Filmes na internet têm limitações impostas pelas empresas que oferecem locação e venda
21/01/2017 | 12h14

Um mercado relativamente novo no Brasil está se desenvolvendo lentamente, pegando carona na no forte patrulhamento de tudo o que acontece na internet. Trata-se da comercialização de filmes digitais para serem assistidos no computador, no tablet, no smartphone e em outros aparelhos contemporâneos. A novidade parece ser uma boa opção para evitar a compra de DVDs piratas no camelô da esquina e os seriados baixados em sites de compartilhamento de arquivos, por exemplo.

A relação entre o fornecedor de filmes on-line e o usuário se dá de três maneiras: aluguel, venda ou assinatura mensal. Na primeira opção, tanto no caso do streaming (o consumidor assiste ao filme no próprio site da empresa), como no download (o filme é baixado no computador do consumidor), há um prazo para o filme ser assistido. Quando se trata de assinatura mensal, o usuário pode ver os filmes apenas durante a vigência do contrato, mesmo que eles tenham sido baixados. Só no caso da venda é que não existe prazo.

Apesar da facilidade para usar esses serviços – já que o consumidor não precisa sair de casa para assistir ao filme que deseja -, em janeiro, o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) avaliou os sites de quatro empresas que alugam e/ou vendem filmes digitais: Netflix, Netmovies, Saraiva Digital e Sunday TV (que durante a realização da pesquisa se chamava Terra TV Vídeo Store) e encontrou alguns problemas.

O objetivo da pesquisa era analisar a dinâmica de venda e aluguel dos filmes; a oferta e a publicidade; as restrições tecnológicas; as questões de direitos autorais; os contratos; e as políticas de privacidade. Um dos problemas mais sérios foi encontrado nas empresas Saraiva e Sunday TV. Lá, os filmes só podem ser baixados em três equipamentos diferentes e não podem ser gravados em DVD. O desrespeito ao direito do consumidor de usufruir integralmente do serviço se agrava no caso dos filmes comprados.

Outro problema encontrado foi o da assinatura contínua, na Netflix e na Netmovies. O consumidor ganha o primeiro mês grátis para experimentar o serviço, mas, caso se esqueça de cancelá-lo, passa a ser cobrado automaticamente a partir do segundo mês. A prática é abusiva, segundo o Código de Defesa do Consumir, pois as empresas cobram por um serviço que não foi expressamente autorizado pelo consumidor.

Além desses problemas citados, o Idec encontrou ainda problemas em contratos – abuso, indisponível e até mesmo inexistente; equívocos em ofertas e publicidade e até mesmo a inexistência de serviço de atendimento ao consumidor (SAC), no caso da Netmovies, que só oferece formulário para envio de mensagem.

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Leitura de notícias pela internet está crescendo no Brasil
21/01/2017 | 12h14

O mais recente estudo sobre audiência na web divulgado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC) mostrou que, em 2011, a audiência dos portais e sites de notícias filiados ao instituto cresceu 29% ao longo de 2011. Isso significa que os brasileiros estão lendo cada vez mais notícias pela internet.

A região responsável por puxar esses números foi o Nordeste, que registrou um aumento de acessos de 50%, considerando os índices de janeiro e dezembro do ano passado. O Centro-Oeste aparece na segunda colocação entre as regiões, com crescimento de 38%, seguida pelos internautas da região Norte (com 33%) de crescimento. Sudeste e Sul aparecem na sequência, com expansões de 30% e 21%, respectivamente. O acesso a computadores e a plataformas móveis e o aumento das vendas dos aparelhos smartphones e tablets são as justificativas para esses números.

O uso das mídias móveis para acessar sites de noticias ganhou destaque no relatório do IVC. O acesso a notícias a partir de celulares, smartphones ou tablets cresceu 400% quando considera-se os números de janeiro e dezembro de 2011. Com esse aumento, a participação dos acessos à web via plataforma mobile subiu de 0,6%, em janeiro, para 2,4%, em dezembro do ano passado.

De acordo com o IVC, os tablets são os grandes responsáveis por esse salto do acesso móvel. Em 2011, a quantidade de pessoas que acessaram sites noticiosos via iPad, Galaxy, ou outros tipos de tablets cresceu 563%. Os acessos via smartphone também aumentaram consideravelmente: 321% mais do que em 2010.

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Implante de coração artificial
21/01/2017 | 12h14

Os primeiros corações artificiais serão testados em pacientes da fila de espera de transplante do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Eles vão receber o equipamento, que estabiliza a função cardiológica e aumenta a sobrevida até o transplante tradicional. O aparelho só é indicado a pacientes que não respondem mais ao tratamento clínico.

O aparelho é colocado preso ao ventrículo e artéria aorta, e atua no bombeamento do sangue, descarregando o coração. Assim, o paciente pode suportar o tempo que for necessário aguardando com calma o transplante convencional.

O coração artificial começou a ser desenvolvido em 1998, por Aron José Pazin de Andrade, coordenador do Centro de Engenharia em Assistência Circulatória do Instituto Dante Pazzanese, onde o dispositivo foi construído.

