Espião Silencioso
22/01/2017 | 00h59
Avião não tripulado fornece informação precisas, antecipa investigação e reúne dados para que 130 agentes da PF cumpram mandados de prisão e busca contra contrabandistas. No chão, ele não parece nada discreto. Mas quando decola, o pequeno monomotor se transforma em um espião silencioso. Este é o Vant, sigla para o veículo aéreo não tripulado, da Polícia Federal. A missão dele: produzir imagens de pessoas e lugares suspeitos. O resultado, aqui embaixo, é esse: “Polícia Federal, abre a porta”, ordena um policial federal durante uma operação. Em 2009, o governo brasileiro comprou duas aeronaves dessas de uma empresa de Israel. Preço total: R$ 80 milhões. O Vant tem quase 17 metros de envergadura, 9 de comprimento, consegue voar 37 horas seguidas, sem abastecer, a 204 quilômetros por hora e alcança uma altura de 10 mil metros e não leva armamentos. “Ela é uma aeronave muito silenciosa. Tem uma câmera com uma precisão muito grande. A gente consegue acompanhar alvos além de 10 quilômetros”, diz Álvaro Marques, gerente do Projeto Vant. O Fantástico foi conhecer a estação de comando. Ela é refrigerada. Do lado direito, tem alguns computadores, simuladores de voo e mais aqui a frente, o piloto que basta para ele o toque, dar um clique no mouse para manter a aeronave no ar. De outro lado, tem o operador das câmeras. Antenas parabólicas e um satélite fazem a conexão entre o Vant e a estação de comando. A aeronave pode ser controlada a mais de mil quilômetros de distância. Ou seja, de São Paulo, o piloto conseguiria comandar o avião em Porto Alegre.
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Michael Schumacher encontra-se em 'estado vegetativo persistente'
22/01/2017 | 00h59
A recuperação de Michael Schumacher, que continua internado no hospital de Grenoble, em França, depois de ter sofrido um acidente de esqui em finais de Dezembro, que lhe provocou graves danos cerebrais, continua muito delicada. E as últimas notícias não são nada animadoras. Nas últimas duas semanas os médicos iniciaram o processo para retirar o piloto alemão do coma induzido, mas até ao momento não houve grandes desenvolvimentos clínicos, muito pelo contrário. "O estado de Schumacher é muito delicado, uma vez que se encontra em estado vegetativo persistente", afirmou à imprensa alemã esta quinta-feira o médico chefe do hospital de Hamburgo, Heinzpeter Moecke. Um dos muitos especialistas que têm vindo a público comentar o quadro clínico de Schumacher. Até sair do coma, os médicos do hospital de Grenoble não poderão estabelecer um diagnóstico completo, sendo esta fase lenta ao ponto de poder demorar semanas.
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Tratamento Inovador em Laís Souza
22/01/2017 | 00h59
Lais Souza segue em fase de recuperação nos Estados Unidos, após o acidente em um treino de esqui que resultou em uma fratura na terceira vértebra da coluna cervical, mas está apresentando melhoras. Segundo o médico do Comitê Olímpico Brasileiro, Antônio Marttos Jr., a brasileira já começa a precisar menos do auxílio da máquina para respirar. Atualmente, a máquina ajuda apenas na inspiração, mas, nos próximos dias, pode ser que ela comece a respirar por conta própria. O próximo passo pode ser um tratamento inovador que o neurocirurgião Barth Green tenta autorização: a terapia de transplante de células nervosas, que até hoje só foi usada em pacientes paraplégicos. - Essas células isolam os nervos e ajudam a reconectar áreas que estavam desconectadas para que o paciente consiga se movimentar de novo e podemos pedir uma permissão especial para fazer uma exceção - afirmou Green. Médico Barth Green tenta autorização para tratamento em Lais Souza (Foto: AFP) O neurocirurgião também ressaltou que a melhora na sensibilidade de Lais Souza é um sinal positivo, mas que não garante que ela vá recuperar todos os movimentos em sua plenitude. - Com ela começando a respirar, detectamos sensibilidade nos ombros, em parte do braço e nos dedos, o que significa que a sensibilidade está indo mais para baixo. Isso é bom sinal, mas não significa que ela vai recuperar os movimentos - concluiu.
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Tremer de frio queima tanta gordura quanto fazer exercícios
22/01/2017 | 00h59
Tremer de frio por 10 a 15 minutos pode queimar tanta gordura quanto fazer uma hora de exercícios moderados. A constatação aparece em um estudo divulgado nesta quarta-feira, dia 5, pela publicação científica Cell Metabolism. As duas situações foram capazes de produzir a mesma quantidade de hormônios que ajudam a diminuir a gordura ruim do corpo, ou branca, tranformando-a em gordura boa, chamada de marrom. O tecido adiposo humano é formado pelos dois tipos de gordura. A branca tem a função de armazenar energia no organismo, enquanto a variedade marrom, ao contrário, produz calor corporal, ajudando a queimar calorias. Pessoas com maior proporção de gordura marrom tendem a ser mais magras que indivíduos que têm menores quantidades desse tipo de gordura. “Quando sentimos frio, primeiro ativamos a nossa gordura marrom, porque ela queima energia e emite calor para nos proteger. Quando essa energia é insuficiente, o músculo se contrai mecanicamente, ou treme, gerando calor”, escreveu no artigo o coordenador do estudo, o cientista australiano Paul Lee, do Instituto de Pesquisas Médicas Garvan, em Sydney. Os cientistas estimam que 50g de gordura branca armazenem 300 calorias no corpo, ao passo que 50g de gordura marrom queimem 300 calorias.
