exímios nadadores e corredores nos campos. Os poucos sítios arqueológicos nos revelam que mantiveram contato com outros indígenas que aqui estavam como os Puri, os Coropó e os Coroados, uns que aqui chegaram trazidos pelos colonizadores, como se suspeita dos Coroados. Eles também construíram uma grande área de aldeamento, que poderia ter abrangido uma porção de terras compreendida entre hoje o Hospital Ferreira Machado e o Parque de Exposições da Pecuária, da beira do Rio Paraíba até os alagados construídos pelo antigo braço do Paraíba e que deixaram suas marcas sob o solo do atual Cemitério do Caju. Eles também confeccionaram utensílio domésticos de barro, urnas funerárias com argila e areia de rio dando uma beleza incomum as suas peças. Também sabemos por pinturas de viajantes que eles não usavam nenhum tipo de vestimenta, mas pintavam o corpo em riscas imitando o cipó imbé ou com círculos imitando a pela da onça pintada comum por aqui.
Não gosto da palavra extinção, uma vez que ela subentende o aniquilamento completo do Goitacá e na verdade não foi isso que aconteceu. Por serem indígenas bravios e conhecedores do seu território, eles também são difíceis de serem dominados ou escravizados ao trabalho. São muito, mas muito temidos por essa bravura em defesa do seu território e, portanto o colonizador vai "inventar" muitas formas de aniquilamento - o contágio de doenças, que matam; a permissão de casamentos com negros ou brancos, miscigenando; ou expulsando para outros territórios próximos. Temos notícias de lendas envolvendo uma goitacá em Penedo, região mais alta da Serra do Mar. Então em nossa genética certamente temos traços dos indígenas goitacá.

3- Muito se fala dos Índios Goitacá de matar o seu inimigo e comer sua carne e beber o seu sangue isso é verdade?
Pelo que consta da literatura sim, mas certamente não comiam seus inimigos por fome, dado a fartura de fauna e flora local. Esse era um ato ritualístico que fazia parte da guerra intertribal e depois com os europeus. Era uma honra ser canibalizado pelo inimigo, pois só eram consumidos, a carne e o sangue, dos grandes guerreiros, os mais bravos, os mais corajosos, na intenção de adquirirem esses valores.
Mas afinal não é isso que fazemos em nossas sericoias religiosas cristãs? Comemos dessa carne e bebemos desse vinho na intenção de adquirirmos as qualidades de Jesus Cristo simbolicamente. Somos, portanto os novos canibais.

4- Primeiro e único Afrodescendente a ter assumido a Presidência do Brasil, Nilo Peçanha tinha um lema "Paz e Amor". Criador da Escola de Aprendizes e Artífices que deu a origem ao Centro Federal de Educação e Tecnologia. Faça uma analogia da sua história com a Política atual?

Nilo Peçanha foi o primeiro afrodescendente a assumir a presidência desse país, mas não foi o único, tivemos pelo menos mais uns dois depois dele. Nilo foi vanguardista, com suas formas e atitudes conciliadores de fazer política. Teve por isso vários inimigos, que o viam como fraco ou indeciso, além de o desprestigiarem pela cor e por esse motivo Nilo foi o presidente, da velha república, mais achincalhado pela imprensa. Mas a isso ele respondia com Paz e Amor, não rebatendo as críticas e as encarando de frente. Nilo também, depois de ter sido presidente de província (governador do Estado do Rio de Janeiro), Senador, Deputado, Ministro das Relações Exteriores e Presidente da República (não nessa ordem) ele falece e sua esposa não tem dinheiro para comprar sua sepultura ou construir seu túmulo. Ela foi socorrida pela Maçonaria carioca que o enterra com pompa merecedora.
Hoje (apesar de tudo que estamos passando), alguns diriam que ele foi "burro", ou não foi esperto suficiente para se enriquecer. Os ideais e as ideias realmente não coadunam com a dos tempos vividos posteriormente, onde vemos toda a Nova República usufruir, sem nenhuma exceção de presidentes, dos cofres públicos.


5- Quem foi a valente Benta Pereira, que montava em seu cavalo e liderou uma luta armada pela liberdade de suas terras e pesados impostos?