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Novo iPad revelam aquecimento e problema em recarga de bateria
21/01/2017 | 12h14

A terceira geração do iPad, que foi anunciada pela Apple no último dia 7 de março, continua fazendo a recarga da bateria mesmo após exibir o aviso de 100% de carga. Foi o que um estudo feito por Raymond Soneira, da Displaymate Technologies, revelou. As informações são do site da revista “PC World”.

De acordo com o estudo, o tablet continua fazendo a carga por ao menos uma hora depois de avisar a carga total. Além disso, os testes mostraram que a nova bateria do iPad leva quase o dobro do tempo para ser recarregada, em comparação com modelos anteriores do tablet da Apple.

O novo iPad tem uma tela de alta resolução (2.048x1.536p), conexão com a rede superrápida 4G e um poder de processamento gráfico maior que suas edições anteriores. Segundo a “PC World”, a Apple teve que aumentar o poder de sua bateria para poder suportar de maneira mais eficiente as novas funções do aparelho.

Outro ponto polêmico sobre a terceira geração do tablet fica por conta dos relatos de superaquecimento do tablet, feito pelos usuários. De acordo com a organização norte-americana de defesa do consumidor ‘Consumer Reports’, o aparelho pode alcançar temperatura de até 46,6 ºC enquanto roda games com gráficos mais exigentes.

No Brasil, a Proteste – Associação de consumidores, em parceria com a Euroconsumers, levou o tablet para o laboratório. A conclusão foi que o novo iPad esquenta mais do que o iPad 2, sim! Os dados revelam uma temperatura de 40°C no novo iPad e 30°C no iPad 2. Esse valor pode ser um pouco maior dependendo do local onde o tablet esteja sendo usado, como sob o sol, por exemplo, segundo a Proteste.

Apesar disso, a associação diz que não há necessidade de grande alarde sobre o assunto porque o calor não atrapalha a performance do aparelho. Além disso, esse calor extra não traz nenhum problema de saúde ao usuário ou deterioração do produto.

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Navio sustentável da frota Greenpeace veleja pelo Amazonas
21/01/2017 | 12h14

O mais novo navio da frota Greenpeace, o Rainbow Warrior 3, está em visita pela primeira vez o Brasil em uma expedição de mais de três meses que comemora os vinte anos da organização no país. O Rainbow Warrior ficará no Brasil até 5 de julho.

Nos últimos dias 23, 24 e 25 de março, a embarcação passou por Manaus, onde o público teve oportunidade de subir a bordo em dois dias de visitação. O navio passará também por Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) – onde participa da Rio+20 –, e Santos (SP). Nessas cidades, o público também terá a oportunidade de subir a bordo, conhecer a tripulação deste ícone da proteção ambiental e saber mais sobre as campanhas do Greenpeace no Brasil.

Primeiro navio construído especificamente para ser usado pelo Greenpeace, o Rainbow Warrior traz tudo o que a organização precisa para levar suas campanhas a todas as partes do planeta. Com 58 metros de comprimento e 11 de largura – o mesmo comprimento de duas baleias azuis –, ele transporta mais carga, mais tripulação e possui maior espaço operacional que suas duas versões anteriores.

Segundo o Greenpeace, o Rainbow Warrior 3 é leve e ágil, além de possuir várias características sustentáveies, como o fato seu casco ter sido desenhado para reduzir atritos e aumentar sua eficiência energética, economizando combustível e aproveitando melhor a força dos ventos; tem tratamento biológico de água e esgoto; central de armazenamento de combustível e de óleos para evitar derramamento; motor de propulsão eletrônica a diesel, mais eficiente; e pintura com tinta livre de TBT (substância de elevada toxicidade).

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Um terço das empresas brasileiras foi vítima de crime digital no último ano
21/01/2017 | 12h14

Os crimes digitais passaram, em dois anos, de irrelevantes ao segundo lugar na lista dos crimes econômicos sofridos por empresas brasileiras. E, embora cada vez mais dependentes de tecnologia, elas nunca se mostraram tão despreparadas para lidar com os riscos representados por esses ataques.

Essas constatações fazem parte da 6ª Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos – 2011, da PwC, apresentada poucos dias depois que os sites de vários bancos foram alvo do ataques hackers, o que causou interrupção ou lentidão no acesso, mas não comprometeu a segurança dos dados dos clientes, segundo as instituições.

De acordo com a pesquisa, 45% dos respondentes brasileiros afirmam que os riscos de crimes digitais cresceram nos últimos doze meses, mais do que os 39% que disseram o mesmo no restante do mundo. Somente 4% dos ouvidos no país acreditam que os riscos diminuíram.  Outro fator que chama atenção é a percepção da origem das ameaças digitais - 71% das empresas brasileiras relataram que os autores das fraudes estão dentro da organização, contra 56% na pesquisa global. Segundo elas, 67% dos fraudadores são membros da equipe sem cargo de gerência.