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Sobreviveu 1 ano Tomando Sua Própria Urina, Água de Chuva e Sangue de Pássaros
22/01/2017 | 00h59
governo de El Salvador espera ter de volta ao país em breve o pescador José Salvador Alvarenga, que ficou à deriva por mais de um ano no oceano Pacífico e cuja família acreditava que estivesse morto porque não sabia de seu paradeiro há oito anos, afirmou a chancelaria do país centro-americano. Alvarenga, de 37 anos, reapareceu na semana passada em um recife das Ilhas Marshall e foi transferido na terça-feira (4) para Majuro, capital do país no Pacífico Sul. Ele recebeu alta de um hospital e foi levado para um alojamento temporário até que possa ser repatriado para El Salvador. Em Gaita Palmera, cidade onde vive sua mãe a 102 km da capital, o clima é de apreensão e espera pela chegada do famoso morador. Em entrevistas à emissoras de TV locais, a mãe de Alvarenga, Maria Julia Alvarenga, falou que espera pelo filho em casa. Na terça-feira (4), mãe e filho falaram pelo telefone. O pescador disse à mãe que foi a esperança de reencontrar a família que o manteve vivo. Ele também afirmou que acreditava que ficaria louco, após tanto tempo à deriva, e que sobreviveu, segundo ele, comendo pássaros e tartarugas, tomando sua própria urina, água de chuva e sangue das aves. Já seus pais, que vivem em El Salvador, temeram seriamente por sua vida. "Não sabíamos o paradeiro de nosso filho. Há oito anos não tínhamos notícias dele. Nós aqui pensávamos que estava morto. Graças a meu Deus está vivo e nos reencontraremos muito em breve", desabafou a mãe do pescador, María Julia Alvarenga, de 59 anos, ao jornal 'El Mundo'. "Graças a Deus está vivo. Estamos muito felizes. Só quero tê-lo aqui conosco", acrescentou sua mãe.
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Jovens à procura de anabolizantes encontram a morte
22/01/2017 | 00h59
Os anabolizantes pertencem a um grupo de drogas que tem indicação muito precisa na medicina. Infelizmente, nas últimas décadas, passaram a ser utilizados por rapazes e moças interessados em esculpir uma forma física que obedece a padrões rígidos ditados pela moda. O uso indiscriminado e sem controle médico dessas substâncias tem gerado problemas graves de saúde, morte inclusive, em gente muito jovem. Grande parte dessas drogas é vendida nas academias e entra no Brasil de maneira ilícita, sem que se saiba exatamente de onde vêm nem como são fabricadas. Na pressa de conseguir o efeito desejado, muitos a utilizam em doses absurdamente altas que interferem no equilíbrio geral do organismo. Por falta de informação ou apesar dela, os jovens continuam correndo atrás dos anabolizantes cuja comercialização transformou-se numa atividade clandestina e muito lucrativa.
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Obesidade Na Infância Causa Sequelas
22/01/2017 | 00h59
Para muitos adultos obesos, a sorte foi lançada no momento em que foram 5 anos de idade. Um novo grande estudo de mais de 7.000 crianças revelou que um terço das crianças que estavam acima do peso na infância eram obesos por oitava série. E quase todas as crianças que era muito obesa permaneceu assim. Alguns kindergartners obesos ou com sobrepeso perdeu seu excesso de peso, e algumas crianças de peso normal tem gordura ao longo dos anos. Mas todos os anos, as chances de que uma criança teria deslizam para dentro ou fora de excesso de peso ou obesidade diminuiu. Aos 11 anos, houve poucas alterações adicionais: Aqueles que eram obesos ou com sobrepeso ficou assim, e aqueles cujo peso era normal não se tornou gordura. "A mensagem principal é que a obesidade é estabelecido muito cedo na vida, e que, basicamente, segue até a adolescência até a idade adulta", disse Ruth Loos, um professor de medicina preventiva da Faculdade de Medicina Icahn no Monte Sinai, em Nova York, que não foi envolvido no estudo. Estes resultados, surpreendente para muitos especialistas, surgiu a partir de um estudo raro que lagartas peso corporal da criança, durante anos, do jardim de infância até a oitava série. Especialistas dizem que eles podem reformular abordagens para combater a epidemia de obesidade do país, sugerindo que os esforços devem começar muito mais cedo e se concentrar mais nas crianças com maior risco.