5. Benta Pereira é um mito, mas um mito necessário. Foi uma pecuarista e proprietária de terras próximas a Lagoa de Cima. Usufruía, portanto de respeitabilidade e destaque na sociedade da época. Teve um filho vereador que vem a ser morto em um confronto na Câmara Municipal. O que deflaga a liderança da Benta foi a aprovação da Lei do vento que dizia que todo gado encontrado sem marca seria levado para as terras dos Donatários dos Assecas. Esse período corresponde ao primeiro momento da nossa economia, a da pecuária. A capitania era dominada pelos Viscondes de Asseca, nobres portugueses, eram eles os donatários. A Câmara Municipal com 4 ou 5 vereadores era dominada também pelos poderosos Assecas, que também cobrava caro pela marca, pois cada proprietária deveria ter a sua e tê-la em seu gado. Contudo os fazendeiros, não acostumados a esses hábitos o repudiaram, não cumprindo a marcação. Daí a Lei imposta. Assim se inicia a liderança da Benta junto aos demais fazendeiros. A luta deles foi pelas suas riquezas. 
Pelo que consta a maioria da população local não sabia ler ou escrever, portanto não sabiam nada ou pouco sabiam das questões da metrópole portuguesa e suas ideias de colonização. Então a Benta na verdade atirou no que viu - foi contra a Lei do vento para proteger sua riqueza, mas acabou acertando no que não viu - a libertação da capitania do julgo dos Assecas, o retorno desta para a Corôa Portuguesa e posteriormente sendo devolvida a população.
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A Virada do Flamengo sobre o Emelec Mostrou o Amadurecimento do Time em Relação a 2017, Temos um Elenco Qualificado um dos Melhores do País, e Vamos em Busca de Títulos Analisa Rodrigo Caetano Abrindo a Boca para Marco Barcelos
22/03/2018 | 17h28
1- Rodrigo Caetano, este início de campeonato com o título da Taça Guanabara é um prenúncio de um ano Vitori
oso?
 
R: No Flamengo, trabalhamos sempre em busca dos títulos. Vencer é bom, mas ainda há muito que percorrer e sabemos que estamos no caminho certo. É o início de uma caminhada, que tem pela frente importantes competições, como a Libertadores. Foi importante vencer a Taça Guanabara, lógico, mas foi muito importante também vencer o Emelec fora de casa, o que nos concede um pouco de tranquilidade para seguir o trabalho. Todos os jogos são importantes aqui. Flamengo é isso.
2- Rodrigo Caetano, a contratação do técnico Paulo César Carpegiani que conquistou os títulos mais importantes da história do Clube, terá um papel importante para a conquista dos Títulos Internacionais?
R: O currículo do Paulo fala por si só. Muitos títulos importantes, participação em Copa do Mundo. É um treinador extremamente experiente e identificado com o Flamengo. Conhece muito bem os bastidores e o que significa vestir esta camisa. No dia a dia, procura passar isso aos atletas, que têm assimilado bem. Ele faz parte da história do clube e voltou para ajudar.
3- Qual o planejamento estratégico para entrar forte na Taça Libertadores, e não sucumbir como ano passado com a eliminação precoce?
 
R: Ano passado fizemos grandes jogos em casa, mas não pontuamos fora. Com certeza esse é um dos fatores que precisamos corrigir. Estão todos conscientes disso. Contra o Emelec nos superamos, conseguimos uma grande virada. Tomamos o gol e não nos abatemos. Já mostrou um amadurecimento do nosso elenco em relação a 2017, um aprendizado. Temos um grupo muito comprometido, profissional, experiente, que saberá lidar com isso. Assim esperamos.
 
4- A participação do Flamengo em campeonatos importantes e longos, precisa de uma equipe que tenha várias peças de reposição de alto nível. Com a chegada do Artilheiro Henrique Dourado, o que a torcida pode esperar de contratação para um time altamente competitivo para 2018?
 
R: Não falamos em nomes, apenas quando as contratações estão concretizadas. Lógico que o Flamengo está sempre atento ao mercado e principalmente às oportunidades que ele nos proporciona, mas hoje sabemos que temos um elenco qualificado, um dos melhores do Brasil. E isso é consenso entre a imprensa também, pois sempre nos coloca como um dos favoritos nas competições que disputamos. Então, a torcida pode esperar o melhor para o Flamengo, pois trabalhamos com este objetivo todos os dias. Sempre há espaço para grandes jogadores.
 
5- Rodrigo Caetano a implantação de um novo modelo de trabalho está rendendo ao Flamengo ótimos frutos nas categorias de base. O que espera alcançar a curto médio e longo prazo?
 