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Lavar vegetais antes de ingerir não é suficiente
21/01/2017 | 12h14

Nem sempre o esforço de lavar, deixar de molho e esfregar frutas e verduras é suficiente para retirar o excesso de agrotóxicos. Os alimentos orgânicos, aqueles totalmente livres de agrotóxicos, podem ser uma alternativa, mas eles têm que ser cultivados seguindo uma série de regras. No Brasil, a produção ainda é pequena.

São apenas 15 mil agricultores orgânicos registrados, de um total de 5 milhões de produtores agrícolas no país. É por isso que nas prateleiras dos supermercados os produtos ocupam apenas um pequeno espaço, com preço elevado.

Em dezembro do ano passado, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) levou para o laboratório amostras de 18 tipos de alimentos. Em 28% delas, havia excesso de agrotóxicos ou produtos não autorizados para aquela cultura, o que pode representar um risco maior à saúde.

Na lista da Anvisa, o caso mais grave foi o do pimentão. Em 92% das amostras, foram encontradas irregularidades. O morango teve 63% de amostras irregulares; o pepino, 57%; a alface, 54%; e quase 50% das amostras de cenoura tinham agrotóxicos acima do permitido ou não autorizados. O tomate, que já esteve no topo do ranking, hoje tem menos contaminação, 16,%. E uma boa notícia: na batata, nenhum problema foi encontrado entre as amostras examinadas.

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Preço é arma para fabricantes de tablets concorrerem com Apple
21/01/2017 | 12h13

Quando o iPad foi lançado, muita gente o apelidou de “iPhone grande”. Entretanto, pouco mais de dois anos do lançamento da primeira versão do tablet da Apple, chegou-se a conclusão de que as previsões pessimistas estavam bastante equivocadas. Antes de falecer, em 2011, o fundador da Apple, Steve Jobs, ainda teve força para apresentar a segunda versão do iPad, que consolidou a Apple como líder incontestável do segmento.

Em um mundo onde é cada vez mais difícil inovar, a Apple conseguiu sacudir o mercado a ponto de praticamente destruir o segmento de netbooks, os pequenos e lentos notebooks com foco na mobilidade. E sacudir, claro, o mercado de desktop e notebooks. Permitiu, com seu iPad, que muitas pessoas passassem a ter contato com a internet e com o mundo da informação digital.

À medida que o iPad 2 vai envelhecendo, os concorrentes aproveitam para conquistar terreno no competitivo mercado dos tablets. Telas de 7 e 8 polegadas devem se tornar mais comuns, pela facilidade de manuseio. Aparelhos mais leves e finos são o foco para rivalizar com o campeão iPad 2, que chegam  principalmente através da Samsung, a grande rival da Apple no segmento. E se o iPad é considerado caro por muitos, o fator preço é arma de vários fabricantes. Porém, os amantes de tecnologia e informática já esperam ansiosos o lançamento do iPad 3, que pode acontecer ainda no primeiro trimestre deste ano.

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Brasileiros querem mais tecnologia nos carros
21/01/2017 | 12h13

Uma pesquisa feita pela Accenture revelou o que desejam os motoristas brasileiros quando o assunto é tecnologia. Como, atualmente, vivemos em um mundo conectado, o principal ponto levantado pelos entrevistados foi quanto à questão da mobilidade. Eles desejam que existam tecnologias de viva voz acopladas aos smartphones, para que seja possível fazer ligações, ouvir ou enviar emails.

Além disso, também foi dito na pesquisa que motoristas do país, preocupados com a Lei Seca, gostariam que os carros tivessem um testador automático de teor alcoólico, um sistema que alertasse sobre pontos cegos do veículo e ainda um sensor de marcha ré. Por fim, brasileiros querem também um piloto automático, tudo para facilitar o dia-a-dia nas ruas.

Já sobre as tecnologias já aproveitadas, em primeiro lugar apareceram monitores de TV e DVD. Em seguida, streaming de músicas e, em terceiro lugar, a navegação via satélite.

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Bancos e seguradoras foram as que mais gastaram com publicidade no Google
21/01/2017 | 12h13

De acordo com levantamento da empresa WordStream, a publicidade é a principal fonte de recursos do Google. Da receita de 2011 da companhia, de US$ 37,9 bilhões, 96% corresponderam a anúncios, ou seja, compra de links patrocinados de empresas.

As companhias compram palavras-chave para aparecer com destaque nas pesquisas. O que significa que, se você procurar pela palavra “computador”, a sua pesquisa retornará com anúncios relacionados a empresas que vendem computadores e adquiriram essa palavra-chave, por exemplo. Isso é feito por meio da ferramenta de publicidade Google Adwords.

Segundo a WordStream, o setor que gastou mais verba de publicidade no buscador foi o de “Finanças e Seguros” (US$4 bilhões), seguido pelo de varejo (US$ 2,8 bilhões) e turismo (US$ 2,4 bilhões). Quem mais anunciou pelo Google Adwords no ano passado foi a Lowe´s, empresa de materiais de construção e decoração – foram US$ 59,1 milhões. Ela é seguida pela Amazon, que investiu US$ 55,2 milhões. Em terceiro, aparece a Universidade de Phoenix, que colocou US$ 46,9 milhões de sua verba no Adwords.

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Leandro Lopes

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