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"A esperança vê o invisível, sente o intocável e alcança o impossível! Tudo no seu momento",
22/01/2017 | 00h59
O ex-BBB e atleta paralímpico Fernando Fernandes, 33, publicou uma foto em que aparece em pé em seu Instagram. Fernando, que participou do "BBB2", ficou paraplégico em 2009, após bater o carro em um poste em São Paulo. Desde então, ele vem se dedicando à canoagem paralímpica, modalidade em que é tetracampeão. Fernando ainda não pode andar, mas já consegue se sustentar em pé por alguns segundos, se apoiando com a mão. "A esperança vê o invisível, sente o intocável e alcança o impossível! Tudo no seu momento", escreveu o atleta.
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Pólo Norte vai descongelar totalmente no verão de 2016
22/01/2017 | 00h59
O gelo do Pólo Norte vai derreter totalmente durante o verão de 2016, segundo Peter Wadhams, um especialista em gelo marinho. Wadhams qualifica este fenómeno de "desastre global", mas recorda que já tinha avisado para o perigo. Peter Wadhams é um dos principais especialistas do mundo em gelo marinho e afirmou, em entrevista ao jornal "The Guardian", que, durante o verão de 2016, todo o gelo que existir no Ártico vai derreter. O investigador defende que, para tentar inventer este "desastre global", é necessário fazer muito mais do que tem sido feito. Já não basta planear medidas para travar as alterações climáticas, é preciso "analisar urgentemente outras vias de travar o aquecimento global, como as soluções da geoengenharia propostas até agora". Wadhams é responsável por um projeto que analisa a espessura do gelo no ártico com recurso a submarinos que conseguem navegar por baixo das placas de gelo. O perito recorda que, durante anos, avisou que este fenómeno poderia acontecer. "Previ [o colapso do gelo marinho durante os meses de verão] durante anos. A causa é o aquecimento global: devido ao clima, houve menos formação de gelo durante o inverno e mais degelo no verão", explica. Assim, no verão de 2016, Wadhams prevê que o processo de degelo do Pólo Norte culminará e os glaciares atualmente existentes não vão ser mais do que água.
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Gordura faz câncer crescer e pode ser alvo de tratamento, dizem estudos
22/01/2017 | 00h59
As células de gordura podem se tornar o mais novo alvo de tratamentos contra o câncer. Estudos nessa área ainda são experimentais, mas bastante promissores, pois há comprovação científica de que o tecido adiposo – que reúne as células de gordura do corpo – ajuda no crescimento dos tumores. "Provamos ao longo dos últimos cinco anos que o tecido adiposo promove diretamente o câncer, além do estilo de vida e da dieta já relacionados à obesidade", afirmou o pesquisador russo Mikhail Kolonin, que trabalha com essa linha de pesquisa no Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. "Há alguns anos, essa era uma questão em aberto, e agora sabemos que é um fato", completou o pesquisador, que veio ao Brasil para participar do Simpósio Célula-Tronco na Biologia do Desenvolvimento e no Câncer, realizado pelo Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo. Pesquisa da USP mostra que trabalho dificulta disciplina com dieta (Foto: Reprodução EPTV) Dentro do tecido adiposo, existem células-tronco adiposas. Quando um tumor se forma, essas células vão até ele e contribuem para a formação de vasos sanguíneos no local. Com isso, o câncer cresce mais rapidamente. A lógica serve para os tumores chamados primários, que se instalam antes do processo de metástase – quando o câncer se espalha para vários órgãos. Isso só acontece nos órgãos que têm contato com o tecido adiposo, como intestino, mamas, próstata, esôfago e pâncreas. Onde não há gordura por perto, como no caso do cérebro e do pulmão, o efeito não é percebido. Naturalmente, os resultados apontam para mais um aspecto da importância de combater a obesidade para defender a saúde, mas não é só isso. A descoberta também pode levar a um novo tratamento contra o câncer, focado nas células-tronco adiposas. Kolonin pensa em eliminar essas células-tronco com um medicamento específico para os pacientes com câncer, na tentativa de evitar que elas favoreçam a alimentação dos tumores. No entanto, o tratamento precisaria ser bem dosado, porque a eliminação dessas células deve ser apenas parcial, e não total, porque a gordura tem funções essenciais para a defesa do organismo. "O tecido adiposo pode fazer mal à saúde, mas também é essencial", afirmou o cientista, que citou estudos em que camundongos com baixa quantidade de gordura apresentaram saúde muito frágil e desenvolveram doenças como diabetes. A ideia ainda é vista como uma aposta, e somente novas pesquisas é que poderão comprovar se é viável controlar o câncer atacando essas células. "Ninguém fez isso ainda, acabamos de começar os primeiros experimentos nesse sentido", explicou Kolonin. A perda de peso comum entre pacientes com câncer, porém, não serve para proteger o corpo contra esse processo. O tecido adiposo reduz de tamanho, mas não perde muitas células-tronco. Além disso, o emagrecimento ocorre nos estágios mais avançados da doença, depois que a gordura já desempenhou seu papel no crescimento do tumor. O pesquisador também considera perigoso fazer dietas para perder peso após o diagnóstico de câncer, pois a falta de nutrientes poderia acelerar o processo de migração das células adiposas para os tumores – uma hipótese que sua equipe ainda não conseguiu comprovar.
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Marco Barcelos

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