R: Hoje podemos dizer que o trabalho iniciado lá trás está começando a render frutos. Nos últimos três anos, conquistamos duas copas São Paulo, principal competição de base do Brasil; mantivemos no elenco alguns atletas campeões da edição de 2016 e estamos renovando gradualmente os contratos dos campeões deste ano. É um trabalho minucioso, estratégico, que pensa no futuro do clube.
 
 
 
 
 
 
 
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Respeito ao Verde e o Samba de Raiz da Zona Norte Carioca, no Camarote Folia Tropical na Sapucaí com Arquiteto Rodrigo Dinelli Abrindo a Boca para Marco Barcelos.
16/02/2018 | 17h15
Camarote Folia Tropical
Camarote Folia Tropical / Camarote Folia Tropical
Camarote Folia Tropical
Camarote Folia Tropical / Camarote Folia Tropical
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1-Rodrigo Dinelli, após seis anos consecutivos como Arquiteto à frente do Camarote Folia Tropical, o que levou a escolher o tema Casa do Samba e Zona Norte Carioca neste ano?
O Camarote Folia Tropical sempre valorizou o samba de raiz, e nada melhor que a Zona Norte Carioca para representá-lo. Com o fim da escravidão, em 1888, o samba carioca começou a ser esboçado na Pedra do Sal, no centro do Rio, pelos escravos libertos que alí se reuniam para criar versos e batuques. No final da década de 20, no bairro Estácio, Praça Onze e Morro de São Carlos por toda a cidade. E como todos sabemos, a grande maioria dos cantores de samba são dessa região, assim como a maioria das escolas de samba, por isso na fachada principal, fiz uma homenagem à zona norte, criando 13 grandes volumes empilhados que remetem às casas alegres e multicoloridas dessa região. Além disso, essa quantidade representa as 13 escolas de samba do grupo especial com seus respectivos bairros de origem.
2- Qual o recurso que você usou para não perder o foco da tropicalidade e dos famosos jardins verticais do camarote em meio de um tema mais urbano como a zona norte carioca?
O respeito à natureza continua sempre presente no projeto. No ano passado o foco foi a Floresta Amazônica, o desmatamento e suas plantas tropicais. Neste ano, esse respeito ao nosso verde aparece representado por muitas das plantas típicas da zona norte carioca espalhadas por todo o camarote, como as espadas-de-são-jorge, as comigo-ninguém-pode e as famosas palmeirinhas arecas. Além disso, trouxe centenas de pássaros artificiais “voando” e “pousados” sobre gaiolas de portas abertas, enfatizando a liberdade dos pássaros e dos animais em geral.
3- A diversidade da Zona Norte Carioca é muito vasta, como você conseguirá em apenas alguns metros quadrados aglutinar todas as riquezas encontradas e a energia contagiante dessa região?
Como o camarote possui dois mil metros quadrados, consegui resumir um pouco da realidade da zona norte em cada um dos seis espaços principais. Na fachada, como já mencionei, representei as casas da região; no hall de entrada, criei um grande corredor de folhas secas no chão, com o teto coberto por um jardim suspenso repleto de pipas coloridas; na area VIP, na boate e nos demais espaços essa energia aparece nas cores alegres, nas diversas estampas e nos cantinhos que projetei especialmente para representar as ruas dessa região, como o Beco da Folia e seu famoso banco da praça com postes e caixotes de feira com frutas; e a Vila Tropical, com muitas plantas, gaiolas, cachorro de porcelana e até varal de roupas! Fui pessoalmente à zona norte para pesquisar, passear pelas ruas e sentir essa energia para que, em cada cantinho desses dois mil metros quadrados de camarote, as pessoas vivenciassem essa experiência e pudessem assistir ao maior espetáculo da Terra como se estivessem assistindo da janela de uma verdadeira casa dessa região, com direito a um tratamento mais que vip, desfrutando de sala de massagem, salão de beleza, barbearia, bares e até uma boate com palco para shows de MPB e samba de raiz, onde se apresentaram Alexandre Pirez, Maria Rita, Mosquito, Tereza Cristina e, no Sábado das campeãs irão se apresentar Alcione e Zeca Pagodinho!
4- A família Campista está em festa mais uma vez no Carnaval, pois seu filho pródigo brilha mais uma vez na Sapucaí. Quais os conselhos para quem quer fazer Arquitetura, e está cursando para trilhar o caminho do sucesso?
Humildade e respeito em primeiro lugar! Poucos sabem que por trás de tantos flashes, existe um arquiteto que arregaça as mangas e, literalmente, coloca a mão na massa para que tudo fique bonito no final! Não é simplesmente sentar, projetar e entregar as plantas para a equipe de produção! É preciso vivenciar aquele projeto, acompanhando a obra (que nesse caso dura 3 meses antes do Carnaval) e saber que, da mesma maneira que você quer ser tratado com respeito pelas pessoas que te contratam, você deve respeitar as pessoas que estão trabalhando para você, como pedreiros, eletricistas, marceneiros e todos os outros funcionários. Saber pedir educadamente, ensinar como se faz e até elogiar as pessoas que estão suando a camisa para concretizar a sua ideia são atitudes muito nobres e que, com certeza, garantem o sucesso de qualquer pessoa na sua profissão. Em se tratando dos profissionais de Arquitetura, especificamente, todo projeto surge a partir de algo que vimos ou sonhamos. Todo arquiteto deve saber que quando se sonha algo grandioso, aquele sonho começa a circular pelas nossas veias e, inconscientemente, quando menos esperamos, tudo começa a brotar pelas nossas mãos em forma de rabiscos, que se tornam os esboços de um projeto! Tudo que consegui até hoje foi sonhando e acreditando que todos esses meus rabiscos se tornariam realidade. Por isso, aconselho que sonhem bastante, rabisquem bastante, mesmo sem saber desenhar, pois com certeza conseguirão concretizar os seus esboços e passar para o público, de alguma maneira, alguma emoção com as suas arquiteturas. Boa sorte!
5- Rodrigo Dinelli fiquei sabendo que o camarote tem acessibilidade e inclusão social. Me conte sobre isso?
Sim. O projeto foi pensado para que todos, sem exceção, pudessem aproveitar os espaços com conforto total. Desde a porta de entrada até a área VIP do terceiro pavimento, o camarote oferece rampas, elevador e áreas reservadas para pessoas com deficiências. E não para por aí, não! Desde que o camarote nasceu, em 2013, nas terças-feiras de Carnaval, quando acontece o desfile das escolas mirins, o Folia Tropical proporciona um momento único e mágico chamado Folia dos Amigos do Ton. Esse evento é o encontro de crianças e jovens de abrigos e associações como a ABBR, que cuida da reabilitação de portadores de deficiências e foi criado pelo meu amigo Mickael Noah, irmão do Ton, um anjinho especial, protagonista do dia e filho de Agnes e Newton Mendonça, fundadores do Folia Tropical. Nesse dia, enquanto as escolas mirins desfilam na avenida, dentro do camarote são realizadas atividades de entretenimento para mais de 800 crianças com seus familiares, como shows de mágica, apresentações de teatro e dança, além de comida, bebida e transporte para todos! São momentos emocionantes! Ver o sorriso estampado no rosto de cada uma das crianças e de seus pais é a maior realização de poder participar de um evento como esse.
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PERSEGUIÇÃO E HOMOFOBIA NA ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE DA JUVENTUDE DO PSDB, DECLARA LUIZ PAULO GAMA ABRINDO A BOCA PARA MARCO BARCELOS
08/02/2018 | 17h19
Luiz Paulo
Luiz Paulo / Luiz Paulo
1- Luiz Paulo Gama, a eleição da juventude do PSDB teve validade pelas instâncias superiores do partido?
Sim, a juventude em sua história é reconhecida como autônoma e tanto a Executiva Estadual e Nacional da JPSDB deram total apoio e relação à autonomia da juventude em seus processos que teve validade legal.
2- O Diretório Municipal do PSDB não autorizou a eleição por qual motivo?
Por perseguição, HOMOFOBIA e autoritarismo uma vez que estive certo tempo ao lado do atual gestor e quando vi que estava sendo usado como escudo para ele alcançar a presidência, fiz questão de chamar todos meus amigos e tirar do grupo dele mostrando com provas como ele estava agindo, vale lembrar que o Diretório Municipal não tem que liberar eleição da JPSDB apenas ser comunicado sobre a eleição, a juventude foi perseguida e atacada de maneira cruel e autoritária pelo atual Presidente que impediu que utilizássemos o auditório da Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes para eleição, mas a Executiva Estadual e Nacional se fez presente e de maneira aguerrida nossa eleição foi realizada democraticamente e pacifica, sofri homofobia, pois nesse tempo inteiro fui vítima dele e é inadmissível isso acontecer dentro do PSDB.
3- Qual o planejamento da Juventude do PSDB para o ano de 2018?
Nosso foco é conscientizar a juventude em todo município sobre nosso papel na sociedade que é muito importante, vamos ampliar a JPSDB que hoje conta com mais de 15 jovens filiados que graças a um trabalho de grupo conseguimos e não somos uma juventude muito grande, mas trabalharemos para ter qualidade, vamos crescer em toda cidade no pulsar da juventude.
4-Qual o papel da Juventude do PSDB Campos em relação à região em que estamos inseridos?
A Juventude tem um papel fundamental em todo município, não se faz politicas publicas sem olhar para os jovens, buscaremos parcerias para não deixar nossa juventude abandonada e quando digo juventude me refiro nos jovens da cidade no geral, nosso papel sempre foi de democracia, dialogar sempre com os jovens para atender suas necessidades.
5- O que pensam sobre a participação dos jovens, para as eleições de 2020?
Boa pergunta, a juventude precisa ampliar sua participação nas eleições e nosso trabalho será para que isso aconteça, temos vários nomes bons em campos para uma disputa Eleitoral o Roger Azevedo que é jovem e foi o ex-presidente da JPSDB, Adilson Rangel um jovem advogado com grandes ideias e o Alexandre Buchaul que é jovem e com grande espirito de liderança, todos esses tem o verdadeiro espirito tucano e representa os desejos da juventude, tenho certeza que eles representaram muito bem a sigla PSDB tanto nas eleições de 2018 quanto de 2020.
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Um Ano Novo Com uma Nova Tecnologia ao Alcance dos Deficientes Visuais
22/01/2018 | 10h54
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Chegou há 2 meses no Brasil um presente de Natal para os deficientes visuais, uma tecnologia pioneira ao poder da visão artificial, em uma plataforma portátil que melhore a vida de indivíduos com deficiência visual chamada ORCAM my Eyes.
Semana passada fui a São Paulo conhecer essa versão em português pois a tecnologia conheci no Canadá na versão em Inglês. Fiquei encantado com este Óculos que me trouxe muitos benefícios, ele fotografa o rosto das pessoas e ao apontar o dedo para a pessoa você fala o nome e a imagem do rosto fica armazenada na memória, quando a pessoa passar por você, ele falará o nome dela.
Outro recurso fantástico o ORCAM auxilia na leitura de textos em livros, revistas e jornais, e até mesmo a tela do computador facilitando a leitura de e-mails, também o óculos lê placas a uma distância de 5 metros, que eu pude testar.
Toda esta tecnologia teve início com Amnon Shashua que é um pesquisador israelense na área de ciências da computação, e se especializou na computação visual. Tudo começou em 1999 quando ele imaginou um “carro do bem” que não causasse acidentes. Em suas pesquisas, concebeu um algorítimo que possibilita a detecção de objetos no campo de visão de uma câmera. Foi daí que surgiu Mobileye.
Em 2010, a tecnologia foi aplicada para humanos por meio do produto OrCam MyEye®. Trata-se de uma câmera acoplada a um óculos que auxilia pessoas com deficiência visual a executar tarefas diárias.
Antes de cofundar a OrCam, Ziv Aviram cofundou a Mobileye, uma empresa israelense que desenvolve sistemas de assistência à direção baseadas em seus sistemas-em-chip proprietários e algoritmos de visão que detectam pedestres, veículos e placas de trânsito.
Aviram é formato em Engenharia Industrial e Administração pela Universidade Ben-Gurion.
Fiquei imensamente feliz com esta tecnologia, senti a necessidade de compartilhar com todas as pessoas que precisam, trazendo uma melhor qualidade de vida ao deficiente visual.
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Um Presente de Natal para os Deficientes Visuais
23/12/2017 | 14h01
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Chegou há 2 meses no Brasil um presente de Natal para os deficientes visuais, uma tecnologia pioneira ao poder da visão artificial, em uma plataforma portátil que melhore a vida de indivíduos com deficiência visual chamada ORCAM my Eyes.
Semana passada fui a São Paulo conhecer essa versão em português pois a tecnologia conheci no Canadá na versão em Inglês. Fiquei encantado com este Óculos que me trouxe muitos benefícios, ele fotografa o rosto das pessoas e ao apontar o dedo para a pessoa você fala o nome e a imagem do rosto fica armazenada na memória, quando a pessoa passar por você, ele falará o nome dela.
Outro recurso fantástico o ORCAM auxilia na leitura de textos em livros, revistas e jornais, e até mesmo a tela do computador facilitando a leitura de e-mails, também o óculos lê placas a uma distância de 5 metros, que eu pude testar.
Toda esta tecnologia teve início com Amnon Shashua que é um pesquisador israelense na área de ciências da computação, e se especializou na computação visual. Tudo começou em 1999 quando ele imaginou um “carro do bem” que não causasse acidentes. Em suas pesquisas, concebeu um algorítimo que possibilita a detecção de objetos no campo de visão de uma câmera. Foi daí que surgiu Mobileye.
Em 2010, a tecnologia foi aplicada para humanos por meio do produto OrCam MyEye®. Trata-se de uma câmera acoplada a um óculos que auxilia pessoas com deficiência visual a executar tarefas diárias.
Antes de cofundar a OrCam, Ziv Aviram cofundou a Mobileye, uma empresa israelense que desenvolve sistemas de assistência à direção baseadas em seus sistemas-em-chip proprietários e algoritmos de visão que detectam pedestres, veículos e placas de trânsito.
Aviram é formato em Engenharia Industrial e Administração pela Universidade Ben-Gurion.
Fiquei imensamente feliz com esta tecnologia, senti a necessidade de compartilhar  com todas as pessoas que precisam, trazendo uma melhor qualidade de vida ao deficiente visual.
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Reflexões Sobre o Desenvolvimento Sócio-Político-Institucional e Econômico com Dr. Auner Carneiro, Abrindo a Boca para Marco Barcelos
10/11/2017 | 20h25
1 – Dr Auner Carneiro, coordenar um grupo de pesquisa Interinstitucional de Desenvolvimento Municipal e Regional requer uma carga de comprometimento extra muito grande. Quais são seus maiores desafios para tornar as pesquisas uma realidade?
R: Desculpas Sistêmicas;´´Não tenho tempo, não tenho recursos``, as pessoas que nos cercam não tem entendimento e experiência, o sistema universitário ainda está num modelo tradicional de frequência de aulas, fazedores de provas e gincana de diplomas.
Apoio Institucional – Comprometimento de Gestão Universitária com dedicação de pesquisadores, recursos estruturais e financeiros.
Disposição política para cumprir e fazer cumprir as deliberações da política pública voltada ao desenvolvimento científico e tecnológico.
Filosofia e aspectos teórico e metodológico influenciadores do sistema de ciência e tecnologia no Brasil com a emulação de padrões de decisão.
2 – Dr. Auner Carneiro, a nossa região, vem atravessando a pior crise econômica da sua história. Existe alguma pesquisa que possa aquecer o mercado de trabalho a nível técnico e superior?
R: Não concordo com esta mídia de ´´CRISE ECONÔMICA`` a crise é natural e moral. Quem não está preparado, sempre será engolido pelos desafios de mercado. Mercado não é uma coisa estável. (Não devem confundir mercado com comércio). Temos inscritos 50 projetos de egressos, estudantes em diferentes níveis de estudos universitários, mestres, doutores e pós-doutores, além de iniciativas de lideranças comunitárias que estão em funcionamento e sem propaganda. Não há dependência Hierárquica ou submissão de proposições no Grupo.
Cada autor é responsável pela caminhada de seu trabalho e de seus resultados. Cada projeto tem a sua culminância no crescimento e desenvolvimento de propostas para resultados em empregabilidade e ampliação do mercado.
Eles estão sendo apreciados em eventos e congressos nacionais e internacionais.
3 – Dr Auner Carneiro, quais são as linhas de pesquisa do grupo de pesquisa GRIDMR?
R: Art. 8º - O Grupo organiza sua atividade através da estruturação das Linhas de Pesquisa :
1. Cientificidade e Incubadora Tecnológica de empreendimentos para o Desenvolvimento harmônico, integral, solidário e sustentável.
2. Desenvolvimento Municipal: Relações entre desenvolvimento urbano e meio rural.
3. Gestão do Conhecimento e Tecnologias Sociais em TICs para o Desenvolvimento Regional.
4. Planejamento e estratégias de gestão pública voltada ao desenvolvimento municipal/regional.
O grupo é registrado desde 2004 no CNPq
<http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4534441364617297>
Normas do grupo e as linhas de pesquisa, bem como os objetivos e justificativas. Normas do Grupo de Pesquisa Interinstitucional de Desenvolvimento Regional.UENF-UNIFLU-CNPQ – “GPIDMR”
TÍTULO I – DO GRUPO DE PESQUISA
Art. 1. Constitui o Grupo de Pesquisa – GPIDMR, o conjunto de professores-pesquisadores, pesquisadores, estudantes, técnicos e lideranças comunitárias que se organizaram, sob a liderança e coordenação acadêmico-científica e intelectual de 1 ou 2 integrantes do quadro docente do Centro Universitário Fluminense – UNIFLU.
4 – Nosso município é historicamente agrícola, com o cultivo da cana de açúcar, mas com a chegada da Petrobrás tomamos outro rumo. Na sua avaliação quais pesquisas de sustentabilidade que podemos fazer para diversificar nossa economia?
R: Situação: Não tomamos rumo, acompanhamos a moda indicada adrede.
Problemas: Qual é o Plano Regional e Municipal de investimento?
Você pode até ouvir falar na obrigatoriedade de plano diretor, mas onde está o plano de investimentos a curto, médio e longo prazo?
Condições: São quatro grandes áreas de pesquisa e inovação, extensão e cultura com responsabilidade Sócio-Ambiental-Institucional Sustentável para novos investimentos:
- Baixadas, praias, porto e montanhas, o que você conhece de planos de investimentos reais nestas áreas?
- Projetos especiais em foco:
No dia 27 de novembro, pela manhã das 8:30 às 11 horas e à noite das 19 às 21 horas , vamos realizar o XII seminário de avaliação de projetos de pesquisa e extensão, no auditório do UNIFU- Direito, com entrada franca e inscrições pelo e-mail: <[email protected]> Certificado de horas complementares.
5 – Dr Auner Carneiro, nosso município se tornou um polo universitário do estado com os mais diversos cursos. Como podemos integrar a sociedade civil com os universitários, levando maiores esclarecimentos dos nossos direitos, saúde, economia e educação?
R: Não sei se é polo universitário. Temos a presença de IES de diferentes tendências com ótimas oportunidades de estudo, porque Campos dos Goytacazes, nos últimos 30 anos, fora as IES pioneiras e campistas encontraram aqui um excelente “canteiro de possibilidades”, como agora é o projeto do porto do Açu.
Em 30 anos quais foram as grandes mudanças e transformações reais para a maioria da população?
“Mais empregos, elevou o nível de remuneração dos trabalhadores, melhorou o desempenho dos indicadores de escolaridade, ampliaram as oportunidades democráticas de acesso às IES, diminuíram os índices de criminalidade, aumentou o desempenho na saúde, o acesso à moradia, os partidos, as igrejas e as escolas influenciaram as famílias para melhor desempenho de cidadania... O primeiro distrito está cheio de bloqueios de ruas em comunidades, trânsito embolado, contabilidades criativas” ...são as notícias na folha da manhã.
No âmbito de parcerias público-privadas, as IES com o discurso da pesquisa e inovação extensão e cultura com responsabilidade social-ambiental-institucional sustentável, não recebem incentivos para atuação pontual com o envolvimento delas nos focos comunitários de dependência e submissão social.
Existem algumas intervenções acanhadas e focadas em políticas que perpetuadas pelo setor público incentivam pela displicência na manutenção histórica do ´´status quo``.
No mínimo no município existem 90 focos de miserabilidade, dependência sócio econômica e sustentabilidade histórica da mesmice ideológica alienada.
Do tipo: “por favor, não morram todos os pobres, fiquem alguns para o ano que vem , senão como vamos fazer campanhas de caridade dependente?”
Mudanças e transformações, na prática ínfimas, dado o porte do fenômeno que se arrasta desde a quebra do sistema escravagista imperialista campista.
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Audiência Pública de Acessibilidade e Mobilidade Urbana com o Vereador Jorginho Virgílio abrindo a Boca Para Marco Barcelos
25/10/2017 | 19h15
1 - Vereador Jorginho Virgílio, como presidente da Comissão das pessoas com deficiência, qual a sua avaliação da audiência pública de acessibilidade e Mobilidade urbana?
 A audiência nos trouxe esclarecimentos importantes, não só nas questões relacionadas à acessibilidade e mobilidade urbana, mas em tudo no que precisamos avançar na garantia dos direitos das pessoas com deficiência. Foi um marco de integração entre o Legislativo, Executivo municipal e a sociedade civil organizada. A presença expressiva dos representantes de órgãos públicos, vereadores, entidades de assistência e do próprio público foi uma demonstração de que o assunto está recebendo mais atenção, apesar de ainda existirem várias dificuldades, que também foram expostas na audiência.
 2 – Vereador J.V, nosso município é muito extenso geograficamente para fiscalizar nossas calçadas que são muito irregulares dificultando a acessibilidade dos cadeirantes, idosos e deficientes visuais. Existe algum projeto em pauta, para minimizar este problema crônico que assola nosso município há décadas?
 O nosso próximo passo será a criação de um Projeto de Lei para dar mais autonomia ao Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (Comde) para que ele possa ter mais força diante dos poderes públicos e sobreviva a qualquer governo. Tornar o Comde deliberativo com a criação de um fundo para a alocação de recursos se torna importante. Uma das propostas é que toda multa aplicada nas questões relacionadas ao desrespeito aos direitos das pessoas com deficiência sejam aplicadas em melhorias a este público. Sendo assim, acreditamos também em uma fiscalização maior, já que a cobrança será maior, assim como a punição de quem não respeitar, por exemplo, as regras de acessibilidade. Ainda na audiência que fizemos, fomos informados também por um dos representantes do prefeito Rafael Diniz (PPS), o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cledson Sampaio, sobre algumas ações em busca de solucionar problemas de acessibilidade, inclusive estudando projetos junto ao Governo Federal para fazer a inclusão dessas pessoas na cidade. Acreditamos que estes avanços virão e vamos manter as nossas cobranças.
 3 – As Entidades como APAE, APOE, e o Educandário São José Operário, sobrevivem de doações da iniciativa privada e da prefeitura. Na sua avaliação um projeto que tornasse sustentável com a criação de cursos profissionalizantes que qualificariam e a produção seria comercializada para manter essas entidades. O que o Senhor pensa sobre esse tema?
 É também um tema importantíssimo que com certeza não ficará de fora das novas prerrogativas que o Comde passará a ter mais efetivamente com o nosso Projeto de Lei. Acredito que isso seja possível através, por exemplo, dos programas de renda da secretaria municipal de Desenvolvimento Humano e Social. Também na nossa audiência ficou evidenciado o esforço da secretária Sana Gimenes, no sentido de efetivar de fato o direito das pessoas com deficiência. A própria destacou que é “uma pauta fundamental para o município e que ficou esquecida por muito tempo”. É esta visão que esperamos das demais pastas deste governo.
 4 – Existem cotas para as empresas contratarem pessoas com deficiência. Qual a forma de incentivar a contratação e a conscientização de abrigar estas pessoas que ficam a margem da sociedade?
 Vejo a necessidade de um trabalho macro com o envolvimento de toda a sociedade no entendimento da causa, principalmente no respeito às pessoas com deficiência. Entender que o diferente não significa invalidez. O problema é que muitas vezes este preconceito começa dentro das próprias casas, mas não por maldade, e sim por falta de informação. É muito difícil você pegar alguém que você cuida com tanto carinho e dedicação e colocar ele pra viver em uma sociedade que muitas vezes não está pronta para ele, como na questão da própria acessibilidade, entre outras. Até vejo algumas ofertas de vagas por empresas e o compromisso de algumas entidades em preparar essas pessoas, mas muitas famílias conseguem assegurar direitos aos deficientes através de benefícios do Governo Federal, como a aposentadoria, e temem em perder isso no momento da inserção do beneficiado no mercado de trabalho. Com o Comde mais atuante poderemos fazer uma melhor captação de vagas e exigir políticas públicas e privadas no suporte a estas famílias e na qualificação desta mão-de-obra mais específica.
 5 – Segundo o IBGE 15% da população brasileira tem alguma deficiência. Estado do Rio de janeiro Temos aproximadamente Hum milhão e meio de deficientes. Em Campos Temos cerca de 60 mil pessoas. Com a importância destes dados, não chegou a hora de fazer um levantamento minucioso da quantidade de pessoas com deficiência no nosso município, para diagnosticar realmente o quadro que se encontram nós deficientes?
 Com certeza. Como já destacamos aqui antes, a nossa audiência foi só um dos passos importantes para essa evolução. Como presidente da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Câmara, estou aberto às sugestões e ao diálogo. Eu aprendi a conviver desde cedo com a diferença por ter um irmão com síndrome de down e sei das dificuldades. Hoje me sinto realizado em presidir a Comissão e poder estar contribuindo para mudar esta realidade. Vou receber esta sua última pergunta como uma sugestão e buscar meios para que a gente consiga fazer o levantamento e este importante diagnóstico. Juntos Somos Mais Fortes!
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Marco Barcelos

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